domingo, 23 de agosto de 2026

Emmanuel - Livro Justiça Divina - Chico Xavier - Cap. 15 - Cada existência



Emmanuel - Livro Justiça Divina - Chico Xavier - Cap. 15


Cada existência


4. — Em cada existência, uma ocasião se depara à alma para dar um passo avante; de sua vontade depende a maior ou menor extensão desse passo: franquear muitos degraus ou ficar no mesmo ponto; neste último caso, e porque cedo ou tarde se impõe sempre o pagamento de suas dívidas, terá de recomeçar nova existência em condições ainda mais penosas, porque a uma nódoa não apagada ajunta outra nódoa.

É, pois, nas sucessivas encarnações que a alma se despoja das suas imperfeições, que se purga, em uma palavra, até que esteja bastante pura para deixar os mundos de expiação pelos mundos mais felizes, e mais tarde estes para desfrutar da felicidade suprema. O purgatório não é pois, uma ideia vaga e incerta; é uma realidade material que nós vemos, tocamos e que nós sofremos; está nos mundos de expiação como a Terra, onde os homens expiam o passado e o presente, em proveito do futuro. Contrariamente, porém, à ideia que deles se faz, depende de cada um prolongar ou abreviar a sua permanência, segundo o grau de adiantamento e pureza atingido pelo próprio esforço sobre si mesmo. O livramento se dá, não por conclusão de tempo nem por alheios méritos, mas pelo próprio mérito de cada um, consoante estas palavras do Cristo: “A cada um, segundo as suas obras”, palavras que resumem integralmente a justiça de Deus. (O Céu e o Inferno - 1ª Parte - Cap. V)


É como se retivesses milenárias esperanças, procurando explodir, e, por essa razão, sofres a impossibilidade transitória de alcançar o ideal a que te propões.

Queres realizar os melhores sonhos, aspiras ao estudo edificante do Universo, anseias atingir as culminâncias da Ciência e da Arte, atormentas-te pela aquisição da felicidade e choras pela integração da própria alma no amor supremo…

Entretanto, quase sempre tens ainda o coração preso à dívida, à feição do diamante engastado ao seixo.

Há problemas que solicitam toda uma existência de renúncia constante, para que o fio do destino se alimpe e desembarace.

À vista disso, não desertes da prova que te segrega, temporariamente, na grande tribulação.

O lar pejado de sacrifícios, a família consanguínea a configurar-se por forja ardente, a viuvez expressando exílio, a obrigação qual golilha atada ao pescoço, o compromisso em forma de algema e a moléstia semelhando espinho na própria carne constituem liquidações de longo prazo ou ajuste de contas a prestações, para que a liberdade nos felicite.

Resgata, pois, sem revolta, o próprio caminho.

Enquanto há inquietação na consciência, há resto a pagar.

Agradece, assim, as dificuldades e as dores que te rodeiam.

Cada existência, no Plano físico, pode ser um passo adiante, que te projete na vanguarda de luz.

Misericórdia na Justiça Divina, consolações inefáveis, braços amigos, diretrizes renovadoras e auxílio constante não te faltam, em tempo algum; contudo, está em ti mesmo aceitar, adiar, reduzir, facilitar ou agravar o preço da tua libertação.


Emmanuel











Reunião pública de 10-3-1961.

sábado, 22 de agosto de 2026

Emmanuel - Livro Escultores de Almas - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 7 - Fidelidade



Emmanuel - Livro Escultores de Almas - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 7


Fidelidade


“Disseram então os apóstolos ao Senhor: — Acrescenta-nos a fé.” — (LUCAS, 17:5)

A solicitação dos discípulos a Jesus é de plena atualidade.

Os cristãos de todas as procedências se encontram hoje fustigados por teorias contraditórias.

Ciências psicológicas sem Deus, pregações visando a dominação do mundo, com esquecimento das conquistas espirituais, o relaxamento das disciplinas religiosas, a zombaria de muita gente contra o hábito da oração…

Muitos companheiros jazem atônitos.

De que modo conciliar o progresso da inteligência com os ensinamentos evangélicos?

Deixa, porém, os delírios do cérebro aos que o procuram e roga ao Senhor nos conserve os corações na tranquilidade da fé.


Emmanuel









Lancellin - Livro Cirurgia Moral - João Nunes Maia - Cap. 15 - Nunca fales



Lancellin - Livro Cirurgia Moral - João Nunes Maia - Cap. 15


Nunca fales


Nunca fales sem primeiro observar o que vai sair da tua boca. A tua responsabilidade é muito grande pelo que falas aos outros. A força mental que se transforma em ideias é carregada de magnetismo emprestado pelos teus sentimentos. A tua mente é um campo de fusões eletromagnéticas, de onde partem todos os pensamentos que se consubstanciam em mensagens para os que te ouvem, levando a tua marca. Portanto, deves responder pela carga dos que recebem tuas palavras. Se a tua mente for educada, o retorno será de paz. Se não vigiares o que dizes e a indisciplina encontrar ambiente condizente com a desordem, a própria natureza devolverá o que deres aos teus companheiros, acentuando, de volta, as formas afins às tuas ideias.

Nunca fales mal de ninguém, mesmo que te encontres atingido pela maledicência alheia. Nunca penses ao contrário das leis do Amor, mesmo que o ambiente em que vives seja propício às conversações negativas. O papel do homem de Bem é vigiar a si mesmo no que pensa, fala e faz, pois o maior beneficiado é quem se educa, e quem disciplina a si mesmo.

Tudo o que fizeres de bom, saído da nobreza da tua alma, estarás fazendo exclusivamente para ti. Tu serás o maior premiado. Quem cumpre o dever não está fazendo nada mais do que o próprio dever. Nunca penses e nunca fales que és um portador de luzes para a humanidade. Cada um cuida da sua própria conduta. Se falares sobre o que fazes de bom, começas a corromper o Bem que intentas realizar. E quando anunciamos alguma coisa do grau de Caridade a que atingimos a vaidade não deixa de aumentar as proporções que não foram atingidas, distorcendo a verdade, caímos na depressão urdida pela mentira e a consciência nos cobra o que deixamos de fazer e que anunciamos aos outros sem ter feito.

Colocamos uma lente no bem que tentamos fazer e fazemos questão de mostrar a quem passa, tentando colocar viseiras nos olhos dos nossos companheiros, no que se refere aos nossos atos indignos. Tudo isso são ilusões. Estamos enganando a nós mesmos, porque ninguém engana as leis e nem Quem as fez.

O orgulho e a vaidade estragam muitas vidas. O orgulhoso e o vaidoso não desconfiam que os outros estão observando e analisando o que falam a mais do que realmente são. Se és verdadeiramente um benfeitor da coletividade, pelos exemplos e pelas ações, não te apresses em divulgar isso, porque o próprio ar se encarrega de transmitir os teus valores, os próprios objetivos ao teu derredor denunciam e refletem as luzes que se desprendem do teu coração.

A autovalorização é falta de discernimento e escassez de educação. Tu és o que és e nada mais. Se intentas anunciar o que fazes, o que foi feito apresenta falsificações nas suas mais íntimas estruturas. Quem fala muito sobre o que fez tem o intuito de esconder os erros que sempre estão às vistas dos observadores. O santo sempre nega seus feitos, mesmo os benefícios que atingiram a humanidade e, quando não tem outro jeito, responde que é um dever seu fazer o Bem e, se isso é caridade, está fazendo por bem de si mesmo.

Isso não ocorre com o ignorante, que sempre quer mostrar o que não é.

Fala menos de ti mesmo e, quando não suportares ficar calado, fala das tuas próprias deficiências, mesmo que não tenhas coragem de falar de todas. Dize o que a tua coragem permitir e o teu coração suportar. Mas nunca fales sem pensar o que vais dizer.


Lancellin










Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 60 - Terra, bênção divina



Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 60


Terra, bênção divina


“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” — JESUS (João, 3:16)

Não amaldiçoes o mundo que te acolhe.

Nele encontras a Bênção Divina, envolvente e incessante, nas bênçãos que te rodeiam.

O regaço materno…

O refúgio do corpo…

O calor do berço…

O conforto do lar…

O privilégio da oração…

O apoio do alfabeto…

A luz do conhecimento…

 A alegria do trabalho…

 A riqueza da experiência…

 O amparo das afeições…

Do mundo recebes o pão que te alimenta e o fio que te veste.

No mundo respiraram os heróis de teu ideal, os santos de tua fé, os apóstolos de tua inspiração e as inteligências que te traçaram roteiro.

O Criador não no-lo ofertou por exílio ou prisão, mas por escola regenerativa e abrigo santo, qual divino jardim a pleno céu, esmaltado de sol, durante o dia, e envolvido de estrelas, durante a noite.

Se algo nele existe que o tisna de lágrimas e empesta de inquietação, é a dor de nossos erros…

Não te faças, assim, causa do mal no mundo, que, em todas as expressões essenciais, consubstancia o Bem Maior em si mesmo.

Lembra-te de que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”


Emmanuel











(Reformador, setembro de 1959, p. 194)

Miramez - Livro Máximas de Luz - João Nunes Maia - Cap. 9 - Marco da Reencarnação



Miramez - Livro Máximas de Luz - João Nunes Maia - Cap. 9


Marco da Reencarnação


24. Quais os limites da encarnação?

A bem dizer, a encarnação carece de limites precisamente traçados, se tivermos em vista apenas o envoltório que constitui o corpo do Espírito, dado que a materialidade desse envoltório diminui à proporção que o Espírito se purifica. Em certos mundos mais adiantados do que a Terra, já ele é menos compacto, menos pesado e menos grosseiro e, por conseguinte, menos sujeito a vicissitudes. Em grau mais elevado, é diáfano e quase fluídico. Vai desmaterializando-se de grau em grau e acaba por se confundir com o perispírito. Conforme o mundo em que é levado a viver, o Espírito reveste o invólucro apropriado à natureza desse mundo.

O próprio perispírito passa por transformações sucessivas. Torna-se cada vez mais etéreo, até à depuração completa, que é a condição dos puros Espíritos. Se mundos especiais são destinados a Espíritos de grande adiantamento, estes últimos não lhes ficam presos, como nos mundos inferiores. O estado de desprendimento em que se encontram lhes permite ir a toda parte onde os chamem as missões que lhes estejam confiadas.

Se se considerar do ponto de vista material a encarnação, tal como se verifica na Terra, poder-se-á dizer que ela se limita aos mundos inferiores. Depende, portanto, de o Espírito libertar-se dela mais ou menos rapidamente, trabalhando pela sua purificação.

Deve também considerar-se que no estado de desencarnado, isto é, no intervalo das existências corporais, a situação do Espírito guarda relação com a natureza do mundo a que o liga o grau do seu adiantamento. Assim, na erraticidade, é ele mais ou menos ditoso, livre e esclarecido, conforme está mais ou menos desmaterializado.  -  S. Luís. (Paris, 1859.)


A reencarnação na Terra tem limites, desde que o Espírito chegue a uma condição de não mais precisar vestir a roupagem da carne; no entanto, considerando que a reencarnação se constitui em mudanças, e olhando para a vida eterna plena de transformações, ela se nos apresenta sem limites, porque as mudanças são permanentes.

Tudo reassume novos corpos na pauta da vida contínua; pode-se dizer, não encontrando outra expressão, que a vida se compõe de um sequente movimento.

Em todo lugar onde estagiamos, buscando experiências, existe a oportunidade extrema, nos mostrando o ponto final que podemos suportar naquele mundo; entretanto, não são extremos permanentes e, sim, limites do mundo em que estamos e que nós suportamos.

A evolução não tem barreiras; as mudanças são eternas em todas as escalas da vida.

Crescemos sempre, é o que podemos dizer.

No ponto em que a humanidade se encontra na Terra, como mundo de expiações e provas, prestes a sair deste estágio, precisamos trabalhar dentro de nós, em preparo para alcançar um mundo de regeneração.

Assim se processa a subida cada vez melhor, até a depuração espiritual que a vida pode nos oferecer.

E a Doutrina Espírita nos fala desta verdade, notícia que muito nos agrada, por já sentirmos o ambiente da felicidade; e para tanto, trabalhamos, no ambiente do amor.

Os benfeitores espirituais que orientam a humanidade, sob a égide de Jesus, têm uma grande tolerância, por saberem que o Espírito revestido de carne recebe muita influência do magnetismo inferior, mas, mesmo assim, deve lutar, porque é no esforço de cada dia que poderá alcançar a liberdade, dominando as paixões.

Nada tem limites, a não ser nos estágios, mas para adentrar em outra sequência de aperfeiçoamento; assim é a vida, cheia de alegria, amor e caridade.

O perispírito pode chegar à certa elevação de se confundir com o Espírito sujeito à reencarnação na Terra; e o próprio corpo, em mundos superiores, também se confundir com o perispírito nos mundos inferiores.

Entreguemo-nos, encarnados e desencarnados, à perfeição moral, juntamente com a sabedoria divina, no sentido de atingirmos um grau elevado do Espírito imortal, doando amor e espargindo luzes em todas as direções. Essa é a vida naquele ambiente de felicidade imperturbável.

O Espiritismo nos concita ao trabalho na nossa intimidade sempre na exemplificação das virtudes de ouro que o Evangelho de Jesus, na amplitude do amor, nos oferta como caminho, verdade e vida, considerando o amor como ponto de partida, que é igualmente o ponto de chegada, por se mostrar em todos os estágios das dimensões.

O amor é o hálito de Deus e o clima onde o Cristo vive.

Estamos vivendo a aproximação do fim dos tempos, onde dominam expiações e provas, na busca de outro mundo para a nossa regeneração.

A humanidade caminha sob a aflição da dor, contudo, recebe permanentemente lições valiosas, envolvidas com a verdade que podemos entender como a libertação.

O mundo atual vive em torno de dois monstros que devoram todas as esperanças, que se chamam orgulho e egoísmo, que devem ser expulsos das nossas vidas. Basta analisarmos com ponderação, que encontraremos essas duas feras devorando nossas alegrias.

Lutemos para vencer essa guerra, que entraremos na era da felicidade, sentindo o Senhor irradiando nas nossas consciências, em completa integração com Jesus, que domina nossos destinos.

Entendemos que nada tem limites; tudo se transforma, mas sempre para melhor, sendo Deus a fonte das nossas vidas, em quem devemos confiar e a quem devemos servir com humildade e amor.


Miramez













sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Bezerra de Menezes - Livro Lindas Mensagens de Bezerra de Menezes - Divaldo Pereira Franco / Silvio R. Rodrigues - Cap. 51 - Súplica de Amor



Bezerra de Menezes - Livro Lindas Mensagens de Bezerra de Menezes - Divaldo Pereira Franco / Silvio R. Rodrigues - Cap. 51


Súplica de Amor


Tu, que nos convidaste para o banquete da Boa Nova, embora não dispuséssemos da túnica nupcial, aceitamos a invitação, e aqui estamos.

Tu, que nos convidaste para trabalhar na Tua vinha, embora não tivéssemos condições hábeis para o bom serviço, e assim mesmo nos aceitaste.

Tu, que nos foste buscar perdidos no abismo, depois que tresmalhamos do Teu rebanho, e a ele retornamos.

Tu, sublime amigo dos desventurados, que nunca Te cansaste de chamar-nos ao seio da Tua misericórdia, em nome de Deus, e sempre acompanhas o nosso sucesso dominado pela compaixão, novamente abres os Teus braços, para que repousemos no Teu regaço.

Jesus!

Temos sede de paz.

Anelamos pelo encontro com a saúde integral que somente existe no Teu afável coração.

Permite que, deste conúbio em que desces até nós, e nos mimetizas com as Tuas energias santas, possamos representar-Te em qualquer lugar por onde deambulemos, dizendo a todos que somos os Teus discípulos, fracamente fiéis, carregando o madeiro das próprias aflições.

Jesus, Tu que nos amas, ajuda-nos a aprender a amar, de tal forma que a Tua presença em nós anule a dominação arbitrária das nossas paixões, e sejas Tu a dominar-nos interiormente, como um dia penetraste no Teu discípulo, o cantor das gentes, por intermédio de quem passaste a cantar a Tua mensagem.

Segue conosco Senhor, e ajuda-nos a conquistar o nosso mundo interior para que o Teu reino se estabeleça em nós, e se prolongue por toda a Terra.

Filhos da alma!

Eia, agora! Não depois, nem amanhã, nem mais tarde. O processo de transformação íntima deve começar neste instante, sem recidivas no mal, sem retorno às situações embaraçosas e perturbadoras. O Mestre conta conosco na razão direta em que contamos com Ele.

Que brilhe, portanto, em nós, a luz que vem dEle, apagando por completo a treva teimosa que permanece nas paisagens do nosso coração.


Bezerra de Menezes











Mensagem psicofônica, recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, no encerramento da sua palestra na noite de 2 de agosto de 2012, no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, Brasil.

Emmanuel - Livro Mãos Unidas - Chico Xavier - Cap. 39 - Sentimento, ideia e ação



Emmanuel - Livro Mãos Unidas - Chico Xavier - Cap. 39


Sentimento, ideia e ação


"Elas se não tirem diante dos teus olhos, conserva-as no meio do teu coração." (Provérbios, 4:21)


Adulterar significa tisnar, viciar, mentir…

E nenhuma falta dessa espécie é mais lamentável que aquela de nossa deserção diante das Leis de Deus.

Não podemos olvidar, por isso, que toda negação do bem começa em nosso íntimo, transformando-se, logo após, em ideia, para exteriorizar-se, em seguida, no campo da ação.

Desse modo, podemos atender à justa autocrítica, analisando as nossas tendências ocultas e retificando os próprios hábitos, compreendendo que os nossos sentimentos fecundam, em nosso prejuízo ou benefício, os resultados que nos caracterizam a marcha.

É assim que temos a preguiça sustentando a ignorância e a ignorância nutrindo a miséria…

A malícia gerando a crueldade e a crueldade formando o crime…

A suspeita criando a maledicência e a maledicência armando a calúnia…

A disciplina criando o trabalho e o trabalho presidindo o progresso…

A bondade plasmando a cooperação e a cooperação construindo a beneficência…

O amor inspirando a renúncia e a renúncia garantindo a felicidade…

Não te esqueças, dessa forma, de que em ti mesmo se levanta o cárcere de sofrimento a que te aprisionas ou se ergue o ninho de bênçãos em que te preparas à frente de glorioso porvir.

Não basta te convertas em censor de consciências alheias para que o reequilíbrio do mundo se faça, vitorioso. É indispensável a nossa própria defesa contra o assalto das trevas, consoante o ensinamento da Revelação Divina, que recomenda vigiarmos o coração por situar-se nele o manancial das forças de nossa vida. 


Emmanuel