quinta-feira, 16 de julho de 2026

Emmanuel - Livro Fonte Viva - Chico Xavier - Cap. 77 - Pai Nosso



Emmanuel - Livro Fonte Viva - Chico Xavier - Cap. 77


Pai Nosso

 
“Pai nosso…” — JESUS. (Mateus, 6:9)

A grandeza da prece dominical nunca será devidamente compreendida por nós que lhe recebemos as lições divinas. Cada palavra, dentro dela, tem a fulguração de sublime luz.

De início, o Mestre Divino lança-lhe os fundamentos em Deus, ensinando que o Supremo Doador da Vida deve constituir, para nós todos, o princípio e a finalidade de nossas tarefas.

É necessário começar e continuar em Deus, associando nossos impulsos ao Plano divino, a fim de que nosso trabalho não se perca no movimento ruinoso ou inútil.

O Espírito Universal do Pai há de presidir-nos o mais humilde esforço, na ação de pensar e falar, ensinar e fazer. 

Em seguida, com um simples adjetivo possessivo, o Mestre exalta a comunidade.

Depois de Deus, a Humanidade será o tema fundamental de nossas vidas.

Compreenderemos as necessidades e as aflições, os males e as lutas de todos os que nos cercam ou estaremos segregados no egoísmo primitivista.

Todos os triunfos e fracassos que iluminam e obscurecem a Terra pertencem-nos, de algum modo.

Os soluços de um hemisfério repercutem no outro.

A dor do vizinho é uma advertência para a nossa casa.

O erro de um irmão, examinado nos fundamentos, é igualmente nosso, porque somos componentes imperfeitos de uma sociedade menos perfeita, gerando causas perigosas e, por isso, tragédias e falhas dos outros afetam-nos por dentro.

Quando entendemos semelhante realidade, o “império do eu” passa a incorporar-se por célula bendita à vida santificante.

Sem amor a Deus e à Humanidade, não estamos suficientemente seguros na oração.

Pai nosso… — Disse Jesus para começar.

Pai do Universo… Nosso mundo…

Sem nos associarmos aos propósitos do Pai, na pequenina tarefa que nos foi permitido executar, nossa prece será, muitas vezes, simples repetição do “eu quero”, invariavelmente cheio de desejos, mas quase sempre vazio de sensatez e de amor.


Emmanuel












Miramez - Livro Cura-te a ti mesmo - João Nunes Maia - Cap. 37 - Gratidão - Pensamentos elevados



Miramez - Livro Cura-te a ti mesmo - João Nunes Maia - Cap. 37


Gratidão - Pensamentos elevados


Para armazenarmos pensamentos elevados na consciência, é preciso trilharmos os caminhos do amor. O amor é capaz de nos favorecer neste ideal, com vitória bastante proveitosa, em todos os segmentos da vida. Se faltar o amor, ficaremos deficientes para a jornada.

O que comumente se ouve é que se ama o bastante; urge saber se esse amor pertence às linhas do Cristo, comungando com a pureza dos sentimentos.

Antes de falar nessa virtude por excelência, devemos analisar suas condições, se é mesmo verdadeiro o sentimento a que estamos nos referindo.

Pensamentos elevados são gerados no ambiente da caridade pura, e a gratidão não pertence a outro manancial da vida. Devemos ser sempre agradecidos pelo que recebamos dos nossos benfeitores, que essa postura despertará em nós, outras qualidades que nos fazem sanear a intimidade, de modo a esperar o nascimento do Divino Mestre dentro de nós.

Não devemos perder tempo, esperando pelos outros; a nossa felicidade advém dos nossos esforços, nas bênçãos do Criador. A natureza nos ensina que, para colher temos de plantar e Jesus, no Seu divino Evangelho, nos mostra como devemos semear para obtermos uma boa colheita.

Os nossos pensamentos são oriundos de Deus; no entanto, existe a nossa parte que somente nós podemos fazer, dependendo dos nossos esforços permanentes, para alcançarmos a luz. É, por assim dizer, a força mais poderosa do universo, depois do turbilhão mental do Criador que aciona a vida em todo o Cosmo, e que equilibra e se fez harmonia em todos os mundos.

O estudante do Espiritismo encontra nesta filosofia de vida mais vida, por não ter limites de lições a oferecer aos filhos de Deus. O que deve fazer é reunir ensinamentos, analisar conceitos e partir para o crescimento, e ainda encontrará a ajuda amorosa de Deus, em todos os seus esforços, favorecendo-o para o aprimoramento.

Quando os benfeitores espirituais encontram meios de comungar com os seres humanos, o proveito de cada um é extraordinário, em relação a vida santificante. A Doutrina Espírita, meus irmãos, é luz que se oferta e pensamentos elevados são paz fazendo ambiente para o amor.

Encontras em Cristo tudo o que se pode encontrar para a felicidade; basta aproveitares o tempo, na assimilação dos ensinamentos registados pelos Seus discípulos e que nos oferece o Evangelho. Convém pensares nisto, fazendo um clima de oração e buscando Jesus na intimidade, com todo amor, que os dons de ouro na cidade do coração passarão a despertar, transmutando-se em valores maiores, por acordarem, crescendo para a luz.

Começa hoje a pensar no conteúdo do que tens pensado, descobrindo outro mundo de luz em que poderás viver, por encontrares caminhos que te levarão as diversas dimensões de luz superior. Trabalhemos, meus filhos, no aprimoramento de nós mesmos, porque esse estado sublime depende dos nossos esforços, e devemos começar agora. É por isso que falamos que a vida é uma luta, ou um conjunto de lutas, sem conta.

Podes ser feliz, mesmo na carne, se cuidares da tua lavoura mental; os grandes sábios e místicos nos dão exemplos do bem-estar permanente, por encontrarem, mesmo na carne, os meios de harmonizarem seu campo mental, colhendo dele as sementes de luz, para a semeadura na sua própria existência, acreditando que a lei universal nos garante uma colheita correspondente ao plantio.

Esses são as príncipes de algumas modalidades de curar a si mesmo e ouvir a Jesus, quando falava aos enfermos: “levanta-te e anda”!

André Luiz - Livro Fé - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Carlos A. Baccelli - Cap. 20 - Agradecimentos esquecidos



André Luiz - Livro Fé - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Carlos A. Baccelli - Cap. 20


Agradecimentos esquecidos


Sempre ágeis e satisfeitos para manifestar a nossa gratidão pelas alegrias com que somos favorecidos, saibamos cultivar os agradecimentos, habitualmente esquecidos, ante os contratempos que nos esclarecem, tais quais sejam:

o parente irritadiço que nos impele a praticar tolerância e paciência;

o constrangimento orgânico, induzindo-nos a preservar os valores da saúde possível;

o prejuízo que nos amplia o discernimento;

o amigo que nos abandona, obrigando-nos a intensificar a confiança em nós mesmos;

o desengano em assuntos afetivos que nos leva a compreender os erros dos outros e a desculpá-los;

a petição sonegada, impulsionando-nos ao exercício da humildade e da persistência;

o problema que nos desafia, ensinando-nos a arte de pensar com decisão e segurança.

Decididos a agradecer todas as ocorrências do cotidiano que se expressam na base do “a favor”, lembremo-nos dos benefícios que a vida nos oferta nos acontecimentos considerados do “contra”.

O motor realmente assegura a movimentação do carro, nessa ou naquela direção, mas o freio é que nos evita o desastre.


André Luiz











André Luiz - Livro Respostas da Vida - Chico Xavier - Cap. 33 - Agentes do contra



André Luiz - Livro Respostas da Vida - Chico Xavier - Cap. 33


Agentes do contra


A lembrança amarga não consertará o passado.

A tristeza não lhe trará luz ao pensamento.

O desânimo não tem condições de prestar auxílio.

O azedume não pacifica o mundo íntimo.

A revolta não lhe fará ver o caminho justo.

A crítica é fator de mais solidão.

A irritação é a companheira do fracasso.

A intolerância afasta a simpatia.

O ressentimento é veneno em você mesmo.

A condenação é treva que se espalha.

Evitemos esses agentes do contra e procuremos trabalhar, na certeza de que, servindo, encontraremos a bênção da alegria por nosso clima permanente de luz.


André Luiz













quarta-feira, 15 de julho de 2026

Joanna de Ângelis - Livro Luz Viva - Marco Prisco / Joanna de Ângelis - Divaldo Pereira Franco - Cap. 26 - Calvário de Bênçãos



Joanna de Ângelis - Livro Luz Viva - Marco Prisco / Joanna de Ângelis - Divaldo Pereira Franco - Cap. 26


Calvário de Bênçãos


Fenômeno perfeitamente natural em todo empreendimento superior, é a presença periódica da dificuldade, gerando insegurança e temor nos lidadores de fé menos robusta.

É compreensível que tais ocorrências procedam da própria ação que desenvolve o campo de realizações, exigindo maior soma de devotamento geral quanto de esforço no trabalho.

Observa-se, porém, em inúmeros grupos de atividade cristã, que a presença do problema, ao invés de unir os obreiros em tomo da obra, propiciando-lhes mais expressiva soma de dedicação e fidelidade ao ideal abraçado, separa-os, divide-os, numa reação oposta ao que deveria suceder.

Quando vicejam os chamados aos testemunhos, as defecções se fazem mais numerosas, chegando, às vezes, à debandada quase geral; alarga-se a área da maledicência insana, auxiliando a irrupção de bolsões onde medram a falsidade e a hipocrisia; desvelam-se os inimigos do bem que, embora agasalhados sob a árvore da beneficência, por orgulho ou presunção, desejam vê-la talada; comenta-se, com irreverência, a dominação do campo de edificação por parte das Entidades perversas; reúnem-se os temerosos, que se dispõem a abandonar o serviço, para apresentar justificativas, transferindo para os outros, já sobrecarregados de aflição, as responsabilidades da sua instabilidade emocional...

Obra do bem sem a presença dos constantes problemas que à alçam ao progresso, é sinal de perigo e de mundanidade, porquanto, ainda hoje, na Terra, não há lugar para a perfeita compreensão entre as criaturas, nem harmônica realização nas linhas de um mesmo objetivo. 

Cada qual observa um poliedro com a capacidade óptica de que dispõe e nem sempre abrangendo-o de um só golpe.

A verdadeira união dos membros em qualquer empresa constitui desafio importante.

Nem mesmo no colégio apostólico, onde se reuniam os elegidos pelo Senhor, se pôde lograr tal êxito.

Não atribuas os sofrimentos morais no teu trabalho, nem as fugas espetaculares ao dever, à simples ingerência dos Espíritos perseguidores, senão à fraqueza moral de cada um, embora a influência negativa daqueles que, nos fracos, encontram a sintonia para a sua ação mefítica.

Não consideres sob abandono divino o teu labor, se visitado por sofrimentos e sob os camartelos da luta áspera, em considerando que o próprio Jesus não esteve indene à ação difícil, apesar de, em constante e plena sintonia com o Pai.

A árvore batida pela tempestade enrija as fibras, da mesma forma que o cristão experimentado na dor, mais sábio e forte se toma.

Quando crucificado, Jesus parecia, mesmo aos olhos dos Seus discípulos, o supremo fracassado e vencido... Quase todos eles se entregaram ao desânimo e aos comentários amargos, à decepção e à revolta, rememorando os fatos recentes com olvido de todos os extraordinários acontecimentos que anteciparam a tarde do Calvário...

Saudosa e confiante, todavia, a convertida de Magdala foi ao sepulcro e o encontrou vazio, conseguindo, logo após, dialogar com Ele redivivo e tomando-se a mensageira da notícia consoladora

Bendize a luta e a dificuldade no teu ministério, aprendendo sublimação no silêncio e no trabalho perseverante.

Não lamentes os que param, os que se mudam, os que te não compreendem.

Cumpre com o teu dever em reta consciência e sê aquele que não deserta, que não lastima, que não queixa nunca, ciente que após o teu calvário íntimo, a ressurreição gloriosa é a etapa feliz imediata que esplenderá em bênçãos de libertação.


Joanna de Ângelis






















Emmanuel - Livro Confia e Segue - Chico Xavier - Cap. 2 - Confiança do Mestre



Emmanuel - Livro Confia e Segue - Chico Xavier - Cap. 2


Confiança do Mestre


Todos somos obreiros do progresso.

Todos estamos endereçados à perfeição.

Comumente, porém, declaramo-nos incapacitados para quaisquer realizações de natureza espiritual, que demandem elevação, e articulamos resposta negativa às requisições de serviço, demorando-nos, indefinidamente, em ponto morto.

Importante para nós, todavia, reconhecer que Jesus, a quem proclamamos obedecer, não pensava de modo semelhante.

Disse-nos o Senhor:

“Brilhe a vossa luz diante dos homens, para que eles vejam as vossas boas obras e glorifiquem o Pai que está nos Céus. (MATEUS, 5:16)

“Conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres. (JOÃO, 8:32)

“Identificareis a árvore pelo fruto. (MATEUS, 12:33)

“Buscai e achareis. (MATEUS, 7:7)

“Amai os vossos inimigos. (LUCAS, 6,27)

“Orai pelos que vos perseguem e caluniam. (MATEUS, 5:44)

“Se alguém vos fere numa face, oferecei também a outra. (MATEUS, 5:39)

“Acumulai tesouros nos Céus. (MATEUS, 6:20)

“Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei.” (JOÃO, 13:34)

Meditemos nas afirmativas do Cristo a nosso respeito.

Justo ponderar que Ele de ninguém solicitou o impossível. 

E, se apelou para nós, conclamando-nos a acender a luz da fé viva, procurar a verdade, amealhar conquistas da alma, conservar a consciência tranquila e amar-nos fraternalmente, é que podemos empregar boa vontade e esforço constante, no próprio burilamento a fim de O atendermos.


Emmanuel












Joanna de Ângelis - Livro Iluminação Interior - Divaldo Pereira Franco - Cap. 2 - Vivendo com alegria



Joanna de Ângelis - Livro Iluminação Interior - Divaldo Pereira Franco - Cap. 2


Vivendo com alegria

    
A alegria é fator essencial à felicidade.

Pode ser cultivada em pequenas expressões, de forma que se insculpa no comportamento até gerar o fenômeno emocional de bem-estar permanente.

Tanto se pode expressar em forma de sensação como de emoção que encanta e estimula a existência.

Por hábito vicioso, acredita-se que a alegria somente é possível quando a preocupação ou os desafios cedem passo ao êxito, o que não corresponde à verdade.

Pode-se experienciar a alegria mesmo que sob tensão e diante de obstáculos.

O fato de encontrar-se vivo na carne, quando sobram oportunidades de transformação dos acontecimentos, já é, em si mesmo, uma proposta de alegria, porquanto a compreensão de que os problemas existem para ser solucionados, faculta o desenvolvimento intelectual e moral do indivíduo.

A óptica mediante a qual se considera o acontecimento é que o torna danoso ou agradável.

Ninguém transita no mundo sem enfrentamentos, sem momentos de graves reflexões, sem dores nem ansiedades.

A alegria é um estado interior de confiança irrestrita em Deus, que faculta o entendimento dos fenômenos evolutivos que são defrontados, como necessários ao crescimento interior.

Desse modo, a alegria pode ser treinada, graças à experiência jubilosa em torno de pequenos acontecimentos ou a contemplação das mil ocorrências que têm lugar no dia a dia da jornada terrestre.

Ninguém espera que o jardim esplenda em flores se não lhe cuidar do solo, das plantas, da rega e da proteção que exigem.

O mesmo ocorre em relação à alegria, tornando-se necessário primeiro desvestir-se a armadura da animosidade, abrindo-se à festa de ocorrências dignificantes que promovem o Espírito.

Se a pessoa prefere ingerir o veneno da constante indisposição, certamente será vítima de contínuo mal-estar.

Se atira cimento sobre o terreno semeado, matará as plantas que se candidatam à beleza.

Se ingere tóxico para matar as pragas que se multiplicam na semeadura, certamente será vítima da irreflexão, não conseguindo destruí-las, mas a si mesmo privando da vida.

A alegria é uma conquista trabalhada com otimismo e esperança, adquirindo o hábito de sobrepor o melhor ao desagradável, o positivo ao perturbador.

Uma vida rica de beleza interior é um poema de alegria em homenagem à vida. Examina em derredor e constatarás quanto é abundante a bênção da alegria.

Em silêncio desabrocham as flores, desenvolve-se o embrião, a paisagem modifica-se, fulgem as estrelas numa incomparável manifestação de beleza, que ressuma encantamento, proporciona alegria.

Os fenômenos vitais seguem o seu curso em automatismos contínuos, obedecendo às leis soberanas da vida.

Em todo lugar, se tiveres olhos para ver e ouvidos para escutar, descobrirás a mensagem de harmonia em tons de alegria incessante.

Mesmo quando o, sofrimento faz-se presente, propondo recuperação e renovação espiritual, apresentam-se os pródromos da alegria.

Uma vida sem alegria é mórbida, destituída de sentido existencial.

Cultiva, pois, essa mensageira da saúde, propondo-te por introjetá-la.

Não faltam motivos para que a experimentes, se estiveres disposto à mudança de padrão emocional e ansiares pela conquista da plenitude.

Da mesma maneira que não se irrigam plantas com ácido, não se pode encontrar a alegria aplicando-se recursos de autocompaixão, de autodepreciamento.

Considera as dádivas das funções do teu corpo diante daqueles que as têm deficientes ou que são imobilizados, rejubilando-te com essa graça.

Se, no entanto, experimentas encarceramento na enfermidade ou exílio no silêncio do abandono, bendize ao Senhor da Vida que te concede os recursos da reparação que deves executar, alegrando-te, desde já, em relação ao futuro que está reservado.

Todos aqueles que alcançaram os patamares elevados da jornada atravessaram as regiões densas de sombras, os charcos perigosos, as áreas crestadas... Ninguém alcança o cume sem a experiência das baixadas.

O dom precioso da existência física deve ser preservado com emoção elevada, decorrente das ações dignificadoras, a fim de que se transforme em recurso iluminativo para a felicidade real do viandante terreno.

Não te detenhas, portanto, a considerar o mal que pensas sofrer pela responsabilidade de outrem, nem te situes nos recantos da lamentação, perdendo as oportunidades fulgurantes de construção do bem em qualquer lugar.

Não hesites quando defrontado pelo impositivo de amar e perdoar ou de manter-se ressentido e amargurado.

Quem pensa em infelicitar outrem, a si próprio já se tornou desditoso.

Assim, não te permitas afligir em face dos espículos em que pises, reconhecendo que toda ascensão é penosa, mas a paisagem das alturas é sempre compensadora, fazendo esquecer as dificuldades da subida.

Alegra-te, portanto, sempre e em qualquer situação que te encontres.

Jesus, o Excelente Mestre, cantou aos ouvidos do mundo: - Eis que vos trago Boas Novas de alegria!

E ofereceu-nos o tesouro do Seu amor, a fim de que nunca mais houvesse carência no mundo, exceto naqueles que se recusassem a fruir da Sua infinita bondade.

Desse modo, alegra-te e esparze alegria, enriquecendo as vidas de esperança e de harmonia.


Joanna de Ângelis