quinta-feira, 30 de abril de 2026

Emmanuel - Livro Calma - Chico Xavier - Cap. 22 - Conquista de paz



Emmanuel - Livro Calma - Chico Xavier - Cap. 22


Conquista de paz


Em muitas ocasiões, especialmente quando se te agravam as situações difíceis, perguntas a esmo, como conquistar serenidade, de maneira a varar os percalços do dia a dia.

Imagina-te no lugar daqueles que se te fazem motivos de irritação e examina-te um tanto mais.

Se, em teu grupo de trabalho, desempenhasses a função do chefe, atormentado de problemas e conflitos, estarias talvez em mais duras condições de intemperança mental, quando isso acaso acontecesse.

Caso te visses na posição do subalterno, faceando, às vezes, amargos dramas domésticos, é provável evidenciasses mais lentidão no serviço a fazer, quando isso viesse a suceder.

Considerando a possibilidade de seres o doente que te incomoda, quando isso se verifique, decerto não te reconhecerias com menos intolerância diante do sofrimento.

Na hipótese de haveres sofrido as longas tentações da criatura julgada em erro, é possível houvesses descido a mais baixo nível.

Se te notasses na posição enfermiça da pessoa que te ofendeu, ignoras se não terias ferido alguém com mais ímpeto.

Analisemo-nos, através das lentes da introspecção e reconhecer-nos-emos imensamente distantes da condição dos anjos. 

Isso nos ensinará que os companheiros com os quais convivemos nem sempre conseguirão apresentar, por enquanto, qualidades que ainda não possuímos e raciocínios mais profundos nos farão sentir a necessidade de calma e tolerância, de uns para com os outros, em todos os momentos inquietantes da vida.


Emmanuel











Marco Prisco - Livro Legado Kardequiano - Divaldo Pereira Franco - Cap. 8 - Amizade



Marco Prisco - Livro Legado Kardequiano - Divaldo P. Franco - Cap. 8


Amizade


623. Os que hão pretendido instruir os homens na lei de Deus não se têm enganado algumas vezes, fazendo-os transviar-se por meio de falsos princípios?

"Certamente hão dado causa a que os homens se transviassem aqueles que não eram inspirados por Deus e que, por ambição, tomaram sobre si um encargo que lhes não fora cometido. Todavia, como eram, afinal, homens de gênio, mesmo entre os erros que ensinaram grandes verdades muitas vezes se encontram." (O Livro dos Espíritos)


Ajude o companheiro que segue pelo seu caminho.

À sua semelhança, ele é alguém em busca da Vida.

Embora não sorria, felicita-se com o sorriso dos outros.

Aproxime-se e ofereça-lhe amizade.

Você possui o valioso tesouro da fé, que possivelmente ainda lhe não enriquece o espírito.

Vença a antipatia que lhe possa inspirar, no primeiro encontro, e achegue-se mais.

Não se impressione negativamente.

Oferte qualquer coisa que lhe possa despertar o interesse, criando nele uma auréola de camaradagem.

Não há região, no país da alma, onde não medrem flores de bondade.

Talvez não se encontrem ao alcance do primeiro olhar; todavia, com um pouco mais de observação, você descortinará ricas províncias, onde abundam as sementeiras da luz.

Esses corações aguardam alguém; desperte-os.


Marco Prisco











Miramez - Livro Filosofia Espírita - Vol. 12 - João Nunes Maia - Cap. 17 - Falência na missão



Miramez - Livro Filosofia Espírita - Vol. 12 - João Nunes Maia - Cap. 17


Falência na missão 

 
578. Poderá o Espírito, por própria culpa, falir na sua missão?

“Sim, se não for um Espírito superior.”

a) - Que conseqüências lhe advirão da sua falência?

“Terá que retomar a tarefa; essa a sua punição. Também sofrerá as conseqüências do mal que haja causado.”  (O Livro dos Espíritos)


Falir na missão é uma expressão que nos parece um pouco dura, mas, para expressar na linguagem que usamos, o termo é aceito nas linhas da justiça. O missionário pode minguar sua tarefa, e prejudicar aos que se encontram em seu caminho, vendo e absorvendo suas lições pelos canais do exemplo.

Os Espíritos superiores, aqueles que preparam e avalizam a reencarnação do missionário, são conscientes de que o reencarnante pode falhar nos seus labores junto aos homens, medindo e sabendo o tamanho da sua evolução espiritual, mas, isso faz parte do seu aprendizado. A Terra é uma universidade, onde o Espírito recolhe suas experiências e acumula valores no coração da vida.

É preciso que se saiba que ninguém falha na sua missão totalmente; sempre há o que aproveitar para a sua instrução, mesmo porque, o mal que ele causar responderá por ele, por vezes voltando em outro instrumento físico para terminar a sua tarefa. O Espírito não retrocede; ele, cada vez mais, cresce em todos os rumos da verdade.

Não existe, no livro da vida, perdição eterna, como assinalam muitos escritores, posicionando-se como doutores da lei. Mesmo a palavra eterna não tem o significado que se lhe quer dar, por haver muitas eternidades. Somente Deus sabe irradiar seus pensamentos na linguagem universal, de maneira que os Espíritos mais evoluídos assimilam Seus grandes desígnios e executam a Sua soberana vontade.

Todos, quase sem exceção, falimos de certa forma, quando encarnados. Há muitas coisas que deveríamos fazer e que não foram feitas, quebrando o ritmo das linhas do amor mais puro. Somente fazemos o que a nossa evolução suporta. Não há pecado, da maneira como isto é entendido por determinados companheiros estudiosos do espiritualismo no mundo das formas. Há, sim, um processo de despertamento espiritual infalível em todas as criaturas. Àquele que falhou na sua missão, o seu castigo, mesmo como Espírito conhecedor da verdade, é de retornar ao campo de lutas na carne, para começar de novo e fazer o que deixou de realizar, para tornar-se um completista. Há determinados missionários que fazem além do previsto; esses são Espíritos altamente conscientes dos seus deveres junto à humanidade, e aproveitam sua estada na Terra, reunindo todos os seus esforços, avançando além do previsto e realizando maravilhas, de modo que a própria lei, as provas e os testes mais difíceis se curvem diante deles.

"Outros, por sua vez, passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas e prisões." (Hebreus, 11:36)

A razão do ser humano é para ele discernir o que deve aceitar ou não, e no espiritualista ela deve ser mais aguçada, pela prática de estudar e assimilar. Os Espíritos estão mais presentes na vida dos homens do que pensam, mas, eles se aproximam de acordo com a sintonia, de coração para coração.

A Doutrina dos Espíritos é a fonte que pode ajudar a todos os de boa vontade; ela amplia os conhecimentos do discípulo da verdade, para que ele possa saber os caminhos que deve percorrer. Antes de tudo, deve saber que não pode se esquecer de Jesus, que exerce influência em seu coração, para que possa acertar com mais segurança.


Miramez













quarta-feira, 29 de abril de 2026

Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 49 - Caridade e riqueza



Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 49

Caridade e riqueza


“Pois somos a feitura dele, criados em Jesus-Cristo para boas obras.” — PAULO (Efésios, 2:10)

Se acreditas que apenas o ouro é base correntia da caridade, lembra-te de Jesus, que enriqueceu a Terra sem possuir uma pedra onde repousar a cabeça.

Descerrando o próprio coração, ei-lo a espalhar os bens imarcescíveis do espírito.

Fez luzir a estrela da humildade à frente dos poderosos.

Acentuou a alegria nas bodas singelas de Caná.

Ensinou aos discípulos a verdade sem afetação.

Deu assistência aos enfermos.

Forneceu coragem aos desalentados.

Ministrou consolação aos aflitos.

Imprimiu visão nova aos olhos de Madalena.

Acendeu súbita claridade no ânimo de Zaqueu.

Envolveu em compassivo entendimento a incompreensão de Judas.

Cercou de bondade o esmorecimento de Simão Pedro.

Endereçou bênçãos de compaixão à turba desenfreada aos pés da cruz.

Brindou o mundo com o esquecimento do mal, retomando-lhe o convívio, depois do túmulo.

Recorda, pois, que também podes distribuir das riquezas que fluem de ti próprio, cuja aquisição é inacessível à moeda comum.

Oferece aprovação e estímulo ao bem, apoio e conforto à dor…

Estende ternura e simpatia, concurso e fraternidade…

Espalha compreensão e esperança entre aqueles com quem convives e recebe com gentileza e bondade aqueles que te procuram…

Não aguardes sobras na bolsa para atender aos planos da caridade.

Lembra-te de que o amor é inesgotável na fonte do coração e de que Jesus, ainda hoje, com Deus e com o amor, vem multiplicando, dia a dia, os eternos tesouros da Humanidade.


Emmanuel











(Reformador, janeiro de 1959, p. 3)

Miramez - Livro Máximas de Luz - João Nunes Maia - Cap. 24 - O Espirito de Verdade



Miramez - Livro Máximas de Luz - João Nunes Maia - Cap. 24


O Espirito de Verdade


6. Venho instruir e consolar os pobres deserdados. Venho dizer-lhes que elevem a sua resignação ao nível de suas provas, que chorem, porquanto a dor foi sagrada no Jardim das Oliveiras; mas que esperem, pois que também a eles os anjos consoladores lhes virão enxugar as lágrimas.

Obreiros, traçai o vosso sulco; recomeçai no dia seguinte o afanoso labor da véspera; o trabalho das vossas mãos vos fornece aos corpos o pão terrestre; vossas almas, porém, não estão esquecidas; e eu, o jardineiro divino, as cultivo no silêncio dos vossos pensamentos. Quando soar a hora do repouso, e a trama da vida se vos escapar das mãos e vossos olhos se fecharem para a luz, sentireis que surge em vós e germina a minha preciosa semente. Nada fica perdido no reino de nosso Pai e os vossos suores e misérias formam o tesouro que vos tornará ricos nas esferas superiores, onde a luz substitui as trevas e onde o mais desnudo dentre todos vós será talvez o mais resplandecente.

Em verdade vos digo: os que carregam seus fardos e assistem os seus irmãos são bem-amados meus. Instruí-vos na preciosa doutrina que dissipa o erro das revoltas e vos mostra o sublime objetivo da provação humana. Assim como o vento varre a poeira, que também o sopro dos Espíritos dissipe os vossos despeitos contra os ricos do mundo, que são, não raro, muito miseráveis, porquanto se acham sujeitos a provas mais perigosas do que as vossas. Estou convosco e meu apóstolo vos instrui. Bebei na fonte viva do amor e preparai-vos, cativos da vida, a lançar-vos um dia, livres e alegres, no seio daquele que vos criou fracos para vos tornar perfectíveis e que quer modeleis vós mesmos a vossa maleável argila, a fim de serdes os artífices da vossa imortalidade. — O Espírito de Verdade. Paris, 1861. (E.S.E - Cap. VI - O Cristo consolador - Advento do Espírito de Verdade).


Com a codificação do Espiritismo, toma-se a escutar as palavras dos Céus: “Vinde a mim todos vós que sofreis”.

Na verdade, a Doutrina Espírita, sendo a volta de Jesus, vem reafirmar o que foi dito há quase dois mil anos, renovando a esperança para os desesperados, aumentando a fé para os que ainda duvidam, aumentando o amor para os que alimentavam o ódio.

A Doutrina Espírita é a força que consola e faz com que comunguemos com o bem. O Espirito de Verdade comanda o movimento espírita na Terra, nos mostrando os caminhos da Luz e nos convidando para novos entendimentos, de maneira que o perdão não nos falte nos caminhos do aprendizado, que o trabalho honesto seja para nós o amparo de viver, que a fraternidade seja para a humanidade a esperança nas suas lides de cada dia, que a boa convivência nos abra caminhos para a alegria pura, que o amor seja o alimento para todos que se esforçam na sua aquisição.

O advento do Espírito de Verdade aumenta a paz e a certeza de que existe o céu e de que Deus igualmente mora dentro de nós, na área da consciência. Busquemos estudar a Doutrina Espírita em todos os seus contornos, analisando todos os seus conceitos e integrando-nos no chamado da Verdade, para nos tornarmos livres, limpando nossa velha mente das paixões inferiores, fazendo voltar, com isso, o ambiente verdadeiro do cristianismo, a nos dar as mãos de novo e, nesta cordialidade, possamos crer que existe a felicidade, se palmilharmos os caminhos do amor.

No esforço que todos fazemos para melhorar a nossa moral, para o nosso crescimento dentro das virtudes, só existe um ganhador direto: nós mesmos. Nesse trabalho cristão, o maior beneficiado é o Evangelho de Jesus em ação, nos ajudando no despertamento dos valores da vida, reconhecendo a existência de Deus na nossa intimidade; não falou o Cristo que os céus estão dentro de nós?

A Doutrina Espírita renova esta afirmativa, nos mostrando como vê-lo e ouvir o que Deus quer falar aos nossos corações. Allan Kardec foi o instrumento que nos fez encontrar o Espírito de Verdade e reconhecer a sua mensagem de luz e de salvação, ou seja, nos preparar para a nossa própria salvação, pela transformação de valores.

O Espiritismo é uma página de luz, escrita por Deus nós corações da humanidade, pela tinta do amor, que se expressa no papel da caridade.

Com a Doutrina Espírita, asseguramos a certeza de que ninguém morre e que a vida não cessa na criação do Senhor, falando a todos pelos diversos meios compreensíveis, despertando as qualidades, filhas do amor, no mundo interno de cada criatura. Se o Espírito de Verdade já se encontra na Terra, o nosso dever é buscar encontrá-lo, ouvindo a sua voz.

Trabalhemos, encarnados e desencarnados, para que a mensagem do Espírito de Verdade circule em toda a Terra, levando a paz aos que sofrem, o entendimento aos ignorantes e a esperança aos desesperados. A promessa de Jesus foi que enviaria outro consolador. Analisemos esta palavra outro. Sendo Ele o primeiro, o outro estaria com o compromisso de fazer relembrar os Seus ensinamentos, que ficaram no pergaminho de luz, o Evangelho.

“Eis que estou aqui”, fala o Espiritismo, o Espírito de Verdade.


Miramez














Emmanuel - Livro Abrigo - Chico Xavier - Cap. 12 - A porta estreita



Emmanuel - Livro Abrigo - Chico Xavier - Cap. 12


A porta estreita


“Porfiai por entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão”. — JESUS (Lucas, 13:24).


Aceitemos a dificuldade por mestra amorável, se esperamos que a vida nos entregue os seus tesouros.

Sem a porta estreita do obstáculo não conseguiríamos medir a nossa capacidade de trabalho ou ajuizar quanto à nossa fé.

As lições do próprio suor são as mais preciosas.

Os ensinamentos hauridos na própria renúncia são aqueles que se nos estampam na alma, no campo evolutivo.

Ouvimos mil conselhos edificantes e sorrimos, ante o fracasso iminente.

Basta, porém, por vezes, uma pequena dor para que se nos consolide a cautela à frente do perigo.

Com discernimento louvável improvisamos prodigiosos facilitários de felicidade para os outros, indicando-lhes o melhor caminho para a vitória no bem ou para a comunhão com Deus, entretanto, à primeira alfinetada do caminho sobre nossas esperanças mais caras, habitualmente, nos desmandamos à distância do equilíbrio justo, espalhando golpes e lágrimas, exigências e sombras.

Saibamos, no entanto, respeitar na “porta estreita” que o mundo nos impõe o socorro da Vida Maior, a fim de que possamos reconsiderar a própria marcha. 

Por vezes, ela é a enfermidade que nos auxilia a preservar as vantagens da saúde, 

em muitas fases de nossa luta é a incompreensão alheia, que nos compele ao reajuste necessário; 

em muitos passos da senda é a prova que nos segrega no isolamento, impelindo-nos a seguir pela escada miraculosa da prece, da Terra para os Céus; 

por vezes é o abandono de afeições muito amadas a impulsionar-nos para os braços de Cristo; 

em variadas circunstâncias, é o desencanto ante a enganosa satisfação de nossos desejos na experiência física, inspirando-nos ideais mais altos; 

e, em alguns casos, é a visitação da morte que nos obriga a refletir na imortalidade triunfante…

Por onde fores, cada dia, agradece a dificuldade que nos melhore e nos eleve à grande renovação.

Jesus não escolheu a larga avenida do menor esforço. Da Manjedoura ao Calvário, movimentou-se entre os obstáculos que se transfiguraram para Ele em degraus para a volta ao Pai Celestial e, aceitando na cruz, a sua maior mensagem de amor à Humanidade de todos os séculos, legou-nos, com exemplo vivo, a porta estreita do sacrifício como sendo o nosso mais belo caminho de paz e libertação.


Emmanuel












terça-feira, 28 de abril de 2026

Emmanuel - Livro Mais Perto - Chico Xavier - Cap. 25 - Água da vida



Emmanuel - Livro Mais Perto - Chico Xavier - Cap. 25


Água da vida


Na Terra, a água é o ingrediente mais expressivo da vida orgânica.

No seio morno do mar nasceram os embriões de toda existência física.

Sem a presença dos rios, o homem não construiria a cidade e sem o apoio da chuva, ninguém colheria os frutos do campo.

Para que a vitalidade garanta a força corpórea, é preciso que a água amasse o pão das criaturas e para que a saúde humana seja mantida, quase sempre é indispensável seja ela o veículo da medicação que o socorre.

Assim como a água, preciosa e necessária ao progresso e à segurança do mundo, é também a piedade no campo espiritual de nossas relações uns com os outros.

Sem a piedade das mães que morrem, renunciando a si mesmas, não conheceríamos o conforto do lar; sem a piedade dos que ensinam, humilhando tanta vez a si próprios, a ignorância seria noite invencível; e sem a piedade do amor fraterno que perdoa sem condições, o ódio entre as criaturas seria qual veneno volante e destruidor.

Piedade! Piedade!…

Guarda-a contigo no coração e no cérebro, para que o sentimento e a ideia te plasmem, onde estiveres, a palavra que reanime e que ajude; e conserva-a, limpa, em tuas atitudes e em tuas mãos para que o trabalho que te verte do roteiro seja bênção de luz a clarear-te o caminho!

Recorda-te de que não prescindimos da piedade que regenera e levanta, a fim de que, ofertando-a hoje, possas recebê-la amanhã no dia de tua dor.

E, usando-a por água pura da vida, em todos os momentos, lembra-te de que a Terra, generosa e fecunda, revela, em toda parte, a Compaixão de Deus.


Emmanuel





VÍDEO: 

Emmanuel / Chico Chavier - Água da Vida (Livro Mais Perto)