sexta-feira, 6 de março de 2026

Emmanuel - Livro Harmonização - Chico Xavier - Cap. 17 - Fórmula



Emmanuel - Livro Harmonização - Chico Xavier - Cap. 17


Fórmula


“Sujeita-nos, pois, a Deus, resisti ao diabo e ele fugirá de vós.” — (Tiago, 4.7)


É justo que as nações pacificadas e laboriosas interpretem a guerra como enfermidade da civilização.

Como toda moléstia, naturalmente será portadora de determinados benefícios ao porvir do mundo, mas os que não a provocam, restringindo-se aos serviços de defesa, têm o direito natural de observar-lhe a natureza venenosa, propinando-lhe a necessária medicação.

O Evangelho não omite indicações preciosas, nesse capítulo da evolução planetária. Tiago oferece valiosa fórmula em certo versículo de sua epístola à comunidade mundial dos discípulos.

Aconselhando submissão a Deus e resistência ao adversário da Ordem Divina, solucionou melindroso problema que há ensandecido grandes cérebros da humanidade em todos os tempos.

Povos e coletividades diversas são atormentados com a pergunta: — “Participar da guerra? Entrar na guerra?”

Semelhantes interrogações, todavia, não interessam. O que preocupa de fato, o homem de bem, é saber aceitá-la.

O farisaísmo fermenta o desafio do Calvário. Jesus aceitou-o, obedecendo ao Bem e resistindo ao mal.

Os romanos orgulhosos lançaram a guerra sobre os continuadores do Mestre Divino. Os cristãos aceitaram-no, atendendo o Cristo e resistindo aos adversários d’Ele.

Os aprendizes da atualidade encontram interrogativas difíceis que é preciso responder prontamente.

O discípulo esclarecido não deve ignorar que existem diabos nos infernos visíveis e invisíveis das consciências desviadas.

É imprescindível, portanto, continue cada qual de pé para o trabalho dignificante com o Mestre, sujeitando-se aos rigores da luta que lhe sobrevenham pela Vontade do Altíssimo, resistindo, porém, aos inimigos do bem, da Verdade e da Luz, porque, o contrário disso será fugir à Construção do Cristo, na Terra, quando Jesus concedeu-nos lugar em Suas Obras, a fim de que o mal fuja de nós.


Emmanuel










Lancellin - Livro Iniciação - Viagem Astral - João Nunes Maia - Pág. 180 - Escola Divina



Lancellin - Livro Iniciação - Viagem Astral - João Nunes Maia - Pág. 180


Escola Divina


A vida é uma escola que nos recebe a todos como alunos do coração de Deus, e a harmonia é tamanha, que ela não se esquece de nos ofertar somente aquilo que suportamos, dentro do aprendizado a que fomos chamados. Todavia, ser-nos-á de grande valia, sabermos aproveitar o tempo, pelo canal que se chama esforço próprio.

Chegou a hora do progresso científico ceder lugar ao progresso moral, pois na Terra os dois estão defasados nos caminhos de ascensão. Pelo menos até agora, a moral se encontra em plano secundário, de modo a não incomodar os doutos e não exigir muito dos pesquisadores da verdade, que ainda não saíram do campo imensurável da teoria.

O objetivo principal das religiões, principalmente da Doutrina Espírita, é a transformação do homem. É a valorização da conduta reta, buscando meios e ampliando conceitos, para que os povos se conscientizem da educação dos sentimentos.

O campo científico avançou em todos os rumos, de sorte a se perder, por vezes, nos seus emaranhados impulsos de bem-estar; contudo, suas raízes estão presas a princípios devastadores, onde a dor e o infortúnio se alastram sem piedade. Fortunas e mais fortunas se gastam para descoberta de engenhos mortíferos, e muito mais na sua conservação. Vejamos até que ponto chegou a humanidade: conservar o instrumento da morte!

As verbas para a educação são sempre restritas e às vezes nenhuma. Educação de que falamos, não é o desenvolver somente do intelecto, é mexer também com os valores do coração. É salientar a escola do amor, onde ela estiver com mais evidência.

Nada falta no mundo. O que se encontra em carência é, por excelência, a falta de moral. E moral não é apenas o que toca ao desregramento sexual; é o conjunto de conduta estabelecida pelo Cristo de Deus, há dois mil anos.

Aguardamos o tempo de poderem os homens estudar a ciência do amor, da caridade, dos direitos humanos e também os direitos de todos os reinos da natureza. Os engenhos de guerra e as guerras de todos os tipos, nos mostram o zero da moral dos homens, e de falanges e mais falanges de Espíritos inferiores que eles atraem, pela lei dos semelhantes. A destruição vem, por faltar o amor nos corações; não o amor egoísta, não somente o amor familiar, mas o amor universal, aquele ensinado pelo Divino Amigo, Nosso Senhor Jesus Cristo.

Enquanto milhares de homens debatem nos parlamentos, nas instituições, em campos abertos, nos meios de comunicação das massas, sem encontrar a solução para o equilíbrio dos povos e da natureza, Jesus, somente com uma frase, encontrou a solução há vinte séculos atrás: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

E fiquem todos sabendo que, quando a moral é renegada como coisa sem importância, a natureza se revolta pelos meios de que dispõe, e destrói o que foi feito pelo suor e pelo sangue dos sofredores.

Estais caminhando inconscientemente para uma batalha dessas, e pedimos a Deus que vos dê mais tempo para pensar, porque um dia de reajuste, de mudança na mente coletiva, já serve para minorar a cólera do tempo.

Muitas filosofias já estão carcomidas pela indiferença. Muitas religiões cederam pelo medo da força, se acovardaram diante das armas, aliando-se à política, esquecendo o divino que deve ser acordado no humano. E isto é muito sério, para os que respondem ante o Todo Poderoso.

Nós viemos para uma Escola Divina, para ajudar na educação das escolas humanas. As religiões deveriam se unir, esquecendo regras humanas que são passageiras, e intensificando nas bases de todas, o amor e a caridade. O próprio Evangelho nos leva a esta conclusão.

"Uma vara é fácil de ser quebrada, ao passo que um feixe delas torna-se mais difícil", nos diz a sabedoria popular. Os seres humanos estão muito próximos dos animais, nos sentimentos. Estes, quando soltos na invernada, se agrupam por qualidade, e expulsam alguns que se intrometem. Os homens que já alcançaram a civilização, que já conquistaram as claridades do raciocínio, fazem pior: investem-se contra seus irmãos para aniquilá-los, em nome d'Aquele que protege a todos com o mesmo amor. Contudo, ainda temos esperança de que no amanhã possam trazer novas ideias, mesmo depois dos duros acontecimentos que deverão marcar o fim de todos os ódios.

A falta de honestidade no seio da família humana traz o desequilíbrio e ela é nascida no apego às coisas da Terra, no orgulho e no egoísmo.

Quantos tratados de paz são assinados no mundo?... E continuamos a viver em plena guerra, guerra de todos os tipos; sabem por quê? Porque a guerra é a antítese do amor; onde uma estiver, o outro não existe.

Convidamos todos os homens para cerrar fileiras, estabelecendo, onde estiverem, campo propício ao amor e à caridade. Não os estamos convidando para participarem desta ou daquela instituição, mas da Religião do Amor, onde o Cristo abre os braços e acolhe a todos.

Dentro da organização a que pertencem, podem trabalhar para que cresça o amor em todos os corações. O melhor combate às guerras, às mentiras, à desonestidade, à imoralidade em geral, é incentivarmos e exemplificarmos as virtudes ensinadas e vividas por Jesus. Vamos viver, como pregou um grande místico oriental: "a não violência", a não agressão.

Procuremos ingressar na Escola Divina: pensar, escrever e ler, falar e agir, somente em áreas onde o amor universal nos chamar a servir.


Lancellin












quinta-feira, 5 de março de 2026

Emmanuel - Livro da Esperança - Chico Xavier - Cap. 77 - Espiritismo e nós



Emmanuel - Livro da Esperança - Chico Xavier - Cap. 77


Espiritismo e nós


“Se me amardes, guardareis os meus mandamentos.” — JESUS (João, 14:15).

“O Espiritismo vem realizar, na época prevista, as promessas do Cristo. Entretanto, não o pode fazer sem destruir os abusos.” — (E.S.E - Cap. XXIII, 17)


Todas as religiões garantem retiros e internatos, organizações e hierarquias para a formação de orientadores condicionados, que lhes exponham as instruções, segundo o controle que lhes parece conveniente.

A Doutrina Espírita, revivendo o Cristianismo puro, é a religião do esclarecimento livre.

Mas se nós, os espíritas encarnados e desencarnados, situarmos nossas pequeninas pessoas acima dos grandes princípios que a expressam, estaremos muito distantes dela, confundidos nos delírios do personalismo deprimente, em nome da liberdade.

Todas as religiões amontoam riquezas terrestres, através de templos suntuosos, declarando que assim procedem para render homenagem condigna à Divina Bondade.

A Doutrina Espírita, revivendo o Cristianismo puro, é a religião do desprendimento.

Entretanto, se nós, os espíritas encarnados e desencarnados, encarcerarmos a própria mente nas hipnoses de adoração a pessoas ou na ilusão de posses materiais passageiras, tombaremos em amargos processos de obsessão mútua, descendo à condição de vampiros intelectualizados uns dos outros, gravitando em torno de interesses sombrios e perdendo a visão dos Planos Superiores.

Todas as religiões cultivam rigoroso sentido de seita, mantendo a segregação dos profitentes.

A Doutrina Espírita, revivendo o Cristianismo puro, é a religião da solidariedade.

Contudo, se nós, os espíritas encarnados e desencarnados, abraçarmos aventuras e distorções, em torno do ensino espírita, ainda mesmo quando inocentes e piedosas, na conta de fraternidade, levantaremos novas inquisições do fanatismo e da violência contra nós mesmos.

Todas as religiões sustentam claustros ou discriminações, a pretexto de se resguardarem contra o vício.

A Doutrina Espírita, revivendo o Cristianismo puro, é a religião do pensamento reto.

Todavia, se nós, os espíritas encarnados e desencarnados, convocados a servir no mundo, desertarmos do concurso aos semelhantes, a título de suposta humildade ou por temor de preconceitos, acabaremos inúteis, nos círculos fechados da virtude de superfície.

Todas as religiões, de um modo ou de outro, alimentam representantes e ministérios remunerados.

A Doutrina Espírita, revivendo o Cristianismo puro, é a religião da assistência gratuita.

No entanto, se nós, os espíritas encarnados e desencarnados, fugirmos de agir, viver e aprender à custa do esforço próprio, incentivando tarefeiros pagos e cooperações financiadas, cairemos, sem perceber, nas sombras do profissionalismo religioso.

Todas as religiões são credoras de profundo respeito e de imensa gratidão pelos serviços que prestam à Humanidade.

Nós, porém, os espíritas encarnados e desencarnados, não podemos esquecer que somos chamados a reviver o Cristianismo puro, a fim de que as leis do Bem Eterno funcionem na responsabilidade de cada consciência.

Exortou-nos o Cristo: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.” E prometeu: “Conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres.” 

Proclamou Kardec: “Fora da caridade não há salvação.” E esclareceu: “Fé verdadeira é aquela que pode encarar a razão face à face.” 

Isso quer dizer que sem amor não haverá luz no caminho e que sem caridade não existirá tranquilidade para ninguém, mas estes mesmos enunciados significam igualmente que sem justiça e sem lógica, os nossos melhores sentimentos podem transfigurar-se em meros caprichos do coração.


Emmanuel







(Reformador, outubro de 1962, p. 223)

Miramez - Livro Cura-te a ti mesmo - João Nunes Maia - Pág. 53 - Igualdade - Confiança nos outros



Miramez - Livro Cura-te a ti mesmo - João Nunes Maia - Pág. 53


Igualdade - Confiança nos outros


Acima de tudo, nós devemos ter confiança em Deus. Confiança é força que acumulamos em nossos caminhos, é alegria que aumentamos na intimidade do coração e amizade que cresce dos outros para nós.

Não podemos cair no esmorecimento, avaliando que somos todos filhos do mesmo Pai; portanto, por que entrar na decadência diante da vida? Já pensaste na grandeza de Deus, nos Seus feitos, no Seu amor e na Sua bondade?

Pensa um pouco na solicitude de Nosso Senhor, e passarás a te revestires de coragem, de alegria, de caridade e mesmo de amor. Presta bem atenção: essa força parte da igualdade, porque se Deus é amor, Ele tanto ama aos outros, quanto a nós. Tira as dificuldades da tua mente e a paz passará a reinar em tua consciência, com todas as forças que te ofertam o melhor, que farão nascer no teu mundo interno o contentamento de viver, por conheceres que o Senhor se encontra contigo, dirigindo-te e te amparando em tuas necessidades.

Seja qual for a criatura, confia nela e, pela tua confiança, faz com que ela se impulsione para frente, animando-a para todas as lutas que porventura surgirem. Observa o quanto Jesus fazia em nome de Deus, por confiar n’Ele e ouvi-Lo, no seu comando.

Nós, os Espíritos, Seus filhos, devemos fazer o mesmo, primeiramente confiando no Criador, e depois na escala infinita das coisas. Vê a casa terrena que, com toda a segurança nos fornece acolhimento a altura das nossas necessidades; é o amor de Deus consubstanciando-se em todas as direções, para o amparo das criaturas.

Mesmo em pensamentos, não te esqueças de confiar nos outros; mesmo em palavras, tem confiança nos companheiros que te cercam, não passando aflições sem comunicar-lhes, que eles têm Deus como Pai de Amor, que os ajuda em qualquer circunstância.

Se tudo e todos são filhos de Deus, nascidos na mesma Luz, por que temer a vida e as coisas? Vamos remover o entulho imprestável da nossa mente, favorecendo somente a vontade do amor, que gera caridade, a força do perdão, que gera amizade, a vontade do entendimento, que gera a paz.

E não podemos nos esquecer de confiar em nós mesmos, de sorte a sustentar a crença na felicidade, certificando-nos de que a vida é difícil de ser interpretada, por causa da sua grandeza; se Deus é a árvore da vida universal, por bem dizer nós somos as flores exalando o perfume que d’Ele vem, que é o alimento da própria existência.

Trabalhemos juntos com o mesmo ideal de servir amando, de servir desculpando, de servir entendendo, que o crescimento vem como justiça do céu para os corações que confiam. Se tudo vem de Deus, para nos é uma alegria saber que Ele é Amor.

Ajuda no que puderes, onde quer que seja; passe ajudando e servindo, fica ajudando e servindo, eleva-te fazendo o mesmo, porque essa é lei universal.

Deus a ninguém desampara, porque tudo e todos são Seus filhos, e Ele deseja que para todos flua o Seu amor, de maneira que o bem-estar seja o bem-estar da própria vida. 

Alimentemos a confiança em Deus, que Ele já confia em nós.


Miramez










quarta-feira, 4 de março de 2026

Emmanuel - Livro Pão Nosso - Chico Xavier - Cap. 28 - E os fins?



Emmanuel - Livro Pão Nosso - Chico Xavier - Cap. 28


E os fins?


“Mas nem todas as coisas edificam.” — PAULO. (1 Coríntios, 10:23)


Sempre existiram homens indefiníveis que, se não fizeram mal a ninguém, igualmente não beneficiaram a pessoa alguma.

Examinadas nesse mesmo prisma, as coisas do caminho precisam interpretação sensata, para que se não percam na inutilidade.

É lícito ao homem dedicar-se à literatura ou aos negócios honestos do mundo e ninguém poderá contestar o caráter louvável dos que escolhem conscientemente a linha de ação individual no serviço útil. 

Entretanto, será justo conhecer os fins daquele que escreve ou os propósitos de quem negocia. 

De que valerá ao primeiro a produção de longas obras, cheias de lavores verbais e de arroubos teóricos, se as suas palavras permanecem vazias de pensamento construtivo para o plano eterno da alma? 

Em que aproveitará ao comerciante a fortuna imensa, conquistada através da operosidade e do cálculo, quando vive estagnada nos cofres, aguardando os desvarios dos descendentes? 

Em ambas as situações, não se poderia dizer que tais homens cogitavam de realizações ilícitas; todavia, perderam tempo precioso, esquecendo que as menores coisas trazem finalidade edificante.

O trabalhador cônscio das responsabilidades que lhe competem não se desvia dos caminhos retos.

Há muita aflição e amargura nas oficinas do aperfeiçoamento terrestre, porque os seus servidores cuidam, antes de tudo, dos ganhos de ordem material, olvidando os fins a que se destinam. 

Enquanto isso ocorre, intensificam-se projetos e experimentos, mas falta sempre a edificação justa e necessária.


Emmanuel












Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 63 - No campo da vida



Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 63


No campo da vida


“Entesourando para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a verdadeira vida.” — PAULO (I Timóteo, 6:19)


Se te encontras interessado no próprio aperfeiçoamento, aproveitar é a palavra de ordem. Repara o exemplo da Natureza.

O pão que te serve é a essência de muitos envoltórios que tornaram para o quimismo da gleba.

O clima reconfortante do lar é produto da limpeza constante.

Se pretendes avançar ao encontro do melhor, despoja-te do inútil.

Muitos aspiram à tranquilidade apegando-se à inquietação, enquanto outros muitos pretendem a primazia da fé, rendendo preito à negação de si próprios.

Querem a paz, guardando-se irritadiços, e anseiam pela segurança do bem, afirmando-se, eles mesmos, tão endividados com o mal que não lhes sobra leve possibilidade de consagração à virtude.

É natural estejamos nós sob a carga de avelhantados problemas. Herdeiros de passado culposo, é preciso revisar as próprias tendências e ajuizar quanto às nossas necessidades para que não estejamos tateando na sombra. Contudo, se aspiramos a melhorar amanhã, é forçoso sermos melhores ainda hoje.

Para isso não vale simplesmente partilhar o trabalho geral, mas selecionar a experiência comum, assimilando-lhe o ensinamento.

Não sintonizarás a antena do coração com as mensagens de toda a parte. Recolherás aquelas que te enobreçam.

Não comprarás aflições. Preocupar-te-ás com o que for justo.

Não te esqueças, pois, de que viver é atributo de todos, mas viver bem é o caminho de quantos se dirigem, leais ao Bem, para a divina luz da Vida Real.


Emmanuel









(Reformador, outubro 1959, página 218)

terça-feira, 3 de março de 2026

Emmanuel - Livro Escultores de Almas - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 8 - Caminhar adiante



Emmanuel - Livro Escultores de Almas - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 8


Caminhar adiante


“Importa, porém, caminhar hoje, amanhã e no dia seguinte…” — JESUS (Lucas, 13:33).


Destacamos do texto do evangelista Lucas esta recomendação do Senhor, para entendermos a importância da continuidade na execução dos deveres que nos cabem na sementeira do bem.

Muitos companheiros começam no serviço do Evangelho, mas depois de alguns dias alegam obstáculos para se imobilizarem através de compromissos com atividades sem proveito; outros se acreditam diminuídos ante os pontos de vista de amigos e param à margem da estrada a fim de se acomodarem com a queixa descabida.

Entretanto, a palavra do Divino Mestre é demasiado límpida para que nos enganemos.

É necessário agir na extensão da luz e na sustentação das boas obras, tanto quanto se nos faça possível.

Não percas tempo com ilusões e queixumes.

Esquece males, sombras, enganos e ofensas e, agindo para o bem, caminha para a frente.


Emmanuel