domingo, 10 de maio de 2026

Irmã Scheilla - Livro A Mensagem do Dia - Clayton B. Levy - Cap. 3 - Ante os Desafios



Irmã Scheilla - Livro A Mensagem do Dia - Clayton B. Levy - Cap. 3


Ante os Desafios

 
Por onde passes, auxilia o Bem para que o Bem possa te auxiliar.

Ante as situações sombrias, sê a luz.

Perante o conflito, sê a concórdia.

Perante a ignorância, sê o ensinamento através do exemplo.

Perante a dor, se o alívio.

Perante o erro, tenta ajudar antes de reprovar.

Mantém-te fiel ao Bem e à verdade a fim de que, mesmo imperfeito, consigas colaborar na edificação da paz.

Se não conseguires, por enquanto, oferecer de ti qualquer fator que amplie o progresso, favorece o Bem evitando o mal.

Jamais ofendas.

Nunca agridas nem faças sofrer os corações alheios.

Age em silêncio, levando o amor sem alarde, e o amor te preencherá as horas, cobrindo-te de bênçãos.


Irmão Scheilla













Irmã Scheilla - Livro A Mensagem do Dia - Clayton B. Levy - Cap. 4 - Alimento Espiritual



Irmã Scheilla - Livro A Mensagem do Dia - Clayton B. Levy - Cap. 4


Alimento Espiritual


A saúde no corpo muitas vezes começa no pensamento sadio.

Não dê guarida a mágoas e rancores. Entregue ao tempo toda ofensa.

Se você já é capaz de escolher o alimento de que seu corpo necessita, também pode selecionar os pensamentos que nutrem seu espírito.

Se, quando a doença chega, você recorre ao remédio, busque também a Jesus nos momentos de crise interior.

Tudo passa e o determinismo do espírito é a felicidade e a harmonia.

Um dia você devolverá à natureza o corpo amigo que serviu ao seu aprendizado no mundo, restando somente o que granjear na alma, depositária real dos nossos destinos.


Irmã Scheilla














André Luiz - Livro Correio Fraterno - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 17 - Mocidade e velhice



André Luiz - Livro Correio Fraterno - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 17


Mocidade e velhice


Infância, juventude, madureza e velhice são simples fases da experiência material.

A vida é essência divina e a juvenilidade é seiva eterna do Espírito imperecível.

Mocidade da alma é condição de todas as criaturas que receberam com a existência o aprendizado sublime, em favor da iluminação de si mesmas e que acolheram no trabalho incessante do bem o melhor programa de engrandecimento e ascensão da personalidade.

A velhice, pois, como índice de senilidade improdutiva ou enfermiça, constitui, portanto, apenas um estado provisório da mente que desistiu de aprender e de progredir nos quadros de luta redentora e santificante que o mundo nos oferece.

Nesse sentido, há jovens no corpo físico que revelam avançadas características de senectude, pela ociosidade e rebeldia a que se confinam, e velhos na indumentária carnal que ressurgem sempre à maneira de moços invulneráveis, clareando as tarefas de todos pelo entusiasmo e bondade, valor e alegria com que sabem fortalecer os semelhantes na jornada para a frente.

Se a individualidade e o caráter não dependem da roupa com que o homem se apresenta na vida social, a varonilidade juvenil e o bom-ânimo não se acham escravizados à roupagem transitória.

O jovem de hoje, pelas determinações biológicas do planeta, será o velho de amanhã; e o ancião de agora, pela lei sublime da reencarnação, será o moço do futuro.

Lembremo-nos, porém, de que a Vida é imortal, de que o Espiritismo é escola ascendente de progresso e sublimação, de que o Evangelho é a luz eterna, em torno da qual nos cabe o dever de estruturar as nossas asas de Sabedoria e de Amor e, num abraço compreensivo de verdadeira fraternidade, no círculo de esperanças, dificuldades e aspirações que nos identificam uns com os outros, continuemos trabalhando.


André Luiz









Lancellin - Livro Iniciação Viagem Astral - João Nunes Maia - Cap. 41 - Abrindo portas



Lancellin - Livro Iniciação Viagem Astral - João Nunes Maia - Cap. 41


Abrindo portas


"Vinde a mim todos que estais cansados e oprimidos" (Mateus 11:28)


Todos temos inúmeras portas para serem abertas. Estamos sempre sob a vigilância do egoísmo, com as portas fechadas em relação a Jesus Cristo, e Ele nos fala constantemente: Vinde a mim todos que estais cansados e oprimidos.

Essas portas são difíceis de serem abertas, porque cada um tem a sua própria chave; cada criatura tem uma senda por onde deve trilhar, e cada caminho que se nos apresenta mostra variadas aparências. O véu que nos cobre os segredos da vida se rasga de forma diferente ante o tempo e o espaço, sob as bênçãos do Criador.

O mundo está cheio de convites bons e maus que se estendem em todas as direções. Cercam-nos as dúvidas da escolha acertada, que depende da maturidade que já alcançamos e dos ditames dos nossos sentimentos. Instrutores espirituais descem do céu à Terra, todos os dias, em todos os cantos do mundo, e entregam as suas vidas em favor da harmonia de todos. Isso se pode constatar pelos relatos da história universal, sobre as vidas dos grandes homens, e um deles se sobressaiu dentre todos, por ser ele o Responsável Maior de todo o rebanho humano e espiritual pertencente à Terra: Nosso Senhor Jesus Cristo! A Este, a nossa deferência é sobremodo grandiosa, incomparável, pelo Seu amor. Ele poderia ter mandado alguns dos Espíritos puros do Seu sagrado colégio dos altos planos da vida; no entanto, veio Ele mesmo sentir as nossas necessidades e nos abençoar, vivendo a vida como homem.

A vida está cheia de encantos e segredos, guardados nas dobras do tempo, esperando para serem descobertos pelos Espíritos que são os herdeiros da fabulosa criação de Deus.

Ainda vivemos sob o regime de provações difíceis, e elas nos cegam e tolhem a nossa razão, de sorte a não vermos as coisas sagradas nem analisar com proveito as coisas nobres. Para sairmos desse disfarce da verdade, devemos apelar para as mãos de Jesus, que tem recursos inumeráveis para nos assistir; todavia, Ele nos mostra todos os meios de nos libertarmos mas, o processo da libertação depende de nós. Os caminhos com Jesus estão abertos; necessário se faz que caminhemos. Quem não sabe fazer a sua parte ainda não está vivendo.

Mesmo que todos os recursos da vida estejam acenando ou investindo sobre ti, eles são como a água que se encontra em toda parte, mas, como já falamos antes, é indispensável que a bebamos para saciar a sede. A nossa parte é indispensável, tornamos a dizer quantas vezes forem necessárias, para nos conscientizarmos desta verdade.

Se alguém, em nome da verdade, já bateu em nossas portas buscando nos acordar do sono da ignorância, façamos o mesmo com os que viajam conosco no caminho. A humanidade está sendo curada, e os que desejam a saúde, atendem à voz do Mestre: Levanta-te e anda.

Antes de Jesus, as iniciações eram todas à portas fechadas. Depois d'Ele, as portas se abriram. Os mais altos ensinamentos estão próximos das nossas mãos, e outros nos procuram, como que batendo às nossas portas, as portas dos sentimentos.

O sentido dos conceitos espiritualistas de hoje é mais profundo, e os Espíritos superiores se empenham cada vez mais com o destino dos homens. Quantos deles se revestem da roupagem de carne para ajudar a humanidade? Muitos. E esses têm a sagrada missão de abrir portas mais sensíveis da mediunidade na Terra, para que o mais alto possa falar com mais desembaraço aos homens; é o intercâmbio do Céu com a Terra. As religiões do mundo, para assegurarem a sua própria existência entre as criaturas, para não ficarem somente na história, precisam acompanhar o progresso, adaptando-se à realidade, e sem os avisos conscientes do mundo espiritual, não poderão existir. Sem se apoiar em leis da reencarnação estabelecidas pelo Criador, como poderão firmar seus alicerces na sólida estrutura da verdade? Muitas outras leis devem ser conhecidas neste fim de milênio, para que essa verdade se amplie em todos os setores dos acontecimentos humanos.

Adorar a Deus, a Jesus, aos santos e aos místicos, deixando de lado o cumprimento das leis que vigoram na eternidade, é hipocrisia, é ignorância, que não deixa a inteligência acudir às necessidades do coração. Nós não fomos feitos desiguais uns dos outros; a verdade é uma só para todos. O sol é o mesmo, doando vida para toda a família solar. Deus é unidade de vida e de amor; classifiquemo-Lo com o nome que nos aprouver, é a mesma realidade que nos sustenta e dinamiza nossas forças. Há tempos que os Espíritos superiores batem às portas da humanidade, no sentido de ofertar a todas as criaturas as coisas de Deus, com mais elevação. Antes, o faziam veladamente, ocultando certas verdades, porque a luz sem os devidos anteparos pode cegar. Não obstante chegou o momento de uma luz maior ser colocada em cima da mesa, sem restrições, porque o progresso está pedindo e o trigo já dá sinais de maturidade e já pode ser arrancado junto com o joio, e este último ser lançado ao fogo, e queimado para a devida liberdade do trigo. Quem tiver entendimento que entenda o que se ouve ao abrir as portas. Confiemos e esperemos em Deus, que Ele nos enviará Jesus novamente, mas desta vez, pelas vias do coração, para que Ele reforme os nossos sentimentos e acenda luzes na nossa consciência.

A extensão do trabalho nos campos espirituais em que habitamos é imensurável, e o colocamos na pauta das nossas conversações como sendo a própria vida, palpitando na emoção da vida maior: Deus. Curiosa se nos apresenta a individualidade de cada criatura e a diferença que os seus sentimentos assinalam, como portas que se abrem para o engrandecimento espiritual e divino.


Lancellin











Bezerra de Menezes - Livro Bezerra, Chico e Você - Chico Xavier - Cap. 56 - Escolta bendita



Bezerra de Menezes - Livro Bezerra, Chico e Você - Chico Xavier - Cap. 56

Escolta bendita


Somos uma grande família com responsabilidades definidas e compromissos graves, solicitando-nos entendimento e dedicação. Obra de sacrifício pessoal e devotamento incessante que não podemos esquecer.

As tarefas programadas para a quadra presente do estágio humano são estas de fato — as tarefas da Humanidade em que naturalmente vos distinguireis pelo espírito de consagração à Causa do Bem.

Amparemo-nos uns nos outros.

Sejamos a escora daquele que fraqueja e o consolo de quantos se encontrem às portas do desalento, porque, em verdade, cada um de nós tem os seus dias de testes maiores, à frente da aflição, com a necessidade premente de apoio, perante aqueles que nos partilhem a experiência.

Cada um de nós está vinculado a situações determinadas quanto a dar e receber.

E para que venhamos a receber é preciso dar e dar sempre, com o bem aos outros, para que o bem nos escolte em nosso combate bendito objetivando evitar a vitória do mal, com a vitória do bem que partirá invariavelmente de nós mesmos.


Bezerra










(De mensagem  recebida em 1.04.1969.)

sábado, 9 de maio de 2026

Miramez - Livro Filosofia Espírita - Vol. IV - João Nunes Maia - Cap. 27 - Lucidez ampliada

 

Miramez - Livro Filosofia Espírita - Vol. IV - João Nunes Maia - Cap. 27


Lucidez ampliada

 
180. Passando deste planeta para outro, conserva o Espírito a inteligência que aqui tinha?

“Sem dúvida; a inteligência não se perde. Pode, porém, acontecer que ele não disponha dos mesmos meios para manifestá-la, dependendo isto da sua superioridade e das condições do corpo que tomar.” (Veja-se: “Influência do organismo”. Cap. VII, para 2ª.) O Livro dos Espíritos. 

 
O Espírito na sua jornada, em se despertando, não perde a lucidez; ele, cada vez mais, acende a sua luz, aprimorando condições e compreendendo cada vez mais as leis que o protegem e assistem.

Ao passar para outros mundos, se esse for o caso, conserva a sua inteligência e dela faz uso no que for necessário, ampliando suas experiências no que deve aprender. O Espírito somente fica embotado no caso de provações; no entanto, é uma situação temporária. O que aprendeu, ele nunca esquece. A consciência profunda guarda como se fosse um livro divino, a pulsar no coração da alma.

Os corpos que o Espírito toma num mundo ou em outro, tem alguma influência sobre a inteligência, entretanto, com o tempo o Espírito domina todas as suas condições e sempre se sobressai; a matéria é simples instrumento da alma, em despertamento para a luz.

Os conhecimentos sobre a chama divina na divina ascensão espiritual ainda são reduzidos. Estamos estudando, como alunos das primeiras letras no alfabeto da vida, e alegramo-nos ao dar mais um passo, na área infinita do aprendizado.

A Doutrina dos Espíritos, pelas bênçãos de Deus, pelos canais de Jesus, favorece-nos em muitas modalidades as comunicações entre os dois mundos, e da erraticidade se transmite o que se encontra ao alcance para os homens de boa vontade. E o dever desses homens é estudar sobre os trechos lidos, ampliando-os pelos conhecimentos adquiridos, manifestando, assim, a inteligência no condicionamento das belezas imortais da vida. O espiritismo não é apenas uma religião do modo pelo qual se conhece essa filosofia de vida, é uma força do amor de Deus, e um manancial de sabedoria inesgotável.

Tentamos todos os dias repassar para a Terra o que ouvimos dos nossos maiores quando vêm nos visitar no mundo onde habitamos. Certamente que são filtradas as verdades, para que elas não perturbem os que se encontram ainda na carne e com certas provações para passarem. Convém a nós outros, Espíritos fora do corpo, compreender como ouvir de nossos mentores e como transmitir para os que se acham no corpo físico. É um trabalho que fazemos com alegria, principalmente quando sabemos que os nossos companheiros terrenos estão se esforçando no aproveitamento das lições para as quais servimos de canais dos maiores para que, como nós, estão lutando para viver o que ouvem da parte da luz.

Esse esforço constante nos dá maior lucidez, porque ampliamos a sabedoria no processamento da alma, pela energia divina do amor. A vida não tem pressa para que o nosso aprendizado se acelere; ela sabe o grau evolutivo que cada um já conquistou, mas sempre nos dota de condições para a subida. Ela nunca se esquece da escada para cada um, entretanto, nós é que temos de subir, usando os próprios recursos para ascendermos na vida.

Jesus nos deu exemplo inesquecível rumo ao Calvário; deixou que tudo acontecesse para nos mostrar que todos temos de passar por ele, sermos esticados no madeiro das provas, copiando o comportamento que Ele nos fez sentir. Quem aprende espiritualmente, nunca perde; são dons intransferíveis, são valores nossos, abençoados por Deus, pelos nossos esforços.


Miramez











Joanna de Ângelis - Livro Vida: Desafios e Soluções - Divaldo Pereira Franco - Prefácio - O milagre da vida



Joanna de Ângelis - Livro Vida: Desafios e Soluções - Divaldo Pereira Franco - Prefácio


O milagre da vida


Por mais que a mente humana interrogue a respeito da vida, na atual conjuntura do conhecimento intelectual, embora inegavelmente vasto, difícil se torna encontrar as respostas adequadas que lhe facilitem apreender todo o seu sentido e significado.

Reduzindo-a a acasos absurdos, destituídos de qualquer lógica, alguns investigadores simplificaram-na, eliminando maiores preocupações em torno da sua magnitude.

Outros a estabeleceram sobre conteúdos mitológicos de fácil aceitação, graças aos componentes do sobrenatural e do maravilhoso.

O milagre da vida é muito mais complexo e, por isso mesmo, o seu ponto de partida somente pode ser encontrado no Criador que a elaborou e a vem conduzindo através de bilhões de anos, produzindo na sua estrutura as indispensáveis adaptações, desdobramentos, variações…

No que diz respeito à vida humana em si mesma, detectamos sua gênese no Psiquismo Divino, que a concebeu e a inspira, proporcionando-lhe a energia de que se nutre, que a impulsiona ao crescimento através das multifárias reencarnações do Espírito imortal, também denominado princípio inteligente do Universo.

Simples, na sua constituição, liberta as complexidades que se lhe fazem necessárias para o crescimento, qual semente que se intumesce no seio generoso do solo, a fim de alcançar o vegetal que é a sua fatalidade, ora dormindo no seu íntimo.

Ignorante quanto à sua destinação, desperta para a própria realidade mediante as experiências intelectuais e vivências morais que o capacitam para a conquista da plenitude.

À semelhança da semente humilde e nobre, que jamais contemplará a espiga dourada, em razão da morte que lhe faculta o surgimento do grão, o Espírito, na sua simplicidade inicial como psiquismo, não se apercebe do anjo que se lhe encontra silencioso no âmago, e um dia singrará os infinitos rios da Imortalidade.

Esse processo de evolução, no entanto, é assinalado por desafios, cada vez mais graves e significativos, quanto mais se lhe desdobram as faculdades e o discernimento.

O desabrochar dos valores internos é, de certa maneira, dilacerador em todas as espécies vivas.

A vida vegetal rompe a casca protetora da semente, a fim de libertar-se; o mesmo ocorre com o ser humano que se vê envolto pela carapaça forte que o encarcera no princípio e cuja prisão lhe deixa marcas profundas que devem ser eliminadas, na razão direta em que se desenvolve e passa a aspirar a mais amplos espaços e a mais gloriosa destinação.

A luta se lhe faz, portanto, intensa, sem quartel, avolumando-se na medida da capacidade de resistência e de esclarecimento que lhe facultam as vitórias.

Viver é um desafio sublime, e realizá-lo com sabedoria é uma bem-aventurança que se encontra à disposição de todo aquele que se resolva decididamente por avançar, autossuperar-se e alcançar a comunhão com Deus.

Estudamos, neste modesto livro, diversos desafios que o homem e a mulher modernos enfrentam no cotidiano.

Graças ao valioso concurso das doutrinas psíquicas em geral e da Psicologia Espírita em particular, excelentes contribuições existem e se encontram disponíveis para todos aqueles que estão sinceramente interessados na construção de uma consciência saudável, de um ser responsável e lúcido, de uma sociedade feliz.

Não apresentamos nenhuma fórmula mágica, e tal não existe, que possa resolver as dificuldades e os problemas naturais, que fazem parte do processo da evolução.

Todas as propostas e soluções para os desafios existenciais da vida dependem de cada pessoa, do seu esforço, da sua perseverança e da sua ação confiante.

O que não seja conseguido em um momento, mediante a insistência saudável será alcançado depois.

Reconhecemos que existem excelentes obras que abordam alguns, senão a quase totalidade dos temas aqui apresentados, e com melhores contribuições.

A nossa singela colaboração, porém, se fundamenta nos postulados vigorosos da Doutrina Espírita, que vem, desde há quase cento e quarenta anos, quando da publicação de O Livro dos Espíritos, por, Allan Kardec, no dia 18 de abril de 1857, iluminando vidas e libertando consciências.

Confiamos que, embora inexpressiva, a nossa oferenda poderá auxiliar algum leitor que se encontre experimentando.


Joanna de Ângelis
Salvador, 20 de janeiro de 1997.