quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

Cairbar Schutel - Livro Parábolas e Ensinos de Jesus - 2ª Parte - Pág. 146 - Cap. 2 - As Bem-Aventuranças - Um trecho do Sermão do Monte



Cairbar Schutel - Livro Parábolas e Ensinos de Jesus - 2ª Parte - Pág. 146 - Cap. 2 - As Bem-Aventuranças


Um trecho do Sermão do Monte


“Vendo Jesus a multidão, subiu ao monte; e depois de se ter sentado, aproximaram-se seus discípulos; e ele começou a ensiná-los, dizendo:

“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.

“Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.

“Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra.

“Bem-aventurados os que têm fome e sêde de justiça, porque eles serão fartos.

“Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.

“Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.

“Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.

“Bem-aventurados os que têm sido perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus.

“Bem-aventurados sois, quando vos injuriarem, vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque grande é o vosso galardão nos Céus; pois assim perseguiram aos profetas que existiram antes de vós.” (Mateus, V, 1-12.)

No mundo há alegrias, porém mais existem dores e tristezas. Jó dizia que “o homem vive pouco tempo na Terra e a sua vida é cheia de tribulações”— Brevi vivens tempore repletur multis miserlis.

A Escritura chama à Terra um Vale de Lágrimas e compara a vida do homem à do operário que apenas à noite come o seu pão banhado de suor.

Sentimo-nos, neste mundo, vergados ao peso da dor; hoje, amanhã ou depois, ela não deixa de visitar-nos. O peso dos infortúnios acompanha a Humanidade em todos os séculos.

O homem vem ao mundo com um grito; um gemido de dor é o seu último suspiro!

Do berço ao túmulo, a estrada da vida está semeada de espinhos e banhada de lágrimas! Quantas ilusões, quantas amarguras, quantas dores passamos neste mundo!

A dor é uma lei semelhante à da morte; penetra no tugúrio do pobre como no palácio do rico. Neste mundo ainda atrasado, onde viemos progredir, a dor parece ser a sentinela avançada a nos despertar para a perfeição.

Max Nordau dizia: “Ide de cidade em cidade e batei de porta em porta; perguntai se ai está a felicidade, e todos vos responderão. Não; ela está muito longe de nós!”

Mas se é verdade que o Senhor permitiu que os sofrimentos nos assaltassem, não é menos verdade que também nos proporciona a Esperança, com que aguardamos dias melhores. “Bem-aventurados os que sofrem, pois serão consolados.”

A Esperança é a estrela que norteia as nossas mais belas aspirações; é a estrela que ilumina a noite tenebrosa da vida, e nos faz vislumbrar a estância de salvamento. A vida na Terra é um caminho que nos conduz às paragens luminosas da Vida Eterna; não é um repouso, mas uma preparação para 0 repouso.

Paulo, o Apostolo dos Gentios, recordando-nos numa das suas luminosas Epistolas a Vida Real, disse: “Dia virá em que despiremos a veste mortal para vestir a da imortalidade.  

Atravessamos a existência na Terra como o soldado atravessa um campo de fogo e de sangue, e os bravos e os fortes de espírito cravam nas muralhas o seu estandarte e levantam o grito de vitória! 

É isto o que nos ensina o Espiritismo com a sua consoladora Doutrina. 

Tomado de compaixão pelo mundo, o Cristo desce das alturas, senta-se sobre um alto monte, atrai a si multidões de desventurados e começa o seu monumental sermão com as consoladoras promessas:

"Bem-aventurados os pobres, os aflitos, os que choram, porque deles é o Reino dos Céus!” A “palavra boa”, a Esperança, proporciona sempre resignação, coragem e fé aos desiludidos das promessas do mundo

O homem que confia e espera em Deus, vê nos sofrimentos o resgate de suas faltas, o meio de se purificar da corrupção! É preciso ter fé, é preciso ter Esperança. Dizei ao moribundo que, em verdade’ não morrerá, e ele, animado pela vossa palavra, enfrentará a morte e não sofrerá o seu aguilhão!

A Esperança é a consolação dos aflitos, a companheira do exilado, a amiga dos desventurados, a mensageira das promessas do Cristo!

Perca o homem tudo: bens, fortuna, saúde, parentes, amigos, mas se a Esperança, Filha do Céu, o envolve, ele prossegue em sua ascensão para o bem, para a vida, para a Imortalidade!

Do alto do monte, tomado de tristeza pelas desventuras humanas, o Senhor ensinava às multidões os meios de conquistar, com o trabalho por que passavam, o Reino dos Céus. E a todos recomendava resignação na adversidade, mansidão nas lutas da vida, misericórdia no meio da tirania, e higiene de coração para que pudessem ver Deus.

Nessa autêntica oração, o Senhor já previa que seriam injuriados e perseguidos todos aqueles que, crendo na sua Palavra, encontrassem nela o arrimo para suas dores, o lenitivo para seus sofrimentos; mas recomenda, antecipadamente, não nos encolerizarmos com o mel que nos fizerem, para que seja grande o nosso galardão nos Céus. Disse mais: que exemplificássemos a nossa vida como os profetas que nos precederam, porque “bem-aventurados tem sido todos os que são perseguidos por causa da justiça”.

Lutemos contra a dor, aproveitando essa prova que nos foi oferecida, para a vitória do Espírito, liberto dos liames terrenos!

Empunhemos a espada da Fé e o escudo da Caridade, com todos os seus atributos, e o Reino de Deus florescerá em nós, como rogamos diariamente no Pai nosso, a prece que Jesus nos legou.


Cairbar Schutel










terça-feira, 31 de janeiro de 2023

Joanna de Ângelis - Livro Vida Feliz - Divaldo P. Franco - Cap. 2 - O trabalho é vida



Joanna de Ângelis - Livro Vida Feliz - Divaldo P. Franco - Cap. 2


O trabalho é vida


Considera o trabalho o melhor meio para progredir.

Quem não trabalha, entrega-se à paralisia moral e espiritual.

O homem que não se dedica à ação libertadora do trabalho faz-se peso negativo na economia da sociedade.

O trabalho é vida.


Joanna de Ângelis






VÍDEO:

Cap. 02 do livro Vida Feliz - O trabalho é vida - Joanna de Ângelis
Mansão do Caminho

Mensagem mediúnica narrada por Divaldo Franco






Com narração de Divaldo Franco, apresentamos uma série com 15 capítulos sobre o livro "Vida Feliz", psicografia de Divaldo Franco, ditada pelo espírito Joanna de Ângelis. 

Para adquirir esta obra acesse https://www.livrarialeal.com.br 

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Joanna de Ângelis - Livro Episódios Diários - Divaldo P. Franco - Cap. 26 - Filosofia de Compreensão



Joanna de Ângelis - Livro Episódios Diários - Divaldo P. Franco - Cap. 26


Filosofia de Compreensão


No transcurso de um dia não faltam motivos para revides, agressões, quedas morais.

Uma pessoa desatenta choca-se contigo e não se desculpa.

Outra, irreverente, diz-te um doesto e segue, sorrindo.

Mais alguém, em desequilíbrio, não oculta a animosidade que lhe inspiras.

Outrem mais, de quem sabes que te censura e, mentindo contra ti, acusa-te, levianamente...

Tens vontade de reagir. "Também sou humano" - costumas pensar.

Somente que reações semelhantes àquelas não resolvem o problema.

Deves nivelar-te às pessoas, pelas suas conquistas e títulos de enobrecimento, numa linha superior, e não pela sua mesquinhez.

Ninguém passa, na Terra, sem provar a taça da incompreensão.

Cada qual julga os outros pelos próprios critérios, mediante a sua forma de ser, como é natural.

O que se não possui é desconhecido; portanto, difícil de identificado noutrem.

Não é necessário que se te despersonalizes evitando apresentar-te conforme és.

Faz-se mister que te superes vencendo a parte negativa do teu caráter, aquela que censuras nos outros.

Lapidando as tuas arestas, tornar-te-ás melhor e mais feliz.

Aqueles que são exigentes, que gostam de aclarar tudo, resolver as situações que lhes surgem, padecem de distúrbios emocionais, sofrem ulcerações gástricas e duodenais, vivem indispostos.

Será que esses perturbadores e insolentes do caminho merecem que te desarmonizes?

Segue em paz, durante todo o teu dia, e arrima-te na filosofia da compreensão e da solidariedade, ajudando-os, sem reagires contra eles.

Isto será melhor para ti e para todos.


Joanna de Ângelis












Emmanuel - Livro Ação e Caminho - Chico Xavier - Cap. 4 - Pelas próprias obras



Emmanuel - Livro Ação e Caminho - Chico Xavier - Cap. 4


Pelas próprias obras


O mundo é a oficina.
O corpo é a ferramenta.

A existência é a oportunidade.
O dever a executar é a missão a cumprir.

O pensamento escolhe.
A ação realiza.

O homem conduz o barco da vida com os remos do desejo e a vida conduz o homem ao porto que ele aspira a chegar.

Eis porque, segundo as Leis que nos regem, “a cada um será dado pelas próprias obras”. 


Emmanuel












Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano

Allan Kardec - Livro O Céu e o Inferno - 2ª Parte - Da apreensão diante da morte - Por que os espíritas não são apreensivos diante da morte - Item 10



Allan Kardec - Livro O Céu e o Inferno - 2ª Parte - Da apreensão diante da morte


Por que os espíritas não são apreensivos diante da morte 


10. - A doutrina espírita muda inteiramente a maneira de encarar o futuro. A vida futura não é mais uma hipótese, mas uma realidade; o estado das almas depois da morte não é mais um sistema, mas um resultado de observação. O véu é levantado; o mundo espiritual aparece-nos em toda a sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que vêm descrever-nos sua situação; vemo-los aí em todos os graus da escala espiritual, em todas as fases da felicidade e da desgraça; assistimos a todas as peripécias da vida de além-túmulo. Aí está para os Espíritas a causa da calma com a qual encaram a morte, da serenidade de seus últimos instantes na terra. O que os sustenta não é somente a esperança, é a certeza; eles sabem que a vida futura não é mais do que a continuação da vida presente em melhores condições, e eles a aguardam com a mesma confiança com que aguardam o nascer do sol depois de uma noite de tempestade. Os motivos dessa confiança estão nos fatos de que foram testemunhas, e na concordância desses fatos com a lógica, a justiça e a bondade de Deus, e as aspirações íntimas do homem.

Para os Espíritas, a alma não é mais uma abstração; ela tem um corpo etéreo que faz dela um ser definido, que o pensamento abarca e concebe; já é muito para fixar as ideias sobre sua individualidade, suas aptidões e percepções. A lembrança daqueles que nos são caros repousa sobre algo real. Não são mais representados como chamas fugitivas que não lembram nada ao pensamento, mas sob uma forma concreta que os mostra melhor como seres vivos. Depois, em vez de ficarem perdidos nas profundezas do espaço, eles estão à nossa volta; o mundo corpóreo e o mundo espiritual estão em relação contínua, e assistem-se mutuamente. A dúvida sobre o futuro não sendo mais permitida, a apreensão da morte não tem mais razão de ser; vemo-la chegar com sangue frio, como uma libertação, como a porta da vida, e não como a porta do nada.


Allan Kardec













Emmanuel - Livro Astronautas do Além - Espíritos Diversos - Chico Xavier / J. Herculano Pires - Cap. 24 - Conflitos domésticos - O parente difícil



Emmanuel - Livro Astronautas do Além - Espíritos Diversos - Chico Xavier / J. Herculano Pires - Cap. 24 - Conflitos domésticos


O parente difícil


As nossas tarefas foram precedidas por várias observações de pais e mães que dialogavam no recinto. Eram amigos ou simpatizantes da Doutrina Espírita que nos visitavam procurando esclarecimento e reconforto, em vista dos conflitos domésticos que estão enfrentando. Conflitos sobretudo com os próprios descendentes.

No remate de cada conjunto de alegações só a ideia e a certeza da reencarnação davam lógica e entendimento aos assuntos em foco. Depois de várias conversações, todas elas proveitosas e oportunas, a nossa reunião foi iniciada e O Livro dos Espíritos nos ofereceu para estudo as questões 209 e 210 que motivaram comentários preciosos sobre os temas da família consanguínea, aliados aos ensinamentos da reencarnação.

Ao término da reunião mais uma vez Emmanuel esteve presente complementando os estudos da noite. 


O PARENTE DIFÍCIL.


O parente que se te instalou no caminho por obstáculo dificilmente transponível…

Abençoa-o e ampara-o, quanto puderes.

As leis de causa e efeito, tanto quanto os princípios de afinidade, não funcionam sem razão.

Observa.

O tempo segue rápido. Criaturas que viste na infância do corpo físico, quase que de improviso se transformaram e renteiam contigo nos caminhos da madureza.

Acontecimentos que rearticulas, a cores vivas, na memória, mostram a idade de muitos lustros.

Assim, no curso do tempo, as existências se intercambiam umas com as outras.

Os companheiros do passado voltam a nós, reclamando o trabalho ou a pacificação, o reajuste ou a assistência que lhes devemos.

Esse coração magoado e sofredor que nos compartilha a estrada do cotidiano na Terra é invariavelmente aquele mesmo espírito que nos fez o credor de maior ternura e mais ampla abnegação.

O filho rebelde, junto do qual te surpreendes hoje, é o irmão a quem prejudicaste ontem, com irreflexões que o atiraram para a teimosia ou para as sugestões de vingança;

a filha menos submissa de agora é a jovem de antigamente em cujo sentimento plantaste desespero e revolta;

o pai enigmático dos dias que correm é o companheiro que escravizaste aos próprios caprichos e de quem, no pretérito, comandavas as horas com violência e tirania;

a genitora dominante é a irmã de outrora que tratavas sob os pés;

o familiar portador de inquietação e de sofrimento é sempre a mesma pessoa que se desequilibrou à conta de nossos erros, em épocas transatas, e que exige reabilitação ao preço de nosso cuidado e devotamento, nas áreas da existência física.

É verdade que isso nem sempre ocorre na pauta de débitos nossos, ante a justiça. 

O amor, onde surja, sabe sempre trazer a si aqueles a quem se consagra, convertendo empeços e provas em esperanças e alegrias, à feição de Jesus que nos ama desde séculos imemoriais muito antes que o conhecêssemos, e nos sustenta a todos, na Terra, sem dívida alguma para conosco. 

Ainda assim, recordemos: todo parente difícil é trabalho de amor ou rearmonização que a Divina Providência nos confia, a fim de que tenhamos o privilégio de transfigurá-lo em degrau de serviço e de luz, no rumo de nossa própria sublimação.


Emmanuel












domingo, 29 de janeiro de 2023

Joanna de Ângelis - Livro Amor, Imbatível Amor - Divaldo P. Franco - Cap. 63 - Amor de Plenitude



Joanna de Ângelis - Livro Amor, Imbatível Amor - Divaldo P. Franco - Cap. 63


Amor de Plenitude


Em qualquer circunstância a terapia mais eficiente é amar.

O amor possui um admirável condão que proporciona felicidade, porque estimula os demais sen­timentos para a conquista do Self, fazendo desabro­char os tesouros da saúde e da alegria de viver, conduzindo aos páramos da plenitude.

Ao estímulo do pensamento e conduzido pelo sentimento que se engrandece, o amor desencadeia reações físicas, descargas de adrenalina, que propor­cionam o bem-estar e o desejo de viver na sua esfera de ação.

Inato no ser humano, porque procedente do Ex­celso Amor, pode ser considerado como razão da vida, na qual se desenvolvem as aptidões elevadas do Espírito, assinalado para a vitória sobre as pai­xões.

Mesmo quando irrompe asselvajado, como impulso na busca do prazer, expressa-se como forma de ascensão, mediante a qual abandona as baixadas do bruto, que nele jaz para fazer desabrochar o anjo para cuja conquista marcha.

A sua essência sutil comanda o pensamento dos heróis, a conduta dos santos, a beleza dos artistas, a inspiração dos gênios e dos sábios, a dedicação dos mártires, colocando beleza e cor nas paisagens mais ermas e sombrias que, por acaso, existam.

Pode ver um poema de esperança onde jaz a morte e a decomposição, já que ensina a lei das trans­formações de todas as coisas e ocorrências, abrindo espaço para que seja alcançada a meta estatuída nas Leis da Criação, que é a harmonia.

Mesmo no aparente caos, que a capacidade hu­mana não consegue entender, encontra-se o Amor trabalhando as substâncias que o constituem, direci­onando o labor no rumo da perfeição.

O homem sofre e se permite transtornos psicológi­cos porque ainda não se resolveu, realmente, pelo amor, que dá, que sorri de felicidade quando o ser amado é feliz, liberando-se do ego a pouco e pouco, enquanto desenvolve o sentido de solidariedade que deve viver em tudo e em todos, contribuindo com a sua quota de esforço para a conquista da sua realidade.

Liberando-se dos instintos básicos, ainda em predomínio, o ser avança, degrau a degrau, na esca­da do progresso e enriquece-se de estímulos que o levam a amar sem cessar, porquanto todas as aspira­ções se resumem no ato de ser quem ama.

A síntese proposta por Jesus em torno do amor é das mais belas psicoterapias que se conhece: Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, em uma trilogia harmônica. 

Ante a impossibilidade de o homem amar a Deus em plenitude, já que tem dificuldade em conceber o Absoluto, realiza o mister, invertendo a ordem do ensinamento, amando-se de início, a fim de desenvolver as aptidões que lhe dormem em latência, esforçando-se por adquirir valores iluminativos a cada momento, crescendo na direção do amor ao próximo, decorrência natural do autoamor, já que o outro é extensão dele mesmo, para, finalmente amar a Deus, em uma transcendência incomparável, na qual o amor predomina em todas as emoções e é o responsável por todos os atos. Diante, portanto, de qualquer situação, é necessário amar. 

Desamado, se deve amar. 

Perseguido, é preciso amar. 

Odiado, torna-se indispensável amar. 

Algemado a qualquer paixão dissolvente, a libertação vem através do amor. 

Quando se ama, se é livre. 

Quando se ama, se é saudável. 

Quando se ama, se desperta para a plenitude. 

Quando se ama, se rompem as couraças e os anéis que envolvem o corpo, e o Espírito se movimenta produzindo vida e renovação interior. 

O amor é luz na escuridão dos sentimentos tumultuados, apontando o rumo. 

O amor é bênção que luariza as dores morais. 

O amor proporciona paz. 

O amor é estímulo permanente. 

Somente, portanto, através do amor, é que o ser humano alcança as cumeadas da evolução, transformando as aspirações em realidades que movimenta na direção do bem geral. 

O amor de plenitude é, portanto, o momento culminante do ato de amar. 

Desse modo, através do amor, imbatível amor, o ser se espiritualiza e avança na direção do infinito, plenamente realizado, totalmente saudável, portanto, feliz.


 Joanna de Ângelis













Fonte: Amor, Imbatível Amor -pdf