sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Manoel Philomeno de Miranda - Livro No Rumo do Mundo de Regeneração - Divaldo P. Franco - Cap. 10 - O amor não cessa




Manoel Philomeno de Miranda - Livro No Rumo do Mundo de Regeneração - Divaldo P. Franco - Cap. 10


O amor não cessa
(Trechos extraídos do capítulo)


Quando os médiuns sinceros compreenderem o significado da mediunidade como ponte entre os dois lados da existência, muito mais fácil ser-lhes-á o trânsito, porque a sua movimentação estará  sempre assegurada pelos valores da sua vida moral e de seus  exemplos de abnegação e de caridade.  

Podemos asseverar que os seus guias espirituais investiram 120 anos para estarem ao seu lado até o momento de concluído o  ministério.  

Muitos companheiros no Movimento Espírita ainda não compreenderam qual é a função da mediunidade e o calvário que está reservado aos seus servidores, em razão do seu passado moral, e depois pela elevada razão de servirem de pontes aos benfeitores da Humanidade no seu programa de amor e paz entre os seres humanos.

No começo dos fenômenos organizados, os médiuns eram acusados de enfermos mentais, charlatães e narcisistas, com algumas razões, entre outras o desconhecimento da Doutrina Espírita, que possui as recomendações saudáveis para o seu exercício correto... Mais tarde, em face do respeito com que viveram muitos servidores da mediunidade com Jesus, foram, e continuam sendo, combatidos pelos companheiros, inspirados pelos inimigos da Causa do Senhor e por sentimentos inferiores outros, comuns a todos nós.

Mas aquele que perseverar até o fim, como ensinou o Mestre,  terá conseguido o êxito.  

Nestes dias, a necessidade da vivência mediúnica à luz sublime  do Espiritismo é urgente, mas as distrações e licenças morais têm  sido portas abertas na direção do abismo da indisciplina e do fracasso. Confiamos, porém, em Jesus e naqueles que O amam com dedicação e compreendem o compromisso firmado, dedicando-se-Lhe em caráter de doação sincera. (...)

Vive-se uma hora na qual a sociedade surpreende-se com a gentileza, a bondade, a demonstração de reconhecimento. De tal  forma o indivíduo humano tem-se brutalizado que aquilo que é normal, digno de ser vivenciado, causa espanto e mesmo surpresa. Acostumou-se tanto aos maus-tratos que o dever parece uma  grande virtude em desaparecimento. (...)

O desprezo dos valores ético-morais em benefício da corrupção  interior através dos vícios e mecanismo dos duvidosos prazeres  engendrou a proliferação dos vírus que geram as enfermidades  diante das quais se dobram as mais perversas convicções  incapazes de eliminá-los. Nas mentes viciosas e carregadas de  culpa encontram-se as energias mantenedoras dos elementos vitais  que destroem ou transformam as construções orgânicas.  

O amor, sem dúvida, é o melhor instrumento para facilitar a  autodescoberta, o encontro com o Si mesmo, ajudar na aventura grandiosa de conquistar o infinito e plenificar-se. Quando recusado, existe a opção B, por eleição do próprio indivíduo, que é o  sofrimento purificador ante cujo impacto nada ele pode, senão  submeter-se para despertar para a realidade um pouco mais  adiante. (...) 

Muitas vidas seriam salvas da pandemia se os interesses de muitos indivíduos, desde os laboratórios de pesquisas científicas até as receitas médicas, não sofressem o abuso dos jogos demoníacos das paixões servis.

Esta é uma batalha oculta de efeitos danosos para a sociedade, inclusive pelo desinteresse pelas vidas serem salvas ou não, em  razão do dinheiro fácil, dos lucros exorbitantes e criminosos.  

A pandemia da Covid-19, no Brasil e em muitos outros países, tem sido vítima da obstinada campanha da exploração das massas e até mesmo de alguns ditos benfeitores que são proprietários dos laboratórios de pesquisa e produção de vacinas e de medicamentos  curativos.  

Nesse sentido, o ser humano, com as suas nobres exceções, é vítima desditosa do poder a que aspiram e no qual estertoram e desencarnam, vitimados por essa fatalidade para a qual não há exceção. (...)

A prece é sempre o recurso precioso para ser utilizado em qualquer situação, porque, ninguém estando a sós, aquele que ora facilita a comunhão com a transcendência, proporcionando aos bons Espíritos ajudá-lo e afastando os maus, que sempre são beneficiados pelas vibrações que emanam da prece. 

Tudo é vinculação do amor nas suas múltiplas manifestações.


Manoel Philomeno de Miranda





VÍDEO:

Estudo sistematizado do novo livro de Manoel Philomeno de Miranda, psicografado por Divaldo. Franco: “No Rumo do Mundo de Regeneração”.

CAP. 10 - O AMOR NÃO CESSA  - Partes 1 & 2
RAETV - Rede Amigo Espírita TV






Participação: Bernardo Leitão, Carmen Silveira, Marcelo Uchôa e Regina Mercadante.

Apresentação: Marcelo Uchôa.

Data: 17/05/2021.



Marco Prisco - Livro Ementário Espírita - Divaldo P. Franco - Cap. 8 - No Dia-a-dia




Marco Prisco - Livro Ementário Espírita - Divaldo P. Franco - Cap. 8


No Dia-a-dia


Adestre a mente com a vigilância necessária ao policiamento das ideias mefíticas.

O pensamento é fio de segurança por onde transitam a felicidade e a desdita.

Substitua da linguagem usual as três palavras: “não posso mais” por três outras: “tentarei outra vez”.

O verbo a escorrer pelos lábios reflete o estado d’alma e cria condicionamento vigoroso para a mente.

Pague a vida com honestidade o imposto natural da vida: transformações orgânicas, aflições morais, sofrimento de várias ordens.

Não há experiência nem sabedoria sem a aprendizagem mediante as disciplinas dos livros da dor.

Considere o insucesso em suas experimentações humanas como fenômeno natural.

Cada erro é lição valiosa que nos ensina o que não devemos fazer outra vez.

Dirija mentalmente as ocorrências que fazem sofrer os que não lhe narram seus dramas e problemas.

Todos, hoje ou amanhã, transitaremos pelos mesmos caminhos.

Habitue-se a uma leitura otimista, diariamente, qual homeopatia salutar para o seu próprio espírito.

O livro superior – e nesse particular, o livro espírita – ainda é o mais precioso e discreto amigo para as necessidades do dia-a-dia.


Marco Prisco













Hammed - Livro A Imensidão Dos Sentidos - Francisco do Espírito Santos Neto - Pág. 171 - Interpretação visual




Hammed - Livro A Imensidão Dos Sentidos - Francisco do Espírito Santos Neto - Pág. 171


Interpretação visual


"A faculdade dever os Espíritos, sem dúvida, pode-se desenvolver,  mas é uma daquelas que convém esperar seu desenvolvimento  natural, sem provocá-lo, se não se quer se expor a ser joguete da  própria imaginação. Quando o germe de uma faculdade existe,  ela se manifesta por si mesma (...)".  (O Livro dos Médiuns - 2ª Parte - Cap. 14, Item 171)  


Toda forma de vida animal, desde a ameba unicelular ao olho mais complexo dos vertebrados, é sensível  de alguma forma à luz. Os animais mais simples - tais como  certos moluscos marinhos - somente reagem a mudanças  de claro e escuro. A minhoca não tem olhos, mas toda a sua  camada superficial é coberta de células sensíveis à luz; qualquer facho luminoso faz com que ela se proteja ou se esconda no chão.  

Animais mais evoluídos, como as aves e os mamíferos, desenvolveram cristalinos ajustáveis ou estruturas oculares complexas para o registro de imagens nítidas e detalhadas do mundo que os cerca.  

Somente depois de muitos anos de estudos, é que  médicos, biólogos e psicólogos concluíram que a visão do  homem ocorre não nos olhos, mas no cérebro. Os olhos podem estar perfeitamente saudáveis, mas, se houver um ferimento grave na área do córtex cerebral, a criatura poderá ficar  cega por toda a vida. O olho capta e focaliza imagens por  meio de uma membrana posterior, formada de células nervosas relacionadas com as fibras do nervo óptico e sensíveis à luz - a retina. Quando o feixe luminoso aí incide,  começa uma nova etapa no processo da visão. As células  sensíveis da retina convergem energia radiante em forma  de sinais transmitidos ao cérebro, que de fato é quem vê.  

A visão não se processa diretamente. Todas as sensações no campo fisiológico pertencem ao Espírito, que as  consolida no corpo carnal, segundo a genética da evolução  humana.  

Milhões de informações dos mundos interior e exterior chegam aos nossos sentidos, mas nunca terão condições de ser assimiladas na íntegra.  

Nossa mente, na fase evolutiva em que se encontra,  capta apenas diminuta parcela das incontáveis formas de  energia do Universo. Nosso sistema visual registra, de forma lúcida, somente as coisas em que estamos concentrados  num dado momento.  

Os olhos e a mente, juntos, constituem um sistema  organizador que analisa e processa as grandes quantidades  de dados que provêm do mundo físico e do espiritual. No  entanto, cada um de nós está capacitado a interpretá-los  conforme o que retém em valores éticos ou intelectuais.  

Apenas percebemos as informações que nos cativam ou atraem. Modela a mente o nosso interesse seletivo,  e esta seletividade é tanto física, psíquica, mental quanto  transcendental.  

Em verdade, nosso campo sensório só focaliza de  modo claro aquilo que pode. O mecanismo de defesa psicológico denominado "desatenção seletiva" faz com que retiremos de nossas experiências todos os elementos que podem, momentaneamente, nos desestruturar emocionalmente. Essa "autodistração" não nos permite tomar contato com a realidade; em muitas ocasiões, ela nos protege dos golpes da vida, até que possamos reunir recursos para enfrentá-los e resolvê-los. Só retemos o que conseguimos compreender ou assimilar. 

Mediunidade é sintonia e seleção. Olhemos para uma enorme estante de livros; um deles sobressai distinta e claramente diante de nossa visão, enquanto que os outros ficam vagos ou incertos. Cada pessoa fixará na prateleira a obra literária de sua preferência, sem desviar o olho de seu objetivo principal. Como parte do processo de assimilação, o olho elimina, física e espiritualmente, só o que pode digerir daquela visão, informação ou ensinamento recebido. Muitas vezes, opera na pessoa de consciência empedernida um bloqueio mental; sua receptividade é quase nula. 

Por isso, o fenômeno vidência exige filtragem no crivo do bom senso para que interpretações apressadas não envolvam a informação mediúnica nos domínios do absurdo e do irracional. 

A ilusão e/ou imaginação dos indivíduos têm sido consideradas como as criadoras de um problema específico no discernimento da visão mediúnica. A vidência "é uma daquelas (faculdades mediúnicas) que convém esperar seu desenvolvimento natural, sem provocá-lo, se não se quer se expor a ser joguete da própria imaginação (...)". 

Todo ensinamento mediúnico é digno de atenção e avaliação, mas, igualmente, é preciso ser analisado com carinho, para que não entre no rol das "visões ridículas" ou das "interpretações incoerentes".

Os fenômenos medianímicos podem ser semelhantes em diversas pessoas, mas cada alma tem um modo peculiar de registrá-los. A mediunidade de vidência é empregada segundo as concepções que caracterizam o modo de ser dos indivíduos. 

O sensitivo está sujeito às interpretações das idéias e inspirações que povoam o ambiente espiritual em que vive, mas só é capaz de reproduzi-las ou captá-las de conformidade com seu horizonte existencial. 

Os denominados "quadros fluídicos", tanto os criados pela mente do próprio sensitivo como aqueles oriundos de outro encarnado, ou mesmo de algum desencarnado, são processados no "chakra" frontal, onde se localiza o intitulado "terceiro olho". Esse "chakra" é o responsável pela maioria dos fenômenos da visão astral. 

Todos os fenômenos psíquicos solicitam filtragem no crivo da razão. Saber intelectualmente não basta. A miopia espiritual causa um enorme dano na clareza das faculdades psíquicas. 

Se assistíssemos apenas quinze minutos de uma peça teatral, não entenderíamos de maneira clara a mensagem da apresentação artística. Se olhássemos um pintor esboçando a obra idealizada, veríamos só algumas linhas ou traços aparentemente desconexos. 

A visão mediúnica requer amadurecimento psíquico e espiritual; deve ser exercitada para tornar-se cada vez mais lúcida. Quando estamos aprendendo a lidar com as forças espirituais, o entendimento ou a elucidação não aparecem, até que tenhamos compreendido a lição por completo. 

Experiências repetidas nos fazem sentir, refletir e questionar. Ninguém neste mundo consegue crescer ou evoluir sem errar, e nossos desacertos acabam nos ensinando a interpretar melhor todas as coisas. 

Toda vidência contém em si uma ampla mensagem. A compreensão de uma visão astral apenas surge em virtude de sua interpretação; é esta que consente que tenhamos o entendimento total do seu significado.


Hammed









Albino Teixeira - Livro Astronautas do Além - Espíritos Diversos - Chico Xavier / J. Herculano Pires - Cap. 21 - Comportamento verbal - Autorretrato




Albino Teixeira - Livro Astronautas do Além - Espíritos Diversos - Chico Xavier / J. Herculano Pires - Cap. 21- Comportamento verbal


Autorretrato


Precedendo a nossa reunião pública, as opiniões em torno da palavra assumiam várias características. Principalmente no trato das criaturas que nos cercam, como seria melhor o nosso comportamento verbal? Assim diziam muitos dos nossos irmãos presentes. E as respostas diferenciadas iam surgindo.

Companheiros muitos afirmavam que é preciso destacar o mal a fim de extingui-lo, mostrando-lhe as cores agressivas. Outros asseveravam que é necessário dar ao palavrão liberdade completa para que a pessoa se desiniba. Outros diziam que a criatura deve alijar qualquer pensamento que lhe nasça no cérebro em forma de palavras, para descartar-se das impressões de que se veja objeto. E outros ainda optavam pelo controle de nossas possibilidades verbais a fim de nos educarmos para a vida.

Iniciada a reunião O Livro dos Espíritos nos deu para estudo a questão 918. E o nosso amigo espiritual Albino Teixeira, na fase final, esteve presente com sua mensagem. [1]

Sempre que a nossa palavra:

censura;
justifica;

levanta;
rebaixa;

deprecia;
louva;

depreda;
restaura;

complica;
auxilia;

apoia;
fere;

abençoa
ou condena

seja a quem for, estamos fazendo o nosso próprio retrato.

E isso acontece porque sendo as atitudes, os pensamentos, as ideias, as emoções, os planos e as intenções dos outros, realidades dos outros — cujas origens autênticas não conseguimos penetrar — toda vez que nos referimos aos outros estamos sempre efetuando a projeção parcial ou total de nós mesmos.


Albino Teixeira





[1] A pergunta 919 de O Livro dos Espíritos refere-se ao meio mais eficaz de nos melhorarmos. A resposta é dada por Santo Agostinho que encarece a importância de nosso exame diário de consciência sobre o que fizemos e dissemos durante o dia.



Ermance Dufaux - Livro Jesus, a inspiração das relações luminosas - Wanderley Oliveira - Cap. 3 - Discernir faz bem, mas o julgamento é peso energético

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Ermance Dufaux - Livro Jesus, a inspiração das relações luminosas - Wanderley Oliveira - Cap. 3


Discernir faz bem, mas o julgamento é peso energético


Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados,  e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.  (Mateus 7:2)


"Quando você tem um propósito definido em relação a alguém e o analisa, usa a razão, a ponderação e o discernimento. Quando você o julga, usa o que tem dentro de você para sentir o outro. Analisar os outros é uma iniciativa necessária d proteção, limite e decisão para uma melhor convivência. Com base em uma análise sensata e imparcial, você pode ajudar as pessoas e cuidar com mais sensatez sobre o tipo de relacionamento a ser mantido com elas. 

Julgar é diferente de analisar!

Julgar os outros é criar barreiras na convivência em função do que você imagina e sente sobre o outro, com base em sus próprias limitações, suposições e preconceitos. O julgamento que você faz de alguém cria a sua realidade para entender aquela pessoa, mas não quer dizer que ela seja aquilo que você entende. Ao tentar encaixá-la no seu modo de entendê-la, você corre o risco de adotar condutas e jeitos de ser muito semelhantes aos que critica nela. Tudo aquilo que você censura, julga, critica e recrimina no outro com muita persistência, provavelmente você vai fazer igual ou parecido em algum momento de sua vida.  

Essa é uma forte tendência da mente julgadora: trazer para dentro da sua programação mental todo comportamento com o qual se incomoda em excesso, usado usado para desvalorizar alguém ou alguma situação. E mesmo que você não cometa os mesmos erros que tanto reprova, essas programações mentais vão se tornar fortes e pesados vínculos energéticos entre você e essa pessoa ou situação. É assim a lei te sintonia da vida. Se você escolhe a pior parte de alguém ou de algo, passa a carregar uma boa parcela desse mesmo contexto em seu magnetismo pessoal, em sua aura, piorando, em verdade, sua própria vida. Quando você julga,  estabelece em si mesmo condições e bases emocionais que o ligam à pessoa julgada, criando uma teia de energias semelhantes que o aprisionam, pois aquilo que você consegue ver e perceber no outro também lhe pertence.

A maturidade emocional acontece quando você usa o discernimento das suas aquisições para perceber o outro, sem se fixar em nenhuma ideia ou concepção definitiva sobre ninguém. Analisar é uma postura de maturidade!

O discernimento faz bem. O julgamento é peso energético.

O discernimento aproxima e protege. O julgamento afasta, cria barreiras e vinculações indesejáveis.

O julgamento é doença emocional. O discernimento é o raciocínio conduzindo o sentimento para criar o bem e o amor. 

O julgamento é a compulsiva necessidade humana de fugir de si mesmo e projetar no outro as sombras que prefere ignorar. Ele vai enquadrá-la na lei de justiça, atraindo para seus ombros o mesmo peso ou ausência de caridade que tenta colocar nos ombros dos outros. Foi por isso que Jesus nos alertou para o fato de que seremos julgados com os mesmos recursos que julgarmos e seremos medidos e valorizados da mesma forma que medirmos.

O discernimento é uma abertura para sentimentos mais fraternos, suaves e maleáveis, plenos de doçura, bondade e acolhimento. Discernimento esse que vai buscar na vida a leveza e a luz que você aplica no relacionamento com os outros, porque já o aplica para com você mesmo."

Frase Terapêutica: 'O julgamento é o filho predileto do preconceito.'


Ermance Dufaux










Casimiro Cunha - Livro Nosso Livro - Espíritos Diversos / Chico Xavier - 2ª Parte - Cap. 13 - Fórmula de paz



Casimiro Cunha - Livro Nosso Livro - Espíritos Diversos / Chico Xavier - 2ª Parte - Cap. 13


Fórmula de paz


Amigo, desperta e vive,
Na Terra, a vida é batalha,
Em que o maior vencedor,
É aquele que mais trabalha.

Há dúvidas amargosas
Cortando-te o coração?
Procura diminuir
As dores de teu irmão.

Reparas, angustiado,
Teus sonhos ao desabrigo?
Há milhões na retaguarda,
Rogando-te o braço amigo.

A calúnia visitou-te
As fibras de lutador?
Intensifica, sem mágoas,
A sementeira do amor.

Há campo para a tristeza
Em tua vida mental?
Age sempre, combatendo
A sombra, a miséria, o mal…

Desânimos infecundos,
Moléstias daquilo ou disso
São todos remediáveis
Pela expansão do serviço.

Se pretendes a vitória
Da vida ditosa e crente,
Ajuda sem distinção
E serve constantemente.


Casimiro Cunha









Casimiro Cunha - Livro Relicário de Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 56 - Ajuda-te




Casimiro Cunha - Livro Relicário de Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 56


Ajuda-te


Se queres conforto e paz
Nunca reproves ninguém.
Se buscas os bens do Céu,
Começa fazendo o bem.

No campo da humanidade
Não colherás a alegria,
Sem plantar com toda gente
A graça da simpatia.

Ajuda-te! Em toda parte,
Bondade é sol que abençoa.
Planta nobre não prospera
Sem bases na terra boa.

Caridade, gentileza,
Auxílio, calma e perdão
São das preces mais sublimes
Em teu altar de oração.

Recorda que em toda vida,
Conforme a nossa procura,
O Criador nos responde
Nos gestos da criatura.


Casimiro Cunha