quinta-feira, 7 de maio de 2020

Hammed - Livro Um Modo de Entender uma nova forma de viver - Francisco do Espírito Santo Neto - Cap. 48, Pág. 171 - Subpersonalidades



Hammed - Livro Um Modo de Entender uma nova forma de viver - Francisco do Espírito Santo Neto - Cap. 48, Pág. 171


Subpersonalidades 


“E a luz brilha nas trevas, mas as trevas não a apreenderam”.
(João, 1:5)


A ordem e a plenitude do Universo nos são reveladas à proporção que nos tornamos lúcidos para percebê-las. A mente, quando se expande e capta novos conceitos, jamais volta ao seu tamanho anterior.

A vida exterior é o retrato plasmado do reino interior; portanto, nós criamos, com nossas convicções, ideias e pensamentos, o “céu” ou o “inferno” em que vivemos.

Nossa intimidade nos aproxima ou nos afasta das belezas exteriores, por sintonia e atração.

Tudo que nos rodeia foi estimulado por nossa mentalidade, que detalha nossa posição diante do mundo, utilizando crenças e pontos de vista correspondentes à nossa estrutura mental, aos padrões de pensamento, às ideias que usamos para compreender nossa existência e realidade.

A capacidade intelectual/emocional é a matriz – da leitura do mundo e do modo de compreensão – pela qual a pessoa consegue avaliar sua vida interna e externa. Portanto, a nossa clareza de raciocínio e a nossa capacidade de percepção constituem subprodutos mentais, emocionais e espirituais de tudo que vivenciamos e adquirimos na vastidão dos tempos.

Certas criaturas são caracterizadas por processos e atividades psicológicas obscuras e empobrecidas; são escravas da mentalidade alheia. Sua capacidade de sentir e de agir depende, invariavelmente, do humor das pessoas, pois seu equilíbrio emocional está preso ao estado psíquico dos outros. Passam grande parte do tempo tentando mudar o temperamento daqueles com quem convivem, supondo com isso garantir momentos de paz e satisfação pessoal. São denominadas “reféns emocionais” – ainda não acenderam o próprio archote para iluminar a casa mental.

Quando alcançarmos o conhecimento superior, nosso estado de consciência se amplia e a visão interna é imediatamente iluminada. O que levou o apóstolo João a proclamar: “E a luz brilha nas trevas, mas as trevas não a apreenderam”.

Quando tomarmos consciência da capacidade de materializarmos fora o que somos por dentro, compreenderemos que cada um de nós vive no mundo de luz ou de trevas que criou para si. A propósito, há tantos mundos quanto o número de pessoas.

O meio ambiente do homem é um espelho onde é refletida sua mentalidade. Jamais enxergamos algo diferente de nós, visto que nosso interior filtrará dos fatos e dos acontecimentos, iguais para todos, somente aquilo com que temos afinidade.


Hammed






Fontes:   Um Modo de Entender uma nova forma de viver-pdf

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