segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Joanna de Ângelis - Livro Momentos Enriquecedores - Divaldo Pereira Franco - Cap. 5 - Mais paciência



Joanna de Ângelis - Livro Momentos Enriquecedores - Divaldo Pereira Franco - Cap. 5


Mais paciência


O exercício da paciência se afigura como de vital importância para o sucesso nas experiências da evolução humana.

O cansaço, a desmotivação, a rotina e outros fatores estressantes, na área do comportamento, geram a irritação, a má vontade, o ressentimento, que respondem por estados emocionais perturbadores, exteriorizando-se como agressividade, violência e pessimismo.

Os dias atuais se caracterizam por essas condições desgastantes, que levam a desequilíbrios lamentáveis.

Grassam o desamor - fruto espúrio do egoísmo a ganância espectro sórdido da insegurança emocional - a insatisfação - efeito mórbido das frustrações nos relacionamentos e nas aspirações desvairadas.

As pessoas atropelam-se umas às outras, na busca de ilusões que esperam materializar, e que se transformam em pesadelos tormentosos.

O sentido ético da existência faz-se substituído pela sensação do prazer incessante, e, na sua busca, todos os expedientes são considerados valiosos, sem qualquer respeito ou consideração pelos anelos e ideais alheios.

Diante da grave conjuntura, não há outra alternativa para a conduta digna, senão através da paciência.

A paciência é virtude que rareia entre as criaturas. A pressa, a ansiedade, a compressão psicossocial estão provocando distúrbios expressivos na forma de vida, conspirando contra a paciência.

Cultivada com serenidade sobre as bases da confiança irrestrita no amor de Deus, ela se instala e irradia-se poderosa.

A paciência logra vencer o tempo, as circunstâncias, as ocorrências ameaçadoras ou nefastas.

Sabe aguardar, porque compreende que existe um processo responsável por todos os acontecimentos. Qualquer precipitação, mesmo quando coroada de êxito, redunda em qualidade inferior de resultados.

As ações morais decorrem dos recursos amealhados no sentimento e na razão, a se manifestarem através das oportunidades próprias.

A paciência, para fixar-se, toma como paradigma o esforço pela modificação pessoal, alteração da óptica mediante a qual considera a vida e o interesse em plenificar-se.

Este companheiro, em quem confias, é desleal para contigo.

Age com paciência, em relação a ele.

Esse afeto não corresponde lealmente aos teus sentimentos. Não te perturbes, mantendo-te paciente.

O filho é rebelde e ingrato. Ama-o com paciência, porquanto, na sua imaturidade não tem parâmetros para medir os teus valores e grandeza.

O patrão, o auxiliar, o colega, a esposa, o marido, o irmão, seja quem for no teu caminho, não corresponde ao que esperavas, à tua dedicação, aos teus esforços. Não te desalentes, resguarda-te na paciência e segue adiante.

A vida é mestra para todos. Eles aprenderão mais tarde, sob as circunstâncias que gerarem para si.

Jesus sabia que Pedro iria negá-Lo. Advertiu-o, porém, não o impediu, deixando que o amigo, então invigilante, aprendesse por experiência pessoal.

O Mestre conhecia a debilidade moral de Judas e admoestou-o.

Poderia tê-lo expulsado do Colégio Apostólico, mas não o fez.

Facultou que o discípulo enganado amadurecesse, mediante a vivência própria.

São os débeis morais - os ingratos, frágeis, ignorantes, rebeldes, presunçosos - que precisam de ajuda. Abandoná-los, à própria sorte, é decretar-lhes a falência, a desdita.

Tem, pois, paciência com eles, com todos aqueles que se tornam problema para ti, que criam dificuldades e te perturbam.

Vale a pena investir nesses corações necessitados, que ignoram a carência e a infelicidade pessoal.

Reveste-te de paciência, e segue em confiança no rumo da tua perfeição.


Joanna de Ângelis












Emmanuel - Livro Confia e Segue - Chico Xavier - Cap. 14 - Refletindo juntos



Emmanuel - Livro Confia e Segue - Chico Xavier - Cap. 14


Refletindo juntos


Inegavelmente, a preocupação estéril em torno da morte, no Plano Físico, é assunto que se deve arredar das atividades da vida.

Não acontece o mesmo, porém, com relação ao tempo de que a criatura dispõe no espaço limitado da reencarnação.

Reportamo-nos a semelhante contraste para salientar a importância do bem que se deve fazer no quadro das horas.

Reflitamos nisso e, quanto se te faça possível, não adies a realização dos teus propósitos de tudo ajustar, no próprio caminho, aos imperativos da consciência tranquila e feliz.

Se guardas o projeto de construir para auxílio aos pequeninos sofredores, começa amparando a esta ou aquela criança necessitada de apoio.

Se pretendes criar um grande estabelecimento de socorro para as mães desvalidas, principia protegendo alguma de nossas irmãs situadas na maternidade de sacrifício.

Se idealizas a fundação de obras destinadas à assistência em favor de nossos irmãos idosos, do ponto de vista da existência terrestre, inicia-te na sustentação de algum companheiro que o tempo e a doença invalidaram para o trabalho, esquecido nas retaguardas do sofrimento.

Se desejas estender o coração numa dádiva a determinado amigo, faze isso sem delongas.

Se tiveste problemas com a família e te propões liquidá-los, usa paciência e carinho, empreendendo, para logo, essa iniciativa de pacificação.

Se algum erro, porventura, emerge das tuas experiências pessoais de passados dias, aproxima-te de quantos se consideram teus desafetos e solicita desculpas, ainda que isso te custe desapontamentos e lágrimas.

Através do melhor a realizar, procura a paz contigo mesmo.

E não creias que a nossa palavra apresente qualquer conteúdo de alarme ou qualquer nota de pessimismo.

Se consegues discernir situações e meditar nas oportunidades de elevação que a existência nos oferta, seja qual seja a idade em que te encontras, no corpo físico, em matéria de fazer todo o bem que a vida espera de ti, podes crer que agora é mais tarde do que pensas.


Emmanuel












domingo, 25 de outubro de 2026

Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 118 - Ante a palavra do Cristo



Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 118


Ante a palavra do Cristo

 
“… As palavras que eu vos disse, são espírito e vida.” — JESUS (João, 6:63)


Em todos os tempos surgem no mundo grandes Espíritos que manejam a palavra, impressionando multidões; entretanto, falam em âmbito circunscrito, ainda quando se façam ouvidos em vários continentes.

Dante define uma época.

Camões exalta uma raça.

Shakespeare configura as experiências de um povo.

Voltaire exprime determinada transformação social.

A palavra de Jesus, no entanto, transcende lavores artísticos, joias literárias, plataformas políticas, postulados filosóficos, fórmulas estanques. Dirige-se a todas as criaturas da Terra, com absoluta oportunidade, estejam elas nesse ou naquele campo de evolução.

É por isso que a Doutrina Espírita a reflete, não por mera reforma dos conceitos superficiais do movimento religioso, à maneira de quem desmontasse antigo prédio para dar disposição diferente aos materiais que o integram, em novo edifício destinado a simples efeitos exteriores.

Os ensinamentos do Mestre, nos princípios espíritas-cristãos, constituem sistema renovador, indicação de caminho, roteiro de ação, diretriz no aperfeiçoamento de cada ser.

Quando os manuseies, não te julgues, assim, apenas como quem se vê à frente de um espetáculo de beleza, junto do qual devas tão somente chorar, seja nutrindo a fonte da própria emotividade ou penitenciando-te, quanto aos próprios erros.

Além das lágrimas, aprendamos igualmente a pensar, a purificar-nos, a reerguer-nos e servir.

A necessidade da alma é semelhante à sede ou à fome, ao desajuste moral ou à moléstia, que são iguais em qualquer clima.

A lição do Cristo é também comparável à fonte e ao pão, ao fator equilibrante e ao medicamento, que são fundamentalmente os mesmos, em toda parte.

No trato, pois, de nós ou dos outros, é forçoso não olvidar que o próprio Senhor nos avisou de que as suas palavras são espírito e vida.


Emmanuel












(Reformador, agosto de 1962, p. 170)

Batuíra - Livro Mais Luz - Chico Xavier - Cap. 104 - A quem mais tem



Batuíra - Livro Mais Luz - Chico Xavier - Cap. 104


A quem mais tem


"Pois ao que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado." — (Mateus 13:12)

Meus filhos, Deus nos inspire sempre.

Estudemos o ensinamento de Jesus: “A quem mais tem, mais se dará.”

Vejamos:

Mais caridade — mais bênção.

Mais tolerância — mais compreensão.

Mais esperança — mais fé.

Mais esforço — mais experiência.

Mais paciência — mais realização.

Mais obediência — mais liberdade.

Mais estudo — mais discernimento.

Mais gentileza — mais cooperação.

Mais fraternidade — mais alegria.

Mais abnegação — mais luz.

Mais sacrifício — mais conquista.

Mais desprendimento — mais posse espiritual.

Mais atenção — mais respeito.

Mais serenidade — mais visão.

Mais utilidade — mais auxílio.

Mais boa vontade — mais triunfo.

Mais resignação — mais entendimento.

Mais conhecimento — mais responsabilidade.

Mais correção — mais encargos,

Mais vigilância — mais acerto.

Mais perdão — mais apoio.

Mais disciplina — mais eficiência.

Mais humildade — mais força.

Em suma, é imperioso reconhecer que quanto mais serviço ao próximo — mais vizinhança do Cristo, e quanto mais trabalho — mais crédito.

Observemos, assim, que onde se encontre a criatura humana, em marcha ascendente para a vida superior, surgem problemas e problemas.

E para que venhamos alcançar as devidas soluções será necessário trabalhar e trabalhar cada vez mais.


Batuíra













sábado, 24 de outubro de 2026

Joanna de Ângelis - Livro Jesus e Vida - Divaldo Pereira Franco - Cap. 14 - Interação mente-corpo



Joanna de Ângelis - Livro Jesus e Vida - Divaldo Pereira Franco - Cap. 14


Interação mente-corpo  


Sem qualquer contestação, a interação mente-corpo faz parte automática do processo saúde-doença no ser humano.

De acordo com os procedimentos mentais, são inevitáveis os reflexos orgânicos, mesmo do ponto de vista fisiológico, considerando-se a delicada estrutura de que se constituem os órgãos, especialmente na sua gênese energética.

O estresse, a ansiedade, os medos, a solidão, que se apresentam como alguns dos fatores propiciadores do transtorno bipolar do comportamento, assim como alguns fisiológicos na esquizofrenia, qual a abundância da dopamina, demonstram um interrelacionamento entre os estados mentais e os consequentes de natureza orgânica.

As pessoas extrovertidas, autoconfiantes, sensatas, apresentam menor índice de enfermidades do que aquelas introvertidas, desconfiadas, instáveis emocionalmente. Nas primeiras, a produção de imunoglobulina auxilia a estabilidade do aparelho imunológico, enquanto que as outras, produzindo a mesma substância em menor escala, ficam mais susceptíveis às infecções, particularmente as de natureza respiratória...

Desse modo, aqueles indivíduos que cultivam as boas idéias, que se esforçam por condutas equilibradas sem coarctações perturbadoras nem castrações afligentes, que amam e exercitam a paciência, a  solidariedade e a compaixão, gozam de mais saúde e bem-estar do que os egoístas, os pessimistas, os irresolutos...

Sendo a mente uma emanação do espírito, dele procedem os impositivos necessários à evolução, tendo em vista a anterioridade das experiências vivenciadas em existências passadas.

Programador dos acontecimentos que envolvem o ministério da vida física, o espírito é submetido aos impositivos que lhe ampliam a capacidade de crescimento, ainda adormecida no cerne de si mesmo, movimentando as energias indispensáveis à consecução do programa que lhe diz respeito.

Por conseqüência, emite pensamentos que se transformam em força contínua, cuja qualidade pode contribuir para o equilíbrio ou para o desajustamento das peças de que se utiliza durante a reencarnação.

Aqueles de natureza perturbadora, frutos de culpas e de conflitos acumulados, de ansiedades e invejas, de atribulação e competitividade perniciosa, interferem no campo vibratório das células, desarticulando-lhes a harmonia. Enquanto que, os que expressam esperança e ternura, resignação e coragem, confiança e renovação interior, estimulam os mesmos núcleos, produzindo harmonia e ampliando as resistências em relação às invasões microbianas, às agressões mentais externas e às influenciações espirituais enfermiças.

Nesse sentido, expressam-se como de alta valia os contributos da oração, da meditação, da generosidade, do cultivo dos bons e relevantes pensamentos, que estimulam a harmonia em detrimento dos destrambelhos de toda ordem.

Inegavelmente, cada um é, portanto, aquilo que elabora mentalmente, a que se fixa, que exterioriza do imo.

Os masoquistas estão sempre enfermos, do mesmo modo que os autoflageladores e néscios morais.

Modernas pesquisas médicas em várias especialidades confirmam os resultados de tais comportamentos, quando constatam os excelentes resultados nos prontuários de pacientes que oram e que são beneficiados pelas preces que lhes são dirigidas, que cultivam a confiança em Deus e no seu médico, que cooperam com as terapias a que são submetidos, que não reclamam da enfermidade, considerando-a como fenômeno natural do organismo.

De igual maneira, os recalcitrantes e revoltados, destituídos de fé religiosa e sempre desconfiados de tudo e de todos, nada obstante os cuidadosos tratamentos a que são submetidos, têm sempre piorado o seu estado, chegando a situações irreversíveis, quando não surpreendidos pela morte em estado de desarvora- mento emocional.

Sem qualquer dúvida, a morte, que é também fenômeno biológico, não será impedida de acontecer porque o indivíduo é otimista e sereno ou porque se permite o desassossego e a rebeldia. O que importa, no entanto, é o período da existência durante a doença, a qualidade de vida que desfruta, as experiências que acumula e os valores de que se utiliza, transferindo-os para a imortalidade.

Manifestando-se a morte do casulo físico, o espírito transfere-se para outra dimensão vibratória, dando continuidade ao comportamento que lhe era habitual enquanto na forma carnal.

Todo o cabedal reunido se expressará em recursos de alegria e de paz, assim como de inquietação e de distúrbios emocionais que se estabelecem, continuando conforme se expressavam no organismo fisiológico com outros agravantes para o desencarnado.

De saudáveis resultados, são o exercício da paz, a cultura do bom humor, o trabalho de autotransformação moral para melhor, de esclarecimento intelectual, social e vivência ética dos deveres.

Essa conduta, além de proporcionar equilíbrio emocional, estimula os neurônios cerebrais à produção equilibrada de monoaminas propiciatórias da saúde, da alegria e do bem-estar.

Nesse sentido, as modernas visualizações terapêuticas, mediante as quais os indivíduos podem projetar suas aspirações em torno da saúde em relação ao futuro, proporcionam resultados muito positivos, por ensejarem a renovação das paisagens mentais, que se libertam dos clichês negativos e perturbadores, tendo-os substituídos por outros de natureza edificante.

Os atavismos ancestrais defluentes do trânsito evolutivo imprimiram no ser pensamentos desordenados, frutos da agressividade e da violência, tornando-se relativamente difíceis de ser vencidos. Em realidade, a tarefa não é tão complicada, bastando que, a todo pensamento perturbador se contraponha um de natureza dignificante. Como não se podem eliminar pensamentos que procedem de fontes remotas do ser, é possível substituí-los por outros que se irão fixando até tornar- se natural o hábito das conjecturas saudáveis.

Nesse campo, nada é impossível, exigindo-se apenas que sejam criados novos hábitos mentais, que se realizem exercícios ideológicos, de forma a resultarem edificantes e propiciadores de tranquilidade.

Toda vez que se diz ser algo impossível de realizado, mais se lhe fixam as raízes, enquanto que, toda vez quando se experiencia uma atividade que parece inalcançável em cada futura tentativa, ei-la apresentando-se mais fácil e de resultado mais compensador.

Para todo aquele que deseja viver em clima de bem-estar, o cuidado com a conexão mente-corpo deve ser relevante.

Influenciam poderosamente a vida mental algumas problemáticas de natureza orgânica, especialmente quando dizem respeito ao sistema endocrínico, em face dos hormônios secretados por algumas das glândulas que o constituem. Entretanto, mesmo nesse caso, estamos diante do espírito que, ao reencarnar-se, gerou os condicionamentos propiciatórios ao processo de resgate do passado e de construção do futuro.

Não seja, portanto, de estranhar-se essa interação mente-corpo, corpo-mente, constituindo um binômio perfeito no programa da saúde-doença. Isto porque, o espírito é o ser responsável pelo corpo de que se utiliza no processo da evolução.

Pensa bem e estarás edificando a harmonia perfeita de que desfrutarás no futuro.


Joanna de Ângelis

















sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Emmanuel - Livro Irmão - Chico Xavier - Cap. 14 - Perdão e consciência



Emmanuel - Livro Irmão - Chico Xavier - Cap. 14


Perdão e consciência


Em matéria de perdão, não olvides o tribunal interior, em que a consciência é sempre o juiz incorruptível de todos os nossos atos.

Os pesares que semeamos são pedras calcinantes a se voltarem sobre a nossa cabeça.

Toda ação na vida reage sobre si própria, em ondas de reação, tornando ao ponto central de origem.

Sem dúvida, que a morte ser-te-á entre os homens um fator de aparente liquidação de todos os débitos.

Tuas contas e ofensas aparecerão desculpadas pelos irmãos do caminho, no entanto, não por ti mesmo que lhes carrearás a sombra, onde fores, como alguém que amarra fardos de lodo e cinza ao imo do próprio ser.

As feridas que abriste nos companheiros serão por eles, quase sempre integralmente apagadas, entretanto, nas telas da mente surgirão por fantasmas de dor, vitalizadas pela memória que nos traça as lembranças felizes ou infortunadas do bem ou do mal a que nos afeiçoamos.

É desse modo que homicidas e delinquentes, muitas vezes perdoados por suas vítimas, prosseguem depois do túmulo assaltados pelas imagens daqueles que lhes sofreram os golpes e os prejuízos, algemados ao remorso que se lhes erige nas almas em pelourinho de angústia e, pelo mesmo processo, os ingratos e desertores, olvidados na Terra, continuam, além, submetidos à aflição que lhes nasce dos pesadelos ocultos.

Não desprezes a oportunidade de auxiliar sempre, exercitando a bondade e a tolerância, o amor e a compreensão, porque o mal, muitas vezes, transforma-se em paz e luz naqueles que o recebem e, invariavelmente, é sempre treva e dor naqueles que o praticam.


Emmanuel












André Luiz - Livro Endereços da Paz - Chico Xavier - Cap. 4 - Anotações do bem



André Luiz - Livro Endereços da Paz - Chico Xavier - Cap. 4


Anotações do bem


Não importa quanto você disponha para agir e servir, a benefício de outrem. Vale o que fizer e como fizer daquilo que o Senhor já confiou a você.

Dizem os sábios que Deus dá o frio, conforme o cobertor, para que o Homem saiba dar o cobertor, conforme o frio.

Por onde você passe e do tamanho que possa, deixe um rastro de alegria.

Você voltará, mais tarde, para colher-lhe a bênção de luz.

A terra, a fim de produzir com segurança e eficiência, pede cultivo.

Acreditará você, porventura, que os valores da Vida Espiritual surjam sem trato?


André Luiz