domingo, 3 de maio de 2026

Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 51 - No solo do espírito



Emmanuel - Livro Palavras de Vida Eterna - Chico Xavier - Cap. 51


No solo do espírito


“E outra caiu em boa terra e deu fruto; um a cem, outro a sessenta e outro a trinta.” — JESUS (Mateus, 13:8)


Referindo-nos à parábola do semeador, narrada pelo Divino Mestre, lembremo-nos de que o campo da vida é assim como a terra comum.

Nele encontramos criaturas que expressam glebas espirituais de todos os tipos.

Homens-calhaus…
Homens-espinheiros…
Homens-milhafres…
Homens-parasitas…
Homens-charcos…
Homens-furnas…
Homens-superfícies…
Homens-obstáculos…
Homens-venenos…
Homens-palhas…
Homens-sorvedouros…
Homens-erosões…
Homens-abismos…

Mas surpreendemos também, com alegria, os homens-searas, aqueles que reunindo consigo o solo produtivo do caráter reto, a água pura dos sentimentos nobres, o adubo da abnegação, a charrua do esforço próprio e o suor do trabalho constante, sabem albergar as sementes divinas do conhecimento superior, produzindo as colheitas do bem para os semelhantes.

Reparemos a vasta paisagem que nos rodeia, através da meditação, e, com facilidade, por nossa atitude perante os outros, reconheceremos de pronto que espécie de terreno estamos sendo nós.


Emmanuel








(Reformador, fevereiro de 1959, p. 26)

Manoel Philomeno de Miranda - Livro Antologia Espiritual - Espíritos Diversos / Divaldo P. Franco - Cap. 34 - O fenômeno mediúnico



Manoel Philomeno de Miranda - Livro Antologia Espiritual - Espíritos Diversos / Divaldo P. Franco - Cap. 34


O fenômeno mediúnico


O fenômeno mediúnico, para expressar-se com segurança, exige toda a complexidade do mecanismo fisiopsíquico do homem que a ele se entrega, assim como da perfeita identificação vibratória do seu comunicante.

Para o desiderato, o perispírito do encarnado exterioriza-se em um campo mais amplo, captando as vibrações do ser que se lhe acerca, por sua vez, igualmente ampliado, graças a cuja sutileza interpenetram-se, transmitindo reciprocamente os seus conteúdos de energia, no que resulta o fenômeno equilibrado.

Às vezes, automaticamente, dá-se a comunicação espiritual, produzindo o fato mediúnico, ora por violenta injunção obsessiva e, em outras oportunidades, por afinidades profundas, quando a ocorrência é elevada.

Seja porém, como for, sem o contributo e a ação do Perispírito, a tentativa não se torna efetivo.

Desse modo o conhecimento do Perispírito é de vital importância para quantos desejam exercitar a mediunidade colocando-a a serviço de ideais enobrecedores.

Penetrabilidade, elasticidade, fluidez, materialização, depósito das memórias passadas entre outras oferecem compreensão e recurso para melhor movimentação dessas características, algumas das quais são imprescindíveis para a execução da tarefa, no fenômeno de intercâmbio espiritual.

A fixação da mente, através da concentração, proporciona dilatação do campo perispirítico e mudança das vibrações que variam das mais grosseiras às mais sutis a depender, igualmente, do comportamento moral do indivíduo.

O pensamento é o agente das reações psíquicas e físicas, sem o que, os automatismos desordenados levam aos desequilíbrios e aos fenômenos mediúnicos perturbadores, que respondem pelas obsessões de variada nomenclatura, que aturdem e infelicitam milhões de criaturas invigilantes e desajustadas.

Todo fulcro de energia irradia-se em um campo que corresponde à sua área de exteriorização, diminuindo a intensidade, à medida que se afasta do epicentro. Graças a isto, são conhecidos os campos gravitacional e atômico, no macro e microcosmo, conforme os detectou Albert Einstein.

Na área psicológica não podemos ignorar-lhe a presença nas criaturas, gerando as simpatias - por decorrência de afinidades vibratórias entre as pessoas que se identificam - e a antipatia - que deflui do choque das ondas que se exteriorizam, portadoras de teor diferente produzindo sensações de mal-estar.

Invisível, no entanto preponderante nos mais diversos mecanismos da vida, o campo é encontrado no fenômeno mediúnico, através de cuja irradiação é possível o intercâmbio.

Cada ser humano, encarnado ou não, vibra na faixa mental que lhe é peculiar, irradiando uma vibração especifica.

Quando nas comunicações, os teores são diferentes, a fim de produzir-se a afinidade, o médium educado sintoniza com o psiquismo irradiante daquele que se vai comunicar, e se este é portador de altas cargas deletérias, demorando-se sob vibrações baixas, o hospedeiro permite-se dela impregnar até que, carregado dessas energias pesadas, logra envolver-se no campo propiciador, portanto, de igual qualidade, cedendo as funções intelectuais e orgânicas à influência do ser espiritual que passa a comandá-lo, embora sob a sua vigilância em Espírito, que não se aparta, senão parcialmente, do corpo.

Quando se trata de Entidade portadora de elevadas vibrações, mais sutis que as habituais do médium, este, pelas ações nobres a que se entrega, pela oração e concentração, em que se fixa, libera-se das cargas mais grosseiras e sutiliza a própria irradiação, enquanto o Benfeitor, igualmente concentrado, condensa, pela ação da vontade e do pensamento, as suas energias até o ponto de sintonia, proporcionando o fenômeno de qualidade ideal.

Em casos especiais, nos quais seres muito elevados ou grotescos, nos extremos da escala vibratória compatível com a Vida na Terra, vêm-se comunicar, os Mentores, que mais facilmente manipulam as energias, tornam-se os intermediários que filtram as idéias e canalizam-nas em teor mais consentâneo com o campo do sensitivo, ocorrendo o fenômeno da mediunidade disciplinada.

O fenômeno mediúnico, portanto, a ocorre no campo de irradiação do Espírito através do Perispírito, está sempre a exigir um padrão vibratório equivalente, que decorre da conduta moral, mental e espiritual de todo aquele que se faça candidato.

Certamente, como decorrência do campo perispiritual, diversos núcleos de vibrações, nos quais se fixa o Espírito ao corpo, bem como em face do mecanismo de algumas das glândulas de secreção endócrina, apresentam-se as possibilidades ideais para o intercâmbio espiritual de natureza mediúnica.

Assim havendo constatado, foi que o Codificador do Espiritismo com sabedoria afirmou que a faculdade "é simplesmente uma aptidão para servir de instrumento, mais ou menos dócil aos Espíritos em geral que os médiuns emprestam o organismo material que falta a estes para nos transmitirem as suas instruções".(1)


Manoel Philomeno de Miranda












(1) O Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo XXIV - Não ponhais a candeia debaixo do alqueire

12. Jesus se acercava, principalmente, dos pobres e dos deserdados, porque são os que mais necessitam de consolações; dos cegos dóceis e de boa-fé, porque pedem se lhes dê a vista, e não dos orgulhosos que julgam possuir toda a luz e de nada precisar. (Veja-se: “Introdução”, artigos Publicanos, Portageiros.)

Essas palavras, como tantas outras, encontram no Espiritismo a aplicação que lhes cabe. Há quem se admire de que, por vezes, a mediunidade seja concedida a pessoas indignas, capazes de a usarem mal. Parece, dizem, que tão preciosa faculdade devera ser atributo exclusivo dos de maior merecimento.

Digamos, antes de tudo, que a mediunidade é inerente a uma disposição orgânica, de que qualquer homem pode ser dotado, como da de ver, de ouvir, de falar. Ora, nenhuma há de que o homem, por efeito do seu livre-arbítrio, não possa abusar, e se Deus não houvesse concedido, por exemplo, a palavra senão aos incapazes de proferirem coisas más, maior seria o número dos mudos do que o dos que falam. Deus outorgou faculdades ao homem e lhe dá a liberdade de usá-las, mas não deixa de punir o que delas abusa.

Se só aos mais dignos fosse concedida a faculdade de comunicar com os Espíritos, quem ousaria pretendê-la? Onde, ao demais, o limite entre a dignidade e a indignidade? A mediunidade é conferida sem distinção, a fim de que os Espíritos possam trazer a luz a todas as camadas, a todas as classes da sociedade, ao pobre como ao rico; aos retos, para os fortificar no bem, aos viciosos para os corrigir. Não são estes últimos os doentes que necessitam de médico? Por que Deus, que não quer a morte do pecador, o privaria do socorro que o pode arrancar ao lameiro? Os bons Espíritos lhe vêm em auxílio e seus conselhos, dados diretamente, são de natureza a impressioná-lo de modo mais vivo, do que se os recebesse indiretamente. Deus, em sua bondade, para lhe poupar o trabalho de ir buscá-la longe, nas mãos lhe coloca a luz. Não será ele bem mais culpado, se não a quiser ver? Poderá desculpar-se com a sua ignorância, quando ele mesmo haja escrito com suas mãos, visto com seus próprios olhos, ouvido com seus próprios ouvidos, e pronunciado com a própria boca a sua condenação? Se não aproveitar, será então punido pela perda ou pela perversão da faculdade que lhe fora outorgada e da qual, nesse caso, se aproveitam os maus Espíritos para o obsidiarem e enganarem, sem prejuízo das aflições reais com que Deus castiga os servidores indignos e os corações que o orgulho e o egoísmo endureceram. (Allan Kardec).











sábado, 2 de maio de 2026

Emmanuel - Livro Amigo - Chico Xavier - Cap. 12 - Pesquisa em nós



Emmanuel - Livro Amigo - Chico Xavier - Cap. 12


Pesquisa em nós


Ante as crises da renovação que abarca, presentemente, quase todos os campos da Terra, sinceramente ignoramos onde se encontram aqueles irmãos que não necessitam de compreensão e simpatia.

Levantemos qualquer pergunta, nesse sentido e a lógica responderá em nós mesmos.

Certos administradores, em vários episódios de serviço, demonstram dificuldades e deficiências no desempenho dos encargos que lhes competem…

No entanto, que estaremos realizando, a fim de apoiá-los com segurança para que se reconheçam firmes e equilibrados na espinhosa tarefa de orientar?

Determinados religiosos, por vezes, evidenciam falhas no ministério que lhes foi atribuído…

Qual terá sido, porém, a nossa colaboração para que se mantenham valorosos e irrepreensíveis na elevada missão em que se viram colocados?

Muitas pessoas sem trabalho procuram socorro alheio, patenteando frequentemente relativa saúde…

De que modo censurá-las, receitando-lhes dedicação ao serviço, se não dispomos de meios para mobilizá-las na atividade profissional?

Comenta-se que o lar na Terra vem sendo dilapidado na organização que lhe é própria…

Será justo, entretanto, indagarmos de nós próprios, enquanto no Plano Físico, relativamente ao que fazemos para fortalecê-lo.

Amplia a visão sobre as múltiplas faixas em que se subdividem os grupos sociais da Terra e observaremos que em todos os lugares renteamos com aqueles que nos pedem compreensão e simpatia.

Os que trabalham mais e os que trabalham menos, os que agem ativamente e os que repousam, além do necessário, solicitam sustentação e amparo, estímulo e bênção, a fim de serem ou continuarem a ser o que devem ser.

À frente de quaisquer problemas de que a experiência humana te cerque, mergulha o pensamento na luz do amor que Jesus nos legou e perceberemos que atualmente no mundo ninguém existe fora das áreas da compaixão.


Emmanuel











sexta-feira, 1 de maio de 2026

Emmanuel - Livro Agora é o Tempo - Chico Xavier - Cap. 22 - Adversários da luz



Emmanuel - Livro Agora é o Tempo - Chico Xavier - Cap. 22


Adversários da luz


Em se tratando de adversários, não nos será lícito esquecer que os opositores da luz se esforçam, por todos os meios que se lhes fazem possíveis, para não ser desalojados das sombras em que se acomodam.

Isso, porém, não quer dizer que devamos estar enclausurados na torre das aquisições espirituais que, porventura, já tenhamos alcançado.

Decerto que o Senhor não exige nos convertamos em transformadores mágicos que arranquem os inimigos da luz dos esconderijos em que se disfarçam nas trevas, mas espera sejamos nós, onde estivermos, em favor deles, alguma réstia de luz, através de algum gesto de tolerância e de amor.


Emmanuel








Irmã Scheilla - Livro A Mensagem do Dia - Clayton B. Levy - Cap. 25 - Vigia Teus Pensamentos



Irmã Scheilla - Livro A Mensagem do Dia - Clayton B. Levy - Cap. 25


Vigia Teus Pensamentos


Grandes parte dos casos de obsessão espiritual se estabelece a partir do baixo padrão vibratório da criatura encarnada.

Ódio, ressentimento, rancor, orgulho, mágoa são estados psicológicos que dão às entidades perseguidoras o sinal para avançarem.

Tais Espíritos espreitam sua vítima, à espera do melhor momento para agirem.

Sempre que tais pensamentos te chegarem à mente, busca refúgio na prece.

Eleva-te a Deus, a fim de que os canais de sintonia que te ligam a entidades perseguidoras sejam desfeitos com a força do Bem, que pode brotar dentro de ti mesmo.

Vigia teus pensamentos.

Ora ao Pai.

Dedica-te ao Bem.

Assim agindo, estarás te colocando a salvo das investidas inferiores e te aproximando das esferas elevadas, cujos eflúvios te garantirão a paz interior.


Irmã Scheilla













Ermance Dufaux - Livro Mereça Ser Feliz - Wanderley S. de Oliveira - Cap. 11 - Os Espíritas diante da morte



Ermance Dufaux - Livro Mereça Ser Feliz - Wanderley S. de Oliveira - Cap. 11


Os Espíritas diante da morte


165. O conhecimento do Espiritismo exerce alguma influência sobre a duração, mais ou menos longa, da perturbação?

"Influência muito grande, visto que o Espírito já antecipadamente compreendia a sua situação. Mas, a prática do bem e a consciência pura são o que maior influência exercem." (O Livro dos Espíritos) 

De onde viemos? Para onde vamos? Que fazemos reencarnados? Clássicas indagações que tiveram o véu rasgado de alto a baixo pela lógica do pensamento espírita. Discernimento, informação e esperança foram os resultados provenientes do contato com os mortos.

Apesar dessa luz que jorra intensamente, a morte ronda o cérebro de muitos espíritas com vastas noções sobre o futuro sem despertar o sentimento de imortalidade em plena carne. Muitos companheiros de ideário morrem abarrotados de informações sobre o morrer sem asilarem nos recessos do coração o sentimento de vida perene e incessante, passando a peregrinar nos vales de sombra e dor para expurgos reparatórios. Morrem, mas não desencarnam corretamente.

Morrer retamente deve ser meta de todos que fomos agraciados com a riqueza dos tesouros doutrinários, razão pela qual a morte é dos temas mais necessários na formação da cultura espírita. Uma visão clara e precisa da vida futura, sem os resquícios mitológicos, é essencial para uma vida corporal mais proveitosa e consciente, o que permitirá um desenlace saudável nos rumos da continuidade e ascensão.

Precisamos convir que essa mentalidade, estruturada na visão futurista da existência, exigirá o norteamento da experiência corporal com abnegação e renúncia na construção de um projeto de vida espírita, cuja referência seja a vida futura.

Somente o conhecimento doutrinário não erradica nossos problemas com a morte. Se reunirmos toda a sabedoria das obras básicas e das subsidiárias acerca desse tema, teremos algo comparável a um pequeno grão de areia perante o oceano imenso das realidades da vida imortal. No entanto, muitos espiritistas estão com inabalável convicção de uma ancoragem feliz na vida dos imortais, tão somente por votarem-se superficialmente em louvores e obras da caridade, descuidando infantilmente de zelar pelas conquistas interiores, que são a única garantia de paz além-túmulo.

As variações da desencarnação, os redutos de dor, a natureza na vida extrafísica, as mutações dos estados mentais, a suprema interação entre os planos de vida, os resultados dos estados conscienciais sobre o perispírito, o destino dos hábitos culturais no além, os processos de retorno à matéria, os mecanismos de intercâmbio entre orbes, os efeitos das movimentações humanas no plano espiritual e muitos outros aspectos de um leque infinito de assuntos sobre a morte ainda carecem de noções mais ampliadas. Contudo, por mais que o homem na carne eleve seu entendimento sobre essa versatilidade, a morte continuará sendo uma grande reveladora de Verdades para a alma que se despede da hipnose da reencarnação para penetrar os pórticos da imortalidade.

Em face disso será sempre oportuno, especialmente aos adeptos do Espiritismo, a reciclagem de sua posição mental e afetiva sobre seu futuro. Corações queridos que aqui se aportam experimentam largas decepções por acreditarem displicentemente que dominam sobremaneira os temas da desencarnação, quando, em verdade, tinham primárias lições sobre o assunto, agravados por uma conduta invigilante de auto-suficiência alicerçada na soberba crença de "salvacionismo", sob forte influência do atavismo religioso em concessões e facilidades no "céu", devido aos serviços prestados ao bem comum.

Atentemos para esse episódio, porque o Codificador não descuidou de indagar das "Vozes Espirituais" se o saber espírita seria importante na erraticidade, recebendo uma sábia advertência: "Influência muito grande, visto que o Espírito já antecipadamente compreendia a sua situação. Mas, a prática do bem e a consciência pura são o que maior influência exercem."

Nessa resposta temos o roteiro correto para uma vida corporal em plenitude.

Consciência tranquila e o bem são assertivas alvissareiras da paz interior que havemos de levar de um para outro mundo nas sucessivas alternações na busca da perfeição.

A vida física é um curso para aprendermos a morrer corretamente, conquistando o perfil do homem espiritualizado e livre das imposições da matéria.

Estudemos com mais afinco a vida futura, buscando compreensão sobre a senha para o acesso feliz ao mundo dos espíritos, a integração com a consciência do Eu Divino que reside em nossa intimidade.

Meditemos com seriedade nas incomparáveis lições oferecidas pelos "mortos" através das vias sagradas da mediunidade, treinemos sentimentos e atitudes em cada ocasião de separação e miremo-nos no espelho da consciência em busca de um balanço leal sobre o estado pessoal, frente às diretrizes do Consolador para os novos estágios a que fomos convocados. Unamo-nos, homens e espíritos, espíritas ou não, em declarado e imbatível planejamento de vida para que nos preparemos ao regresso feliz, na reencarnação ou na desencarnação, como expressões naturais de existir e transformar com abundante vida.

Vigilância sempre e sempre nesse tema, porque aqui também o orgulho - nosso sagaz adversário - costuma cantar cantigas de ninar, doces e serenas, para embalar nosso sono de ilusão a fim de que venhamos a despertar nos braços da morte atribulada, sob os efeitos de dolorosa decepção e revolta.

A morte como informação nem sempre é sinônimo da Divina certeza da imortalidade - único sentimento capaz de transformar nossas vidas na matéria pelas sendas redentoras do legítimo amor sentido e aplicado todos os dias.


Ermance Dufaux