domingo, 29 de março de 2026

Batuíra - Livro Mais Luz - Chico Xavier - Cap. 44 - Nas tarefas da alma



Batuíra - Livro Mais Luz - Chico Xavier - Cap. 44


Nas tarefas da alma


Em todos os assuntos espirituais temos corações que funcionam, para os nossos, à maneira do refúgio para o viajor e da fonte para o sedento.

Esperamos, desse modo, que as forças dos seareiros do bem prossigam inalteradas.

Os problemas humanos em si vão caminhando com a Divina Proteção para o clima de pacificação a que aspiramos.

Ofereçamos nossas mãos ao trabalho e Jesus no-las sustentará.


Batuíra









Ermance Dufaux - Livro Mereça Ser Feliz: Superando as Ilusões do Orgulho - Wanderley S. de Oliveira - Cap. 6 - Inteligência Intrapessoal



Ermance Dufaux - Livro Mereça Ser Feliz: Superando as Ilusões do Orgulho - Wanderley S. de Oliveira - Cap. 6


Inteligência Intrapessoal


967. Em que consiste afelicidade dos bons Esptritos?

"Em conhecerem todas as coisas; ..." - (O Livro dos Esptritos).


O estudo dos pilares básicos da boa convivência é como janela que se abre para o grande sol da experiência e da felicidade.

Conviver é possibilidade conferida a todos; a boa convivência, porém, é para quem deseja crescer e educar-se.

Boa convivência não é somente polidez social. Consignemos como pilares dessa arte de relacionar o autoamor, o autoconhecimento, o afeto e a ética.

Estudemos alguns ângulos do amor a si mesmo por se tratar de pilar mestre das relações saudáveis, duradouras e gratificantes; sem conviver bem consigo, amando-se, não haverá harmonia nas interações humanas com o outro.

A vida que nos circunda é rica de elementos indutores do mundo íntimo; nenhum deles, porém, é tão expressivo quanto o contato interpessoal. Respostas emocionais são acionadas a partir da convivência, desenvolvendo um novo mundo de sentidos para quem dela faz parte.

Renova-se a criatura a cada novo contato, cada episódio da interação humana é um convite ao crescimento, ao estabelecimento de novos valores na intimidade. Mesmo os desacordos e desencontros constituem escolas oportunas de reflexão e reavaliação da vida pessoal.

Analisemos um fato ilustrativo da rotina humana: um coração amigo, em um momento de atribulação íntima, discutia celebremente com as imagens mentais que formulava acerca de um ente querido de sua convivência. Envolvido em suas mentalizações discutia, revidava, e era tão descontrolado seu estado emocional que gesticulava mãos e rosto sem se dar conta que as pessoas à sua volta lhe observavam, uns com preocupação, outros com chacota...  Ele estava em plena fila de um banco para quitar uma conta telefônica...

Esse tem sido um quadro comum, o retrato fiel de como lidamos conosco em relação aos outros - um dos pilares da boa convivência, senão o principal. Nesse caso, o companheiro estava em litígio com os seus próprios sentimentos relativamente a alguém, era uma "briga mental".

Esse estado de ensimesmamento - a vivência mental das relações - tem sido uma tônica dos dias atuais, face ao contínuo mascarar do mundo íntimo que o homem moderno tem se imposto na garantia da satisfação de seus fins em sociedade. Nem sempre podendo externar o que sente a quem deveria, então passa a formular para si mesmo o que gostaria de expressar a outrem ante as pressões internas das discordâncias, dos agastamentos, das traições, dos gestos impensados e de tantos outros lances dos conflitos do relacionamento.

A questão em análise é fundamental para o entendimento dos laços que construímos com as pessoas de nossa rotina diária.

O problema não é como convivemos com o outro, mas sim como convivemos com o que sentimos e pensamos em relação ao outro.

Por isso a boa convivência consigo mesmo é o princípio seguro de equilíbrio para uma interação proveitosa. Tal princípio consagra a necessidade de revermos os males da convivência, prioritariamente, em nós mesmos, antes de quaisquer cobranças ou transferências de responsabilidade. É o imperativo de estabelecermos acordos connosco a partir de um balanço e avaliação sobre tudo que envolva os atos que nos vinculam a esse ou aquele coração. 

Ainda que alguém divida conosco a rotina dos dias ou as circunstâncias passageiras e seja necessitado de corretivo, precisamos habituar a sondar as nossas disposições íntimas antes de qualquer investimento no outro; estar consciencialmente ajustado para somente depois partir de forma elevada em direção às necessidades do crescimento alheio, pois do contrário perdemos a autoridade e o controle necessários para ser agente de educação e alerta para o próximo.

Consideremos ainda que muitas vezes após nossos autoexames poderemos perceber mais claramente a necessidade de mudança, tão somente, em nossos atos e decisões. O descuido nesse setor da conduta nos leva a detectar obstáculos somente na órbita dos que partilhamos as vivências, enceguecendo-nos para as descobertas extraordinárias que poderíamos fazer sobre nós próprios, quando dispomos ao mergulho no estudo das nossas reações uns frente aos outros.

Essa postura é a bússola das relações indicando-nos a hora de calar, o momento de agir, o instante de corrigir, a ocasião de discordar e o ensejo de tolerar. Leis que conduzem-na ao patamar da caridade.

Essa interiorização, estudada pelas modernas ciências psicológicas, recebe o nome de Inteligência Intrapessoal, competência pela qual dominamos amplo espectro de habilidades como a empatia, a assertividade e a autorrevelação.

A socialização, princípio contido nas Leis Naturais, estabelece o encontro das singularidades humanas, objetivando sobretudo essa viagem à intimidade da individualidade. Quanto mais rápido penetramos nesse caminho educativo, mais identificaremos as razões das refregas do relacionamento, conquistando paz e alegria nas relações, visão e equilíbrio para conosco.

Face ao exposto, conclui-se sobre a indeclinável necessidade de avaliações permanentes no trabalho da autodescoberta, estudando os reflexos perturbantes das relações que edificamos, a fim de aquilatarmos com exatidão a origem de nossas reações.

Destacando o mal no outro, ativamos fios magnéticos de atração que nos ligam a essa energia que passamos a consumir e digerir no campo mental, detonando a crise íntima que poderá ser sustentada por adversários espirituais astutos. Dessa forma, mantemo-nos aferrados à sombra de nós mesmos, e sempre deflagramos maus sentimentos com os quais enveredamos pelos desencontros e aborrecimentos da convivência, porque sempre estaremos propensos a focar o negativo, as imperfeições.

A opressão dos conflitos é mantenedora da fuga de si mesmo, e o autoamor somente ocorrerá quando dispormos ao autoencontro, à redefinição da autoimagem que oculta mazelas, à retirada da máscara:
voltar o espelho da mente para si, interiorização.

Estar bem consigo é pilar essencial da boa convivência. Fazendo assim, partimos em direção ao próximo com o melhor de nós, aptos a vitalizar as relações com o alimento do bem e do amor, convertendo-nos em fulcros irradiadores de paz e contentamento que serão fortes atrativos de enobrecimento e cooperação onde estivermos, transmitindo esperança e educação para os que se encontrem no raio de nossas ações.

Urge fazermos o aprendizado do autoamor, dialogarmos com a intimidade, indagar de nossos sentimentos a razão de sua existência, procurar os acordos íntimos. Se não aprendermos a gostar de nós, a nos aceitarmos, não conseguiremos a fluência do amor ao próximo.

Uma convivência pacífica com as imperfeições, a caridade connosco, será fonte de apaziguamento e elevadas emoções.

Nesse aprendizado espera-nos a grande lição de trabalharmos pelo desenvolvimento de nossos potenciais Divinos; ao invés de ficarmos lutando contra mazelas, faremos o serviço de laborar a favor de novos valores, prestigiando o positivo. Sem querer exterminar o passado, haveremos de aprender a transformá-lo.

Esse será o iluminado labor de conquistar a nossa sombra, amando-a, sem recriminações e culpas, sintonizando a mente no "ser" de luz e paz que existe embrionário em cada um dos Filhos de Deus, adentrando, definitivamente, o patamar declinado na resposta dos Sábios Guias da Humanidade a Kardec: a felicidade dos Espíritos superiores consiste em conhecerem todas as coisas, e nós inferimos: inclusive a si mesmo.


Ermance Dufaux








O Livro dos Espíritos - Allan Kardec - 4ª Parte - Das esperanças e consolações - Cap. II - Das penas e gozos futuros - Natureza das penas e gozos futuros.

967. Em que consiste a felicidade dos bons Espíritos?

“Em conhecerem todas as coisas; em não sentirem ódio, nem ciúme, nem inveja, nem ambição, nem qualquer das paixões que ocasionam a desgraça dos homens. O amor que os une lhes é fonte de suprema felicidade. Não experimentam as necessidades, nem os sofrimentos, nem as angústias da vida material. São felizes pelo bem que fazem. Contudo, a felicidade dos Espíritos é proporcional à elevação de cada um. Somente os puros Espíritos gozam, é exato, da felicidade suprema, mas nem todos os outros são infelizes. Entre os maus e os perfeitos há uma infinidade de graus em que os gozos são relativos ao estado moral. Os que já estão bastante adiantados compreendem a ventura dos que os precederam e aspiram a alcançá-la. Mas, esta aspiração lhes constitui uma causa de emulação, não de ciúme. Sabem que deles depende o consegui-la e para a conseguirem trabalham, porém com a calma da consciência tranqüila e ditosos se consideram por não terem que sofrer o que sofrem os maus.”




Emmanuel - Livro Hora Certa - Chico Xavier - Cap. 14 - Construção íntima



Emmanuel - Livro Hora Certa - Chico Xavier - Cap. 14


Construção íntima


Se procuras felicidade na Terra, não olvides o mundo de ti mesmo.

Começa por admitir que és um Espírito imortal, usufruindo transitoriamente um corpo perecível, mas com a obrigação de tratá-lo, convenientemente, à feição do motorista consciencioso que conduz o próprio carro com equilíbrio e prudência, protegendo-lhe as peças.

Por mais amplo te pareça o fascínio da rebeldia, considera que a tranquilidade não te resguardará a existência, sem o clima do dever cumprido.

Conquanto atendendo, como é natural, às exigências dos encargos que desempenhas, não te prendas a posses, especialmente aquelas que se te façam claramente desnecessárias.

Por muito te consagres aos entes queridos, não te furtes de reconhecer que talvez em maioria tenham eles características psicológicas diferentes das tuas, caminhando, possivelmente para um tipo de existência que nem sempre conseguirás compreender, de imediato.

Auxilia aos outros para o bem, sem mergulhá-los na dependência de tua colaboração.

Em matéria de ligações afetivas, recorda que também aí funciona a lei de causa e efeito com exatidão, trazendo-te de volta aquilo que deste e aquilo que dás.

Justo entendas que és livre para usar os recursos dessa ou daquela espécie, que te pertençam, mas não te encontras livre dos prejuízos que causes, porventura, aos irmãos do caminho e companheiros de experiência, prejuízos que sempre te reclamarão o resgate justo.

Em suma, a felicidade tem base na consciência tranquila e, por isso mesmo, seja onde for, será ela, em qualquer sentido, determinada construção de cada um.


Emmanuel









Emmanuel - Livro Pão Nosso - Chico Xavier - Cap. 89 - Bem-aventuranças



Emmanuel - Livro Pão Nosso - Chico Xavier - Cap. 89


Bem-aventuranças


“Bem-aventurados sereis quando os homens vos aborrecerem, e quando vos separarem, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome como mau, por causa do Filho do homem.” — JESUS. (Lucas, 6:22)


O problema das bem-aventuranças exige sérias reflexões, antes de interpretado por questão líquida, nos bastidores do conhecimento.

Confere Jesus a credencial de bem-aventurados aos seguidores que lhe partilham as aflições e trabalhos; todavia, cabe-nos salientar que o Mestre categoriza sacrifícios e sofrimentos à conta de bênçãos educativas e redentoras. Surge, então, o imperativo de saber aceitá-los.

Esse ou aquele homem serão bem-aventurados por haverem edificado o bem, na pobreza material, por encontrarem alegria na simplicidade e na paz, por saberem guardar no coração longa e divina esperança.

Mas… e a adesão sincera às sagradas obrigações do título?

O Mestre, na supervisão que lhe assinala os ensinamentos, reporta-se às bem-aventuranças eternas; entretanto, são raros os que se aproximam delas, com a perfeita compreensão de quem se avizinha de tesouro imenso.

A maioria dos menos favorecidos no Plano terrestre, se visitados pela dor, preferem a lamentação e o desespero; se convidados ao testemunho de renúncia, resvalam para a exigência descabida e, quase sempre, ao invés de trabalharem pacificamente, lançam-se às aventuras indignas de quantos se perdem na desmesurada ambição.

Ofereceu Jesus muitas bem-aventuranças. Raros, porém, desejam-nas. É por isto que existem muitos pobres e muitos aflitos que podem ser grandes necessitados no mundo, mas que ainda não são benditos no Céu.


Emmanuel








sábado, 28 de março de 2026

Emmanuel - Livro Caminho, Verdade e Vida - Chico Xavier - Cap. 86 - Jesus e os amigos



Emmanuel - Livro Caminho, Verdade e Vida - Chico Xavier - Cap. 86


Jesus e os amigos


“Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a vida pelos seus amigos.” — JESUS. (João, 15.13)


Na localização histórica do Cristo, impressiona-nos a realidade de sua imensa afeição pela Humanidade.

Pelos homens, fez tudo o que era possível em renúncia e dedicação.

Seus atos foram celebrados em assembleias de confraternização e de amor.   

A primeira manifestação de seu apostolado verificou-se na festa jubilosa de um lar.   

Fez companhia aos publicanos, sentiu sede da perfeita compreensão de seus discípulos. 

Era amigo fiel dos necessitados que se socorriam de suas virtudes imortais. 

Através das lições evangélicas, nota-se-lhe o esforço para ser entendido em sua infinita capacidade de amar. 

A última ceia representa uma paisagem completa de afetividade integral. Lava os pés aos discípulos, ora pela felicidade de cada um…

Entretanto, ao primeiro embate com as forças destruidoras, experimenta o Mestre o supremo abandono. 

Em vão, seus olhos procuram a multidão dos afeiçoados, beneficiados e seguidores.

Os leprosos e cegos, curados por suas mãos, haviam desaparecido.

Judas entregou-o com um beijo.

Simão, que lhe gozara a convivência doméstica, negou-o três vezes.

João e Tiago dormiram no Horto.

Os demais preferiram estacionar em acordos apressados com as acusações injustas.   

Mesmo depois da Ressurreição, Tomé exigiu-lhe sinais.

Quando estiveres na “porta estreita”, dilatando as conquistas da vida eterna, irás também só. 

Não aguardes teus amigos. Não te compreenderiam; no entanto, não deixes de amá-los. São crianças. E toda criança teme e exige muito.


Emmanuel









Emmanuel - Livro Doutrina e Aplicação - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 4 - Autolibertação



Emmanuel - Livro Doutrina e Aplicação - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 4


Autolibertação


Uma coincidência de notar entre os quase náufragos da aflição e do afogamento:

Os que se debatem nas águas temendo a morte rogam o socorro de quem lhes estenda as mãos;

Os que se encarceram no desânimo, receando o desequilíbrio, para se livrarem dele precisam estender as mãos aos outros.

Geralmente quando nos confessamos abatidos, muitas vezes queixando-nos contra tudo e contra todos, achamo-nos simplesmente encerrados na masmorra do “eu”, que transportamos conosco, à maneira de fardo muito difícil de carregar.

Este é, contudo, o momento para sair de nós, alongando os braços na direção dos outros, para que os outros nos arrebatem ao poço da angústia.

Abrir o coração ao encontro de alguém a fim de que alguém nos alivie.

Auxiliar para sermos auxiliados.

Se te encontras numa ocasião dessas, de espírito ilhado na solidão, recorda que as portas da alma unicamente se abrem de dentro para fora e busca a liberação de si mesmo.

Desnecessário será dizer que a gentileza para com os vizinhos, a visita ao doente, o socorro ao necessitado, o serviço-extra, a carta que se dirige ao amigo distante, o amparo à natureza e todas as formas outras de atividade em que se nos expresse a doação de calor humano são veículos ideais para sairmos de nós à procura da própria renovação.

Se te encontras assim, no dia cinzento de mal-estar, não é necessário adotes a transposição do desalento à custa de tranquilizantes inadequados ou ao preço de aventuras que talvez te marginalizassem nos espinheiros da culpa. Todos possuímos conosco a clínica espiritual de autotratamento com as faculdades da ação e da criatividade ao nosso dispor.

Quando estejas desse modo no recanto da angústia, se experimentas a fadiga sem causa, trabalha mais e, se trabalhando mais sentires a presença do cansaço compreensível e justo, procura o repouso indispensável ao preciso refazimento e recobrarás as próprias forças a fim de trabalhar e servir mais ainda.


Emmanuel











sexta-feira, 27 de março de 2026

Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 50 - Confiemos alegremente



Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 50


Confiemos alegremente


“Regozijai-vos sempre.” — PAULO (1 Tessalonicenses, 5:16)


Lembra-te das mercês que o Senhor te concede pelos braços do tempo e espalha gratidão e alegria onde estiveres…

Repara as forças da Natureza, a emergirem, serenas, de todos os cataclismos.

Corre a fonte cantando pelo crivo do charco…

Sussurra a brisa melodias de confiança após a ventania destruidora…

A árvore multiplica flores e frutos, além da poda…

Multidões de estrelas rutilam sobre as trevas da noite…

E cada manhã, ainda mesmo que os homens se tenham valido da sombra para enxovalhar a terra com o sangue do crime, volve o Sol, em luminoso silêncio, acalentando homens e vermes, montes e furnas.

Ainda mesmo que o mal te golpeie transitoriamente o coração, recorda os bens que te compõem a riqueza da saúde e da esperança, do trabalho e do amor, e rejubila-te, buscando a frente…

Tédio é deserção.

Pessimismo é veneno.

Encara os obstáculos de ânimo firme e estampa o otimismo em tua alma para que não fujas aos teus próprios compromissos perante a vida.

Serenidade em nós é segurança nos outros.

O sorriso de paz é arco-íris no céu de teu semblante.

“Regozijai-vos sempre” — diz-nos o apóstolo Paulo.

E acrescentamos:

— Rejubilemo-nos em tudo com a Vontade de Deus, porque a Vontade de Deus significa Bondade Eterna.


Emmanuel










(Reformador, fevereiro 1959, página 26)