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segunda-feira, 24 de julho de 2023

Léon Denis - Livro Depois da Morte - Pág. 200/201 - Conclusão



Léon Denis - Livro Depois da Morte - Pág. 200/201

Conclusão



Vinde saciar-vos nesta fonte celeste, vós todos que sofreis, vós todos que tendes sede da verdade. Ela verterá em vossa alma o frescor e a regeneração. Vivificados por ela, sustentareis mais animadamente os combates da existência; sabereis viver e morrer dignamente.

Observai com assiduidade os fenômenos sobre os quais repousam estes ensinos, mas não façais deles um divertimento. Refleti que é muito sério o fato de nos comunicarmos com os mortos, de receber deles a solução dos grandes problemas. Considerai que esses fenômenos vão suscitar maior revolução moral do que as que têm sido registradas pela História, abrindo a todos os povos a perspectiva Ignorada das vidas futuras. Aquilo que, para milhares de gerações, para a imensa maioria dos homens que nos precederam tinha sido uma hipótese, torna-se, agora, uma realidade. Tal revelação tem direito à vossa atenção e ao vosso respeito. Utilizai-a somente com critério, para vosso bem e dos vossos semelhantes.

Nessas condições, os Espíritos elevados assistir-vos-ão; mas, se vos servirdes do Espiritismo para frivolidades, sabei que vos tomareis presa inevitável dos Espíritos enganadores, vítima dos seus embustes en das suas mistificações.

E tu, meu irmão, meu amigo, que recebeste estas verdades no teu coração e que lhes conheces o valor, permita-me um derradeiro apelo, uma última exortação.

Lembra-te de que a vida é curta. Enquanto ela durar, esforça-te para adquirir o que vieste procurar neste mundo: o verdadeiro aperfeiçoamento.

Possa teu ser espiritual daqui sair melhor e mais puro do que quando entrou! Acautela-te das armadilhas da carne; reflete que a Terra é um campo de batalha onde a alma é a todo momento assaltada pela matéria e pelos sentidos.

Luta corajosamente contra as paixões vis; luta pelo espírito e pelo coração; corrige teus defeitos, adoça teu caráter, fortifica tua vontade. Eleva-te, pelo pensamento, acima das vulgaridades terrestres; dilata as tuas aspirações sobre o céu luminoso.

Lembra-te de que tudo o que for material é efêmero. As gerações passam como vagas do mar, os impérios esboroam-se, os próprios mundos perecem, os sóis extinguem-se; tudo foge, tudo se dissipa. Mas há duas coisas que vem de Deus e que são imutáveis como Ele, duas coisas que resplandecem acima da miragem das glórias mundanas: são a Sabedoria e a Virtude.

Conquista-as por teus esforços e, alcançando-as, elevar-te-ás acima do que é passageiro e transitório, para só gozares o que é eterno.


Léon Denis 










Fonte: Depois da Morte - pdf

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Allan Kardec - O Livro dos Espíritos - Conclusão - Item 3




Allan Kardec - O Livro dos Espíritos


Conclusão


3. Dizeis que desejais curar o vosso século de uma mania que ameaça invadir o mundo. Preferiríeis que o mundo fosse invadido pela incredulidade que procurais propagar? A que se deve atribuir o relaxamento dos laços de família e a maior parte das desordens que minam a sociedade, senão à ausência de toda crença? Demonstrando a existência e a imortalidade da alma, o Espiritismo reaviva a fé no futuro, levanta os ânimos abatidos, faz suportar com resignação as vicissitudes da vida. Ousaríeis chamar a isto um mal? Duas doutrinas se defrontam: uma, que nega o futuro; outra, que lhe proclama e prova a existência; uma, que nada explica, outra, que explica tudo e que, por isso mesmo, se dirige à razão; uma, que é a sanção do egoísmo; outra, que oferece base à justiça, à caridade e ao amor do próximo. A primeira somente mostra o presente e aniquila toda esperança; a segunda consola e desvenda o vasto campo do futuro. Qual a mais perniciosa?

Algumas pessoas, dentre as mais céticas, se fazem apóstolos da fraternidade e do progresso. A fraternidade, porém, pressupõe desinteresse, abnegação da personalidade. Onde há verdadeira fraternidade, o orgulho é uma anomalia. Com que direito impondes um sacrifício àquele a quem dizeis que, com a morte, tudo se lhe acabará; que amanhã, talvez, ele não será mais do que uma velha máquina desmantelada e atirada ao monturo? Que razões terá ele para impor a si mesmo uma privação qualquer? Não será mais natural que trate de viver o melhor possível, durante os breves instantes que lhe concedeis? Daí o desejo de possuir muito para melhor gozar. Do desejo nasce a inveja dos que possuem mais e, dessa inveja à vontade de apoderar-se do que a estes pertence, o passo é curto. Que é que o detém? A lei? A lei, porém, não abrange todos os casos. Direis que a consciência, o sentimento do dever. Mas em que baseais o sentimento do dever? Terá razão de ser esse sentimento, com a crença de que tudo se acaba com a vida? Onde essa crença exista, uma só máxima é racional: cada um por si, não passando de vãs palavras as ideias de fraternidade, de consciência, de dever, de humanidade, mesmo de progresso. Oh! Vós que proclamais semelhantes doutrinas, não sabeis quão grande é o mal que fazeis à sociedade, nem de quantos crimes assumis a responsabilidade! Mas por que falo de responsabilidade? Para o cético, tal coisa não existe; só à matéria rende ele homenagem.


Allan Kardec








sexta-feira, 12 de março de 2021

Allan Kardec - O Livro dos Espíritos - Conclusão - VII




Allan Kardec - O Livro dos Espíritos - Conclusão


VII


O Espiritismo se apresenta sob três aspectos diferentes: o fato das manifestações, os princípios de filosofia e de moral que delas decorrem e a aplicação desses princípios. Daí, três classes, ou, antes, três graus de adeptos: 1o, os que creem nas manifestações e se limitam a comprová-las; para esses, o Espiritismo é uma ciência experimental; 2o, os que lhe percebem as consequências morais; 3o, os que praticam ou se esforçam por praticar essa moral. Qualquer que seja o ponto de vista, científico ou moral, sob que considerem esses estranhos fenômenos, todos compreendem constituírem eles uma ordem inteiramente nova de ideias, cujas consequências não podem deixar de ser uma profunda modificação no estado da humanidade. Compreendem também que essa modificação se dá exclusivamente no sentido do bem.

Quanto aos adversários, também podemos classificá-los em três categorias: 1a, a dos que negam sistematicamente tudo o que é novo, ou deles não venha, e que falam sem conhecimento de causa. A essa classe pertencem todos os que não admitem senão o que possa ter o testemunho dos sentidos. Nada viram, nada querem ver e ainda menos aprofundar. Ficariam mesmo aborrecidos se vissem as coisas muito claramente, porque forçoso lhes seria convir em que não têm razão. Para eles, o Espiritismo é uma quimera, uma loucura, uma utopia, não existe: está dito tudo. São os incrédulos de opinião formada. Ao lado desses, podem colocar-se os que se dignaram dar uma olhada nos fatos, por desencargo de consciência, a fim de poderem dizer: Quis ver e nada vi. Não compreendem que seja preciso mais de meia hora para alguém se inteirar de uma ciência. – 2a, a dos que, sabendo muito bem o que pensar da realidade dos fatos, os combatem, todavia, por motivos de interesse pessoal. Para estes, o Espiritismo existe, mas lhes receiam as consequências. Atacam-no como a um inimigo. – 3a, a dos que acham na moral espírita uma censura por demais severa aos seus atos ou às suas tendências. Tomado a sério, o Espiritismo os embaraçaria; não o rejeitam, nem o aprovam: preferem fechar os olhos. Os primeiros são movidos pelo orgulho e pela presunção; os segundos, pela ambição; os terceiros, pelo egoísmo. Concebe-se que, nenhuma solidez tendo, essas causas de oposição deverão desaparecer com o tempo, pois em vão procuraríamos uma quarta classe de antagonistas, a dos que em patentes provas contrárias se apoiassem, demonstrando estudo laborioso e porfiado da questão. Todos apenas opõem a negação, nenhum aduz demonstração séria e irrefutável.

Seria presumir demais da natureza humana supor que ela possa transformar-se de súbito, por efeito das ideias espíritas. A ação que estas exercem não é certamente idêntica, nem do mesmo grau, em todos os que as professam. Qualquer que seja o caso, porém, o resultado dessa ação, mesmo que fraco, representa sempre uma melhora. Será, quando menos, o de dar a prova da existência de um mundo extracorpóreo, o que implica a negação das doutrinas materialistas. Isso é a própria consequência da observação dos fatos. Porém para os que compreendem o Espiritismo filosófico, e nele veem outra coisa que não somente fenômenos mais ou menos curiosos, tem ainda outros efeitos. O primeiro, e mais geral, consiste em desenvolver o sentimento religioso até naquele que, sem ser materialista, olha com indiferença para as questões espirituais. Daí lhe advém o desprezo pela morte. Não dizemos o desejo de morrer; longe disso, porquanto o espírita defenderá sua vida como qualquer outro; mas uma indiferença que o leva a aceitar, sem queixa, nem pesar, uma morte inevitável, como coisa mais de alegrar do que de temer, pela certeza que tem do estado que se lhe segue. O segundo efeito, quase tão geral quanto o primeiro, é a resignação nas vicissitudes da vida. O Espiritismo dá a ver as coisas de tão alto, que, perdendo a vida terrena três quartas partes da sua importância, o homem não se aflige tanto com as tribulações que a acompanham. Daí, mais coragem nas aflições, mais moderação nos desejos. Daí, também, o banimento da ideia de abreviar os dias da existência, pois a ciência espírita ensina que, pelo suicídio, sempre se perde o que se queria ganhar. A certeza de um futuro que de nós mesmos depende tornar feliz, a possibilidade de estabelecermos relações com os entes que nos são caros, oferecem ao espírita suprema consolação. O horizonte se lhe dilata ao infinito, graças ao espetáculo, a que assiste incessantemente, da vida de além-túmulo, cujas misteriosas profundezas lhe é facultado sondar. O terceiro efeito do Espiritismo é o de estimular no homem a indulgência para com os defeitos alheios. Todavia, cumpre dizê-lo, o princípio egoísta e tudo que dele decorre são o que há de mais tenaz no homem e, por conseguinte, de mais difícil de desarraigar. Toda gente faz sacrifícios com prazer, contanto que nada custem e de nada privem. Para a maioria dos homens, o dinheiro tem ainda irresistível atrativo, e bem poucos compreendem a palavra supérfluo quando se trata de si. Por isso mesmo, a abnegação da personalidade constitui sinal do mais eminente progresso.


Allan Kardec






quinta-feira, 7 de maio de 2020

Léon Denis - Livro Depois da Morte - Pág. 200/201 - Conclusão



Léon Denis - Livro Depois da Morte - Pág. 200/201

Conclusão



Vinde saciar-vos nesta fonte celeste, vós todos que sofreis, vós todos que tendes sede da verdade. Ela verterá em vossa alma o frescor e a regeneração. Vivificados por ela, sustentareis mais animadamente os combates da existência; sabereis viver e morrer dignamente.

Observai com assiduidade os fenômenos sobre os quais repousam estes ensinos, mas não façais deles um divertimento. Refleti que é muito sério o fato de nos comunicarmos com os mortos, de receber deles a solução dos grandes problemas. Considerai que esses fenômenos vão suscitar maior revolução moral do que as que têm sido registradas pela História, abrindo a todos os povos a perspectiva Ignorada das vidas futuras. Aquilo que, para milhares de gerações, para a imensa maioria dos homens que nos precederam tinha sido uma hipótese, torna-se, agora, uma realidade. Tal revelação tem direito à vossa atenção e ao vosso respeito. Utilizai-a somente com critério, para vosso bem e dos vossos semelhantes.

Nessas condições, os Espíritos elevados assistir-vos-ão; mas, se vos servirdes do Espiritismo para frivolidades, sabei que vos tomareis presa inevitável dos Espíritos enganadores, vítima dos seus embustes en das suas mistificações.

E tu, meu irmão, meu amigo, que recebeste estas verdades no teu coração e que lhes conheces o valor, permita-me um derradeiro apelo, uma última exortação.

Lembra-te de que a vida é curta. Enquanto ela durar, esforça-te para adquirir o que vieste procurar neste mundo: o verdadeiro aperfeiçoamento.

Possa teu ser espiritual daqui sair melhor e mais puro do que quando entrou! Acautela-te das armadilhas da carne; reflete que a Terra é um campo de batalha onde a alma é a todo momento assaltada pela matéria e pelos sentidos.

Luta corajosamente contra as paixões vis; luta pelo espírito e pelo coração; corrige teus defeitos, adoça teu caráter, fortifica tua vontade. Eleva-te, pelo pensamento, acima das vulgaridades terrestres; dilata as tuas aspirações sobre o céu luminoso.

Lembra-te de que tudo o que for material é efêmero. As gerações passam como vagas do mar, os impérios esboroam-se, os próprios mundos perecem, os sóis extinguem-se; tudo foge, tudo se dissipa. Mas há duas coisas que vem de Deus e que são imutáveis como Ele, duas coisas que resplandecem acima da miragem das glórias mundanas: são a Sabedoria e a Virtude.

Conquista-as por teus esforços e, alcançando-as, elevar-te-ás acima do que é passageiro e transitório, para só gozares o que é eterno.


Léon Denis 










Fonte: Depois da Morte - pdf


quinta-feira, 30 de abril de 2020

Léon Denis - Livro Depois da Morte - Pág. 200/201 - Conclusão



Léon Denis - Livro Depois da Morte - Pág. 200/201


Conclusão



Vinde saciar-vos nesta fonte celeste, vós todos que sofreis, vós todos que tendes sede da verdade. Ela verterá em vossa alma o frescor e a regeneração. Vivificados por ela, sustentareis mais animadamente os combates da existência; sabereis viver e morrer dignamente.

Observai com assiduidade os fenômenos sobre os quais repousam estes ensinos, mas não façais deles um divertimento. Refleti que é muito sério o fato de nos comunicarmos com os mortos, de receber deles a solução dos grandes problemas. Considerai que esses fenômenos vão suscitar maior revolução moral do que as que têm sido registradas pela História, abrindo a todos os povos a perspectiva Ignorada das vidas futuras. Aquilo que, para milhares de gerações, para a imensa maioria dos homens que nos precederam tinha sido uma hipótese, torna-se, agora, uma realidade. Tal revelação tem direito à vossa atenção e ao vosso respeito. Utilizai-a somente com critério, para vosso bem e dos vossos semelhantes.

Nessas condições, os Espíritos elevados assistir-vos-ão; mas, se vos servirdes do Espiritismo para frivolidades, sabei que vos tomareis presa inevitável dos Espíritos enganadores, vítima dos seus embustes en das suas mistificações.

E tu, meu irmão, meu amigo, que recebeste estas verdades no teu coração e que lhes conheces o valor, permita-me um derradeiro apelo, uma última exortação.

Lembra-te de que a vida é curta. Enquanto ela durar, esforça-te para adquirir o que vieste procurar neste mundo: o verdadeiro aperfeiçoamento.

Possa teu ser espiritual daqui sair melhor e mais puro do que quando entrou! Acautela-te das armadilhas da carne; reflete que a Terra é um campo de batalha onde a alma é a todo momento assaltada pela matéria e pelos sentidos.

Luta corajosamente contra as paixões vis; luta pelo espírito e pelo coração; corrige teus defeitos, adoça teu caráter, fortifica tua vontade. Eleva-te, pelo pensamento, acima das vulgaridades terrestres; dilata as tuas aspirações sobre o céu luminoso.

Lembra-te de que tudo o que for material é efêmero. As gerações passam como vagas do mar, os impérios esboroam-se, os próprios mundos perecem, os sóis extinguem-se; tudo foge, tudo se dissipa. Mas há duas coisas que vem de Deus e que são imutáveis como Ele, duas coisas que resplandecem acima da miragem das glórias mundanas: são a Sabedoria e a Virtude.

Conquista-as por teus esforços e, alcançando-as, elevar-te-ás acima do que é passageiro e transitório, para só gozares o que é eterno.



Léon Denis 






Fonte: Depois da Morte - pdf

segunda-feira, 30 de março de 2020

Emmanuel - Livro A Caminho da Luz - Chico Xavier - Cap. 26 - Conclusão




Emmanuel - Livro A Caminho da Luz - Chico Xavier - Cap. 26


Conclusão




Meus amigos, Deus vos conceda muita paz.

Agradeço a vossa colaboração, em face de mais este esforço humilde do nosso grupo na propagação dos grandes postulados do Espiritismo evangélico, como agradeço também à misericórdia divina o bendito ensejo que nos foi concedido.

Em nosso modesto estudo da História, um único objetivo orientou as nossas atividades — o da demonstração da influência sagrada do Cristo na organização de todos os surtos da civilização do planeta, a partir da sua escultura geológica.

Nossa contribuição pode pecar pela síntese excessiva, mas não tínhamos em vista uma nova autópsia da História do Globo em suas expressões sociais e políticas, e sim revelar, mais uma vez, os ascendentes místicos que dominam os centros do progresso humano, em todos os seus departamentos.

Sinto-me feliz com a vossa colaboração dedicada e amiga.

Algum dia, Deus me concederá a alegria de falar dos laços que nos unem de épocas remotas, porque não é sem razão que nos encontramos reunidos e irmanados no mesmo trabalho e ideal.

Reitero-vos, aqui, meu agradecimento comovido e sincero.

Quando lá fora se prepara o mundo para as lutas mais dolorosas e mais rudes, devemos agradecer a Jesus a felicidade de nos conservarmos em paz em nossa oficina, sob a égide do seu divino amor.

Prometemos, tão logo seja possível, um ensaio no gênero romântico.

Permitirá Deus que sejamos felizes. Assim o espero, porque não ponho em dúvida a sua infinita misericórdia.

Que Deus vos guie e abençoe, conservando-vos a tranquilidade sagrada dos lares e dos corações.




Emmanuel


(Mensagem recebida em 21-9-1988.)






[1] Refere-se ao “romance” de sua vida de patrício romano e legado na Judeia ao tempo do Cristo, obra já concluída e publicada em dois volumes, que são Há Dois Mil Anos e 50 Anos Depois. — (Nota da Editora)
Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano


VÍDEO:
Bibliossíntese - A CAMINHO DA LUZ (Emmanuel) Chico Xavier
Fraternidade Luz Espírita






Bibliossíntese é um projeto do Portal Luz Espírita (www.luzespirita.org.br) cujo objetivo primordial é fazer uma rápida amostragem do conteúdo do específico livro, sem a pretensão de substituir a leitura da referida obra.

Nesta edição, temos um apanhado da História da humanidade sob o olhar de Emmanuel, conforme o livro ditado a Chico Xavier: "A CAMINHO DA LUZ".