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domingo, 1 de outubro de 2023

Rodrigues de Abreu - Livro Seguindo Juntos - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 4 - Ante a vida



Rodrigues de Abreu - Livro Seguindo Juntos - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 4


Ante a vida


Converte os teus momentos marchando, cada dia, em bênçãos de esperança e em migalhas de amor…

Não te esqueças que o corpo é a lira milagrosa em que deves tanger as cordas da bondade, a fim de que teu canto, precedendo-te os passos, fale por ti, mais alto, na Eterna Plenitude!…

Somos nós, em verdade, os escravos do Tempo, mas felizes senhores do minuto que passa.

Gastemos, pois, o instante que, célere, nos beija, avançando a servir, nas sendas de ascensão…

Um gesto de ternura.

Um sorriso mais doce.

Uma frase em que brilhe o grande entendimento.

Uma flor que transborde o perfume da paz.

Um aperto de mão que diga sem palavras a grande compreensão e o carinho fraterno.

Um pequeno serviço e a simples gentileza, o estímulo ao trabalho e o generoso auxílio, são moedas de amor que entesouras, além…

Segue, assim, deslumbrado ante o sol que fulgura nos caminhos do “Agora” e distribui, cantando, o bem e a simpatia, a virtude e a beleza, a fim de que “Amanhã”, subas, feliz, ao Céu no carro da alegria, recebendo, afinal, a riqueza da luz na Vida Imperecível.


Rodrigues de Abreu





Benedito Luís Rodrigues de Abreu (Capivari, 27 de setembro de 1897 — Bauru, 24 de novembro de 1927) foi um poeta brasileiro. Escreveu e publicou três livros. Num deles, "A sala dos passos perdidos", dizem que ele tinha frequentado as tradições da maçonaria. No outro, "Noturnos", com base no qual aceitava a reencarnação, ele diz: “E há tantas vidas como a meia-noite”. Na sua obra mais consagrada, que tem por título "Casa destelhada" e foi traduzida para diversos idiomas, ele faz essa comparação: “A minha alma, a inquilina, está pensando que é preciso mudar-se, que é preciso ir para uma casa bem coberta…” Ele começa a revelar as dificuldades com a tísica (tuberculose) que o levaria de volta à vida espiritual. "Com ele", escreveu Odilo Costa Filho (poeta, jornalista, cronista, membro da Academia Brasileira de Letras), "expira o Simbolismo no Brasil, e expira com beleza, dor e beleza".
 


sexta-feira, 24 de junho de 2022

Emmanuel - Livro Instrumentos do Tempo - Chico Xavier - Cap. 4 - Ante a vida



Emmanuel - Livro Instrumentos do Tempo - Chico Xavier - Cap. 4 


Ante a vida


Não há lugar em que nos vejamos sem algum benefício a prestar ou alguma coisa a fazer.

Seja qual seja a circunstância da estrada, aí encontramos a ocasião precisa para realizar o melhor.

Por isso mesmo, o tempo é o prodigioso indicador, descerrando-nos situações inesperadas ao dom de compreender e de auxiliar.

Ainda mesmo nas trilhas mais obscuras da prova ou da aflição, somos defrontados por ensejos valiosos de renovação e progresso.

Se te vês diante de rotinas deterioradas, conquanto a rotina seja abençoada escola de formação espiritual, é necessário reflitas nas possibilidades novas que se te descortinam à existência.

Se obstáculos te surgem, amontoados na senda, reconsidera as próprias atitudes e observa que haverá chegado o instante para mais alto aproveitamento de teus recursos, nos domínios da expressão de ti mesmo, ante a seara do mundo.

Imagina o que seria a experiência na Terra sem a lei da mudança.

Se a semente não fosse atirada à solidão, no seio da gleba, e se as árvores não renunciassem à posse dos próprios frutos, impossível seria acalentar a vida planetária. 

Se a infância não marchasse para a juventude e se a juventude não se dirigisse para a madureza, a evolução humana resultaria impraticável.

Quando te reconheças à bica do desespero ou do desânimo, ergue-te sobre os motivos de tristeza ou desalento e contempla os quadros da Natureza em torno. Novos minutos se despencam do coração das horas em teu benefício; dezenas e centenas de criaturas aparecem por todos os flancos, a te endereçarem sorrisos de esperança; tarefas múltiplas te pedem devotamento e os dias sempre renovados te apontam o Céu, de horizonte a horizonte, como sendo imensa porta libertadora, através da qual, em cada manhã, a Sabedoria do Senhor te convida, sem palavras, a recomeçar e progredir, trabalhar e viver.


Emmanuel











Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Rodrigues de Abreu - Livro Seguindo Juntos - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 4 - Ante a vida




Rodrigues de Abreu - Livro Seguindo Juntos - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 4


Ante a vida


Converte os teus momentos marchando, cada dia, em bênçãos de esperança e em migalhas de amor…

Não te esqueças que o corpo é a lira milagrosa em que deves tanger as cordas da bondade, a fim de que teu canto, precedendo-te os passos, fale por ti, mais alto, na Eterna Plenitude!…

Somos nós, em verdade, os escravos do Tempo, mas felizes senhores do minuto que passa.

Gastemos, pois, o instante que, célere, nos beija, avançando a servir, nas sendas de ascensão…

Um gesto de ternura.

Um sorriso mais doce.

Uma frase em que brilhe o grande entendimento.

Uma flor que transborde o perfume da paz.

Um aperto de mão que diga sem palavras a grande compreensão e o carinho fraterno.

Um pequeno serviço e a simples gentileza, o estímulo ao trabalho e o generoso auxílio, são moedas de amor que entesouras, além…

Segue, assim, deslumbrado ante o sol que fulgura nos caminhos do “Agora” e distribui, cantando, o bem e a simpatia, a virtude e a beleza, a fim de que “Amanhã”, subas, feliz, ao Céu no carro da alegria, recebendo, afinal, a riqueza da luz na Vida Imperecível.


Rodrigues de Abreu





Benedito Luís Rodrigues de Abreu (Capivari, 27 de setembro de 1897 — Bauru, 24 de novembro de 1927) foi um poeta brasileiro. Escreveu e publicou três livros. Num deles, "A sala dos passos perdidos", dizem que ele tinha frequentado as tradições da maçonaria. No outro, "Noturnos", com base no qual aceitava a reencarnação, ele diz: “E há tantas vidas como a meia-noite”. Na sua obra mais consagrada, que tem por título "Casa destelhada" e foi traduzida para diversos idiomas, ele faz essa comparação: “A minha alma, a inquilina, está pensando que é preciso mudar-se, que é preciso ir para uma casa bem coberta…” Ele começa a revelar as dificuldades com a tísica (tuberculose) que o levaria de volta à vida espiritual. "Com ele", escreveu Odilo Costa Filho (poeta, jornalista, cronista, membro da Academia Brasileira de Letras), "expira o Simbolismo no Brasil, e expira com beleza, dor e beleza".
 


quinta-feira, 2 de julho de 2020

Emmanuel - Livro Instrumentos do Tempo - Chico Xavier - Cap. 4 - Ante a vida



Emmanuel - Livro Instrumentos do Tempo - Chico Xavier - Cap. 4 


Ante a vida


Não há lugar em que nos vejamos sem algum benefício a prestar ou alguma coisa a fazer.

Seja qual seja a circunstância da estrada, aí encontramos a ocasião precisa para realizar o melhor.

Por isso mesmo, o tempo é o prodigioso indicador, descerrando-nos situações inesperadas ao dom de compreender e de auxiliar.

Ainda mesmo nas trilhas mais obscuras da prova ou da aflição, somos defrontados por ensejos valiosos de renovação e progresso.

Se te vês diante de rotinas deterioradas, conquanto a rotina seja abençoada escola de formação espiritual, é necessário reflitas nas possibilidades novas que se te descortinam à existência.

Se obstáculos te surgem, amontoados na senda, reconsidera as próprias atitudes e observa que haverá chegado o instante para mais alto aproveitamento de teus recursos, nos domínios da expressão de ti mesmo, ante a seara do mundo.

Imagina o que seria a experiência na Terra sem a lei da mudança.

Se a semente não fosse atirada à solidão, no seio da gleba, e se as árvores não renunciassem à posse dos próprios frutos, impossível seria acalentar a vida planetária. 

Se a infância não marchasse para a juventude e se a juventude não se dirigisse para a madureza, a evolução humana resultaria impraticável.

Quando te reconheças à bica do desespero ou do desânimo, ergue-te sobre os motivos de tristeza ou desalento e contempla os quadros da Natureza em torno. Novos minutos se despencam do coração das horas em teu benefício; dezenas e centenas de criaturas aparecem por todos os flancos, a te endereçarem sorrisos de esperança; tarefas múltiplas te pedem devotamento e os dias sempre renovados te apontam o Céu, de horizonte a horizonte, como sendo imensa porta libertadora, através da qual, em cada manhã, a Sabedoria do Senhor te convida, sem palavras, a recomeçar e progredir, trabalhar e viver.


Emmanuel









Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano