quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 16 - Se quiseres



Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 16


Se quiseres


Ainda que te sintas anulado pelos obstáculos desse ou daquele teor, se quiseres vencer o clima de inutilidade que a frustração te impõe à existência, faze algo para auxiliar alguém e o Amparo Espiritual soerguer-te-á para mais altos níveis de serviço e renovação.

Ainda que te situes algemado ao leito dos paralíticos, se quiseres volver ao movimento e à saúde, exercita a paciência e a humildade, induzindo os outros a que se façam pacientes e humildes, e o Amparo Espiritual te levantará em vitória e refazimento.

Ainda que respires mergulhado nas correntes do vício, cercado de forças aviltantes, se quiseres entrar no caminho da regeneração, socorre os companheiros de luta, para que te convertas em padrão de virtude.

Ainda que te vejas no porão de sombria penitenciária, amargando a condição de resíduo do remorso e do crime, se quiseres reconquistar o respeito e a confiança do próximo, sustenta a chama do bem nos irmãos de amargura e o Amparo Espiritual felicitar-te-á o roteiro com novas oportunidades de reajuste.

Ninguém vive órfão da Divina Paternidade.

Os Herodes da violência, os Zaqueus da usura, os Nicodemos do preconceito, os Pedros da negação, os Judas da invigilância, os Ântipas do sarcasmo, os Pilatos da indiferença, e os Tomés da dúvida, encontraram, cada qual a seu tempo, o sublime momento renovador, diante do Cristo.

Seja qual for a tua inibição ou a tua dificuldade, é possível te afastes delas, em gradativa libertação.

Para isso, porém, é indispensável te inclines à melhoria, compreendendo que a vontade é a alavanca propulsora em nossos destinos.

Felicidade ou infortúnio, equilíbrio ou desequilíbrio nascem no imo da consciência.

Para que alguém, desse modo, desça à furna das trevas ou se exalte à Culminância da Luz, basta apenas querer.


Emmanuel











Lancellin - Livro Cirurgia Moral - João Nunes Maia - Cap. 26 - Não inventes problemas



Lancellin - Livro Cirurgia Moral - João Nunes Maia - Cap. 26


Não inventes problemas


Inventar problemas é não querer partilhar da paz de Deus. 

Há criaturas que, mesmo sem os tais, começam a imaginar embaraços para a sua própria vida, a fim de atrair atenções de compaixão para a sua situação calamitosa, esquecendo-se de que compaixão sem ação não cura os males nascidos da ignorância.

De certa forma, és criador do teu próprio destino. Se deres abertura à tua imaginação em sentido contrário ao das leis espirituais, sofrerás as consequências dos teus atos impensados, e o remédio para esses males está na tua decisão de modificar o teu modo de ser.

Aquele que tem prazer de soltar a imaginação em busca de fantasias perigosas, verá que tais fantasias poderão materializar-se como inimigos terríveis, exigindo do seu criador promessas feitas pelos sentimentos.

Procura limpar da tua mente a ideação negativa, estuda as tuas fraquezas em relação às tuas ideias e extirpa imediatamente esses tumores mentais, para que eles não passem para o físico, transmutando-se em enfermidades de difícil restauração.

Tu és o que pensas ser e se já trabalhaste muitos anos criando situações perturbadoras para a tua casa mental, é necessário que passes a fazer o contrário. Certamente levarás algum tempo nesta operação-limpeza, mas se não esmoreceres conseguirás, mesmo que a rejeição for atuante em todos os teus caminhos.

Sê perseverante, orando e vigiando em todos os momentos em que for preciso, no sentido de que tenhas em tuas mãos os frutos dos teus esforços.

Quem não inventa problemas, deve se posicionar como livre das investidas dos mesmos. Entretanto, não basta somente deixar de imaginar coisas negativas. É indispensável criar dentro, e em torno de nós, condições de viver a positividade da vida.

Se por força do passado, o carma te cobrar o que fizeste em outra encarnação, nas linhas da justiça, não te revoltes contra a Lei. Cede às evidências e respeita o programa evolutivo através de teu proceder, como aquele que ama até a própria dor, estudando e entendendo as lições, que o peso da cruz será aliviado, de modo a estranhares a melhora e sentires a bondade de Deus em teus caminhos.

A obediência é força imensa a nos ajudar em todos os nossos transes difíceis.

A tua imaginação deve ser aproveitada para a tua felicidade.

Os pensamentos se movem gastando energias divinas, existentes em abundância no grande suprimento.

Entrementes, responderás pela tua cota se gastares, em desacordo com as diretrizes da Lei.

Se todas as manhãs, ao acordares, a melancolia estiver aflorada em tua mente, com tendência a passar para a tua palavra, luta com ela também, todos os dias, e expulsa-a do teu convívio, pois este estado negativo poderá transformar-se em variadas modalidades de sofrimentos, capazes de levar-te ao desespero.

És um soldado e a tua mente, um campo de batalha. Tu deves ser o vencedor!

Não estranhes os contrários. Eles sempre aparecem ante aqueles que desejam estabelecer harmonia no mundo interno e saúde nos corpos. Evita criar problemas e estarás edificando a tua própria felicidade.

Quando junto aos companheiros, não facilites ambiente propício ao surgimento de problemas, pois mãos invisíveis estarão te ajudando neste abençoado labor de espargir luzes, por onde os teus passos deixarem as marcas do Bem.


Lancellin

















Emmanuel - Livro Nosso Livro - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 28 - Acorda e segue



Emmanuel - Livro Nosso Livro - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 28


Acorda e segue


Desde o primeiro instante da Boa Nova, Jesus vem estimulando a mente das criaturas, anestesiadas nos convencionalismos da Terra, para a luminosa aquisição da glória divina.

Na Manjedoura, desperta o espírito popular induzindo-o à simplicidade edificante.

"E deu à luz a seu filho primogênito; enfaixou-o, reclinou-o numa manjedoura; porque não havia lugar para eles na estalagem." (Lucas, 2:7)

No Templo, desentorpece o ânimo dos doutores.

"Aconteceu que três dias depois o acharam no Templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e fazendo-lhes perguntas." (Lucas, 2:46)

Nas bodas de Caná, transforma a água em vinho, inspirando indagações novas àqueles que o observam.

"Esse prodígio inicial Jesus o fez em Caná de Galileia, manifestando sua glória, e seus discípulos creram nele." (João, 2:11)

No Monte, multiplica pães e peixes, para que a multidão medite nos celeiros da eternidade.

"Tendo mandado à gente que se recostasse sobre o feno, pegou os cinco pães e os dois peixes, olhou para o céu e, abençoando-os, repartiu-os com os discípulos, e os discípulos com o povo." (Mateus, 14:19)

No Poço de Jacob, pede água à mulher samaritana, instilando-lhe a sede das águas vivas.

"Respondeu-lhe Jesus: Todo aquele que bebe desta água tornará a ter sede; mas o que beber da água que eu lhe hei de dar, nunca jamais terá sede." (João, 4:13)

Nas estradas comuns, reergue paralíticos e loucos, cegos e leprosos, imprimindo-lhes novo rumo à jornada terrestre.

Na desolada casa de Betânia, ressuscita um amigo morto, para que a ideia de imortalidade vibre no santuário familiar.

"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; o que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá." (João, 11:25)

No Horto, acorda os discípulos adormecidos.

"Depois veio ter com seus discípulos e achando-os dormindo, disse a Pedro: Então, não pudeste uma hora vigiar comigo?" (Mateus, 26:40)

Na cruz, entrega o coração ao Pai Supremo, em dolorosa vigília, a fim de que os seguidores do Evangelho aprendam a morrer no trabalho e no testemunho.

"Jesus dando um grande brado, disse: Pai, nas tuas mãos encomendo o meu Espírito. E dizendo estas palavras, expirou." (Lucas, 23:46)

Na Ressurreição, exorta Maria de Magdala a reavivar o bom ânimo, nos companheiros abatidos.

"Então lhes disse Jesus: Não temais, ide, dai as boas novas a meus irmãos para irem a Galileia, que lá me verão." (Mateus, 28:10)

No caminho de Emaús, refaz a coragem e a confiança de dois apóstolos conturbados.

"Então disseram um para o outro: Não é verdade que sentíamos abrasar-nos o coração, quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?" (Lucas, 24:32)

E ainda, nas repetidas reuniões em Jerusalém, ressurge materializado entre os aprendizes, revelando-lhes, nas chagas que Tomé examina, a continuidade do seu ministério de trabalho e renúncia até à perfeição final do mundo.

"Estando ainda falando nisto, apresentou-se Jesus no meio deles e disse-lhes: Paz seja convosco; sou eu, não temais." (Lucas, 24:36)

"Logo disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos, chega também a tua mão, e coloca-a no meu lado, e não sejas incrédulo, mas fiel."

Meu amigo, se procuras o Cristo, acorda e segue para diante, trabalhando e amando, construindo para o bem e perdoando sempre.

Em verdade, todos os seres da Terra, desde o verme ao sábio, vivem e sentem, alimentam-se e se reproduzem, mas não te esqueças de que somente Jesus é o Doador da Vida Abundante.


Emmanuel












terça-feira, 27 de outubro de 2026

Bezerra de Menezes - Livro Lindas Mensagens de Bezerra de Menezes - Divaldo Pereira Franco / Silvio R. Rodrigues - Cap. 29 - Chama Divina



Bezerra de Menezes - Livro Lindas Mensagens de Bezerra de Menezes - Divaldo Pereira Franco / Silvio R. Rodrigues - Cap. 29


Chama Divina


Ante os conflitos que explodem no mundo, conserva-te em paz.

Não te deixes envolver pelo pessimismo.

Continua servindo e abençoando a vida.

O bem triunfa sempre.

A pouco e pouco, o homem ergue-se das sombras para luz.

Não cedas às sugestões da descrença.

A dor desperta as consciências adormecidas.

Ora e confia no futuro.

Por mais se alteiem as labaredas do ódio, o amor é chama divina a dissipar o mal.

Lembra-te que o Senhor permanece velando.


Bezerra de Menezes















segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Joanna de Ângelis - Livro Momentos Enriquecedores - Divaldo Pereira Franco - Cap. 5 - Mais paciência



Joanna de Ângelis - Livro Momentos Enriquecedores - Divaldo Pereira Franco - Cap. 5


Mais paciência


O exercício da paciência se afigura como de vital importância para o sucesso nas experiências da evolução humana.

O cansaço, a desmotivação, a rotina e outros fatores estressantes, na área do comportamento, geram a irritação, a má vontade, o ressentimento, que respondem por estados emocionais perturbadores, exteriorizando-se como agressividade, violência e pessimismo.

Os dias atuais se caracterizam por essas condições desgastantes, que levam a desequilíbrios lamentáveis.

Grassam o desamor - fruto espúrio do egoísmo a ganância espectro sórdido da insegurança emocional - a insatisfação - efeito mórbido das frustrações nos relacionamentos e nas aspirações desvairadas.

As pessoas atropelam-se umas às outras, na busca de ilusões que esperam materializar, e que se transformam em pesadelos tormentosos.

O sentido ético da existência faz-se substituído pela sensação do prazer incessante, e, na sua busca, todos os expedientes são considerados valiosos, sem qualquer respeito ou consideração pelos anelos e ideais alheios.

Diante da grave conjuntura, não há outra alternativa para a conduta digna, senão através da paciência.

A paciência é virtude que rareia entre as criaturas. A pressa, a ansiedade, a compressão psicossocial estão provocando distúrbios expressivos na forma de vida, conspirando contra a paciência.

Cultivada com serenidade sobre as bases da confiança irrestrita no amor de Deus, ela se instala e irradia-se poderosa.

A paciência logra vencer o tempo, as circunstâncias, as ocorrências ameaçadoras ou nefastas.

Sabe aguardar, porque compreende que existe um processo responsável por todos os acontecimentos. Qualquer precipitação, mesmo quando coroada de êxito, redunda em qualidade inferior de resultados.

As ações morais decorrem dos recursos amealhados no sentimento e na razão, a se manifestarem através das oportunidades próprias.

A paciência, para fixar-se, toma como paradigma o esforço pela modificação pessoal, alteração da óptica mediante a qual considera a vida e o interesse em plenificar-se.

Este companheiro, em quem confias, é desleal para contigo.

Age com paciência, em relação a ele.

Esse afeto não corresponde lealmente aos teus sentimentos. Não te perturbes, mantendo-te paciente.

O filho é rebelde e ingrato. Ama-o com paciência, porquanto, na sua imaturidade não tem parâmetros para medir os teus valores e grandeza.

O patrão, o auxiliar, o colega, a esposa, o marido, o irmão, seja quem for no teu caminho, não corresponde ao que esperavas, à tua dedicação, aos teus esforços. Não te desalentes, resguarda-te na paciência e segue adiante.

A vida é mestra para todos. Eles aprenderão mais tarde, sob as circunstâncias que gerarem para si.

Jesus sabia que Pedro iria negá-Lo. Advertiu-o, porém, não o impediu, deixando que o amigo, então invigilante, aprendesse por experiência pessoal.

O Mestre conhecia a debilidade moral de Judas e admoestou-o.

Poderia tê-lo expulsado do Colégio Apostólico, mas não o fez.

Facultou que o discípulo enganado amadurecesse, mediante a vivência própria.

São os débeis morais - os ingratos, frágeis, ignorantes, rebeldes, presunçosos - que precisam de ajuda. Abandoná-los, à própria sorte, é decretar-lhes a falência, a desdita.

Tem, pois, paciência com eles, com todos aqueles que se tornam problema para ti, que criam dificuldades e te perturbam.

Vale a pena investir nesses corações necessitados, que ignoram a carência e a infelicidade pessoal.

Reveste-te de paciência, e segue em confiança no rumo da tua perfeição.


Joanna de Ângelis












Emmanuel - Livro Confia e Segue - Chico Xavier - Cap. 14 - Refletindo juntos



Emmanuel - Livro Confia e Segue - Chico Xavier - Cap. 14


Refletindo juntos


Inegavelmente, a preocupação estéril em torno da morte, no Plano Físico, é assunto que se deve arredar das atividades da vida.

Não acontece o mesmo, porém, com relação ao tempo de que a criatura dispõe no espaço limitado da reencarnação.

Reportamo-nos a semelhante contraste para salientar a importância do bem que se deve fazer no quadro das horas.

Reflitamos nisso e, quanto se te faça possível, não adies a realização dos teus propósitos de tudo ajustar, no próprio caminho, aos imperativos da consciência tranquila e feliz.

Se guardas o projeto de construir para auxílio aos pequeninos sofredores, começa amparando a esta ou aquela criança necessitada de apoio.

Se pretendes criar um grande estabelecimento de socorro para as mães desvalidas, principia protegendo alguma de nossas irmãs situadas na maternidade de sacrifício.

Se idealizas a fundação de obras destinadas à assistência em favor de nossos irmãos idosos, do ponto de vista da existência terrestre, inicia-te na sustentação de algum companheiro que o tempo e a doença invalidaram para o trabalho, esquecido nas retaguardas do sofrimento.

Se desejas estender o coração numa dádiva a determinado amigo, faze isso sem delongas.

Se tiveste problemas com a família e te propões liquidá-los, usa paciência e carinho, empreendendo, para logo, essa iniciativa de pacificação.

Se algum erro, porventura, emerge das tuas experiências pessoais de passados dias, aproxima-te de quantos se consideram teus desafetos e solicita desculpas, ainda que isso te custe desapontamentos e lágrimas.

Através do melhor a realizar, procura a paz contigo mesmo.

E não creias que a nossa palavra apresente qualquer conteúdo de alarme ou qualquer nota de pessimismo.

Se consegues discernir situações e meditar nas oportunidades de elevação que a existência nos oferta, seja qual seja a idade em que te encontras, no corpo físico, em matéria de fazer todo o bem que a vida espera de ti, podes crer que agora é mais tarde do que pensas.


Emmanuel












domingo, 25 de outubro de 2026

Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 118 - Ante a palavra do Cristo



Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 118


Ante a palavra do Cristo

 
“… As palavras que eu vos disse, são espírito e vida.” — JESUS (João, 6:63)


Em todos os tempos surgem no mundo grandes Espíritos que manejam a palavra, impressionando multidões; entretanto, falam em âmbito circunscrito, ainda quando se façam ouvidos em vários continentes.

Dante define uma época.

Camões exalta uma raça.

Shakespeare configura as experiências de um povo.

Voltaire exprime determinada transformação social.

A palavra de Jesus, no entanto, transcende lavores artísticos, joias literárias, plataformas políticas, postulados filosóficos, fórmulas estanques. Dirige-se a todas as criaturas da Terra, com absoluta oportunidade, estejam elas nesse ou naquele campo de evolução.

É por isso que a Doutrina Espírita a reflete, não por mera reforma dos conceitos superficiais do movimento religioso, à maneira de quem desmontasse antigo prédio para dar disposição diferente aos materiais que o integram, em novo edifício destinado a simples efeitos exteriores.

Os ensinamentos do Mestre, nos princípios espíritas-cristãos, constituem sistema renovador, indicação de caminho, roteiro de ação, diretriz no aperfeiçoamento de cada ser.

Quando os manuseies, não te julgues, assim, apenas como quem se vê à frente de um espetáculo de beleza, junto do qual devas tão somente chorar, seja nutrindo a fonte da própria emotividade ou penitenciando-te, quanto aos próprios erros.

Além das lágrimas, aprendamos igualmente a pensar, a purificar-nos, a reerguer-nos e servir.

A necessidade da alma é semelhante à sede ou à fome, ao desajuste moral ou à moléstia, que são iguais em qualquer clima.

A lição do Cristo é também comparável à fonte e ao pão, ao fator equilibrante e ao medicamento, que são fundamentalmente os mesmos, em toda parte.

No trato, pois, de nós ou dos outros, é forçoso não olvidar que o próprio Senhor nos avisou de que as suas palavras são espírito e vida.


Emmanuel












(Reformador, agosto de 1962, p. 170)