terça-feira, 12 de maio de 2026

Joanna de Ângelis - Livro Rumo à Verdade - Divaldo Pereira Franco - Cap. 5 - Divina Lei



Joanna de Ângelis - Livro Rumo à Verdade - Divaldo Pereira Franco - Cap. 5


Divina Lei


Comenta-se a vida do Mestre e decanta-se a Excelência da Sua mensagem, tendo-O longe do coração.

Como efeito, repontam cruéis as turbulências e as desavenças, por nonadas, por caprichos infantis e enfermiços, ameaçando as estruturas da sociedade e as Obras de dignificação humana.

Tem cuidado com as desavenças, não te tornando instrumento delas!

Resguarda-te das informações infelizes e liberta-te das suspeitas injustificáveis que te levam a reagir, quando deverias agir com tolerância e compreensão fraternal.

As pessoas são conforme conseguem, e de igual maneira como não tens podido domar as tuas más inclinações, também elas não se podem modificar de um para outro dia.

Racionaliza as ocorrências desagradáveis que te alcançam e não acumules mágoas.

Não sejas fator de turbulência, de perturbação, de desavenças na esfera de ação em que operas.

Não censures o ausente responsável pelo teu mal-estar, gerando inquietação e desrespeito, dando lugar a comentários desairosos.

Aproveita o desafio para vencer-te, para dulcificar-te, para ser feliz.

Distende tua imensa ternura, desarmando-te de prevenções, e nada de mal te acontecerá.

Tenta compreender teu irmão e concede-te a bondade para com ele, como o Senhor da Vida o faz em relação à tua condição de Espírito em luta.

Aconselha, orienta e se por acaso alguém se te apresenta na condição de inimigo, permanece tranqüilo, porque o conflito é dele, nunca, porém, tornando-te inimigo.

Nada fica oculto à Lei Divina.

Ora e vigia.


Joanna de Ângelis











segunda-feira, 11 de maio de 2026

Emmanuel - Livro O Consolador - Chico Xavier - Cap. IV - Iluminação - Necessidade



Emmanuel - Livro O Consolador - Chico Xavier - Cap. IV - Iluminação


Necessidade


— A propaganda doutrinária para a multiplicação dos prosélitos é a necessidade imediata do Espiritismo?

— De modo algum. A direção do Espiritismo, na sua feição de Evangelho redivivo, pertence ao Cristo e seus prepostos, antes de qualquer esforço humano, precário e perecível. A necessidade imediata dos arraiais espiritistas é a do conhecimento e aplicação legítima do Evangelho, da parte de todos quantos militam nas suas fileiras, desejosos de luz e de evolução. O trabalho de cada um na iluminação de si próprio deve ser permanente e metodizado. Os fenômenos acordam o Espírito adormecido na carne, mas não fornecem as luzes interiores, somente conseguidas à custa de grande esforço e trabalho individual. A palavra dos guias e mentores do Além ensina, mas não pode constituir elementos definitivos de redenção, cuja obra exige de cada um sacrifícios e renúncias santificantes, no laborioso aprendizado da vida.

— Nos trabalhos espiritistas, onde poderemos encontrar a fonte principal de ensino que nos oriente para a iluminação? Poderemos obtê-la com as mensagens de nossos entes queridos, ou apenas com o fato de guardarmos o valor da crença no coração?

— Numerosos filósofos hão compendiado as teses e conclusões do Espiritismo no seu aspecto filosófico, científico e religioso; todavia, para a iluminação do íntimo, só tendes no mundo o Evangelho do Senhor, que nenhum roteiro doutrinário poderá ultrapassar.

Aliás, o Espiritismo em seus valores cristãos não possui finalidade maior que a de restaurar a verdade evangélica para os corações desesperados e descrentes do mundo.

Teorias e fenômenos inexplicáveis sempre houve no mundo. Os escritores e os cientistas doutrinários poderão movimentar seus conhecimentos na construção de novos enunciados para as filosofias terrestres, mas a obra definitiva do Espiritismo é a da edificação da consciência profunda no Evangelho de Jesus Cristo.

O Plano invisível poderá trazer-vos as mensagens mais comovedoras e convincentes dos vossos bem-amados; podereis guardar os mais elevados princípios de crença no vosso mundo impressivo e, todavia, esse é o esforço, a realização do mecanismo doutrinário em ação, junto de vossa personalidade; só o trabalho de autoevangelização, porém, é firme e imperecível. Só o esforço individual no Evangelho de Jesus pode iluminar, engrandecer e redimir o Espírito, porquanto, depois de vossa edificação com o exemplo do Mestre, alcançareis aquela verdade que vos fará livres.

— Há alguma diferença entre a crença e a iluminação?

— Todos os homens da Terra, ainda os próprios materialistas, creem em alguma cousa. Todavia, são muito poucos os que se iluminam. O que crê, apenas admite; mas o que se ilumina vibra e sente. O primeiro depende dos elementos externos, nos quais coloca o objeto da sua crença; o segundo é livre das influências exteriores, porque há bastante luz no seu próprio íntimo, de modo a vencer corajosamente nas provações a que foi conduzido no mundo.

É por essa razão que os espiritistas sinceros devem compreender que não basta acreditar no fenômeno ou na veracidade da comunicação com o Além, para que os seus sagrados deveres estejam totalmente cumpridos, pois a obrigação primordial é o esforço próprio, o amor do trabalho, a serenidade nas provas da vida, o sacrifício de si mesmo, de modo a entender plenamente a exemplificação de Jesus Cristo, buscando a sua luz divina para a execução de todos os trabalhos que lhes competem no mundo.

— A análise pela razão pode cooperar, de modo definitivo, no trabalho de nossa iluminação espiritual?

— É certo que o homem não pode dispensar a razão para vencer na tarefa confiada ao seu esforço, no círculo da vida; contudo, faz-se mister considerar que essa razão vem sendo trabalhada, de muitos séculos no planeta, pelos vícios de toda sorte.

Temos plena confirmação deste asserto no ultra-racionalismo europeu, cuja avançada posição evolutiva, ainda agora, não tem vacilado entre a paz e a guerra, entre o direito e a força, entre a ordem e a agressão.

Mais que em toda parte do orbe, a razão humana ali se elevou às mais altas culminâncias de realização e, todavia, desequilibrada pela ausência do sentimento, ressuscita a selvageria e o crime, embora o fausto da civilização.

Reconhecemos, pois, que na atualidade do orbe toda iluminação do homem há de nascer, antes de tudo, do sentimento. O sábio desesperado do mundo deve volver-se para Deus como a criança humilde, para cuidar dos legítimos valores do coração, porque apenas pela reeducação sentimental, nos bastidores do esforço próprio, poder-se-á esperar a desejada reforma das criaturas.

— Que significa o chamado “toque da alma”, ao qual tantas vezes se referem os Espíritos amigos?

— Quando a sinceridade e a boa vontade se irmanam dentro de um coração, faz-se no santuário íntimo a luz espiritual para a sublime compreensão da verdade.

Esse é o chamado “toque da alma”, impossível para quantos perseverem na lógica convencionalista do mundo, ou nas expressões negativas das situações provisórias da matéria, em todos os sentidos.

— Há tempo determinado na vida do homem terrestre para que se possa ele entregar, com mais probabilidades de êxito, ao trabalho de iluminação?

— A existência na Terra é um aprendizado excelente e constante. Não há idades para o serviço de iluminação espiritual. Os pais têm o dever de orientar a criança, desde os seus primeiros passos, no capítulo das noções evangélicas, e a velhice não tem o direito de alegar o cansaço orgânico em face desses estudos de sua necessidade própria.

É certo que as aquisições de um velho, em matéria de conhecimentos novos, não podem ser tão fáceis como as de um jovem em função de sua instrumentabilidade sadia, fisicamente falando; os homens mais avançados em anos têm, contudo, a seu favor as experiências da vida, que facilitam a compreensão e nobilitam o esforço da iluminação de si mesmos, considerando que, se a velhice é a noite, a alma terá no amanhã do futuro a alvorada brilhante de uma vida nova.

— As almas desencarnadas continuam igualmente no serviço de iluminação de si próprias?

— Nos Planos invisíveis, o Espírito prossegue na mesma tarefa abençoada de aquisição dos próprios valores, e a reencarnação no mundo tem por objetivo principal a consecução desse esforço.


Emmanuel



Questões 218 / 224.




VÍDEO:


Áudio livro (O consolador coleção Emmanuel por Francisco Cândido Xavier partes 1 & 2








Emmanuel - Livro Vinha de Luz - Chico Xavier - Cap. 82 - Sem desfalecimentos



Emmanuel - Livro Vinha de Luz - Chico Xavier - Cap. 82


Sem desfalecimentos


“E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos se não houvermos desfalecido.” — PAULO (Gálatas, 6:9)


Há pessoas de singulares disposições em matéria de serviço espiritual. Hoje creem, amanhã descreem.

Entregaram-se, ontem, às manifestações da fé; entretanto, porque alguém não se curou de uma enxaqueca, perdem hoje a confiança, penetrando o caminho largo da negação.

Iniciam a prática do bem, mas, se aparece um espinho de ingratidão dos semelhantes, proclamam a falência dos propósitos de bem fazer.

São crianças que ensaiam aprendizado na escola da vida, distantes ainda da posição de discípulos do Mestre.

O exercício do amor verdadeiro não pode cansar o coração.

Quem ama em Cristo Jesus, guarda confiança em Deus, é feliz na renúncia e sabe alimentar-se de esperança.

O mal extenua o espírito, mas o bem revigora sempre.

O aprendiz sincero do Evangelho, portanto, não se irrita nem conhece a derrota nas lutas edificantes, porque compreende o desânimo por perda de oportunidade.

Problemas da alma não se circunscrevem a questões de dias e semanas terrestres, nem podem viver condicionados a deficiências físicas. São problemas de vida, renovação e eternidade.

Não te canses, pois, de fazer o bem, convencido, todavia, de que a colheita, por tuas próprias mãos, depende de prosseguires no sacerdócio do amor, sem desfalecimentos.


Emmanuel











Emmanuel - Livro Opinião Espírita - Emmanuel / André Luiz - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 32 - Tolerância e coerência



Emmanuel - Livro Opinião Espírita - Emmanuel / André Luiz - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 32


Tolerância e coerência


"Mas eu vos digo: Amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos têm ódio; e orai pelos que vos perseguem e caluniam."  —  (Mateus, 5:44)
 
21. Haverá casos em que convenha se desvende o mal de outrem?

"É muito delicada esta questão e, para resolvê-la, necessário se torna apelar para a caridade bem compreendida. Se as imperfeições de uma pessoa só a ela prejudicam, nenhuma utilidade haverá nunca em divulgá-la; se, porém, podem acarretar prejuízo a terceiros, deve-se atender de preferência ao interesse do maior número. Segundo as circunstâncias, desmascarar a hipocrisia e a mentira pode constituir um dever, pois mais vale caia um homem, do que virem muitos a ser suas vítimas. Em tal caso, deve-se pesar a soma das vantagens e dos inconvenientes." — SÃO LUÍS. Paris, 1860. (E.S.E. - Cap. X)


Compreender e desculpar sempre, porque todos necessitamos de compreensão e desculpa, nas horas do desacerto, mas observar a coerência para que os diques da tolerância não se esbarrondem, corroídos pela displicência sistemática, patrocinando a desordem.

Disse Jesus: “amai os vossos inimigos”.

E o Senhor ensinou-nos realmente a amá-los, através dos seus próprios exemplos de humildade sem servilismo e de lealdade sem arrogância.

Ele sabia que Judas, o discípulo incauto, bandeava-se, pouco a pouco, para a esfera dos adversários que lhe combatiam a mensagem renovadora…

A pretexto de amar os inimigos, ser-lhe-ia lícito afastá-lo da pequena comunidade, a fim de preservá-la, mas preferiu estender-lhe mãos fraternas, até a última crise de deserção, ensinando-nos o dever de auxiliar aos companheiros de tarefa, na prática do bem, enquanto isso se nos torne possível.

Não ignorava que os supervisores do Sinédrio lhe tramavam a perda…

A pretexto de amar os inimigos, poderia solicitar-lhes encontros cordiais para a discussão de política doméstica, promovendo recuos e concessões, de maneira a poupar complicações aos próprios amigos, mas preferiu suportar-lhes a perseguição gratuita, ensinando-nos que não se deve contender, em matéria de orientação espiritual, com pessoas cultas e conscientes, plenamente informadas, quanto às obrigações que a responsabilidade do conhecimento superior lhes preceitua.

Certificara-se de que Pilatos, o juiz dúbio, agia, inconsiderado…

A pretexto de amar os inimigos, não lhe seria difícil recorrer à justiça de instância mais elevada, mas preferiu aguentar-lhe a sentença iníqua, ensinando-nos que a atitude de todos aqueles que procuram sinceramente a verdade não comporta evasivas.

Percebia, no sacrifício supremo, que a multidão se desvairava…

A pretexto de amar os inimigos, era perfeitamente cabível que alegasse a extensão dos serviços prestados, pedindo a comiseração pública, a fim de que se lhe não golpeasse a obra nascente, mas preferiu silenciar e partir, invocando o perdão da Providência Divina para os próprios verdugos, ensinando-nos que é preciso abençoar os que nos firam e orar por eles, sem, contudo, premiar-lhes a leviandade para que a leviandade não alegue crescimento com o nosso apoio.

Jesus entendeu a todos, beneficiou a todos, socorreu a todos e esclareceu a todos, demonstrando-nos que a caridade, expressando amor puro, é semelhante ao sol que abraça a todos, mas não transigiu com o mal.

Isso quer dizer que fora da caridade não há tolerância e que não há tolerância sem coerência.


Emmanuel












Irmã Scheilla - Livro A Mensagem do Dia - Vol. II - Clayton B. Levy - Saúde e Amor



Irmã Scheilla - Livro A Mensagem do Dia - Vol. II - Clayton B. Levy


Saúde e Amor


Se buscas a saúde física e psíquica de forma integral, aprende a amar.

Assim como a linfa que brota da fonte converte-se no rio que irriga o solo por onde passa, o amor que nasce do coração fraterno transforma-se em energia luminosa, favorecendo o equilíbrio das células.

Quem já aprendeu o valor do verdadeiro amor sabe sair de si mesmo para ir ao encontro do semelhante.

Por isso, não conhece a solidão.


Irmã Scheilla
















Emmanuel - Livro Através do Tempo - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 27 - Ajudemos



Emmanuel - Livro Através do Tempo - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 27


Ajudemos


Meus amigos.

Sem sabedoria não há caminho, mas sem amor não há luz.

Em verdade, não podemos dispensar, em nossas cogitações doutrinárias, as lides da cultura acadêmica, que nos facilitem a jornada para diante.

O livro, o jornal, a tribuna, o gabinete, o laboratório e a pesquisa são forças imprescindíveis à formação do homem espiritualizado da Nova Era. 

Entretanto, observando os problemas complexos da atualidade, quando a Ciência erige catafalcos à própria grandeza, intoxicando os valores intelectuais de todas as procedências, é imperioso atender, acima de tudo, à sementeira do coração.

No amor situou Jesus a metrópole viva do Evangelho.

Não podemos, por isso, olvidar as nossas obrigações de operários da regeneração humana, que precisa começar de nós mesmos, sob a direção da bondade infatigável, única força que realmente nos melhorará, uns à frente dos outros.

Para nós, que esposamos no Espiritismo Cristão a nossa cátedra e a nossa oficina, o santuário de nossos princípios e o lar de nossos ideais, o serviço de assistência ao espírito popular constitui sagrado labor. 

Espiritismo que auxilie as mães e as crianças, os jovens e os velhos, os que lutam e sofrem, os que anseiam pela melhoria própria e os que esperam o consolo da fé vigorosa e transformadora que a Doutrina encerra em seus postulados de solidariedade e justiça, amor e compreensão.

Entendemos a importância das teorias e das predicações preciosas e sabemos que, sem o grupo selecionado de instrutores, a lição se veria desfigurada em sua pureza; contudo, em toda parte, nesta sombria e pesada hora que vamos atravessando na Terra, aflitivas necessidades envenenam a vida.

Em todos os lugares, a ignorância tripudia sobre a dor, a indiferença lança doloroso sarcasmo à fé e o mal, aparentemente triunfante, humilha o bem que se oculta.

No turbilhão de conflitos que asfixiam as melhores aspirações do povo, é necessário sejamos o apoio fraterno e providencial de quantos se colocam em busca de um roteiro para as Esferas mais altas.

Somos naturalmente os braços multiplicados do Amigo Divino da Humanidade e, nessas condições, é imprescindível nos movimentemos na execução dos nossos programas de fraternidade legítima.

Esperam por Jesus e, consequentemente, por nós outros, que detemos a presunção de representá-lo,

a criança sem agasalho moral,

o doente sem coragem,

os pais aflitos,

os servidores anônimos do progresso,

os jovens carentes de auxílio,

os aprendizes vacilantes da fé,

os transviados da experiência humana,

os infelizes irmãos nossos que o cipoal do crime entonteceu e arrojou a escuros despenhadeiros,

os sedentos de luz divina,

as mães humildes que ajudam o crescimento da prosperidade geral,

os corações esquecidos nas zonas sombrias da inquietação e da renúncia pelo bem de todos,

e as almas nobres e generosas que se apagam nos trilhos evolutivos, na defesa e na preservação do lar e 

na consagração à glória da felicidade comum…

Jornadeiam, muitas vezes, sem alegria e sem nome, na posição de romeiros da boa vontade…

Passam, obscuros e dilacerados, buscando, porém, a Pátria Maior, para cuja grandeza volvem, ansiosos, o olhar e o pensamento.

É nesses companheiros da luta e do serviço que precisamos centralizar os nossos maiores e melhores impulsos de ajudar, esclarecer e cooperar.

É nesse labor de solidariedade efetiva que devemos concentrar as nossas atenções e interesses, a fim de que o Espiritismo se transforme, por nossa conduta e por nossas mãos, na força irresistível de restauração e socorro à coletividade.

Haverá, sim, agora e sempre, a equipe dos investigadores que nos garanta o tesouro da inteligência. Sitiados em gloriosos cenáculos da discussão e do estudo, seguirão entre pesquisas e hipóteses, assegurando os méritos intelectuais da escola e da teoria; contudo, é forçoso reconhecer que nós outros, os seareiros do Evangelho, necessitamos avançar despertos para as obras da verdadeira confraternização.

O Espiritismo, não duvideis, é a luz de uma nova renascença para o mundo inteiro. Para que a sublime renovação se concretize, porém, é necessário nos convertamos em raios vivos de sua santificante claridade, ajustando a nossa individualidade aos imperativos do Infinito Bem.

Unamo-nos, desse modo, em espírito e coração, no serviço a que estamos destinados.

Ajudemos.

E, convictos de que o amor e a sabedoria constituem o alvo divino de nossa marcha, asilemo-nos no templo da Boa Nova, afeiçoando a nossa existência, em definitivo, aos exemplos do Mestre e Senhor, a benefício da nossa redenção para sempre.


Emmanuel








Psicografia em Reunião Pública.
Data — 2-7-1951.
Local — Centro Espírita Amor ao Próximo, na cidade de Leopoldina, Minas.


domingo, 10 de maio de 2026

Irmã Scheilla - Livro A Mensagem do Dia - Clayton B. Levy - Cap. 3 - Ante os Desafios



Irmã Scheilla - Livro A Mensagem do Dia - Clayton B. Levy - Cap. 3


Ante os Desafios

 
Por onde passes, auxilia o Bem para que o Bem possa te auxiliar.

Ante as situações sombrias, sê a luz.

Perante o conflito, sê a concórdia.

Perante a ignorância, sê o ensinamento através do exemplo.

Perante a dor, se o alívio.

Perante o erro, tenta ajudar antes de reprovar.

Mantém-te fiel ao Bem e à verdade a fim de que, mesmo imperfeito, consigas colaborar na edificação da paz.

Se não conseguires, por enquanto, oferecer de ti qualquer fator que amplie o progresso, favorece o Bem evitando o mal.

Jamais ofendas.

Nunca agridas nem faças sofrer os corações alheios.

Age em silêncio, levando o amor sem alarde, e o amor te preencherá as horas, cobrindo-te de bênçãos.


Irmão Scheilla