Mostrando postagens com marcador Sentimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sentimento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Emmanuel - Livro Mãos Unidas - Chico Xavier - Cap. 39 - Sentimento, ideia e ação



Emmanuel - Livro Mãos Unidas - Chico Xavier - Cap. 39


Sentimento, ideia e ação


"Elas se não tirem diante dos teus olhos, conserva-as no meio do teu coração." (Provérbios, 4:21)


Adulterar significa tisnar, viciar, mentir…

E nenhuma falta dessa espécie é mais lamentável que aquela de nossa deserção diante das Leis de Deus.

Não podemos olvidar, por isso, que toda negação do bem começa em nosso íntimo, transformando-se, logo após, em ideia, para exteriorizar-se, em seguida, no campo da ação.

Desse modo, podemos atender à justa autocrítica, analisando as nossas tendências ocultas e retificando os próprios hábitos, compreendendo que os nossos sentimentos fecundam, em nosso prejuízo ou benefício, os resultados que nos caracterizam a marcha.

É assim que temos a preguiça sustentando a ignorância e a ignorância nutrindo a miséria…

A malícia gerando a crueldade e a crueldade formando o crime…

A suspeita criando a maledicência e a maledicência armando a calúnia…

A disciplina criando o trabalho e o trabalho presidindo o progresso…

A bondade plasmando a cooperação e a cooperação construindo a beneficência…

O amor inspirando a renúncia e a renúncia garantindo a felicidade…

Não te esqueças, dessa forma, de que em ti mesmo se levanta o cárcere de sofrimento a que te aprisionas ou se ergue o ninho de bênçãos em que te preparas à frente de glorioso porvir.

Não basta te convertas em censor de consciências alheias para que o reequilíbrio do mundo se faça, vitorioso. É indispensável a nossa própria defesa contra o assalto das trevas, consoante o ensinamento da Revelação Divina, que recomenda vigiarmos o coração por situar-se nele o manancial das forças de nossa vida. 


Emmanuel














domingo, 26 de janeiro de 2025

Áulus - Livro Instruções Psicofônicas - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 41 - Sentimento



Áulus - Livro Instruções Psicofônicas - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 41


Sentimento


Amigos.

Em nossas relações com o Senhor, com os nossos semelhantes, com a vida e com a Natureza, é importante lembrar que a nossa própria alma produz os modelos sutis que nos orientam as atividades de cada dia.

Tanto quanto a segurança de um edifício corresponde ao projeto a que se subordina, o êxito ou o fracasso em nossos menores empreendimentos correspondem à nossa atitude espiritual.

Sabemos em fotografia que o clichê é a imagem negativa obtida na câmara escura, do qual podemos extrair inumeráveis provas positivas. Assim também o pensamento é a matriz que compomos na intimidade do ser, com a qual é possível criar infinitas manifestações de nossa individualidade.

Mas a formação do clichê depende da película sensível que, em nosso caso, é o sentimento antecedendo-nos toda e qualquer elaboração de ordem mental.

É imprescindível, dessa forma, melhorar sempre e cada vez mais as nossas aquisições de fraternidade, entendimento e simpatia.

A estrela é conhecida pela luz que desprende de si mesma.

A presença da flor é denunciada pelo perfume que lhe é característico.

A criatura é identificada pelas irradiações que projeta.

Sorvemos ideias, assimilamos ideias e exteriorizamos ideias todos os dias.

É imperioso, assim, em nosso intercâmbio uns com os outros, observar os nossos estados sentimentais nas bases de nossas reflexões e raciocínios, como origens de nossa vitória ou de nossa derrota no campo de luta vulgar.

Ilustrando-nos a conceituação despretensiosa, evoquemos a natureza para simbolizar alguns de nossos sentimentos e clarear, tanto quanto possível, a lição que a experiência nos oferece.

O ódio é comparável à hiena, espalhando terror e morte.

A inveja é semelhante à serpente que rasteja, emitindo raios de venenoso magnetismo.

O ciúme parece um lobo famulento, estendendo aflição e desconfiança.

A agressividade assemelha-se ao ouriço, arremessando espinhos na direção daqueles que lhe respiram a presença.

O amor é comparável ao sol que aquece e ilumina.

A compreensão copia a fonte amiga.

A tolerância fraterna é qual árvore que serve e ajuda sempre.

A gentileza é irmã da música construtiva, desdobrando consolações e mitigando o infortúnio.

O sentimento elevado gera o pensamento elevado e o pensamento elevado garante a elevação da existência.

Sintamos bem, para bem refletir, assegurando o bem na estrada que fomos convidados a percorrer.

Em verdade, o pensamento é a causa da ação, mas o sentimento é o molde vibrátil em que o pensamento e a causa se formam.

Sentindo, modelamos a ideia. Pensando, criamos o destino.

Atendamos à higiene mental, entretanto não nos esqueçamos de que a casa, por mais brilhante e por mais limpa, não viverá feliz sem alimento. E a bondade é o pão das almas.

Em razão disso, recomendou-nos o Divino Mestre, em sua lição imperecível: — “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. 


Áulus







O encerramento da nossa reunião de 16 de dezembro de 1954 assinalou grande regozijo para o nosso Grupo.

Através do médium, recebemos a visita de Áulus*, abnegado Instrutor Espiritual, que nos falou acerca do sentimento como base de nossa vida mental, oferecendo-nos interessante conceituação educativa sobre o assunto e salientando que na comunhão mais intima com o Divino Mestre é que poderemos consolidar o equilíbrio de que carecemos para realizar o nosso aprimoramento interior.

*Trata-se do Instrutor Espiritual a que se refere André Luiz em seu livro “Nos Domínios da Mediunidade”.






terça-feira, 22 de outubro de 2024

Emmanuel - Livro O Consolador - Chico Xavier - 2ª Parte - Sentimento - Afeição - Questão 174



Emmanuel - Livro O Consolador - Chico Xavier - 2ª  Parte - Sentimento


Afeição 


174. — Poderemos obter uma definição da amizade?

— Na gradação dos sentimentos humanos, a amizade sincera é bem o oásis de repouso para o caminheiro da vida, na sua jornada de aperfeiçoamento.

Nos trâmites da Terra, a amizade leal é a mais formosa modalidade do amor fraterno, que santifica os impulsos do coração nas lutas mais dolorosas e inquietantes da existência.

Quem sabe ser amigo verdadeiro é, sempre, o emissário da ventura e da paz, alistando-se nas fileiras dos discípulos de Jesus, pela iluminação natural do Espírito que, conquistando as mais vastas simpatias entre os encarnados e as entidades bondosas do Invisível, sabe irradiar por toda parte as vibrações dos sentimentos purificadores.

Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Jesus é o Divino Amigo da Humanidade.

Saibamos compreender a sua afeição sublime e transformaremos o nosso ambiente afetivo num oceano de paz e consolação perenes.


Emmanuel





ÁUDIO:  

Áudio Livro Espírita O Consolador ( Início )
Ana Paola




Áudio Livro Espírita O Consolador - Chico Xavier ( Final )
Ana Paola





O Consolador
Chico Xavier pelo Espírito Emmanuel

Obra repleta de ensinamentos espíritas, O Consolador reúne rico material para referência e meditação, um curso completo oferecido pelo Espírito Emmanuel, com sábios esclarecimentos acerca de assuntos que nos levam a compreender o Espiritismo como o Consolador Prometido por Jesus. (Ana Paola)


segunda-feira, 6 de junho de 2022

Emmanuel - Livro O Consolador - Chico Xavier - 2ª Parte - Sentimento - Afeição - Questão 174



Emmanuel - Livro O Consolador - Chico Xavier - 2ª  Parte - Sentimento


Afeição 


174. — Poderemos obter uma definição da amizade?

— Na gradação dos sentimentos humanos, a amizade sincera é bem o oásis de repouso para o caminheiro da vida, na sua jornada de aperfeiçoamento.

Nos trâmites da Terra, a amizade leal é a mais formosa modalidade do amor fraterno, que santifica os impulsos do coração nas lutas mais dolorosas e inquietantes da existência.

Quem sabe ser amigo verdadeiro é, sempre, o emissário da ventura e da paz, alistando-se nas fileiras dos discípulos de Jesus, pela iluminação natural do Espírito que, conquistando as mais vastas simpatias entre os encarnados e as entidades bondosas do Invisível, sabe irradiar por toda parte as vibrações dos sentimentos purificadores.

Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Jesus é o Divino Amigo da Humanidade.

Saibamos compreender a sua afeição sublime e transformaremos o nosso ambiente afetivo num oceano de paz e consolação perenes.


Emmanuel











sexta-feira, 3 de junho de 2022

Áulus - Livro Instruções Psicofônicas - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 41 - Sentimento





Áulus - Livro Instruções Psicofônicas - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 41


Sentimento


O encerramento da nossa reunião de 16 de dezembro de 1954 assinalou grande regozijo para o nosso Grupo.

Através do médium, recebemos a visita de Áulus, abnegado Instrutor Espiritual, que nos falou acerca do sentimento como base de nossa vida mental, oferecendo-nos interessante conceituação educativa sobre o assunto e salientando que na comunhão mais intima com o Divino Mestre é que poderemos consolidar o equilíbrio de que carecemos para realizar o nosso aprimoramento interior.


Amigos.

Em nossas relações com o Senhor, com os nossos semelhantes, com a vida e com a Natureza, é importante lembrar que a nossa própria alma produz os modelos sutis que nos orientam as atividades de cada dia.

Tanto quanto a segurança de um edifício corresponde ao projeto a que se subordina, o êxito ou o fracasso em nossos menores empreendimentos correspondem à nossa atitude espiritual.

Sabemos em fotografia que o clichê é a imagem negativa obtida na câmara escura, do qual podemos extrair inumeráveis provas positivas. Assim também o pensamento é a matriz que compomos na intimidade do ser, com a qual é possível criar infinitas manifestações de nossa individualidade.

Mas a formação do clichê depende da película sensível que, em nosso caso, é o sentimento antecedendo-nos toda e qualquer elaboração de ordem mental.

É imprescindível, dessa forma, melhorar sempre e cada vez mais as nossas aquisições de fraternidade, entendimento e simpatia.

A estrela é conhecida pela luz que desprende de si mesma.

A presença da flor é denunciada pelo perfume que lhe é característico.

A criatura é identificada pelas irradiações que projeta.

Sorvemos ideias, assimilamos ideias e exteriorizamos ideias todos os dias.

É imperioso, assim, em nosso intercâmbio uns com os outros, observar os nossos estados sentimentais nas bases de nossas reflexões e raciocínios, como origens de nossa vitória ou de nossa derrota no campo de luta vulgar.

Ilustrando-nos a conceituação despretensiosa, evoquemos a natureza para simbolizar alguns de nossos sentimentos e clarear, tanto quanto possível, a lição que a experiência nos oferece.

O ódio é comparável à hiena, espalhando terror e morte.

A inveja é semelhante à serpente que rasteja, emitindo raios de venenoso magnetismo.

O ciúme parece um lobo famulento, estendendo aflição e desconfiança.

A agressividade assemelha-se ao ouriço, arremessando espinhos na direção daqueles que lhe respiram a presença.

O amor é comparável ao sol que aquece e ilumina.

A compreensão copia a fonte amiga.

A tolerância fraterna é qual árvore que serve e ajuda sempre.

A gentileza é irmã da música construtiva, desdobrando consolações e mitigando o infortúnio.

O sentimento elevado gera o pensamento elevado e o pensamento elevado garante a elevação da existência.

Sintamos bem, para bem refletir, assegurando o bem na estrada que fomos convidados a percorrer.

Em verdade, o pensamento é a causa da ação, mas o sentimento é o molde vibrátil em que o pensamento e a causa se formam.

Sentindo, modelamos a ideia. Pensando, criamos o destino.

Atendamos à higiene mental, entretanto não nos esqueçamos de que a casa, por mais brilhante e por mais limpa, não viverá feliz sem alimento. E a bondade é o pão das almas.

Em razão disso, recomendou-nos o Divino Mestre, em sua lição imperecível: — “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. 


Áulus





Áulus - Trata-se do benfeitor espiritual a que se refere André Luiz em seu livro “Nos Domínios da Mediunidade”.


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Áulus - Livro Instruções Psicofônicas - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 41 - Sentimento




Áulus - Livro Instruções Psicofônicas - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 41


Sentimento


O encerramento da nossa reunião de 16 de dezembro de 1954 assinalou grande regozijo para o nosso Grupo.

Através do médium, recebemos a visita de Áulus, abnegado Instrutor Espiritual, que nos falou acerca do sentimento como base de nossa vida mental, oferecendo-nos interessante conceituação educativa sobre o assunto e salientando que na comunhão mais intima com o Divino Mestre é que poderemos consolidar o equilíbrio de que carecemos para realizar o nosso aprimoramento interior.


Amigos.

Em nossas relações com o Senhor, com os nossos semelhantes, com a vida e com a Natureza, é importante lembrar que a nossa própria alma produz os modelos sutis que nos orientam as atividades de cada dia.

Tanto quanto a segurança de um edifício corresponde ao projeto a que se subordina, o êxito ou o fracasso em nossos menores empreendimentos correspondem à nossa atitude espiritual.

Sabemos em fotografia que o clichê é a imagem negativa obtida na câmara escura, do qual podemos extrair inumeráveis provas positivas. Assim também o pensamento é a matriz que compomos na intimidade do ser, com a qual é possível criar infinitas manifestações de nossa individualidade.

Mas a formação do clichê depende da película sensível que, em nosso caso, é o sentimento antecedendo-nos toda e qualquer elaboração de ordem mental.

É imprescindível, dessa forma, melhorar sempre e cada vez mais as nossas aquisições de fraternidade, entendimento e simpatia.

A estrela é conhecida pela luz que desprende de si mesma.

A presença da flor é denunciada pelo perfume que lhe é característico.

A criatura é identificada pelas irradiações que projeta.

Sorvemos ideias, assimilamos ideias e exteriorizamos ideias todos os dias.

É imperioso, assim, em nosso intercâmbio uns com os outros, observar os nossos estados sentimentais nas bases de nossas reflexões e raciocínios, como origens de nossa vitória ou de nossa derrota no campo de luta vulgar.

Ilustrando-nos a conceituação despretensiosa, evoquemos a natureza para simbolizar alguns de nossos sentimentos e clarear, tanto quanto possível, a lição que a experiência nos oferece.

O ódio é comparável à hiena, espalhando terror e morte.

A inveja é semelhante à serpente que rasteja, emitindo raios de venenoso magnetismo.

O ciúme parece um lobo famulento, estendendo aflição e desconfiança.

A agressividade assemelha-se ao ouriço, arremessando espinhos na direção daqueles que lhe respiram a presença.

O amor é comparável ao sol que aquece e ilumina.

A compreensão copia a fonte amiga.

A tolerância fraterna é qual árvore que serve e ajuda sempre.

A gentileza é irmã da música construtiva, desdobrando consolações e mitigando o infortúnio.

O sentimento elevado gera o pensamento elevado e o pensamento elevado garante a elevação da existência.

Sintamos bem, para bem refletir, assegurando o bem na estrada que fomos convidados a percorrer.

Em verdade, o pensamento é a causa da ação, mas o sentimento é o molde vibrátil em que o pensamento e a causa se formam.

Sentindo, modelamos a ideia. Pensando, criamos o destino.

Atendamos à higiene mental, entretanto não nos esqueçamos de que a casa, por mais brilhante e por mais limpa, não viverá feliz sem alimento. E a bondade é o pão das almas.

Em razão disso, recomendou-nos o Divino Mestre, em sua lição imperecível: — “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. 


Áulus





Áulus - Trata-se do benfeitor espiritual a que se refere André Luiz em seu livro “Nos Domínios da Mediunidade”.