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sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Carlos Augusto - Livro Relicário de Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 63 - Avancemos



Carlos Augusto - Livro Relicário de Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 63


Avancemos


Correm os dias incessantes… O nosso coração, como um relógio de Deus, vai marcando os acontecimentos e as lutas, as alegrias e as dores, as dificuldades e as recordações; mas a Providência Divina tudo renova para o bem e, com ela, nossas aspirações renascem.

O amor vence a morte. Com a graça de Jesus podemos falar e os nossos podem escutar-nos. A fé ressurge luminosa e sublime. E continuamos juntos. Poderá haver outra alegria maior que essa? A de nos sentirmos plenamente unidos, uns aos outros, acima da própria separação?

Consultamos nossos desejos mais íntimos, nossas ansiedades ocultas e reconhecemos que não poderíamos conseguir, de nossa parte, um tesouro maior. Depressa compreendemos, com o amparo do Alto, que a Vontade de Deus deve imperar sobre a nossa.

Tudo acontece, obedecendo a imperativos do nosso passado espiritual.

Os sonhos de bondade e os anseios de comunhão com a Espiritualidade Santificante guardam, para nós, uma grande voz.

Tenhamos serenidade e confiança em Deus na travessia do grande mar da existência no mundo. Em torno de nossa embarcação, há náufragos tocados pela aflição e pela dor.

Conservemos a coragem no coração.

Ergamos a Jesus nossos olhos e sentimentos, d’Ele esperando a segurança para nossas realizações.

Todos estamos em processo redentor. Pouco a pouco, penetramos o domínio da verdade e a verdade nos ensina, calmamente, as suas lições.

No serviço aos nossos semelhantes, vamos descobrindo a estrada para os cimos de nossa elevação. Ainda mesmo ao preço de lágrimas e sacrifícios, avancemos.

Há momentos em que nossos pés sangram na marcha; contudo, não desanimar é a condição de nosso triunfo.

A desencarnação não nos confere a isenção da dor, que aperfeiçoa e santifica sempre.

A evolução é nossa. O aprendizado nos pertence. Cabe-nos estudar e servir, lutar e enriquecer-nos de luz, tanto na Terra, como na vida espiritual.

Jesus não nos abandona. E na certeza do Divino Amparo, seguiremos à procura de merecimento espiritual para sermos mais úteis, mais úteis.

Esperemos a passagem dos dias, suplicando o concurso dos nossos Maiores. Um dia, sob a árvore do amor triunfante, louvaremos nossos esforços de agora.

A vida espiritual é novo renascimento. Avancemos, desse modo, aprendendo e servindo sem nunca desanimar.


Carlos Augusto










segunda-feira, 13 de março de 2023

Carlos Augusto - Livro Relicário de Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 63 - Avancemos



Carlos Augusto - Livro Relicário de Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 63


Avancemos


Correm os dias incessantes… O nosso coração, como um relógio de Deus, vai marcando os acontecimentos e as lutas, as alegrias e as dores, as dificuldades e as recordações; mas a Providência Divina tudo renova para o bem e, com ela, nossas aspirações renascem.

O amor vence a morte. Com a graça de Jesus podemos falar e os nossos podem escutar-nos. A fé ressurge luminosa e sublime. E continuamos juntos. Poderá haver outra alegria maior que essa? A de nos sentirmos plenamente unidos, uns aos outros, acima da própria separação?

Consultamos nossos desejos mais íntimos, nossas ansiedades ocultas e reconhecemos que não poderíamos conseguir, de nossa parte, um tesouro maior. Depressa compreendemos, com o amparo do Alto, que a Vontade de Deus deve imperar sobre a nossa.

Tudo acontece, obedecendo a imperativos do nosso passado espiritual.

Os sonhos de bondade e os anseios de comunhão com a Espiritualidade Santificante guardam, para nós, uma grande voz.

Tenhamos serenidade e confiança em Deus na travessia do grande mar da existência no mundo. Em torno de nossa embarcação, há náufragos tocados pela aflição e pela dor.

Conservemos a coragem no coração.

Ergamos a Jesus nossos olhos e sentimentos, d’Ele esperando a segurança para nossas realizações.

Todos estamos em processo redentor. Pouco a pouco, penetramos o domínio da verdade e a verdade nos ensina, calmamente, as suas lições.

No serviço aos nossos semelhantes, vamos descobrindo a estrada para os cimos de nossa elevação. Ainda mesmo ao preço de lágrimas e sacrifícios, avancemos.

Há momentos em que nossos pés sangram na marcha; contudo, não desanimar é a condição de nosso triunfo.

A desencarnação não nos confere a isenção da dor, que aperfeiçoa e santifica sempre.

A evolução é nossa. O aprendizado nos pertence. Cabe-nos estudar e servir, lutar e enriquecer-nos de luz, tanto na Terra, como na vida espiritual.

Jesus não nos abandona. E na certeza do Divino Amparo, seguiremos à procura de merecimento espiritual para sermos mais úteis, mais úteis.

Esperemos a passagem dos dias, suplicando o concurso dos nossos Maiores. Um dia, sob a árvore do amor triunfante, louvaremos nossos esforços de agora.

A vida espiritual é novo renascimento. Avancemos, desse modo, aprendendo e servindo sem nunca desanimar.


Carlos Augusto










sexta-feira, 3 de junho de 2022

Carlos Augusto - Livro Opúsculos - Chico Xavier - Cap. 10 - Indicações do caminho



Carlos Augusto - Livro Opúsculos - Chico Xavier - Cap. 10


Indicações do caminho


É sacrifício permanecer na bigorna, suportando os golpes desferidos contra nós, entretanto, o malho que nos ofende está sentenciado ao desgaste, ao cansaço ou ao ostracismo, conquanto haja sido o instrumento das pancadas que nos aperfeiçoam…

Emergimos das existências passadas com lutas enormes por vencer.

Por essa razão, de vez em quando, os temporais da dor e da desilusão varrem as paisagens de nossas vidas, arrebatando-nos flores preciosas que nos prometiam segurança e alegria…

Somos na Terra confiados ao cadinho esbraseado do sofrimento, com raros períodos de tranquilidade, mas, sem isso, talvez entrássemos na inércia da estagnação.

Correm os dias, desdobram-se as experiências, no entanto, o amor é inalterável… Com o amor que vence a morte, caminhamos para o futuro…

Sob a tempestade, somos induzidos a demonstrar desassombro e otimismo, e, à frente do pântano do mal, somos desafiados ao plantio do bem.

É preciso acrisolar sentimentos elevados, através do serviço constante ao próximo, para a recepção de novas tarefas, compatíveis com a nossa posição de aprendizes do Evangelho.

No serviço de construção do Bem, somos muitas vezes surpreendidos pela dificuldade de companheiros incompletos, pelos tropeços das possibilidades deficientes, por lutas incessantes e provações inesperadas, mas é necessário continuar…

A jornada cristã é assim qual grande assembleia de viajores que iniciam juntos o elevado empreendimento, cuja meta é a integração com Jesus…

No primeiro instante muita gente…

Na primeira hora, festividade e júbilo, afirmações e promessas…

Depois, a caravana escasseia em número…

Só a qualidade persevera…

Haja o que houver, procuremos o Cristo que amorosamente nos procura…

Recebamos as pessoas difíceis de nossa estrada, especialmente na área doméstica, na condição de instrumentos do nosso próprio aprimoramento.

Confiemos sempre em nosso Divino Amigo. Jesus mandará que as brisas de sua infinita misericórdia nos amenizem as penas nos dias de provação e nos enviará o orvalho de seu incomensurável amor, nas noites de aflição, para que se nos multipliquem as forças.

A nossa época assemelha-se a um rio tumultuado para todas as embarcações, exigindo muita perícia no leme.

Há ligações do passado que reclamam muita paciência e carinho, até o sacrifício pessoal, nos dias do presente, para que se convertam em laços de amor e luz.

O Céu não se empobrece de amor.

Não te aflijas pelas dificuldades naturais do caminho.

Tudo melhorará com a bênção de Deus.

Não relaciones obstáculos e amarguras.

Espalha com todos a tua compreensão e a tua alegria.

Perdoar, perdoar tudo o que não seja nossa vontade, para buscarmos a Vontade de Deus e cumpri-la.

Amparar a todos os que sofrem e a todos eles agasalhar em nossa alma, a fim de que o Divino Mestre, em sua bênção, nos encontre aproveitando as lições que nos concedeu.

O coração humano é qual terra plantada; precisa de água providencial para a necessária adubação, a fim de proteger a semente.

A distância não existe quando o amor está no íntimo da alma.

Supliquemos a Deus nos conceda a todos, encarnados e desencarnados, a precisa energia para conjugação de esforços, na execução do bem.

As almas, seja onde for, são assim quais os astros, que mesmo distanciados uns dos outros, permutam as próprias essências nas irradiações com que se influenciam, reciprocamente.

Cada dia que amanhece assemelha-se a uma página em branco, na qual gravamos os nossos pensamentos, ações e atitudes.

Na essência, cada dia é a preparação de nosso próprio amanhã.

Os nossos exemplos são capítulos que formam o livro de nossa vida, em torno do qual os nossos semelhantes criam as opiniões a nosso respeito.

Adular é perder.

Não nos percamos entre as conjunturas do campo humano, em que cada ser, muitas vezes, nos parece uma viva interrogação, em si próprio.

Atendamos ao nosso dever e sigamos adiante.

O passado lançou-nos em débitos tão pesados, que só mesmo à força de paciência e de amor, conseguiremos edificar no presente o futuro melhor.

Nas horas difíceis, procuremos sorrir e saibamos caminhar.

Na frente, a Divina Bondade nos espera e não nos faltará combustível do Socorro Divino à lâmpada de nossas necessidades, a fim de que haja bastante luz em nosso roteiro.

Quanto mais intenso se nos fizer o trabalho com Jesus, mais ampla assistência de Jesus receberemos.

Receberemos da vida os desafios de que necessitamos.

Sábias leis presidiram-nos a formação do grupo doméstico, motivo pelo qual nos encontramos nele com graves problemas a resolver; prossigamos unidos com todos, dia a dia, a fim de que o nosso ensejo de elevação não se perca.

Juventude e maturidade são caminhos difíceis de transitar.

Quem se eleva a Jesus, através da fé pura, não perde a bênção da paz.

Com esperança, as fontes caminham para a vastidão das grandes águas e, através dela, avançamos na Terra do berço para as experiências maiores.

Não se deixe abater diante de obstáculos que, por vezes, simbolicamente não passam de nuvens no Céu.

Toda nuvem é sombra que se desfaz para que a luz reine e domine.

O pensamento de quem ama é um coração que fala. E o coração fala sempre, porque jamais dorme.

Saudade é um conjunto de sete letras que se reuniram sob as leis da vida para aferir o coração e aprimorá-lo…

Ainda assim, aprendamos com a fé que a saudade é quase sempre a flor da separação que desabrocha ao sol da esperança para retornar, por amor, a nós outros, na hora do reencontro.

Não relaciones entraves e amarguras. Espalhemos com todos os companheiros da marcha humana os valores da compreensão e da alegria.

Perdoar e perdoar sempre tudo o que não seja nossa vontade pessoal, a fim de buscarmos a vontade de Deus e cumpri-la.

O Lar é um recinto de provas, verdadeira escola transmitindo lições.

Em família, somos professores e, ao mesmo tempo, aprendizes uns dos outros.

A distância não existe quando o amor está palpitando no coração.


Carlos Augusto






Carlos Augusto, também conhecido pelo nome de Gugu, chama-se Carlos Augusto Ferraz Lacerda.

É filho do médico Dr. Oswaldo Lacerda, de saudosa memória e de D. Ynayá Ferraz Lacerda, residente na Capital do Rio de Janeiro.

Carlos Augusto faleceu no desabamento do cine Rink, em Campinas, Estado de S. Paulo, no dia 16 de setembro de 1951. — Nota do Médium.



terça-feira, 27 de julho de 2021

Carlos Augusto - Livro Opúsculos - Chico Xavier - Cap. 9 - Pingo de luz




Carlos Augusto - Livro Opúsculos - Chico Xavier - Cap. 9


Pingo de luz


PREFÁCIO

Leitor Amigo,

Imagina-te numa noite escura, numa estrada invadida de trevas. O lar ainda está distante. Os caminhos se entrecruzam. A bússola está presente, no entanto, em semelhante momento é uma preciosidade revestida de escuridão. Mas lembra-te de alguns fósforos que poupaste e vales-te de um deles acendendo humilde lanterna. Faz-se diminuta chama. É o pingo de luz que te clareia a direção e podes caminhar corretamente.

Este livro é comparável no tamanho estreito à lanterna acesa para a marcha. Cada frase ou trecho assemelha-se ao pingo de luz que nos ilumina o pensamento para a diretriz necessária. Pequeno escrínio contendo joias lapidadas por nosso amigo Carlos Augusto, aproveitemos as lições que nos descortina, lembrando as palavras de Jesus o nosso Divino Mestre, quando nos afirmou: “…Quem me segue não anda em trevas.”


Emmanuel


Uberaba, 20 de janeiro de 1994.



REFLEXÕES DE CARLOS AUGUSTO


Com os jovens do cotidiano, não lhes estranhes as expressões sentimentais quando semelhantes explosões venham a ocorrer.

Não devemos desconhecer que a juventude na Terra é um caminho difícil de transitar.

São tantas e tamanhas as pedras da estrada que mais vale a serenidade em qualquer julgamento, porquanto, essa ou aquela apreciação nos momentos delicados, quase sempre, nos arrojam a opiniões precipitadas e imprudentes.

A vida não cessa de trazer-nos novas lições.

O amor vence a morte.

A fé alivia a dor.

Contemos com a proteção de Jesus e com os calmantes do tempo.

Muita gente mostra madureza por fora, no entanto, conserva a infantilidade por dentro.

Somos jardineiros, colhendo rosas no espinheiral, semeadores compelidos a tolerar a lama do solo para que a nossa lavoura produza para o bem e, operários da luz, constrangidos a suportar o assédio da sombra, para que a nossa tarefa se faça proveitosamente cumprida. 

Recebamos as pessoas difíceis de nossa estrada na condição de instrumentos de nossa própria melhoria.

Sei que a dor e a desilusão, de quando em quando, varrem a paisagem de nossa vida, arrebatando-nos flores preciosas que nos prometiam alegria e elevação…

Compreendo quanta aflição nos assalta em semelhantes lance da existência, contudo, é necessário nos sintamos resguardados na calma e na perseverança no bem.

Emergimos do passado com lutas enormes por vencer.

A jornada para a Vida Superior é qual se fosse grande assembleia de viajores que começam juntos elevado empreendimento, é a integração com Jesus. No primeiro instante, muita gente… Nas primeiras horas, festividade e júbilo, afirmações e promessas… Depois, a caravana escasseia em quantidade… Só a qualidade persevera… E ante as inquietações e responsabilidades que se aliam ao regozijo fácil, permanecem apenas aqueles que fazem da Cruz do Divino Mestre o motivo central da vida, peregrinando com firmeza e fidelidade ao encontro da própria redenção. 

Para vencer os obstáculos da estrada que se nos descerra ante os nossos objetivos de elevação, é preciso servir sem desanimar e compreender sem exigência.

Confiemos no Cristo, a fim de que o Cristo confie em nós.

A vitória espiritual no Plano Físico reclama o esquecimento de toda sombra, para que a luz não nos encontre inabordáveis. 

Em qualquer dificuldade, asilemos o pensamento na oração.

Ante a luz da prece, os problemas se reduzem e a paz triunfa. 

Sigamos com firmeza na realização de nossos ideais mas sem pressa…

Por agora, nossa peregrinação na Terra árida não consegue divisar o esplendor da meta…

Há muita neblina de inquietação e ansiedade, entre nós…

Apesar disso, caminhemos…

Saudade é anseio sem ser angústia, sede espiritual sem ser desespero.  

Não existe problema sem razão.

Não existe grande sofrimento cujas causas não se entrelacem à distância.

Em conjunto adquirimos débitos que, no conjunto, sob o nome de família, devemos ressarcir.

Atendamos às exigências das provas inevitáveis, recebendo na dor a presença de uma instrutora necessária.

Realizaremos o melhor, oferecendo o melhor de nós mesmos aos companheiras mais necessitados do que nós, que nos esperam no caminho em que transitamos.

O serviço de nosso próprio burilamento íntimo é obra essencial que nos cabe realizar.

E esse trabalho não pode ser efetuado senão na oficina da adversidade, em cuja forja de tentação e sofrimentos, problemas e lutas consolidamos a nossa fé.

Tenhamos o espírito em dia com o entendimento e a paciência.

Todas as sombras se desfarão. E a desarmonia é comparável à nuvem que acaba sempre por dissolver-se ao toque da energia solar.

Nas boas obras, a questão mais grave se resume no verbo continuar, de vez que é difícil, pois, em qualquer obra digna, consagrada à beneficência, tão logo começada, aparecem os espinhos e problemas.

Onde estivermos, necessitamos de amor para compreender, paciência para servir sem reclamar, humildade para construir e coragem para aceitarmos os desígnios da Vida Superior, a fim de que a paz possível nos fortaleça.

Surgem para nós, na Terra, problemas e questões, comparáveis à sombra. E compreendamos que dentro da noite, qualquer movimentação é difícil.

Por mais acendamos a lâmpada, com a luz de nossas possibilidades reduzidas, há sempre trevas por todos os lados, desfavorecendo-nos a visão. A alvorada de um novo dia, porém, chegará sempre.

Tolere com paciência as desilusões e os desencontros da caminhada.

Não desanime, nem desfaleça. Os homens são os homens, mas Jesus é o nosso Divino Mestre.

A distância faz a separação e a separação traz o sofrimento.

A saudade de alguém segue para o coração desse alguém, com endereço exato, através das ondas que evoluem de alma para alma.

Correm os dias, multiplicam-se as experiências, surgem provações, mas o amor é inalterável.

A plantação de valores para a Vida Espiritual será realmente regada a suor e lágrimas se pretendemos obter a sublimação no campo íntimo.

Nos trechos espinhosos do caminho a seguir, procuremos servir e saibamos pensar.

No Mais Além igualmente, há dificuldades, enganos, desacertos e inibições, mas é preciso continuar trabalhando para conquistar o triunfo sobre nós mesmos…

Com a esperança, as águas caminham para a vastidão das grandes águas e, através dela, avançamos do berço para as experiências maiores.

Esmorecer é dificultar ou perder.

O perigo no caminho que fomos chamados a trilhar é aquele das companhias menos desejáveis que habitualmente nos alteram os propósitos e os pensamentos, sem que tenhamos imediata consciência de sua influenciação.

Quanto mais intenso se nos fizer o esforço de agir, segundo os ensinamentos de Jesus, mais ampla assistência receberemos de Jesus para a concretização de nossos projetos.

Não nos encontramos reunidos por acaso nas ações e provações da atualidade…

O hoje é um eco do ontem…

Quantos dissabores serão evitados com a medicação preventiva da prece!…

O exemplo nobre é o capítulo mais luminoso no livro de nossa vida…


Carlos Augusto






Identificação

CARLOS AUGUSTO, também conhecido pelo nome de Gugu, chama-se Carlos Augusto Ferraz Lacerda, é filho do médico Dr. Oswaldo Lacerda, de saudosa memória e de D. Ynayá Ferraz Lacerda, residente na Capital do Rio de Janeiro. Carlos Augusto faleceu no desabamento do Cine Rink, em Campinas, Estado de São Paulo, em 16 de setembro de 1951. — Nota do Médium.





quinta-feira, 11 de junho de 2020

Carlos Augusto - Livro Indicações do Caminho - Chico Xavier - Item XXII



Carlos Augusto - Livro Indicações do Caminho - Chico Xavier - Item XXII


Cada dia que amanhece assemelha-se a uma página em branco, na qual gravamos os nossos pensamentos, ações e atitudes.

Na essência, cada dia é a preparação de nosso próprio amanhã.

Carlos Augusto



Nota do Médium

Carlos Augusto, também conhecido pelo nome de Gugu, chama-se Carlos Augusto Ferraz Lacerda.

É filho do médico Dr. Oswaldo Lacerda, de saudosa memória, e de D. Ynayá Ferraz Lacerda, residente na capital do Rio de Janeiro.

Carlos Augusto faleceu no desabamento do Cine Rink, em Campinas, Estado
de São Paulo, no dia 16 de setembro de 1951.