quinta-feira, 21 de maio de 2026

Joanna de Ângelis - Livro Luz Viva - Marco Prisco / Joanna de Ângelis - Divaldo Pereira Franco - Cap. 22 - Humildade Real



Joanna de Ângelis - Livro Luz Viva - Marco Prisco / Joanna de Ângelis - Divaldo Pereira Franco - Cap. 22


Humildade Real


“... escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivo”. — PAULO (2 Coríntios, 3:2-3)

872. "Assim, de acordo com a Doutrina Espírita, não há arrastamento irresistível: o homem pode sempre cerrar ouvidos à voz oculta que lhe fala no íntimo, induzindo-o ao mal, como pode cerrá-los à voz material daquele que lhe fale ostensivamente. Pode-o pela ação da sua vontade, pedir a Deus a força necessária e reclamando, para tal fim, a assistência dos bons Espíritos. " (L. E.)

"... O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva para a terra a fronte. " — Um Espírito Amigo. (Havre, 1862.) (Cap. IX, Item 7 do E.)


Muitos discípulos das várias escolas religiosas da atualidade, vinculadas ao Evangelho, reagem contra qualquer tendência para o retomo da vivência cristã primitiva na simplicidade que caracterizava a vida e o comportamento de Jesus e dos Seus discípulos.

Justificam o luxo e a ritualística dos líderes, dos dogmas e das tradições como sendo de fundamental importância para a atração de novos como para a preservação dos antigos adeptos, que dão expressivo realce à indumentária, ao formalismo, às posturas estudadas, às palavras diplomáticas e aos pensamentos sibilinos de que se fazem instrumentos.

Substituem o conteúdo pela excessiva valorização do continente, perdendo aquele em profundidade o que este adquire em complexidade.

A forma asfixia a essência numa contínua predominância do exterior pelo interior.

Em consequência, esses mesmos condutores das massas religiosas, sentam-se às mesas das negociações políticas e econômicas, perseguindo interesses e disputando posses nem sempre respeitáveis, a que oferecem falsa dignidade através do seu apoio, se resultam benefícios para os seus cargos transitórios e as suas greis enriquecidas.

Alguns outros, na condição de chefes de Estado, vivem abafados nas exigências da etiqueta vazia, igualmente negociando e fazendo concessões, na defesa de ideais patrióticos e injunções, também políticas, com que se mantêm nas altas investiduras mundanas.

A pompa exagerada deles recebe preservação, ao tempo em que apresentam teologias para a solução dos problemas que afetam os pobres em todo o mundo.

Fortunas são investidas no mercado internacional das moedas e das indústrias, algumas das quais fomentam a morte, sob o comando de hábeis financistas e economistas maleáveis que mais aumentam os depósitos guardados ou aplicados em bancos fortes, o que, todavia, não impede malogros periódicos e denúncias estarrecedoras por parte de outros expertos.

Adaptando-se aos vários regimes e negociando com os mais hostis, sobrevivem tais Entidades que se apresentam com capacidade de absorver os modernismos, na sua área renovadora ou manter os dispositivos ancestrais, graças à sua ala ortodoxa.

Todas estas atitudes, dizem, em nome de Deus, do Cristo, e da fé, como se as pesadas sombras da Idade Média ainda não se houvessem dissipado...

Dando curso ao idealismo messiânico de Jesus, Simão Pedro, que O acompanhou e O negou no momento culminante, jamais se escusava, ou tentou inovar a política do Evangelho que se não submetia à mundana. Pelo contrário, o renovado servidor sempre se desnudava moralmente, relatando a sua dubiedade e encorajando, sem meias palavras, os ouvintes, ao testemunho da própria vida, que ele não tergiversou em dar.

O verbo iluminado e autêntico de Paulo vergastava o erro e invectivava contra o crime, a acomodação, não permitindo alternativas, senão a de seguir o Mestre.

Não negociou com Nero, quando foi falar ao imperador, nem o temeu, conseguindo impressionar o discípulo inescrupuloso do nobre Sêneca.

E porque não usava de artifícios nem de atavios que agradam os poderosos do mundo, ganhou a vida, perdendo-a sob o fio da espada do legionário encarregado de decepá-la...

A humildade, que dá dimensão da fraqueza humana, é ainda muito esquecida por muitos cristãos modernos, embora excessivamente comentada.

O discípulo de Jesus é Sua carta-viva ao mundo.

Simples e direto, desvestido de aparências e sinuosidades, é exemplo de equilíbrio, em tudo imitando Aquele que lhe é o Modelo perfeito.

Livre dos impositivos e vacuidades temporais, vive, não obstante, no mundo, sem fugir ao compromisso espiritual a que se dedica.

Restaurar a conduta e a vivência cristã primitivas, é possível, desde que se não tergiverse em relação às hábeis manobras dos que vivem do século ou para ele.

A transparente humildade de Jesus exteriorizou-se na imponência do cântico das bem-aventuranças, no meio das multidões aturdidas, na convivência com os amigos de Betânia, no tormento do Getsêmani, no testemunho da cruz e no instante da ascensão.

Sempre o mesmo Amigo de todos, embora o prisioneiro de Deus, a Quem se entregava por inteiro, sem deixar de dar-se, também por inteiro, aos homens, os a quem amava.

Vive, desse modo, todos os teus dias e labores cristãos, sem apartar-te da inteireza moral que a humildade real propicia.


Joanna de Ângelis












Emmanuel - Livro Vinha de Luz - Chico Xavier - Cap. 163 - O irmão



Emmanuel - Livro Vinha de Luz - Chico Xavier - Cap. 163


O irmão


“A caridade é sofredora, é benigna; a caridade não é invejosa, não trata com leviandade, não se ensoberbece.” — PAULO. (1 Coríntios, 13:4)


Quem dá para mostrar-se é vaidoso.

Quem dá para torcer o pensamento dos outros, dobrando-o aos pontos de vista que lhe são peculiares, é tirano.

Quem dá para livrar-se do sofredor é displicente.

Quem dá para exibir títulos efêmeros é tolo.

Quem dá para receber com vantagens é ambicioso.

Quem dá para humilhar é companheiro das obras malignas.

Quem dá para sondar a extensão do mal é desconfiado.

Quem dá para afrontar a posição dos outros é soberbo.

Quem dá para situar o nome na galeria dos benfeitores e dos santos é invejoso.

Quem dá para prender o próximo e explorá-lo é delinquente potencial.

Em todas essas situações, na maioria dos casos, quem dá se revela um tanto melhor que todo aquele que não dá, de mente cristalizada na indiferença ou na secura; todavia, para aquele que dá, irradiando o amor silencioso, sem propósitos de recompensa e sem mescla de personalismo inferior, reserva o Plano Maior o título de Irmão.


Emmanuel












terça-feira, 19 de maio de 2026

Marco Prisco - Livro Luz Viva - Divaldo Pereira Franco - Cap. 15 - Você é



Marco Prisco - Livro Luz Viva - Divaldo Pereira Franco - Cap. 15


Você é


715. Como pode o homem conhecer o limite do necessário?

“Aquele que é ponderado o conhece por intuição. Muitos só chegam a conhecê-lo por experiência e à sua própria custa.”(L. E.) 

"Quantos há que só dão na esperança de que o que recebe irá bradar por toda a parte o benefício recebido! Quantos os que, de público, dão grandes somas e que, entretanto, às ocultas, não dariam uma só moeda!" (Cap. XIII, Item 3 do E.S.E)


Aceite-se, conforme você é.

Exigindo-se um comportamento nos padrões que outros estabelecem, você passa a viver reprimido, inseguro.

O único padrão que carece ser adotado, encontra-se estabelecido na "lei de amor" que é a "lei natural", cuja gênese está em Deus.

Amando-se, você vencerá o que lhe constitua problema, elegendo a ação lapidadora das imperfeições e crescendo naturalmente, sem as ansiedades atormentantes.

Ansiedade é também insegurança.

Você é candidato à perfeição.

Em fase ainda grosseira cumpre-lhe conquistar as áreas embrutecidas do ser, aprendendo burilamento interior com que alcançará as metas que lhe estão destinadas.

Rompa as armaduras em que você se oculta, estimulando a pureza que lhe jaz adormecida, fazendo-a substituir a malícia a que você se acostumou.

A pureza é inocência.

A inocência desconhece a astúcia, ignora a paisagem moral torpe que tenta dominar.

Desarmada de preconceitos, desconcerta os planejadores calculistas, que perseguem vitórias, utilizando-se da verdade.

Você é verdade em si mesmo.

Quando alguém pretende ganhar, em nome da verdade, triunfa na luta e perde a verdade. No entanto, se perde no combate, a verdade é a vencedora, porque fica descomprometida dos argumentos ardilosos e dos sofismas com que as palavras tentam ocultá-la.

Você é honesto, enquanto não se preocupa por demonstrá-lo. Prova-se a mentira e aponta-se a culpa.

O homem que luta com ardor para apresentar a própria honestidade, está escondendo a desonestidade em que vive.

Você é leal.

Se há em você uma grande preocupação para testemunhar a lealdade, você dela duvida.

A pessoa fiel e leal apenas é.

Vive-se a lealdade, não se podendo demonstrá-la por fora.

Há pessoas desleais, que testemunham o contrário, exteriormente, sem nenhuma sensibilidade íntima.

Aprenda a usar o silêncio.

Não somente deixando por alguns momentos de falar. Calando intimamente. Não discutindo, não obstante sem o uso da voz.

Silêncio da mente, oferece harmonia ao sentimento.

Você é mensagem.

De qualquer forma como se apresente, alguém aprende, concorda ou discorda das suas atitudes.

Seja você, o Espírito que está em crescimento sob as soberanas leis do amor.

Você é vida.

Jamais será anulado. Combatido, você se encontrará. Elogiado, você se perderá.

Sem ação, você ficará paralítico.

Trabalhando-se, você desenvolverá valores que ignora, descobrindo-se mais ligado à Vida, porque você é também vida.

Não se rejeite.

Você é filho de Deus.


Marco Prisco









Emmanuel - Livro Pão Nosso - Chico Xavier - Cap. 180 - Crê e segue



Emmanuel - Livro Pão Nosso - Chico Xavier - Cap. 180


Crê e segue

 
“Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.” — JESUS. (João, 17:18)


Se abraçaste, meu amigo, a tarefa espiritista-cristã, em nome da fé sublimada, sedento de vida superior, recorda que o Mestre te enviou o coração renovado ao vasto campo do mundo para servi-Lo.

Não só ensinarás o bom caminho. Agirás de acordo com os princípios elevados que apregoas.

Ditarás diretrizes nobres para os outros, contudo, marcharás dentro delas, por tua vez.

Proclamarás a necessidade de bom ânimo, mas seguindo, estrada a fora, semeando alegrias e bênçãos, ainda mesmo quando incompreendido de todos.

Não te contentarás em distribuir moedas e benefícios imediatos. Darás sempre algo de ti mesmo ao que necessita.

Não somente perdoarás. Compreenderás o ofensor, auxiliando-o a reerguer-se.

Não criticarás. Encontrarás recursos inesperados de ser útil.

Não deblaterarás. Valer-te-ás do tempo para materializar os bons pensamentos que te dirigem.

Não disputarás inutilmente. Encontrarás o caminho do serviço aos semelhantes em qualquer parte.

Não viverás simplesmente no combate palavroso contra o mal. Reterás o bem, semeando-o com todos.

Não condenarás. Descobrirás a luz do amor para fazê-la brilhar em teu coração, até o sacrifício.

Ora e vigia.

Ama e espera.

Serve e renuncia.

Se não te dispões a aproveitar a lição do Mestre Divino, afeiçoando a própria vida aos seus ensinamentos, a tua fé terá sido vã.


Emmanuel











Marco Prisco - Livro Legado Kardequiano - Divaldo Pereira Franco - Cap. 10 - Felicidade



Marco Prisco - Livro Legado Kardequiano - Divaldo Pereira Franco - Cap. 10


Felicidade

 
629. Que definição se pode dar da moral?

“A moral é a regra de bem proceder, isto é, de distinguir o bem do mal. Funda-se na observância da lei de Deus. O homem procede bem quando tudo faz pelo bem de todos, porque então cumpre a lei de Deus.” (O Livro dos Espíritos)


Entesoure a felicidade nos cofres do sentimento, compreendendo-a como sublime concessão da Divindade a coroar os seus esforços constantes.

A felicidade independe das circunstâncias e valores externos; é semelhante à moral.

Para o avaro, é o monte de moedas frias ou cédulas mofadas.

Para o gastrônomo, é o acepipe e o repasto lauto.

Para o vaidoso, é a posição de destaque, despertando atenção e curiosidade.

Para o perdulário, é o abuso do uso.

Para o sensual, é o desrespeito è bênção do sexo.

Para o mandrião, é repouso injustificado.

Para o mentiroso, é o aval do tempo à informação irresponsável.

Para o escravo, é a liberdade.

Para o cristão, todavia, a felicidade se confunde com a moral, isto é, a "observância da lei de Deus", como resultado do dever bem cumprido.

O cristão feliz, que também pode ser compreendido como o homem livre de laços negativos ou homem de moral, desconhece o conforto externo e ignora o poder. Contudo, lutador infatigável pela reforma íntima, guarda um coração dorido e sustém um corpo cansado, sabendo que, pelo muito dar e fazer, em relação aos outros, os reais valores são os que nascem na serenidade decorrente do culto do bem, "porque então cumpre a lei de Deus".


Marco Prisco














segunda-feira, 18 de maio de 2026

Miramez - Livro Filosofia Espírita Vol. VII - João Nunes Maia - Cap. 28 - Limite da Vontade



Miramez - Livro Filosofia Espírita Vol. VII - João Nunes Maia - Cap. 28


Limite da Vontade


334. Há predestinação na união da alma com tal ou tal corpo, ou só à última hora é feita a escolha do corpo que ela tomará?

“O Espírito é sempre, de antemão, designado. Tendo escolhido a prova a que queira submeter-se, pede para encarnar. Ora, Deus, que tudo sabe e vê, já antecipadamente sabia e vira que tal Espírito se uniria a tal corpo.” (O Livro dos Espíritos - Prelúdio da volta)


Muito antes da concepção, do encontro do espermatozoide com o óvulo no ventre da futura mãe, o Espírito já se encontra preparado para nascer de novo. Para tudo há uma programação espiritual.

Quando a alma pode escolher suas próprias provações, os benfeitores espirituais ajudam em muitas particularidades, para que o renascimento seja bem orientado. Entretanto, as reencarnações não são iguais; todas elas diferem umas das outras, embora a lei seja uma só para todas as criaturas de Deus.

O Senhor sabe de tudo antecipadamente, por ser Ele, como já falamos anteriormente, onisciente, onipresente e imutável. Para se ter uma boa reencarnação, é preciso preparar para tal acontecimento. Para esse preparo, o Evangelho de Jesus mostrará o que se deve fazer, limpando o carma e clareando os caminhos pelo perdão incondicional, pelo amor e pela caridade sem exigências. Existem, porém, reencarnações impostas, devido a dureza dos corações, e essa imposição é impulsionada pelo amor de Deus aos Seus filhos, para que eles despertem os valores que se encontram no sono da indiferença.

Os grandes missionários da luz antecipam, e muito, a escolha da família e do corpo que desejam para o desempenho de suas tarefas na Terra, pois, lhes é facultado esse direito, pela sua elevação moral em todos os aspectos, e eles sempre escolhem duros caminhos para trilhar, por terem forças para vencer todos os obstáculos. Eles nunca se sentem afrontados por doenças, tirando delas forcas que os ajudam em suas marchas. Francisco de Assis foi um desses primores da espiritualidade superior, que, quando foi proibido de andar, pois deveria ficar somente de repouso, reuniu seus discípulos e combinaram para que eles o carregassem em cima do catre. Assim, mesmo deitado, ele estava operando do mesmo jeito que antes.

A luz não sente as influências das trevas. Mesmo com o corpo inválido para determinados trabalhos, o Espírito irradia forças ainda mais poderosas para a construção da vida e alegria de todos. A inércia é para as almas ignorantes.

A vida que se leva é, pois, uma mostra da escolha para outros corpos no futuro. As nossas ações são sementes de luz ou de trevas, e sempre colhemos o que plantamos na esteira das nossas caminhadas para Deus.

As colônias espirituais criadas pelos benfeitores são misericórdia para todos nós. Elas nos preparam para a consciência do que pode acontecer conosco e, ainda mais, os irmãos mais velhos dali nos instruirão do que devemos fazer mais acertadamente. Aqueles dotados de humildade aprenderão a escolher melhor sua volta à carne, sem revolta e sem apego.

Mesmo aqueles que se encontram na eternidade, sem pouso certo, são seguidos pela luz, que observa o seu amadurecimento, e no dia do toque em seus corações, certificar-se-ão de que as mudanças são melhores que a pertinácia no mal. Aí então, entrarão no preparo para escolher novos corpos, onde poderão encontrar a redenção, abraçando a luz e acendendo a sua própria claridade no coração.

O véu da ignorância, hoje ou amanhã, caíra pela força do progresso das almas. Esta é a lei do Criador.


Miramez












Emmanuel - Livro Nosso Livro - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 35 - Aplicação do Espiritismo



Emmanuel - Livro Nosso Livro - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 35


Aplicação do Espiritismo


Irmãos, lembremo-nos sempre de que o Espiritismo

Visto, pode ser somente fenômeno;

Ouvido, pode ser apenas consolação;

Vitorioso, pode ser somente festividade;

Estudado, pode ser apenas escola;

Discutido, pode ser somente sectarismo;

Interpretado, pode ser apenas teoria;

Propagado, pode ser somente movimentação;

Sistematizado, pode ser apenas filosofia;

Observado, pode ser somente ciência;

Meditado, pode ser apenas doutrina;

Sentido, pode ser somente crença.

Não nos esqueçamos, porém, de que Espiritismo aplicado, é Vida Eterna com Eterna Libertação.

A codificação trouxe ao mundo uma chave gloriosa, cuja utilidade se adapta a numerosas portas. Escolhamos com o Apóstolo, que hoje recordamos, o caminho da aplicação: Trabalho, Solidariedade, Tolerância.

De coração elevado a Jesus, não temos por agora divisa mais nobre a recordar. Vivei-a na fé consoladora. Espiritismo é sol. Brilhai na sua luz.


Emmanuel









Mensagem recebida em reunião ocorrida em 18 de abril de 1943. Catorze anos passados, pelas colunas de “Reformador”, edição comemorativa do centenário de “O Livro dos Espíritos”, soubemos que realizamos, naquela noite, a primeira comemoração do livro espírita no mundo.(…) em reunião de  três pessoas.