quarta-feira, 29 de abril de 2026

Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 49 - Caridade e riqueza



Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 49

Caridade e riqueza


“Pois somos a feitura dele, criados em Jesus-Cristo para boas obras.” — PAULO (Efésios, 2:10)

Se acreditas que apenas o ouro é base correntia da caridade, lembra-te de Jesus, que enriqueceu a Terra sem possuir uma pedra onde repousar a cabeça.

Descerrando o próprio coração, ei-lo a espalhar os bens imarcescíveis do espírito.

Fez luzir a estrela da humildade à frente dos poderosos.

Acentuou a alegria nas bodas singelas de Caná.

Ensinou aos discípulos a verdade sem afetação.

Deu assistência aos enfermos.

Forneceu coragem aos desalentados.

Ministrou consolação aos aflitos.

Imprimiu visão nova aos olhos de Madalena.

Acendeu súbita claridade no ânimo de Zaqueu.

Envolveu em compassivo entendimento a incompreensão de Judas.

Cercou de bondade o esmorecimento de Simão Pedro.

Endereçou bênçãos de compaixão à turba desenfreada aos pés da cruz.

Brindou o mundo com o esquecimento do mal, retomando-lhe o convívio, depois do túmulo.

Recorda, pois, que também podes distribuir das riquezas que fluem de ti próprio, cuja aquisição é inacessível à moeda comum.

Oferece aprovação e estímulo ao bem, apoio e conforto à dor…

Estende ternura e simpatia, concurso e fraternidade…

Espalha compreensão e esperança entre aqueles com quem convives e recebe com gentileza e bondade aqueles que te procuram…

Não aguardes sobras na bolsa para atender aos planos da caridade.

Lembra-te de que o amor é inesgotável na fonte do coração e de que Jesus, ainda hoje, com Deus e com o amor, vem multiplicando, dia a dia, os eternos tesouros da Humanidade.


Emmanuel











(Reformador, janeiro de 1959, p. 3)

Miramez - Livro Máximas de Luz - João Nunes Maia - Cap. 24 - O Espirito de Verdade



Miramez - Livro Máximas de Luz - João Nunes Maia - Cap. 24


O Espirito de Verdade


6. Venho instruir e consolar os pobres deserdados. Venho dizer-lhes que elevem a sua resignação ao nível de suas provas, que chorem, porquanto a dor foi sagrada no Jardim das Oliveiras; mas que esperem, pois que também a eles os anjos consoladores lhes virão enxugar as lágrimas.

Obreiros, traçai o vosso sulco; recomeçai no dia seguinte o afanoso labor da véspera; o trabalho das vossas mãos vos fornece aos corpos o pão terrestre; vossas almas, porém, não estão esquecidas; e eu, o jardineiro divino, as cultivo no silêncio dos vossos pensamentos. Quando soar a hora do repouso, e a trama da vida se vos escapar das mãos e vossos olhos se fecharem para a luz, sentireis que surge em vós e germina a minha preciosa semente. Nada fica perdido no reino de nosso Pai e os vossos suores e misérias formam o tesouro que vos tornará ricos nas esferas superiores, onde a luz substitui as trevas e onde o mais desnudo dentre todos vós será talvez o mais resplandecente.

Em verdade vos digo: os que carregam seus fardos e assistem os seus irmãos são bem-amados meus. Instruí-vos na preciosa doutrina que dissipa o erro das revoltas e vos mostra o sublime objetivo da provação humana. Assim como o vento varre a poeira, que também o sopro dos Espíritos dissipe os vossos despeitos contra os ricos do mundo, que são, não raro, muito miseráveis, porquanto se acham sujeitos a provas mais perigosas do que as vossas. Estou convosco e meu apóstolo vos instrui. Bebei na fonte viva do amor e preparai-vos, cativos da vida, a lançar-vos um dia, livres e alegres, no seio daquele que vos criou fracos para vos tornar perfectíveis e que quer modeleis vós mesmos a vossa maleável argila, a fim de serdes os artífices da vossa imortalidade. — O Espírito de Verdade. Paris, 1861. (E.S.E - Cap. VI - O Cristo consolador - Advento do Espírito de Verdade).


Com a codificação do Espiritismo, toma-se a escutar as palavras dos Céus: “Vinde a mim todos vós que sofreis”.

Na verdade, a Doutrina Espírita, sendo a volta de Jesus, vem reafirmar o que foi dito há quase dois mil anos, renovando a esperança para os desesperados, aumentando a fé para os que ainda duvidam, aumentando o amor para os que alimentavam o ódio.

A Doutrina Espírita é a força que consola e faz com que comunguemos com o bem. O Espirito de Verdade comanda o movimento espírita na Terra, nos mostrando os caminhos da Luz e nos convidando para novos entendimentos, de maneira que o perdão não nos falte nos caminhos do aprendizado, que o trabalho honesto seja para nós o amparo de viver, que a fraternidade seja para a humanidade a esperança nas suas lides de cada dia, que a boa convivência nos abra caminhos para a alegria pura, que o amor seja o alimento para todos que se esforçam na sua aquisição.

O advento do Espírito de Verdade aumenta a paz e a certeza de que existe o céu e de que Deus igualmente mora dentro de nós, na área da consciência. Busquemos estudar a Doutrina Espírita em todos os seus contornos, analisando todos os seus conceitos e integrando-nos no chamado da Verdade, para nos tornarmos livres, limpando nossa velha mente das paixões inferiores, fazendo voltar, com isso, o ambiente verdadeiro do cristianismo, a nos dar as mãos de novo e, nesta cordialidade, possamos crer que existe a felicidade, se palmilharmos os caminhos do amor.

No esforço que todos fazemos para melhorar a nossa moral, para o nosso crescimento dentro das virtudes, só existe um ganhador direto: nós mesmos. Nesse trabalho cristão, o maior beneficiado é o Evangelho de Jesus em ação, nos ajudando no despertamento dos valores da vida, reconhecendo a existência de Deus na nossa intimidade; não falou o Cristo que os céus estão dentro de nós?

A Doutrina Espírita renova esta afirmativa, nos mostrando como vê-lo e ouvir o que Deus quer falar aos nossos corações. Allan Kardec foi o instrumento que nos fez encontrar o Espírito de Verdade e reconhecer a sua mensagem de luz e de salvação, ou seja, nos preparar para a nossa própria salvação, pela transformação de valores.

O Espiritismo é uma página de luz, escrita por Deus nós corações da humanidade, pela tinta do amor, que se expressa no papel da caridade.

Com a Doutrina Espírita, asseguramos a certeza de que ninguém morre e que a vida não cessa na criação do Senhor, falando a todos pelos diversos meios compreensíveis, despertando as qualidades, filhas do amor, no mundo interno de cada criatura. Se o Espírito de Verdade já se encontra na Terra, o nosso dever é buscar encontrá-lo, ouvindo a sua voz.

Trabalhemos, encarnados e desencarnados, para que a mensagem do Espírito de Verdade circule em toda a Terra, levando a paz aos que sofrem, o entendimento aos ignorantes e a esperança aos desesperados. A promessa de Jesus foi que enviaria outro consolador. Analisemos esta palavra outro. Sendo Ele o primeiro, o outro estaria com o compromisso de fazer relembrar os Seus ensinamentos, que ficaram no pergaminho de luz, o Evangelho.

“Eis que estou aqui”, fala o Espiritismo, o Espírito de Verdade.


Miramez














Emmanuel - Livro Abrigo - Chico Xavier - Cap. 12 - A porta estreita



Emmanuel - Livro Abrigo - Chico Xavier - Cap. 12


A porta estreita


“Porfiai por entrar pela porta estreita, porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão”. — JESUS (Lucas, 13:24).


Aceitemos a dificuldade por mestra amorável, se esperamos que a vida nos entregue os seus tesouros.

Sem a porta estreita do obstáculo não conseguiríamos medir a nossa capacidade de trabalho ou ajuizar quanto à nossa fé.

As lições do próprio suor são as mais preciosas.

Os ensinamentos hauridos na própria renúncia são aqueles que se nos estampam na alma, no campo evolutivo.

Ouvimos mil conselhos edificantes e sorrimos, ante o fracasso iminente.

Basta, porém, por vezes, uma pequena dor para que se nos consolide a cautela à frente do perigo.

Com discernimento louvável improvisamos prodigiosos facilitários de felicidade para os outros, indicando-lhes o melhor caminho para a vitória no bem ou para a comunhão com Deus, entretanto, à primeira alfinetada do caminho sobre nossas esperanças mais caras, habitualmente, nos desmandamos à distância do equilíbrio justo, espalhando golpes e lágrimas, exigências e sombras.

Saibamos, no entanto, respeitar na “porta estreita” que o mundo nos impõe o socorro da Vida Maior, a fim de que possamos reconsiderar a própria marcha. 

Por vezes, ela é a enfermidade que nos auxilia a preservar as vantagens da saúde, 

em muitas fases de nossa luta é a incompreensão alheia, que nos compele ao reajuste necessário; 

em muitos passos da senda é a prova que nos segrega no isolamento, impelindo-nos a seguir pela escada miraculosa da prece, da Terra para os Céus; 

por vezes é o abandono de afeições muito amadas a impulsionar-nos para os braços de Cristo; 

em variadas circunstâncias, é o desencanto ante a enganosa satisfação de nossos desejos na experiência física, inspirando-nos ideais mais altos; 

e, em alguns casos, é a visitação da morte que nos obriga a refletir na imortalidade triunfante…

Por onde fores, cada dia, agradece a dificuldade que nos melhore e nos eleve à grande renovação.

Jesus não escolheu a larga avenida do menor esforço. Da Manjedoura ao Calvário, movimentou-se entre os obstáculos que se transfiguraram para Ele em degraus para a volta ao Pai Celestial e, aceitando na cruz, a sua maior mensagem de amor à Humanidade de todos os séculos, legou-nos, com exemplo vivo, a porta estreita do sacrifício como sendo o nosso mais belo caminho de paz e libertação.


Emmanuel












terça-feira, 28 de abril de 2026

Emmanuel - Livro Mais Perto - Chico Xavier - Cap. 25 - Água da vida



Emmanuel - Livro Mais Perto - Chico Xavier - Cap. 25


Água da vida


Na Terra, a água é o ingrediente mais expressivo da vida orgânica.

No seio morno do mar nasceram os embriões de toda existência física.

Sem a presença dos rios, o homem não construiria a cidade e sem o apoio da chuva, ninguém colheria os frutos do campo.

Para que a vitalidade garanta a força corpórea, é preciso que a água amasse o pão das criaturas e para que a saúde humana seja mantida, quase sempre é indispensável seja ela o veículo da medicação que o socorre.

Assim como a água, preciosa e necessária ao progresso e à segurança do mundo, é também a piedade no campo espiritual de nossas relações uns com os outros.

Sem a piedade das mães que morrem, renunciando a si mesmas, não conheceríamos o conforto do lar; sem a piedade dos que ensinam, humilhando tanta vez a si próprios, a ignorância seria noite invencível; e sem a piedade do amor fraterno que perdoa sem condições, o ódio entre as criaturas seria qual veneno volante e destruidor.

Piedade! Piedade!…

Guarda-a contigo no coração e no cérebro, para que o sentimento e a ideia te plasmem, onde estiveres, a palavra que reanime e que ajude; e conserva-a, limpa, em tuas atitudes e em tuas mãos para que o trabalho que te verte do roteiro seja bênção de luz a clarear-te o caminho!

Recorda-te de que não prescindimos da piedade que regenera e levanta, a fim de que, ofertando-a hoje, possas recebê-la amanhã no dia de tua dor.

E, usando-a por água pura da vida, em todos os momentos, lembra-te de que a Terra, generosa e fecunda, revela, em toda parte, a Compaixão de Deus.


Emmanuel





VÍDEO: 

Emmanuel / Chico Chavier - Água da Vida (Livro Mais Perto)





Emmanuel - Livro Pão Nosso - Chico Xavier - Cap. 151 - Ninguém se retira



Emmanuel - Livro Pão Nosso - Chico Xavier - Cap. 151


Ninguém se retira


“Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.” — (JOÃO, 6:68)


À medida que o Mestre revelava novas características de sua doutrina de amor, os seguidores, então numerosos, penetravam mais vastos círculos no domínio da responsabilidade. Muitos deles, em razão disso, receosos do dever que lhes caberia, afastaram-se, discretos, do cenáculo acolhedor de Cafarnaum.

O Cristo, entretanto, consciente das obrigações de ordem divina, longe de violar os princípios da liberdade, reuniu a pequena assembleia que restava e interrogou aos discípulos:

— Também vós quereis retirar-vos?

Foi nessa circunstância que Pedro emitiu a resposta sábia, para sempre gravada no edifício cristão.

Realmente, quem começa o serviço de espiritualidade superior com Jesus jamais sentirá emoções idênticas, a distância d’Ele. A sublime experiência, por vezes, pode ser interrompida, mas nunca aniquilada. Compelido em várias ocasiões por impositivos da zona física, o companheiro do Evangelho sofrerá acidentes espirituais submetendo-se a ligeiro estacionamento, contudo, não perderá definitivamente o caminho.

Quem comunga efetivamente no banquete da revelação cristã, em tempo algum olvidará o Mestre amoroso que lhe endereçou o convite.

Por este motivo, Simão Pedro perguntou com muita propriedade:

— Senhor, para quem iremos nós?

É que o mundo permanece repleto de filósofos, cientistas e reformadores de toda espécie, sem dúvida respeitáveis pelas concepções humanas avançadas de que se fazem pregoeiros; na maioria das situações, todavia, não passam de meros expositores de palavras transitórias, com reflexos em experiências efêmeras.

Cristo, porém, é o Salvador das almas e o Mestre dos corações e, com Ele, encontramos os roteiros da vida eterna.


Emmanuel













segunda-feira, 27 de abril de 2026

Emmanuel - Livro Encontro Marcado - Chico Xavier - Cap. 36 - Libertação espiritual



Emmanuel - Livro Encontro Marcado - Chico Xavier - Cap. 36


Libertação espiritual


A solução ao problema da libertação espiritual, considerado originariamente, é questão de foro íntimo, qual acontece ao homem na vida comum.

Uma criatura poderá ter renascido em lastimáveis condições de penúria e acordar para as responsabilidades da reencarnação em ambiente vicioso, seja na família consanguínea ou na esfera de relações sociais em que foi levada a conviver, atravessando, por isso, largo trecho da existência em perigoso arrastamento ao mal; entretanto, se determina a si mesma o dever de elevar-se, acendendo no raciocínio a lâmpada do estudo e abraçando a trilha correta do trabalho, a breve tempo começa a receber o amparo daqueles a quem se faz útil, conquistando mais alto nível, do qual consegue estender braços fraternos, em socorro dos irmãos que ficaram na retaguarda.

Ocorre o mesmo nos domínios do espírito.

Determinada pessoa pode encontrar-se, às súbitas, debaixo da influência de entidades perturbadoras, seja pelas haver atraído com pensamentos infelizes ou porque sejam elas aqueles companheiros que lhe constituem a equipe de sócios das existências passadas; consequentemente, é capaz de sofrer induções à delinquência, em atormentados processos obsessivos, mas, se delibera emancipar-se, procurando a luz do conhecimento e situando o caminho no serviço aos semelhantes, passa a recolher, de imediato, o concurso daquele a quem auxilia, alcançando mais alto nível, do qual pode enviar apoio amigo àqueles mesmos Espíritos que se lhe erigiam à condição de perseguidores.

Fácil de compreender que toda criatura está vinculada ao grupo de inteligências e corações que lhe são afins, sejam em nos referindo a companheiros encarnados ou desencarnados, diante das avenidas da renovação e do progresso, descerradas, indiscriminadamente, a nós todos.

À frente, pois, dessa verdade, toda vez que estivermos inclinados à queda nas sombras da obsessão, quando na estância física, será possível receber a cooperação salvacionista de numerosos benfeitores; reconhecendo, porém, aquela outra realidade da lei de sintonia, pela qual sabemos que o ímã de atração das nossas companhias está no campo de nossa própria alma, não será lícito esquecer que o trabalho de nossa libertação e reequilíbrio depende positivamente de nós.


Emmanuel










TEMA — Libertação interior e reequilíbrio.

Joanna de Ângelis - Livro Alegria de Viver - Divaldo Pereira Franco - Cap. 5 - Corpo e alma



Joanna de Ângelis - Livro Alegria de Viver - Divaldo Pereira Franco - Cap. 5


Corpo e alma


"Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.” (Mateus, 5:8)


Reservas tempo e espaço para o corpo, que te exige proteção e cuidados.

Fazes bem. Todavia, necessitas dispensar assistência à alma que te sustenta e conduz.

Preservas os equipamentos orgânicos mediante higiene, alimentação, vestuário, remédios. 

E teu dever. Sem embargo, cumpre-te conceder forças morais à alma, que se encarrega de pôr em funcionamento todos esses mecanismos com a indispensável precisão.

Selecionas acepipes, combinas receitas e dietas, facultas repouso e diversão ao invólucro material.

Ages com discernimento. Entretanto, não esqueças de propiciar conhecimentos iluminativos à alma, a fim de que, renovada, faculte equilíbrio nervoso e harmonia de trabalho aos órgãos em funcionamento.

Fruis prazeres e buscas comodidades para ampliar as reservas de saúde, gozando um constante bem-estar.

Trata-se de providência acertada. Mesmo assim, dispõe-te à ação da caridade e do vero amor, com os quais a alma se mantém em sintonia com as fontes da vida.

Desfrutas de festas e recreações como indispensáveis a uma realização total, na qual os esportes te desenvolvem os músculos e preservam as funções fisiológicas.

Concordamos que se trata de um cuidado devido. Apesar disso, busca a oração e exercita as virtudes morais, de modo a robustecer a alma durante a jornada libertadora.

Corpo e alma constituem uma dualidade que, em síntese, são a mesma unidade da vida universal.

Cuida do corpo e atende a alma.

Socorre o organismo, mas medita em torno das necessidades espirituais.

O corpo é efeito. A alma é-lhe a causa.

A matéria é escola. O ser é o aprendiz que a utiliza.

A forma se dilui. A essência prossegue.

Vive os impositivos humanos, porém não descures da tua realidade, aquela que preexiste ao corpo e a ele sobrevive.

A vida física é uma experiência no rumo da evolução, enquanto a espiritual é eterna, de onde procedes e para onde retornas.

Vive, pois, de tal forma que, atendendo ao corpo, estejas em condição de deixá-lo, pleno e consciente da tua procedência indestrutível, no rumo da felicidade imorredoura.


Joanna de Ângelis