terça-feira, 23 de junho de 2026

André Luiz - Livro Esperança e Vida - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Carlos A. Baccelli - Cap. 2 - Norma de triunfo



André Luiz - Livro Esperança e Vida - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Carlos A. Baccelli - Cap. 2


Norma de triunfo


Meu Amigo.

Em favor do êxito que desejamos, não esperemos pelo concurso do vizinho; colaboremos com ele e a vitória aparecerá.

No círculo de nossa paz a questão não é a de perdoarmos com palavras, como se devêssemos desfrutar o trono da superioridade, à frente dos outros; examinemos as nossas atitudes e aguardemos as desculpas alheias para as nossas próprias faltas e a harmonia brilhará entre nós.

Em problemas de fraternidade, o ajustamento não procede das nossas exigências de compreensão; penetremos as dificuldades do próximo, auxiliando-o para o bem, e o equilíbrio surgirá, espontâneo, em nosso benefício.

Na expectativa de amparo, não contemos com o apoio exterior; amparemos os demais com os recursos à nossa disposição e o auxílio geral virá ao nosso encontro.

Em enigmas de trabalho e edificação, fujamos à fixação de braços que não nos pertencem; usemos os nossos, semeando a alegria e o bem estar de quantos nos cercam, e o serviço feito representará uma bênção para todos.

Em realizações quaisquer, alusivas aos nossos ideais superiores, abstenhamo-nos da posição do servo ocioso, que se sente habilitado a inumeráveis pretextos de escapar à execução dos compromissos assumidos.

Sejamos a alma de nossa própria tarefa, a luz de nossas aspirações elevadas, a essência de nossos deveres e entenderemos com o Cristo a venturosa obrigação da solidariedade, hoje e sempre, decifrando o nobre desafio do sacrifício, dentro do qual nos rejubilaremos com a própria cruz, descobrindo finalmente com o Mestre do Amor que, na maioria das vezes, perder no mundo físico é lucrar na Esfera Próxima e que consumir a existência, em benefício de todos, será reencontrar a nós mesmos em redentora ascensão na Imortalidade.


André Luiz












Joanna de Ângelis - Livro Rumos Libertadores - Divaldo Pereira Franco - Cap. 3 - Entregue a Deus



Joanna de Ângelis - Livro Rumos Libertadores - Divaldo Pereira Franco - Cap. 3


Entregue a Deus


Estudo: Cap. II — Item 3.

Diante do açodar das aflições não te desgastes inecessariamente. Recebe o sinete do sofrimento como símbolo de libertação.

Se a dor te surpreende, recompõe a paisagem da alma e refaze a confiança em Deus.

Se o acúleo da angústia se te crava no coração, retoma a posição de equilíbrio e arranca-o, mantendo a tua confiança em Deus.

Se o desespero te prepara armadilhas, comburindo-te nas labaredas da inquietação, reflexiona no tempo que passa e permite o refrigério da esperança, resguardando-te na misericórdia de Deus.

Se o imprevisto surge à tua frente, ameaçando-te com agressividade, em forma de violenta erupção de angústias indescritíveis, não te arrojes nos braços do padecimento nem da revolta. Faze um exame de situação e busca a diretriz na misericórdia de Deus.

Se a provação te chega aos painéis da alma, através de um amigo que se te fez ingrato, de um ser amado que delinquiu, de um afeto que debandou, de um companheiro que desrespeitou os melhores sentimentos da tua devoção, de um irmão que não correspondeu à tua expectativa, não te permitas sintonizar com ele na mesma faixa de mal-estar e de incúria. Entrega-te, através da oração, à proteção de Deus, confiando-o à assistência Divina.

Estás na Terra na condição de um mecanismo precioso que se desarranjou, mas o suceder dos tempos irá reorganizar.

O fruto amadurece no momento azado para produzir o sabor que lhe corresponde e o botão que desabrocha pela violência não pode oferecer o pólen maduro para o milagre da fecundação.

Confia no tempo e o tempo te reservará a bênção correspondente à sua própria quadra.

Quem se entrega, espontaneamente, às mãos de Deus encontra diretriz e apoio, caminho seguro e ânimo robusto, porque, saídos das mãos de Deus, marchamos para o amorável coração de Deus na abençoada estrada da evolução.

Se, no entanto, supuseres que os fados parecem conspirar contra a fortuna da tua alegria, o anjo da saúde não se te faz propiciatório e a fada felicidade parece haver-te esquecido, compara-te com Jesus, o Excelente Filho de Deus...

Quem o visse negado por um amigo, por outro traído, por todos ignorado sob o peso de uma cruz e o apupo de toda uma cidade, vergado, tendo na cabeça os espículos de uma coroa infecta, o coração lanhado de amargura, não diria que aquele era o símbolo de uma vitória, mas a representação de um fracasso. No entanto, Ele era o Rei Solar, superando as conjunturas da Terra, a fim de, no madeiro da infâmia, tornar-se, não somente o protótipo do vitorioso sobre o mundo, mas, e principalmente, a estrada e luz para que o homem saísse do vale estanque das paixões por ela transitando no rumo do planalto da perene felicidade. Não te esqueças disso e permanece entregue a Deus.


Joanna de Ângelis









Evangelho segundo o Espiritismo - Cap. II — Meu reino não é deste mundo - A vida futura.

3. Apenas ideias muito imprecisas tinham os judeus acerca da vida futura. Acreditavam nos anjos, considerando-os seres privilegiados da criação; não sabiam, porém, que os homens podem um dia tornar-se anjos e partilhar da felicidade destes. Segundo eles, a observância das leis de Deus era recompensada com os bens terrenos, com a supremacia da nação a que pertenciam, com vitórias sobre os seus inimigos. As calamidades públicas e as derrotas eram o castigo da desobediência àquelas leis. Moisés não pudera dizer mais do que isso a um povo pastor e ignorante, que precisava ser tocado, antes de tudo, pelas coisas deste mundo. Mais tarde, Jesus lhe revelou que há outro mundo, onde a justiça de Deus segue o seu curso. É esse o mundo que ele promete aos que cumprem os mandamentos de Deus e onde os bons acharão sua recompensa. Aí o seu reino; lá é que ele se encontra na sua glória e para onde voltaria quando deixasse a Terra.

Jesus, porém, conformando seu ensino com o estado dos homens de sua época, não julgou conveniente dar-lhes luz completa, percebendo que eles ficariam deslumbrados, visto que não a compreenderiam. Limitou-se a, de certo modo, apresentar a vida futura apenas como um princípio, como uma lei da natureza a cuja ação ninguém pode fugir. Todo cristão, pois, necessariamente crê na vida futura; mas, a ideia que muitos fazem dela é ainda vaga, incompleta e, por isso mesmo, falsa em diversos pontos. Para grande número de pessoas, não há, a tal respeito, mais do que uma crença, balda de certeza absoluta, donde as dúvidas e mesmo a incredulidade.

O Espiritismo veio completar, nesse ponto, como em vários outros, o ensino do Cristo, fazendo-o quando os homens já se mostram maduros bastante para apreender a verdade. Com o Espiritismo, a vida futura deixa de ser simples artigo de fé, mera hipótese; torna-se uma realidade material, que os fatos demonstram, porquanto são testemunhas oculares os que a descrevem nas suas fases todas e em todas as suas peripécias, e de tal sorte que, além de impossibilitarem qualquer dúvida a esse propósito, facultam à mais vulgar inteligência a possibilidade de imaginá-la sob seu verdadeiro aspecto, como toda gente imagina um país cuja pormenorizada descrição leia. Ora, a descrição da vida futura é tão circunstancialmente feita, são tão racionais as condições, ditosas ou infortunadas, da existência dos que lá se encontram, quais eles próprios pintam, que cada um, aqui, a seu mau grado, reconhece e declara a si mesmo que não pode ser de outra forma, porquanto, assim sendo, patente fica a verdadeira justiça de Deus.





segunda-feira, 22 de junho de 2026

Emmanuel - Livro Pão Nosso - Chico Xavier - Cap. 121 - Monturo



Emmanuel - Livro Pão Nosso - Chico Xavier - Cap. 121


Monturo

 
“Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.” — JESUS. (Lucas, 14:35)


Segundo deduzimos, Jesus emprestou significação ao monturo.

Terra e lixo, nesta passagem, revestem-se de valor essencial. Com a primeira, realizaremos a semeadura, com a segunda é possível fazer a adubação, onde se faça necessária.

Grande porção de aprendizes, imitando a atitude dos fariseus antigos, foge ao primeiro encontro com as “zonas estercorárias” do próximo; entretanto, tal se verifica porque lhes desconhecem as expressões proveitosas.

O Evangelho está cheio de lições, nesse setor do conhecimento iluminativo.

Se José da Galileia ou Maria de Nazaré simbolizam terras de virtudes fartas, o mesmo não sucede aos apóstolos que, a cada passo, necessitam recorrer à fonte das lágrimas que escorrem do monturo de remorsos e fraquezas, propriamente humanos, a fim de fertilizarem o terreno empobrecido de seus corações. De quanto adubo dessa natureza precisaram Madalena e Paulo, por exemplo, até alcançarem a gloriosa posição em que se destacaram?

Transformemos nossas misérias em lições.

Identifiquemos o monturo que a própria ignorância amontoou em torno de nós mesmos, convertamo-lo em adubo de nossa “terra íntima” e teremos dado razoável solução ao problema de nossos grandes males.


Emmanuel












André Luiz - Livro Apostilas da Vida - Chico Xavier - Cap. 18 - Justiça na Espiritualidade



André Luiz - Livro Apostilas da Vida - Chico Xavier - Cap. 18


Justiça na Espiritualidade


— Como atua o mecanismo da Justiça no Plano Espiritual?

— No mundo espiritual, decerto, a autoridade da Justiça funciona com maior segurança, embora saibamos que o mecanismo da regeneração vige, antes de tudo, na consciência do próprio indivíduo.

Ainda assim, existem aqui, como é natural, santuários e tribunais, em que magistrados dignos e imparciais examinam as responsabilidades humanas, sopesando-lhes os méritos e deméritos.

A organização do júri, em numerosos casos, é aqui observada, necessariamente, porém, constituída de Espíritos integrados no conhecimento do Direito, com dilatadas noções de culpa e resgate, erro e corrigenda, psicologia humana e ciências sociais, a fim de que as sentenças ou informações proferidas se atenham à precisa harmonia, perante a Divina Providência, consubstanciada no amor que ilumina e na sabedoria que sustenta.

Há delinquentes tanto no Plano terrestre quanto no Plano espiritual, e, em razão disso, não apenas os homens recentemente desencarnados são entregues a julgamento específico, sempre que necessário, mas também as entidades desencarnadas que, no cumprimento de determinadas tarefas, se deixam, muitas vezes, arrastar a paixões e caprichos inconfessáveis.

É importante anotar, contudo, que quanto mais inferior é o grau evolutivo dos culpados, mais sumário é o julgamento pelas autoridades cabíveis, e, quanto mais avançados os valores culturais e morais do indivíduo, mais complexo é o exame dos processos de criminalidade em que se emaranham, não só pela influência com que atuam nos destinos alheios, como também porque o Espírito, quando ajustado à consciência dos próprios erros, ansioso de reabilitar-se perante a vida e diante daqueles que mais ama, suplica por si mesmo a sentença punitiva que reconhece indispensável à própria restauração.


André Luiz












Emmanuel - Livro Bênção de Paz - Chico Xavier - Cap. 1 - A caminho do Alto



Emmanuel - Livro Bênção de Paz - Chico Xavier - Cap. 1


A caminho do Alto

 
“Porque eu sou o menor dos apóstolos…” — PAULO (1 Coríntios, 15:9)


Decididamente, muitos defeitos nos caracterizam ainda o progresso moral deficitário. Não nos será lícito, porém, esquecer algumas das bênçãos que já conseguimos amealhar com o amparo do Mestre Divino.

Não temos a santidade; no entanto, já nos matriculamos na escola do bem, aprendendo a evitar as arremetidas do mal.

Não dispomos de sabedoria, mas já percebemos a importância do estudo, diligenciando entesourar-lhe os valores imperecíveis.

Não possuímos a inexpugnabilidade moral; todavia, já sabemos orar, organizando a própria resistência contra o assédio das tentações.

Não nos galardoamos ainda com o total desprendimento de nós mesmos, notadamente no capítulo do perdão incondicional; contudo, já aceitamos a necessidade de abandonar a concha do egoísmo, exercitando-nos em diminutos gestos de entendimento e fraternidade para alcançar a vivência da grande abnegação.

Não atingimos o sentimento imaculado; entretanto, pelo esforço na disciplina de nossas inclinações e desejos, já nos adestramos, a pouco e pouco, para a aquisição do amor puro.

Não entremostramos, de leve, o heroísmo da fé absoluta, mas já assimilamos grau relativo de confiança na Divina Providência, buscando agradecer-lhe a paz dos dias serenos, tanto quanto invocando-lhe a proteção para a travessia das horas difíceis.

Sem dúvida, estamos muito longe, infinitamente muito longe da perfeição… Cabe, porém, a nós, aprendizes do Evangelho, a obrigação de confrontar-nos hoje com o que éramos ontem e, a nosso ver, feito isso, cada um de nós pode, sem pretensão, parafrasear as palavras do apóstolo Paulo, nos versículos 9 e 10, do capítulo 15, de sua primeira epístola aos coríntios: — “Dos servidores do Senhor, sei que sou o menor e o mais endividado perante a Lei, mas com a graça de Deus sou o que sou…”


Emmanuel







(Reformador, outubro 1967, página 218)

domingo, 21 de junho de 2026

Emmanuel - Livro Dinheiro - Chico Xavier - Cap. 3 - Estudando a riqueza



Emmanuel - Livro Dinheiro - Chico Xavier - Cap. 3


Estudando a riqueza


"Assim é o que entesoura para si, e não é rico para Deus." (LUCAS, 12:21)

"O que dentre vós é o maior, será o vosso servo." (MATEUS, 23:11) 
 
Não é somente o Rico da Parábola o grande devedor diante da vida.

A fortuna amoedada é, por vezes, simples cárcere.

Há outros avarentos que devemos recordar em nossa viagem para a Luz Maior.

Temos, conosco, os sovinas da inteligência, que se ocultam nas floridas trincheiras da inércia;

os abastados da saúde que desamparam os aflitos e os doentes;

os privilegiados da alegria que cerram a porta aos tristes, isolando-se no oásis de prazer;

os felizes da fé que procuram a solidão, a pretexto de se preservarem contra o pecado;

os expoentes da mocidade que menosprezam a velhice;

os favorecidos da família terrestre, que olvidam os andarilhos da penúria que vagueiam sem lar.

Todos esses ricos da experiência comum contraem pesados débitos para com a Humanidade.

Lembremo-nos de que o Tesouro Real da Vida está em nosso coração.

Quem não pode doar algo de si mesmo, na boa vontade, no sorriso fraterno ou na palavra sincera de bondade e encorajamento, debalde estenderá as mãos recheadas de ouro, porque só o amor abre as portas da plenitude espiritual e semeia na Terra a luz da verdadeira caridade, que extingue o mal e dissipa as trevas.

A pobreza é mera ficção.

Todos temos algo.

Todos podemos auxiliar.

Todos podemos servir.

E, consoante a palavra do Mestre, “o maior na vida será sempre aquele que se fizer o devotado servidor de todos”. 


Emmanuel










(Reformador, julho 1952, p. 158)

Miramez - Livro Cristos - João Nunes Maia - Cap. 22 - Cristo-Bondade



Miramez - Livro Cristos - João Nunes Maia - Cap. 22


Cristo-Bondade


"Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram." — PAULO (Romanos, 12:15)


A bondade é sinal de elevação espiritual, entretanto, carece de alguns reparos, quando demonstra exagero, por tudo ceder sem examinar.

A justiça é ponto alto diante de todas as virtudes, pois, pesa erros e qualidades para decidir, procurando o equilíbrio, como o fiel da balança.

Cristo pedia para alegrarmos, quando deparávamos com pessoas alegres, mas recomendou detestar o mal, pela boca de Paulo.

A alegria que devemos multiplicar é aquela provinda de fontes cristãs, assim como o choro, que devemos partilhar com aqueles que choram de prazer no bem, de amor a Deus e a tudo, que choram de felicidade interior pelo dever cumprido.

Se queremos ser um apóstolo da bondade, precisamos estudar e meditar os meios de fazer os outros felizes, nas normas da felicidade verdadeira, aquela que ama não somente aos seus parentes e amigos, mas que estende esse amor a humanidade inteira.

Se desejamos beneficiar, pela nossa bondade, todos os povos, não deixemos que a tristeza invada nosso coração, pois ela irradia força negativa mais poderosa que as modernas bombas.

Se queremos espalhar indulgências por todo o mundo, vejamos nos outros somente o bem, e propaguemos as virtudes que os nossos semelhantes possuem.

Se interessamos pela afabilidade entre os homens, cultivemos a delicadeza sem a estreiteza da escolha, e avancemos como um sol a iluminar a todos, como a chuva e o vento, que não escolhem quem vai ser o beneficiado...

A bondade é capaz de transformar um inimigo em amigo, um ambiente depressivo em clima de luz, desde que ela seja regulada pelo bom senso.

Todo espírito bom tem algo dentro de si que faz lembrar o céu, e quando essa bondade é cultivada no desapego, ela se transmuta em amor, pela força da alquimia divina deste mesmo amor.

A cortesia é o embrião da caridade, que traz por natureza, o perfume do Evangelho de Jesus e aquele que a esplende todos os dias tomar-se-á um gigante na condescendência, ajudando criaturas e ampliando fatos.

Cristo-Bondade está em todas as religiões do mundo, filosofias e ciências da Terra, trabalhando em silêncio, procurando entrar nos corações que já apresentam maturidade e não escolhem lugares apropriados para manifestar seus valores espirituais.

Abramos pequena fresta que seja da porta do nosso palácio interno e veremos que por ela entrará o Mestre da bondade, que nos ensinará a beneficência mais alta, pela brandura dos modos de viver e pela complacência de uma Alma que já alcançou a tranquilidade dos santos.

A bondade é mansidão expelindo estrelas vivas do próprio céu da boca, é energia educada que sustenta a alegria confiante.

Para ser bom, nos diz a experiência, é imprescindível o começo.

Começar por atos simples, mas elevados, que dignificam o labor.

O quadro de pintura mais perfeito do mundo foi feito de pincelada a pincelada, de minuto a minuto de dedicação, consumindo horas e mais horas de esforços, e nesta sequência, surgiu o fenómeno da imagem idealizada pelo artista.

Eis que a bondade cristã não foge a regra, obedecendo as mesmas leis: comecemos a falar coisas boas todos os dias, e cada vez mais, que os minutos, horas, dias e anos, levar-nos-ão ao milagre que, para o sábio, é comum, de somente conversar coisas agradáveis, que a consciência aprova, com que o coração se alegra, pelo amor que é doado com satisfação.

E nesta naturalidade do bem em nós, poderemos cumprir esse pedido do apóstolo aos Romanos:

Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram.


Miramez















Fonte: Cristos