domingo, 3 de maio de 2026

Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 151 - Rogar



Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 151


Rogar


“… Não se faça a minha vontade, mas a tua.” — JESUS (Lucas, 22:42)

É comum a alteração de votos que formulamos, de planos que fazemos.

Vários propósitos que se nos erigiam na alma, por anseios aflitivos do sentimento, caem, após realizados, nos domínios do trivial, dando lugar a novos anseios.

Petições que endereçamos à Vida Maior, em muitas ocasiões, quando atendidas, já nos encontram modificados por súplicas diferentes.

O que ontem era importante para nós costuma descer para as linhas da vulgaridade e o que desprezávamos antigamente, não poucas vezes passa à condição de essencial.

Forçoso, desse modo, rogar com prudência as concessões da vida.

Poderes superiores velam por nossas necessidades, facultando-nos aquilo que nos é efetivamente proveitoso.

Em circunstâncias diversas, acontecimentos que nos parecem males são bens que não chegamos a entender, de pronto, e basta analisar as ocorrências da vida para percebermos que muitas daquelas que se nos afiguram bens resultam em males que nos dilapidam a consciência e golpeiam o coração.

Todos possuímos amigos admiráveis que se comovem à frente de nossas rogativas, empenhando influência e recurso por satisfazer-nos, prejudicando-se, frequentemente, em nome do amor, por nossa causa, de vez que nem sempre estamos habilitados a receber o que desejamos, no que se refere a conforto e vantagem.

Aprendamos, assim, a trabalhar, esperando pelos desígnios da Justiça Divina sobre os nossos impulsos.

Importante lembrar que o próprio Cristo, na fidelidade a Deus, foi constrangido também a dizer: “Pai, não se faça a minha vontade, mas a tua.”


Emmanuel











(Reformador, janeiro de 1964, p. 8)

Lancellin - Livro Iniciação - Viagem Astral - João Nunes Maia - Pág. 35 - À procura de alguém



Lancellin - Livro Iniciação - Viagem Astral - João Nunes Maia - Pág. 35


À procura de alguém


— Estamos procurando pessoas que queiram trabalhar — disse um nosso companheiro espiritual, com um sorriso peculiar ao seu jeito de agradar aos ouvintes.

E prosseguiu:

— Mas, como é difícil achar tais irmãos com a necessária disposição! Nas primeiras vezes em que saímos em busca deles, assomou em mim uma grande alegria, por ter aparecido uma multidão atendendo, prestativa, ao chamado de Jesus para laborar em Sua vinha de luz; entretanto, no decorrer do tempo, muitos deram mostra de cansaço, de enfado no trabalho e poucos permaneceram até o fim.

— Meus companheiros, isso não nos decepciona mais — retruquei de bom humor. — Já estamos acostumados com o demorado processo de despertar das almas. A marcha de ascensão de todos nós obedece às mesmas leis. Se alguns da nossa retaguarda são morosos no aprendizado e se os que estão na nossa dianteira, nossos benfeitores espirituais, nos toleram, como proceder com os mais novos que nos pedem amparo?

Graças a Deus, o Mestre não Se esqueceu, no Seu esquema de preceitos, das advertências acerca dos entendimentos, valorizando todas as criaturas como filhas de Deus, com os mesmos direitos e deveres, de acordo com as capacidades já afloradas. O amai-vos uns aos outros é a porta principal no levante das almas, e a instrução nos dá a certeza da preciosidade do amor.

O nosso companheiro prosseguiu, na sua fala agradável:

— Se já sabemos que é assim, o nosso dever é dar continuidade à busca; buscar é pedir, e pedir é orar. Podemos lembrar do pedi e obtereis de Jesus, como sendo uma prece e saibamos que o tempo responderá aos nossos anseios. É justamente nessan compreensão que não desfalecemos na procura. Vamos convidar, convidar sempre os de boa vontade, desde que eles se comprometam a obedecer às regras do nosso trabalho, que não são simples.

Entabulamos, então, uma conversação proveitosa por muito tempo, estudando os meios mais corretos de arrebanhar trabalhadores para o serviço de Nosso Senhor Jesus Cristo, cuja vinha é imensa, havendo lugar e trabalho para todos, cada um na sua especialidade, para que o todo se harmonize. Alguns pessimistas na Terra, acham que está havendo uma inversão de valores, no entanto, podemos afirmar que tudo isso é aparente. A lei não permite a regressão do divino para o humano e quem já subiu pode descer somente em missão de ensinar, nunca se esquecendo do que sabe.

O mundo está avançando. A humanidade, de algum tempo para cá, calçou a bota de sete léguas e está descortinando segredos nunca antes pensados, em todas as direções do saber e do amor.

O grupo de trabalhadores a que pertencemos está empenhado em libertar o homem, reforçando a nossa liberdade também. Quando o encarnado abrir os braços, aquela emoção tão esperada dos princípios da libertação, ser-nos-á motivo de muita alegria, porque é certo que os valores exteriores nos dão uma compensação grandiosa para a vida, todavia, a realidade para nós é o mundo interno. Quando alcançarmos a harmonia interior, a serenidade imperturbável, teremos encontrado a chave da felicidade, porque atraímos do mundo exterior de acordo com o que somos por dentro. Neste porte de entendimento, ninguém engana a lei do semelhante buscar o semelhante.

Às vezes, encontramos alunos de muita capacidade intelectual, com a mente acentuada nas letras, na ciência, na filosofia e, por vezes, conhecedores de todas religiões, mas cujos sentimentos vibram longe do que afirmam. Estão, ainda, hipnotizados por ideias inferiores que os prendem às trevas; usam da capacidade de que dispõem, da força espiritual, para conquistarem os monstros criados por eles mesmos e se amarram com Espíritos malfeitores que os deixam atordoados nos seus caminhos.

Qualificar a moral evangélica e progredir na vivência desses preceitos não é fácil, sabemos, porém, o esforço deve ser contínuo, diário, para que o tempo nos condicione sobremodo a viver no Bem e nos sintamos felizes com isso.

No nosso campo de aprendizado, as principais coisas são obediência, trabalho e amor em tudo o que pretendemos fazer. Nunca discutimos com os nossos superiores, quando pedimos explicações daquilo que, por vezes, não entendemos. A moral, no nosso plano de ação, é como se fosse um ídolo que todos adoramos, estimando cada vez mais aquele que alcançou a elevação. E eles nos ensinam sempre com o exemplo, que vibra em nós como se fosse uma voz de luz, nos escaninhos da nossa consciência.

É bom que compreendamos que moral é um conjunto de regras absolutamente afins, leis que harmonizam desde a massa do neutrino, na sua específica sutileza, aos aglomerados dos mundos e sóis. Ela orienta os instintos em todos os seus impulsos, como os voos interplanetários na ação dos computadores e alcança nos seres humanos uma amplitude maior pela consciência e liberdade de escolha.

Moral é um todo de luz, que pode se acender em todos os canais do coração, pelas vias da inteligência. Entretanto, quando não obedecemos a certas linhas, nossos caminhos se tornam perturbados, recebendo o que escolhemos por lei justa, já especificada no livro da Vida.

No nosso campo de aprendizado, as principais coisas são obediência, trabalho e amor em tudo o que pretendemos fazer.


Lancellin












Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 51 - No solo do espírito



Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 51


No solo do espírito


“E outra caiu em boa terra e deu fruto; um a cem, outro a sessenta e outro a trinta.” — JESUS (Mateus, 13:8)


Referindo-nos à parábola do semeador, narrada pelo Divino Mestre, lembremo-nos de que o campo da vida é assim como a terra comum.

Nele encontramos criaturas que expressam glebas espirituais de todos os tipos.

Homens-calhaus…
Homens-espinheiros…
Homens-milhafres…
Homens-parasitas…
Homens-charcos…
Homens-furnas…
Homens-superfícies…
Homens-obstáculos…
Homens-venenos…
Homens-palhas…
Homens-sorvedouros…
Homens-erosões…
Homens-abismos…

Mas surpreendemos também, com alegria, os homens-searas, aqueles que reunindo consigo o solo produtivo do caráter reto, a água pura dos sentimentos nobres, o adubo da abnegação, a charrua do esforço próprio e o suor do trabalho constante, sabem albergar as sementes divinas do conhecimento superior, produzindo as colheitas do bem para os semelhantes.

Reparemos a vasta paisagem que nos rodeia, através da meditação, e, com facilidade, por nossa atitude perante os outros, reconheceremos de pronto que espécie de terreno estamos sendo nós.


Emmanuel








(Reformador, fevereiro de 1959, p. 26)

Manoel Philomeno de Miranda - Livro Antologia Espiritual - Espíritos Diversos / Divaldo P. Franco - Cap. 34 - O fenômeno mediúnico



Manoel Philomeno de Miranda - Livro Antologia Espiritual - Espíritos Diversos / Divaldo P. Franco - Cap. 34


O fenômeno mediúnico


O fenômeno mediúnico, para expressar-se com segurança, exige toda a complexidade do mecanismo fisiopsíquico do homem que a ele se entrega, assim como da perfeita identificação vibratória do seu comunicante.

Para o desiderato, o perispírito do encarnado exterioriza-se em um campo mais amplo, captando as vibrações do ser que se lhe acerca, por sua vez, igualmente ampliado, graças a cuja sutileza interpenetram-se, transmitindo reciprocamente os seus conteúdos de energia, no que resulta o fenômeno equilibrado.

Às vezes, automaticamente, dá-se a comunicação espiritual, produzindo o fato mediúnico, ora por violenta injunção obsessiva e, em outras oportunidades, por afinidades profundas, quando a ocorrência é elevada.

Seja porém, como for, sem o contributo e a ação do Perispírito, a tentativa não se torna efetivo.

Desse modo o conhecimento do Perispírito é de vital importância para quantos desejam exercitar a mediunidade colocando-a a serviço de ideais enobrecedores.

Penetrabilidade, elasticidade, fluidez, materialização, depósito das memórias passadas entre outras oferecem compreensão e recurso para melhor movimentação dessas características, algumas das quais são imprescindíveis para a execução da tarefa, no fenômeno de intercâmbio espiritual.

A fixação da mente, através da concentração, proporciona dilatação do campo perispirítico e mudança das vibrações que variam das mais grosseiras às mais sutis a depender, igualmente, do comportamento moral do indivíduo.

O pensamento é o agente das reações psíquicas e físicas, sem o que, os automatismos desordenados levam aos desequilíbrios e aos fenômenos mediúnicos perturbadores, que respondem pelas obsessões de variada nomenclatura, que aturdem e infelicitam milhões de criaturas invigilantes e desajustadas.

Todo fulcro de energia irradia-se em um campo que corresponde à sua área de exteriorização, diminuindo a intensidade, à medida que se afasta do epicentro. Graças a isto, são conhecidos os campos gravitacional e atômico, no macro e microcosmo, conforme os detectou Albert Einstein.

Na área psicológica não podemos ignorar-lhe a presença nas criaturas, gerando as simpatias - por decorrência de afinidades vibratórias entre as pessoas que se identificam - e a antipatia - que deflui do choque das ondas que se exteriorizam, portadoras de teor diferente produzindo sensações de mal-estar.

Invisível, no entanto preponderante nos mais diversos mecanismos da vida, o campo é encontrado no fenômeno mediúnico, através de cuja irradiação é possível o intercâmbio.

Cada ser humano, encarnado ou não, vibra na faixa mental que lhe é peculiar, irradiando uma vibração especifica.

Quando nas comunicações, os teores são diferentes, a fim de produzir-se a afinidade, o médium educado sintoniza com o psiquismo irradiante daquele que se vai comunicar, e se este é portador de altas cargas deletérias, demorando-se sob vibrações baixas, o hospedeiro permite-se dela impregnar até que, carregado dessas energias pesadas, logra envolver-se no campo propiciador, portanto, de igual qualidade, cedendo as funções intelectuais e orgânicas à influência do ser espiritual que passa a comandá-lo, embora sob a sua vigilância em Espírito, que não se aparta, senão parcialmente, do corpo.

Quando se trata de Entidade portadora de elevadas vibrações, mais sutis que as habituais do médium, este, pelas ações nobres a que se entrega, pela oração e concentração, em que se fixa, libera-se das cargas mais grosseiras e sutiliza a própria irradiação, enquanto o Benfeitor, igualmente concentrado, condensa, pela ação da vontade e do pensamento, as suas energias até o ponto de sintonia, proporcionando o fenômeno de qualidade ideal.

Em casos especiais, nos quais seres muito elevados ou grotescos, nos extremos da escala vibratória compatível com a Vida na Terra, vêm-se comunicar, os Mentores, que mais facilmente manipulam as energias, tornam-se os intermediários que filtram as idéias e canalizam-nas em teor mais consentâneo com o campo do sensitivo, ocorrendo o fenômeno da mediunidade disciplinada.

O fenômeno mediúnico, portanto, a ocorre no campo de irradiação do Espírito através do Perispírito, está sempre a exigir um padrão vibratório equivalente, que decorre da conduta moral, mental e espiritual de todo aquele que se faça candidato.

Certamente, como decorrência do campo perispiritual, diversos núcleos de vibrações, nos quais se fixa o Espírito ao corpo, bem como em face do mecanismo de algumas das glândulas de secreção endócrina, apresentam-se as possibilidades ideais para o intercâmbio espiritual de natureza mediúnica.

Assim havendo constatado, foi que o Codificador do Espiritismo com sabedoria afirmou que a faculdade "é simplesmente uma aptidão para servir de instrumento, mais ou menos dócil aos Espíritos em geral que os médiuns emprestam o organismo material que falta a estes para nos transmitirem as suas instruções".(1)


Manoel Philomeno de Miranda












(1) O Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo XXIV - Não ponhais a candeia debaixo do alqueire

12. Jesus se acercava, principalmente, dos pobres e dos deserdados, porque são os que mais necessitam de consolações; dos cegos dóceis e de boa-fé, porque pedem se lhes dê a vista, e não dos orgulhosos que julgam possuir toda a luz e de nada precisar. (Veja-se: “Introdução”, artigos Publicanos, Portageiros.)

Essas palavras, como tantas outras, encontram no Espiritismo a aplicação que lhes cabe. Há quem se admire de que, por vezes, a mediunidade seja concedida a pessoas indignas, capazes de a usarem mal. Parece, dizem, que tão preciosa faculdade devera ser atributo exclusivo dos de maior merecimento.

Digamos, antes de tudo, que a mediunidade é inerente a uma disposição orgânica, de que qualquer homem pode ser dotado, como da de ver, de ouvir, de falar. Ora, nenhuma há de que o homem, por efeito do seu livre-arbítrio, não possa abusar, e se Deus não houvesse concedido, por exemplo, a palavra senão aos incapazes de proferirem coisas más, maior seria o número dos mudos do que o dos que falam. Deus outorgou faculdades ao homem e lhe dá a liberdade de usá-las, mas não deixa de punir o que delas abusa.

Se só aos mais dignos fosse concedida a faculdade de comunicar com os Espíritos, quem ousaria pretendê-la? Onde, ao demais, o limite entre a dignidade e a indignidade? A mediunidade é conferida sem distinção, a fim de que os Espíritos possam trazer a luz a todas as camadas, a todas as classes da sociedade, ao pobre como ao rico; aos retos, para os fortificar no bem, aos viciosos para os corrigir. Não são estes últimos os doentes que necessitam de médico? Por que Deus, que não quer a morte do pecador, o privaria do socorro que o pode arrancar ao lameiro? Os bons Espíritos lhe vêm em auxílio e seus conselhos, dados diretamente, são de natureza a impressioná-lo de modo mais vivo, do que se os recebesse indiretamente. Deus, em sua bondade, para lhe poupar o trabalho de ir buscá-la longe, nas mãos lhe coloca a luz. Não será ele bem mais culpado, se não a quiser ver? Poderá desculpar-se com a sua ignorância, quando ele mesmo haja escrito com suas mãos, visto com seus próprios olhos, ouvido com seus próprios ouvidos, e pronunciado com a própria boca a sua condenação? Se não aproveitar, será então punido pela perda ou pela perversão da faculdade que lhe fora outorgada e da qual, nesse caso, se aproveitam os maus Espíritos para o obsidiarem e enganarem, sem prejuízo das aflições reais com que Deus castiga os servidores indignos e os corações que o orgulho e o egoísmo endureceram. (Allan Kardec).











sábado, 2 de maio de 2026

Emmanuel - Livro Amigo - Chico Xavier - Cap. 12 - Pesquisa em nós



Emmanuel - Livro Amigo - Chico Xavier - Cap. 12


Pesquisa em nós


Ante as crises da renovação que abarca, presentemente, quase todos os campos da Terra, sinceramente ignoramos onde se encontram aqueles irmãos que não necessitam de compreensão e simpatia.

Levantemos qualquer pergunta, nesse sentido e a lógica responderá em nós mesmos.

Certos administradores, em vários episódios de serviço, demonstram dificuldades e deficiências no desempenho dos encargos que lhes competem…

No entanto, que estaremos realizando, a fim de apoiá-los com segurança para que se reconheçam firmes e equilibrados na espinhosa tarefa de orientar?

Determinados religiosos, por vezes, evidenciam falhas no ministério que lhes foi atribuído…

Qual terá sido, porém, a nossa colaboração para que se mantenham valorosos e irrepreensíveis na elevada missão em que se viram colocados?

Muitas pessoas sem trabalho procuram socorro alheio, patenteando frequentemente relativa saúde…

De que modo censurá-las, receitando-lhes dedicação ao serviço, se não dispomos de meios para mobilizá-las na atividade profissional?

Comenta-se que o lar na Terra vem sendo dilapidado na organização que lhe é própria…

Será justo, entretanto, indagarmos de nós próprios, enquanto no Plano Físico, relativamente ao que fazemos para fortalecê-lo.

Amplia a visão sobre as múltiplas faixas em que se subdividem os grupos sociais da Terra e observaremos que em todos os lugares renteamos com aqueles que nos pedem compreensão e simpatia.

Os que trabalham mais e os que trabalham menos, os que agem ativamente e os que repousam, além do necessário, solicitam sustentação e amparo, estímulo e bênção, a fim de serem ou continuarem a ser o que devem ser.

À frente de quaisquer problemas de que a experiência humana te cerque, mergulha o pensamento na luz do amor que Jesus nos legou e perceberemos que atualmente no mundo ninguém existe fora das áreas da compaixão.


Emmanuel











sexta-feira, 1 de maio de 2026

Emmanuel - Livro Agora é o Tempo - Chico Xavier - Cap. 22 - Adversários da luz



Emmanuel - Livro Agora é o Tempo - Chico Xavier - Cap. 22


Adversários da luz


Em se tratando de adversários, não nos será lícito esquecer que os opositores da luz se esforçam, por todos os meios que se lhes fazem possíveis, para não ser desalojados das sombras em que se acomodam.

Isso, porém, não quer dizer que devamos estar enclausurados na torre das aquisições espirituais que, porventura, já tenhamos alcançado.

Decerto que o Senhor não exige nos convertamos em transformadores mágicos que arranquem os inimigos da luz dos esconderijos em que se disfarçam nas trevas, mas espera sejamos nós, onde estivermos, em favor deles, alguma réstia de luz, através de algum gesto de tolerância e de amor.


Emmanuel








Irmã Scheilla - Livro A Mensagem do Dia - Clayton B. Levy - Cap. 25 - Vigia Teus Pensamentos



Irmã Scheilla - Livro A Mensagem do Dia - Clayton B. Levy - Cap. 25


Vigia Teus Pensamentos


Grandes parte dos casos de obsessão espiritual se estabelece a partir do baixo padrão vibratório da criatura encarnada.

Ódio, ressentimento, rancor, orgulho, mágoa são estados psicológicos que dão às entidades perseguidoras o sinal para avançarem.

Tais Espíritos espreitam sua vítima, à espera do melhor momento para agirem.

Sempre que tais pensamentos te chegarem à mente, busca refúgio na prece.

Eleva-te a Deus, a fim de que os canais de sintonia que te ligam a entidades perseguidoras sejam desfeitos com a força do Bem, que pode brotar dentro de ti mesmo.

Vigia teus pensamentos.

Ora ao Pai.

Dedica-te ao Bem.

Assim agindo, estarás te colocando a salvo das investidas inferiores e te aproximando das esferas elevadas, cujos eflúvios te garantirão a paz interior.


Irmã Scheilla