quinta-feira, 11 de junho de 2026

Joanna de Ângelis - Livro Rumos Libertadores - Divaldo Pereira Franco - Prefácio - Rumos Libertadores



Joanna de Ângelis - Livro Rumos Libertadores - Divaldo Pereira Franco - Prefácio


Rumos Libertadores


"Homens, irmãos a quem amamos, aqui estamos junto de vós. Amai-vos, também, uns aos outros e dizei do fundo do coração, fazendo as vontades do Senhor... a podereis entrar no reino dos Céus". (O Espírito de Verdade - Prefácio) 

Após as jornadas promovidas pelos homens na direção da lua como de outros planetas do Sistema Solar, procurando as respostas legítimas para os complexos problemas sobre as origens do ser e sua evolução, novos desafios surgem propondo respostas urgentes, sem que, no entanto, as mentes armadas para as conquistas de fora logrem encontrar as soluções urgentes para as suas inquietações íntimas.

Nas viagens habituais sempre se defrontam com rumos variados, que se multiplicam, conduzindo a lugares diversos conforme o veículo que se escolhe e o local de destino para onde se segue.

Há rumos que conduzem aos altiplanos onde se desdobram, imensas, as paisagens ricas de beleza e infinito.

Há rumos que levam às ásperas e tortuosas baixadas onde proliferam miasmas, sombras e morte.

Há rumos em dédalos que transportam para lugares nenhuns, produzindo fundas decepções.

Rumos e rumos!

Uns, são rumos que escravizam, e outros, rumos libertadores.

Faz-se imperioso saber-se qual a meta que se persegue, a fim de escolher-se o rumo por onde avançar.

Helen Keller, não obstante cega, surda e muda, escolheu o rumo da iluminação interior e, saindo da amargura em que se poderia emparedar, alienando-se, encontrou a alegria de viver, ensinando a técnica da felicidade para todos.

Eichmann, portador de expressiva cultura e dotado de um físico excelente, vitimado pela paixão de preservar uma pseudo raça superior, elegeu o rumo do extermínio de seis milhões de judeus.

Rumos antigos, rumos modernos!

Maria de Magdala, atendida por Jesus, tomou o rumo libertador que a conduziu à madrugada da ressurreição e, posteriormente, aos sublimes cimos da Vida.

Judas, embora carinhosamente assistido pelo Mestre, deixou-se arrastar por injustificável precipitação, seguindo o funesto rumo do suicídio infeliz.

O Evangelho tem sido, através dos tempos, o mais seguro rumo de libertação interior de que se tem notícia.

Muitos discípulos desatentos, manipulando-o, embora habilmente, não o seguem, perdendo o rumo e complicando a existência, que poderiam utilizar proveitosamente.

Cuida-te ao escolheres o caminho por onde avançar.

Roteiros há que terminam em lugares sem saída e outros que conduzem a amplas regiões de paz.

Vê qual o rumo que pretendes tomar e elege a via da libertação.

Não postergues a tua decisão superior.

Reunimos neste livro vários rumos libertadores, conforme as circunstâncias em que os problemas e dificuldades se apresentem, como contribuição para segura movimentação no trânsito carnal.

As páginas que se irão ler foram inspiradas nos preciosos ensinamentos insertos em "O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, por considerá-lo verdadeira bússola, apontando o rumo seguro para todos candidatos e aspirantes ao reino dos Céus, de que nos fala Jesus. 

Estes são roteiros simples e confortadores, apresentados à guisa de colaboração aos estudantes da formosa Doutrina Espírita, que é verdadeiro Renascimento do Cristianismo, numa hora grave e difícil qual a que ora se vive no planeta entre aturdimentos, ansiedades e frustrações...

Singelas sugestões, cada um as examinará, conforme suas próprias emoções, as circunstâncias que se apresentam, os interesses e objetivos que defronte na conjuntura reencarnacionista.

Constituem modestos contributos que resultam de acuradas reflexões e de informações que colhemos, do lado de cá na sabedoria de abnegados Instrutores Espirituais encarregados de promover o homem e o progresso da Terra, conforme as augustas diretrizes do Mestre Insuperável.

Rogando escusas ao leitor pela simpleza da forma e modéstia de conteúdo do presente, trabalho, suplicamos ao Excelso Condutor que nos abençoe e nos guie pelo Seu rumo libertador em paz e segurança.


Joanna de Ângelis

Paramirim, Bahia, 27 de fevereiro de 1978.













 

Emmanuel - Livro Deus Conosco - Chico Xavier - Cap. 43 - A revelação espiritual é como uma fonte



Emmanuel - Livro Deus Conosco - Chico Xavier - Cap. 43


A revelação espiritual é como uma fonte


Meus filhos, desejo-vos a paz de sempre. Venho falar-vos de nossa satisfação em observar que a exemplificação de Célia [1] está quase pronta para se projetar no mundo. 

Entre nós, o acontecimento tem grande significação espiritual e estamos muito reconhecidos ao poder misericordioso de Deus, porque tudo que fizermos de bom vem de Sua bondade paterna. 

Com respeito às leves modificações no texto, não vos impressioneis, porquanto isso deve ser tomado como prova de cooperação da boa vigilância, que só nos resta agradecer. 

Aliás, nós ficamos com a melhor emoção, em vista de que qualquer outro círculo de pensamentos o coração não estará habilitado a sentir a mesma intensidade vibratória, porque pela nossa parte tivemos a ventura da revelação interior, conjugada com a sagrada possibilidade de ser útil. 

E sabemos que a revelação espiritual é como uma fonte. Na nascente, a água tem um sabor específico e mais longe o líquido tem de se modificar com os elementos de seu curso, sendo razoável não nos preocuparmos, pois que toda água em movimento tanto caminha que chega ao mar purificada. 

E o mar, em nosso caso, é o mesmo Pai que nos deu a nascente. Deus vos abençoe e conceda paz. O livro de Humberto ficará adiado por mais algum tempo, até que as circunstâncias se ajustem aos nossos fins. [2] Deus esteja convosco.


Emmanuel











Notas da Organizadora:

[1] Refere-se ao livro 50 anos depois.


[2] Refere-se a Humberto de Campos e ao livro Reportagens de Além-Túmulo, que foi publicado em 1945, pela FEB.



quarta-feira, 10 de junho de 2026

Neio Lúcio - Livro Jesus no Lar - Chico Xavier - Cap. 17 - A exaltação da cortesia



Neio Lúcio - Livro Jesus no Lar - Chico Xavier - Cap. 17


A exaltação da cortesia


À frente da multidão de sofredores e desalentados, relacionou o Mestre as bem-aventuranças, destacando, com ênfase, a declaração de que os mansos herdariam a Terra.

A afirmativa, porém, soou entre os discípulos de maneira menos agradável.

Tal asserção não seria encorajamento à ociosidade mental?

Se o Evangelho reclamava Espíritos valorosos na sementeira das verdades renovadoras, como acomodar a promessa com a necessidade do destemor? Se o mal era atrevido e contundente, em todos os climas e posições, como estabelecer o triunfo inadiável do bem através da incapacidade de reagir, embora pacificamente?

Nessas interrogações imprecisas, reuniu-se a assembleia familiar no domicílio de Pedro.

Iniciados os comentários edificantes da noite, entreolhavam-se os discípulos entre a indagação e a curiosidade.

O Divino Amigo parecia perceber os motivos da expectação, em torno, mas esperava, sereno, que os seguidores se pronunciassem.

Foi então que Judas, rompendo o véu de respeito que aureolava a presença do Mestre, inquiriu, loquaz:

— Senhor, porque atribuíste aos mansos a posse final da Terra? Os corações acovardados gozarão de semelhante benção? Os incapazes de testemunhar a fé, nos momentos graves de luta e sacrifício, serão igualmente bem-aventurados?

Jesus não respondeu, de imediato.

Vagueou o olhar, através dos circunstantes, como a pedir-lhes a exposição de quaisquer dúvidas que lhes povoassem a alma.

Pedro cobrou ânimo e perguntou:

Sim, Mestre, se um malfeitor visitar-me a casa, não devo recordar-lhe os imperativos do acatamento recíproco? entregar-me-ei sem qualquer admoestação fraternal aos seus delituosos caprichos, a pretexto de guardar a mansidão a que te referiste?

O Cristo sorriu, como tantas vezes, e enunciou, calmo:

— Enganaram-se todos, naturalmente. Eu não fiz o elogio da preguiça, que se mascara de humildade, nem da covardia que se veste de cordura para melhor acomodar-se às conveniências humanas. As criaturas que se afeiçoam a semelhantes artifícios sofrerão duramente os instrumentos espirituais de que o mundo se utiliza para reajustar os caracteres tortuosos e indecisos. Exaltei, na realidade, a cortesia de que somos credores uns dos outros. 

Bem-aventurados os homens de trato ameno que sabem usar a energia construtiva entre o gesto de bondade e o verbo da compreensão! 

Bem-aventurados os filhos do equilíbrio e da gentileza que aprendem a negar o mal, sem ferir o irmão ignorante que o solicita sem saber o que pede! 

Abençoados os que repetem mil vezes a mesma lição, sem alarde, para que o próximo lhes aproveite a influenciação na felicidade justa de todos! 

Bem-aventurados aqueles que sabem tratar o rico e o pobre, o sábio e o inculto, o bom e o mau, com espírito de serviço e entendimento, dando a cada um, de conformidade com os seus méritos e necessidades e deixando os sinais de melhoria, de elevação, bem-estar e contentamento por onde cruzam! 

Em verdade vos digo que a eles pertencerá o domínio espiritual da Terra, porque todo aquele que acolhe os semelhantes, dentro das normas do amor e do respeito, é senhor dos corações que se aperfeiçoam no mundo!

Alívio e alegria transbordaram do ânimo geral e, de olhos fitos, agora, nas águas imensas do grande lago, o Senhor pediu a Mateus encerrasse o fraterno entendimento da noite, pronunciando uma prece.


Neio Lúcio









Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano

terça-feira, 9 de junho de 2026

Emmanuel - Livro Intervalos - Chico Xavier - Cap. 22 - Oração na oração



Emmanuel - Livro Intervalos - Chico Xavier - Cap. 22


Oração na oração


Uma oração existe dentro da própria oração, transportando consigo as respostas do Céu de modo indiscutível.

Sem palavras que a exprimam, é a súplica do gesto.

Se aspiramos no solo a fartura e a beleza, é a gota de suor que nos traz a abundância.

Se sonhamos no lar a paz e a simpatia, é a bênção da humildade com que nos consagramos à bondade incessante.

Se aguardamos trabalho que nos melhore os dias, é o culto do serviço amoroso e espontâneo, sem que a sombra da paga nos azinhavre o verbo.

Se intentamos guardar as riquezas do espírito, é o tempo precioso devotado à cultura.

Se a luz da caridade é o talento divino que buscamos no mundo é sempre o impulso nobre com que nos abeiramos de quem chora e padece para estender o bem e alentar a esperança.

Com semelhante prece em nossa prece viva, não teremos, assim, maior necessidade da frase articulada em nossas petições, porque pela oração de nosso esforço próprio, a Excelsa Lei de Deus nos envolve na luz do Eterno Suprimento, provendo-nos o ser dos recursos precisos para a nossa ascensão aos tesouros sem fim.


Emmanuel












Irmã Scheilla - Livro Taça de Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 42 - Disciplina



Irmã Scheilla - Livro Taça de Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 42


Disciplina


Não nos repugne o verbo obedecer.

Tudo o que constitui progresso e aperfeiçoamento guarda a ordem por base.

Não olvides que a disciplina principia no céu.

As mais sublimes constelações atendem às leis de equilíbrio e movimento.

O sol que nos sustenta a vida no mundo repete operações de ritmo, há numerosos milênios.

A lua que clareava o caminho das mais remotas civilizações da Índia e do Egito efetua, ainda hoje, as mesmas tarefas, diante da Humanidade.

No campo da Natureza, a disciplina é alicerce de toda bênção.

Obedece o solo. Obedece a árvore. Obedece a fonte.

Qualquer construção obedece ao plano do arquiteto que a idealiza.

E, no aconchego do lar, obedecem o piso anônimo, o vaso amigo e o pão que enriquece a mesa.

Na experiência física, a saúde é obra da disciplina celular.

Quando as unidades microscópicas da colmeia orgânica se desarvoram, rebeladas, encontramos os tormentos da enfermidade ou as sombras da morte.

Chamados a servir aos nossos semelhantes no Espiritismo Cristão, em favor de nós mesmos, saibamos cultivar a liberdade de obedecer para o bem, aprendendo e ajudando sempre.

Jamais nos esqueçamos de que Jesus se fez o Mestre Divino e o Soberano das Almas, não somente porque tenha vindo ao mundo, consagrado pelos cânticos das Legiões Celestes, mas também por haver transformado a própria vida, em Seu Apostolado de Amor, num cântico de humildade, obedecendo constantemente a Vontade de Deus.


Irmã Scheilla








(Psicografado em 1/6/1957, no Centro Espírita Luiz Gonzaga, na cidade de Pedro Leopoldo, Minas Gerais.)


Miramez - Livro Cristos - João Nunes Maia - Cap. 28 - Cristo-Coração



Miramez - Livro Cristos - João Nunes Maia - Cap. 28


Cristo-Coração

 
"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos." (João, 15:13)

Cristo-Coração apresenta-nos a essência divina dos preceitos evangélicos e nos oferece os princípios de luz de todas as virtudes disseminadas na Boa Nova do Mestre. O coração é a fonte de todos os sentimentos elevados na personalidade humana, no espírito imortal, sendo o símbolo da vida em todos os planos da existência da alma.

O Cristo-Coração faz-nos entrar na era da educação espiritual, aproveitando a disciplina de todas as escolas. Aquele que já recebeu a visita do Senhor no coração ouve, certamente, Sua magnânima voz, como sendo o Pastor Inconfundível da luz de Deus.

A autoeducação, que começa com Jesus, aprimora e eleva o ser espiritual, de maneira que a libertação vai acontecendo no silêncio do mundo interno, com as mais puras intenções até então desconhecidas nos templos. O iniciante com Jesus é como que a ave que quebra a casca de ovo que lhe serve de casulo temporário: de dentro para fora ele quebra a barreira que o encolhe e prende, e ao sair, sente o infinito. Assim o espírito: pela força do Cristo, rompe os grilhões da ignorância e abre os braços como sendo uma cruz de carne, vendo e sentindo o universo em outra dimensão, e o firmamento festejado pelas estrelas em profusão de luzes diante de que a mente humana se perde na descrição e na análise.

Meu irmão, responde a esse chamado, sem que o fanatismo possa torcer os teus sentimentos e a crítica ofuscar os princípios do amor existentes em teu coração! Esquece a ignorância alheia, a não ser quando o teu exemplo possa ajudar sem o barulho da vaidade. Não percas o tempo valioso em propagar faltas que pertencem a outrem; cuida de ti mesmo com ardente desejo de melhorar, e vê nos teus companheiros somente o bem que existe neles; estimula-os, como sendo a caridade fluindo da boca de Jesus pela tua boca, das mãos do Mestre pelas tuas mãos! Se, porventura, alguns pensamentos inferiores brotarem na tua mente, corta-os, para que eles não se tornem em palavras, e essas em energia que perturba e desajusta quem te ouve, porque, no futuro, todo o mal que fizeres aos outros tomar-se-ão em força corrosiva a desgastar o teu próprio corpo, e a atormentar a ti mesmo.

Quando o aluno da verdade começa a colher alguns frutos da sua conduta cristã, a sua companhia é aprazível, o seu falar é cheio de encanto e o seu mundo íntimo trabalha em um ritmo sem par. A realidade é que todos nós temos de dar início ao desenvolvimento das virtudes, pois nascemos para tal. Dando os primeiros passos, Cristo acompanhará o nosso caminho. Diz um provérbio iniciático: “Quem acompanha o caminho é o Mestre, que vê-la pelos Seus discípulos”.

Cristo-Coração é responsável pela evolução moral das criaturas e está atenta a cultura espiritual delas, arregimentando forças para a educação da humanidade em todos os sentidos; aos retardatários, aplica a disciplina com amor e misericórdia, de sorte a não surgir revolta em nenhum deles. aproveitemos, pois, a oportunidade que nos está sendo oferecida nesta existência: se caluniado, que a calúnia não nos faça caluniadores, usemos o perdão, esquecendo o ofensor. Não demos atenção as pessoas que desconhecem o respeito para com os outros; ensinemos-lhes, com o exemplo, a gratidão e o reconhecimento ao valor da vida de todos e, se for possível, no silêncio. Cada criatura é um elo que interliga todas as luzes. Faltando um, o que será dos outros? Que todo o bem que nosso coração manifesta na esfera do amor seja dado aos outros, porque amor maior foi o d’Aquele que ofertou a humanidade a Sua própria vida, para que pudéssemos respirar a paz e compreender o amor maior de Deus para conosco.

Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos.


Miramez












Fonte: Cristos

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Emmanuel - Livro Hoje - Chico Xavier - Cap. 16 - No exame do bem



Emmanuel - Livro Hoje - Chico Xavier - Cap. 16


No exame do bem


642. Para agradar a Deus e assegurar a sua posição futura, bastará que o homem não pratique o mal?

“Não; cumpre-lhe fazer o bem no limite de suas forças, porquanto responderá por todo mal que haja resultado de não haver praticado o bem.” (O Livro dos Espíritos) 

"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado" (Tiago 4:17)


Mal e bem!…

Vejamos alguns daqueles que são responsáveis pelo mal, conquanto, de algum modo, se relacionem com o bem:

os que falam bem e não agem bem;

os que vivem no bem de si, conscientemente foragidos do trabalho pelo bem dos outros;

os que apregoam o bem sem cultivá-lo;

os que se apresentam bem e não comportam bem;

os que acreditam no poder do bem e exploram o bem do poder;

os que se apoiam no bem do dinheiro, sem distribuir o dinheiro do bem;

os que destacam o bem da ciência e ridicularizam a ciência do bem;

os que identificam claramente o bem e não procuram o bem naquilo que enxergam e naquilo que escutam;

os que se instruem bem e não ensinam bem;

os que sabem onde se encontra o bem e não se dispõem a preservá-lo;

os que se afligem pelo bem-estar, segundo o conforto próprio, e não se preocupam em estar bem, conforme a justiça.

O mal que surge nos que desconhecem o bem é fruto da ignorância.

O mal verdadeiro, o mal que se consolida qual moléstia minaz no organismo do mundo, é sempre o resultado de nossas atitudes, quando conhecemos o bem e apontamos a necessidade do bem, sem vontade e sem coragem de praticá-lo.


Emmanuel