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quinta-feira, 16 de julho de 2026
Emmanuel - Livro Fonte Viva - Chico Xavier - Cap. 77 - Pai Nosso
Emmanuel - Livro Fonte Viva - Chico Xavier - Cap. 77
Pai Nosso
“Pai nosso…” — JESUS. (Mateus, 6:9)
A grandeza da prece dominical nunca será devidamente compreendida por nós que lhe recebemos as lições divinas. Cada palavra, dentro dela, tem a fulguração de sublime luz.
De início, o Mestre Divino lança-lhe os fundamentos em Deus, ensinando que o Supremo Doador da Vida deve constituir, para nós todos, o princípio e a finalidade de nossas tarefas.
É necessário começar e continuar em Deus, associando nossos impulsos ao Plano divino, a fim de que nosso trabalho não se perca no movimento ruinoso ou inútil.
O Espírito Universal do Pai há de presidir-nos o mais humilde esforço, na ação de pensar e falar, ensinar e fazer.
Em seguida, com um simples adjetivo possessivo, o Mestre exalta a comunidade.
Depois de Deus, a Humanidade será o tema fundamental de nossas vidas.
Compreenderemos as necessidades e as aflições, os males e as lutas de todos os que nos cercam ou estaremos segregados no egoísmo primitivista.
Todos os triunfos e fracassos que iluminam e obscurecem a Terra pertencem-nos, de algum modo.
Os soluços de um hemisfério repercutem no outro.
A dor do vizinho é uma advertência para a nossa casa.
O erro de um irmão, examinado nos fundamentos, é igualmente nosso, porque somos componentes imperfeitos de uma sociedade menos perfeita, gerando causas perigosas e, por isso, tragédias e falhas dos outros afetam-nos por dentro.
Quando entendemos semelhante realidade, o “império do eu” passa a incorporar-se por célula bendita à vida santificante.
Sem amor a Deus e à Humanidade, não estamos suficientemente seguros na oração.
Pai nosso… — Disse Jesus para começar.
Pai do Universo… Nosso mundo…
Sem nos associarmos aos propósitos do Pai, na pequenina tarefa que nos foi permitido executar, nossa prece será, muitas vezes, simples repetição do “eu quero”, invariavelmente cheio de desejos, mas quase sempre vazio de sensatez e de amor.
Emmanuel
domingo, 9 de março de 2025
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 4 - Seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu
Seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu
Na construção de uma casa sólida e confortável, há sempre um plano do arquiteto para ser obedecido.
Os operários precisam consultar as linhas demarcadas para não irem além de suas funções e a fim de não cometerem impropriedades que prejudicariam a obra.
O carpinteiro não deverá perturbar o pintor e o pintor deverá respeitar o vidraceiro.
Assim também, nos serviços de elevação espiritual do homem e do mundo, é necessário procurarmos a Vontade do Senhor para que os Desígnios Divinos sejam devidamente executados.
Sabemos que o bem para todos é o projeto da Eterna Sabedoria para as criaturas e, por isso mesmo, se nos prezamos da condição de trabalhadores educados para a justa prestação de serviço, é indispensável saibamos realizar a nossa parte, na concretização do projeto divino, sem perturbar os nossos irmãos.
Estejamos convictos de que se cada um de nós cumprir a obrigação que lhe compete, no plano do Eterno Bem, oferecendo a cada dia o melhor que pudermos; estaremos indiscutivelmente atendendo às determinações do Nosso Pai Celestial.
Meimei
Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano
terça-feira, 22 de outubro de 2024
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 3 - Venha a nós o Teu Reino

Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 3
Venha a nós o Teu Reino
“Venha a nós o teu reino…” — assim rogou Jesus ao Pai Celestial, sabendo que só o Plano de Deus pode conceder-nos a verdadeira felicidade. Mas, o Mestre não se limitou a pedir; ele trabalhou e se esforçou para que o Reino do Céu encontrasse as bases necessárias na Terra.
Espalhou, com as próprias mãos, as bênçãos da paz e da alegria, a fim de que os homens se fizessem melhores.
Uma locomotiva não corre sem trilhos adequados.
Um automóvel não avança sem a estrada que lhe é própria.
Um prato bem feito precisa ser preparado com todos os temperos necessários.
Assim também, o auxílio celeste reclama o nosso esforço. É sempre indispensável purificar o nosso sentimento para recebê-lo e difundi-lo.
Sem a bondade em nós, não poderemos sentir a bondade de Deus ou entender a bondade de nossos semelhantes.
Quando é noite e reclamamos: — “Venha a nós a luz”, é necessário ofereçamos a lâmpada ou a candeia, para que a luz resplandeça entre nós.
Se rogamos a Graça Divina, preparemos o sentimento para entendê-la e manifestá-la, a fim de que a felicidade e a harmonia vivam conosco.
Jesus trabalhou pela vinda da Glória do Céu ao mundo, auxiliando a todos e ajudando-nos até à cruz do sacrifício, dando-nos a entender que o Reino de Deus é Amor e só pelo Amor brilhará entre os homens para sempre.
Meimei
Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano
segunda-feira, 27 de maio de 2024
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 8 - Livra-nos do mal, porque Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja

Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 8
Livra-nos do mal, porque Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja
O Senhor livrar-nos-á do mal; entretanto, é preciso que desejemos não errar.
Que dizer de um homem que pedisse socorro contra o incêndio, lançando gasolina à fogueira?
O reino da vida, com todas as suas notas de grandeza, pertence a Deus.
Todo o poder e toda a glória do Universo, todos os recursos e todas as possibilidades da existência são da Providência Divina, mas, em nosso círculo de ação, a vontade é nossa.
Se não ligamos nossos desejos à Lei do Bem, que procede do Céu, representando para nós a Vontade Paterna de Nosso Pai Celeste, não podemos aguardar harmonia e contentamento para o nosso coração.
Nas sombras do egoísmo, estaremos sozinhos, aflitos, perturbados e desalentados, porque egoísmo quer dizer felicidade somente para nós, contra a felicidade dos outros.
Deus permitiu que a vontade seja um patrimônio propriamente nosso, a fim de que possamos adquirir a liberdade e a grandeza, o amor e a sabedoria, por nós mesmos, como filhos de sua infinita bondade.
Por isso, se somos escravos das nossas criações que, por vezes, gastamos muito tempo a retificar, continuamos sempre livres para desejar e imaginar.
E sabemos que qualquer serviço ou realização começa em nossos sentimentos e pensamentos.
Saibamos, desse modo, conservar a nossa vontade à luz da consciência reta, porque, rogando a Deus nos liberte do mal, é preciso, por nossa vez, procurar o caminho do bem.
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quarta-feira, 7 de setembro de 2022
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 3 - Venha a nós o Teu Reino
Venha a nós o Teu Reino
“Venha a nós o teu reino…” — assim rogou Jesus ao Pai Celestial, sabendo que só o Plano de Deus pode conceder-nos a verdadeira felicidade. Mas, o Mestre não se limitou a pedir; ele trabalhou e se esforçou para que o Reino do Céu encontrasse as bases necessárias na Terra.
Espalhou, com as próprias mãos, as bênçãos da paz e da alegria, a fim de que os homens se fizessem melhores.
Uma locomotiva não corre sem trilhos adequados.
Um automóvel não avança sem a estrada que lhe é própria.
Um prato bem feito precisa ser preparado com todos os temperos necessários.
Assim também, o auxílio celeste reclama o nosso esforço. É sempre indispensável purificar o nosso sentimento para recebê-lo e difundi-lo.
Sem a bondade em nós, não poderemos sentir a bondade de Deus ou entender a bondade de nossos semelhantes.
Quando é noite e reclamamos: — “Venha a nós a luz”, é necessário ofereçamos a lâmpada ou a candeia, para que a luz resplandeça entre nós.
Se rogamos a Graça Divina, preparemos o sentimento para entendê-la e manifestá-la, a fim de que a felicidade e a harmonia vivam conosco.
Jesus trabalhou pela vinda da Glória do Céu ao mundo, auxiliando a todos e ajudando-nos até à cruz do sacrifício, dando-nos a entender que o Reino de Deus é Amor e só pelo Amor brilhará entre os homens para sempre.
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Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano
quinta-feira, 7 de julho de 2022
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 6 - Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 6
Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores
Quando pronunciamos as palavras “perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores”, não apenas estamos à espera do benefício para o nosso coração e para a nossa consciência, mas estamos igualmente assumindo o compromisso de desculpar os que nos ofendem.
Todos possuímos a tendência de observar com evasivas os grandes defeitos que existem em nós, reprovando, entretanto, sem exame, pequeninas faltas alheias.
Por isso mesmo Jesus, em nos ensinando a orar, recomendou-nos esquecer qualquer mágoa que alguém nos tenha causado.
Se não oferecermos repouso à mente do próximo, como poderemos aguardar o descanso para os nossos pensamentos?
Será justo conservar todo o pão, em nossa casa, deixando a fome aniquilar a residência do vizinho?
A paz é também alimento da alma, e, se desejamos tranquilidade para nós, não nos esqueçamos do entendimento e da harmonia que devemos aos demais.
Quando pedirmos a tolerância do Pai Celeste em nosso favor, lembremo-nos também de ajudar aos outros com a nossa tolerância.
Auxiliemos sempre.
Se o Senhor pode suportar-nos e perdoar-nos, concedendo-nos constantemente novas e abençoadas oportunidades de retificação, aprendamos, igualmente, a espalhar a compreensão e o amor, em benefício dos que nos cercam.
Meimei
segunda-feira, 13 de setembro de 2021
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 8 - Livra-nos do mal, porque Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja

Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 8
Livra-nos do mal, porque Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja
O Senhor livrar-nos-á do mal; entretanto, é preciso que desejemos não errar.
Que dizer de um homem que pedisse socorro contra o incêndio, lançando gasolina à fogueira?
O reino da vida, com todas as suas notas de grandeza, pertence a Deus.
Todo o poder e toda a glória do Universo, todos os recursos e todas as possibilidades da existência são da Providência Divina, mas, em nosso círculo de ação, a vontade é nossa.
Se não ligamos nossos desejos à Lei do Bem, que procede do Céu, representando para nós a Vontade Paterna de Nosso Pai Celeste, não podemos aguardar harmonia e contentamento para o nosso coração.
Nas sombras do egoísmo, estaremos sozinhos, aflitos, perturbados e desalentados, porque egoísmo quer dizer felicidade somente para nós, contra a felicidade dos outros.
Deus permitiu que a vontade seja um patrimônio propriamente nosso, a fim de que possamos adquirir a liberdade e a grandeza, o amor e a sabedoria, por nós mesmos, como filhos de sua infinita bondade.
Por isso, se somos escravos das nossas criações que, por vezes, gastamos muito tempo a retificar, continuamos sempre livres para desejar e imaginar.
E sabemos que qualquer serviço ou realização começa em nossos sentimentos e pensamentos.
Saibamos, desse modo, conservar a nossa vontade à luz da consciência reta, porque, rogando a Deus nos liberte do mal, é preciso, por nossa vez, procurar o caminho do bem.
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quinta-feira, 19 de agosto de 2021
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 1 - Pai Nosso, que estás nos Céus - Nosso Pai - Existência de Deus

Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 1 - Pai Nosso, que estás nos Céus - Nosso Pai
Existência de Deus
Conta-se que um velho árabe analfabeto orava com tanto fervor e com tanto carinho, cada noite, que, certa vez, o rico chefe de grande caravana chamou-o à sua presença e lhe perguntou:
- Por que oras com tanta fé? Como sabes que Deus existe, quando nem ao menos sabes ler?
O crente fiel respondeu:
- Grande senhor, conheço a existência de Nosso Pai Celeste pelos sinais dele.
- Como assim? - indagou o chefe, admirado.
O servo humilde explicou-se:
- Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu?
- Pela letra.
- Quando o senhor recebe uma joia, como é que se informa quanto ao autor dela?
- Pela marca do ourives.
O empregado sorriu e acrescentou:
- Quando ouve passos de animais, ao redor da tenda, como sabe, depois, se foi um carneiro, um cavalo ou um boi?
- Pelos rastos - respondeu o chefe, surpreendido.
Então, o velho crente convidou-o para fora da barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a Lua brilhava, cercada por multidões de estrelas, exclamou, respeitoso:
- Senhor, aqueles sinais, lá em cima, não podem ser dos homens!
Nesse momento, o orgulhoso caravaneiro, de olhos lacrimosos, ajoelhou-se na areia e começou a orar também.
domingo, 13 de junho de 2021
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 5 - O pão nosso de cada dia dá-nos hoje - Notas

Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 5 - O pão nosso de cada dia dá-nos hoje
Notas
Há saúde do corpo e saúde da alma. Ambas devem estar juntas.
Deus concede-nos recursos mil, cada dia, para alimentar-nos o espírito com as melhores emoções.
Absorvemos os pensamentos uns dos outros.
Auxilia a produção útil da Natureza e estarás cooperando com a Providência Divina.
Cede ao próximo o pão que sobra em tua mesa e o Senhor te enriquecerá de bom ânimo e alegria.
Atendendo a Deus, a Terra gasta milhões de vidas, cada dia, a fim de sustentar-nos.
Falar mal dos outros, ao invés de ajudá-los, é o mesmo que envolver nossos sentimentos em lama invisível, ao invés de fazê-los brilhar.
Os frutos que te deliciam são os resultados do esforço daqueles que passaram no mundo, antes de ti. Prepara a sementeira de agora para os que virão no futuro.
Planta uma árvore amiga e ajudarás aos que te ajudam.
Meimei
quinta-feira, 1 de abril de 2021
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 1 - Pai Nosso, que estás nos Céus - Nosso Pai

Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 1 - Pai Nosso, que estás nos Céus
Nosso Pai
Quando acordamos para a razão, descobrimos os traços vivos da Bondade de Deus, por toda parte.
Seu imenso carinho para conosco está
no Sol que nos aquece, dando sustento e alegria a todos os seres e a todas as coisas; nas nuvens que fazem a chuva para o contentamento da Natureza;
nas águas dos rios e das fontes, que deslizam para o benefício das cidades, dos campos e dos rebanhos;
no pão que nos alimenta;
na doçura do vento que refresca;
na bondade das árvores que nos estendem os galhos dadivosos, em forma de braços ricos de bênçãos;
na flor que espalha perfume na atmosfera;
na ternura e na segurança de nosso lar;
na assistência dos nossos pais, dos nossos irmãos e dos nossos amigos que nos ajudam a vencer as dificuldades do mundo e da vida, e na providência silenciosa, que nos garante a conservação da saúde e da paz espiritual.
Muitos homens de ciência pretendem definir Deus para nós, mas, quando reparamos na proteção do Todo-Poderoso, dispensada aos nossos caminhos e aos nossos trabalhos na Terra, em todos os instantes da vida, somos obrigados a reconhecer que o mais belo nome que podemos dar ao Supremo Senhor é justamente aquele que Jesus nos ensinou em sua divina oração: — “Nosso Pai”.
Meimei
quarta-feira, 18 de novembro de 2020
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 2 - Santificado seja o Teu nome - item 5 - Lembranças

Lembranças
O mundo em que vivemos é propriedade de Deus.
Devemos agradecer as bênçãos de Nosso Pai Celestial, todos os dias.
O coração agradecido ao Senhor espalha a bondade e a alegria em seu nome.
Jesus rendia graças a Deus, auxiliando o próximo.
A Natureza diariamente glorifica a Divina Bondade, na luz do Sol, na suavidade do vento, no canto das aves e no perfume das flores.
Quem ajuda às plantas e aos animais revela respeito e carinho na Criação de Nosso Pai Celestial.
Devo ser bom para com todos, porque Deus tem sido infinitamente bom para comigo, em todas as ocasiões.
Quem trabalha com alegria mostra reconhecimento ao Céu.
Cooperando de boa vontade com os outros, estaremos servindo a Deus.
No canto dos passarinhos,
No campo, no mar, na flor,
A vida está repetindo:
— Louvado seja o Senhor!…
Meimei
Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano
terça-feira, 17 de novembro de 2020
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 6 - Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores

Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 6
Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores
Quando pronunciamos as palavras “perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores”, não apenas estamos à espera do benefício para o nosso coração e para a nossa consciência, mas estamos igualmente assumindo o compromisso de desculpar os que nos ofendem.
Todos possuímos a tendência de observar com evasivas os grandes defeitos que existem em nós, reprovando, entretanto, sem exame, pequeninas faltas alheias.
Por isso mesmo Jesus, em nos ensinando a orar, recomendou-nos esquecer qualquer mágoa que alguém nos tenha causado.
Se não oferecermos repouso à mente do próximo, como poderemos aguardar o descanso para os nossos pensamentos?
Será justo conservar todo o pão, em nossa casa, deixando a fome aniquilar a residência do vizinho?
A paz é também alimento da alma, e, se desejamos tranquilidade para nós, não nos esqueçamos do entendimento e da harmonia que devemos aos demais.
Quando pedirmos a tolerância do Pai Celeste em nosso favor, lembremo-nos também de ajudar aos outros com a nossa tolerância.
Auxiliemos sempre.
Se o Senhor pode suportar-nos e perdoar-nos, concedendo-nos constantemente novas e abençoadas oportunidades de retificação, aprendamos, igualmente, a espalhar a compreensão e o amor, em benefício dos que nos cercam.
Meimei
sexta-feira, 13 de novembro de 2020
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 1 - Pai Nosso, que estás nos Céus - Pensamentos

Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 1 - Pai Nosso, que estás nos Céus
Pensamentos
Deus é nosso Pai.
Somos irmãos uns dos outros.
Jesus é o Divino Mestre que Deus nos enviou.
A oração é o meio imediato de nossa comunhão com o Pai Celestial.
Nossos melhores pensamentos procedem da inspiração do Alto.
A presença de Deus pode ser facilmente observada na bondade permanente e na inteligência silenciosa da Natureza que nos cerca.
Devemos amar-nos uns aos outros.
A voz divina pode ser reconhecida nos bons conselhos.
Sempre que ajudarmos, seremos ajudados.
Em nossa terna Mãezinha,
Cheia de santa afeição,
Sentimos que Deus nos fala
No fundo do coração.
Meimei
domingo, 8 de novembro de 2020
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 6 - O silêncio

Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 6
O silêncio
O silêncio ajuda sempre:
Quando ouvimos palavras infelizes.
Quando alguém está irritado.
Quando a maledicência nos procura.
Quando a ofensa nos golpeia.
Quando alguém se encoleriza.
Quando a crítica nos fere.
Quando escutamos a calúnia.
Quando a ignorância nos acusa.
Quando o orgulho nos humilha.
Quando a vaidade nos provoca.
O silêncio é a gentileza do perdão que se cala e espera o tempo.
Meimei
quarta-feira, 16 de setembro de 2020
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 4 - Reflexões
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 4
Reflexões
Podemos discernir a Vontade de Deus, em todas as situações:
No sofrimento, é a Paciência.
Na perturbação, é a Serenidade.
Diante da maldade, é o Bem que auxilia sempre.
Perante as sombras, é a Luz.
No trabalho, é o devotamento ao Dever.
Na amargura, é a Esperança.
No erro, é a Corrigenda.
Na queda, é o Reerguimento.
Na luta, é o Valor Moral.
Na tentação, é a Resistência.
Junto à discórdia, é a Harmonia.
À frente do ódio, é o Amor.
No ruído da maledicência, é o Silêncio.
Na ofensa, é o Perdão Completo.
Na vida comum, é a Bondade em favor de todos.
Quem ajuda sem cessar,
Cada hora, todo o dia,
Está cumprindo a Vontade
Da Eterna Sabedoria.
Meimei
Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano
sábado, 5 de setembro de 2020
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 1 - Pai Nosso, que estás nos Céus
Pai Nosso, que estás nos Céus
— Quando Jesus começou a prece dominical, satisfazendo ao pedido dos companheiros que desejavam aprender a orar, iniciou a rogativa, dizendo assim:
— Pai Nosso, que estás nos Céus…
O Mestre queria dizer-nos que Deus, acima de tudo, é nosso Pai.
Criador dos homens, das estrelas e das flores.
Senhor dos céus e da Terra.
Para Ele, todos somos filhos abençoados.
Com essa afirmativa, Jesus igualmente nos explicou que somos no mundo uma só família e que, por isso, todos somos irmãos, com o dever de ajudar-nos uns aos outros.
Ele próprio, a fim de instruir-nos, viveu a fraternidade pura, auxiliando os homens felizes e infelizes, os necessitados e doentes, mostrando-nos o verdadeiro caminho da perfeição e da paz.
Na condição de aprendizes do nosso Divino Mestre, devemos seguir-lhe o exemplo.
Se sentirmos Deus como Nosso Pai, reconheceremos que os nossos irmãos se encontram em toda parte e estaremos dispostos a ajudá-los, a fim de sermos ajudados, mais cedo ou mais tarde. A vida só será realmente bela e gloriosa, na Terra, quando pudermos aceitar por nossa grande família a Humanidade inteira.
Meimei
Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 4 - Seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu
Seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu
Na construção de uma casa sólida e confortável, há sempre um plano do arquiteto para ser obedecido.
Os operários precisam consultar as linhas demarcadas para não irem além de suas funções e a fim de não cometerem impropriedades que prejudicariam a obra.
O carpinteiro não deverá perturbar o pintor e o pintor deverá respeitar o vidraceiro.
Assim também, nos serviços de elevação espiritual do homem e do mundo, é necessário procurarmos a Vontade do Senhor para que os Desígnios Divinos sejam devidamente executados.
Sabemos que o bem para todos é o projeto da Eterna Sabedoria para as criaturas e, por isso mesmo, se nos prezamos da condição de trabalhadores educados para a justa prestação de serviço, é indispensável saibamos realizar a nossa parte, na concretização do projeto divino, sem perturbar os nossos irmãos.
Estejamos convictos de que se cada um de nós cumprir a obrigação que lhe compete, no plano do Eterno Bem, oferecendo a cada dia o melhor que pudermos; estaremos indiscutivelmente atendendo às determinações do Nosso Pai Celestial.
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Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano
terça-feira, 4 de agosto de 2020
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 6 - Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores - O silêncio
O silêncio
O silêncio ajuda sempre:
Quando ouvimos palavras infelizes.
Quando alguém está irritado.
Quando a maledicência nos procura.
Quando a ofensa nos golpeia.
Quando alguém se encoleriza.
Quando a crítica nos fere.
Quando escutamos a calúnia.
Quando a ignorância nos acusa.
Quando o orgulho nos humilha.
Quando a vaidade nos provoca.
O silêncio é a gentileza do perdão que se cala e espera o tempo.
Meimei
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sábado, 11 de julho de 2020
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 6 - Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores - O perdão
O perdão
O perdão, em qualquer tempo,
É sempre um traço de luz,
Conduzindo a nossa vida
À comunhão com Jesus.
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Perdoa as nossas dívidas
sexta-feira, 26 de junho de 2020
Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 6 - Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores

Meimei - Livro Pai Nosso - Chico Xavier - Cap. 6
Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores
Quando pronunciamos as palavras “perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores”, não apenas estamos à espera do benefício para o nosso coração e para a nossa consciência, mas estamos igualmente assumindo o compromisso de desculpar os que nos ofendem.
Todos possuímos a tendência de observar com evasivas os grandes defeitos que existem em nós, reprovando, entretanto, sem exame, pequeninas faltas alheias.
Por isso mesmo Jesus, em nos ensinando a orar, recomendou-nos esquecer qualquer mágoa que alguém nos tenha causado.
Se não oferecermos repouso à mente do próximo, como poderemos aguardar o descanso para os nossos pensamentos?
Será justo conservar todo o pão, em nossa casa, deixando a fome aniquilar a residência do vizinho?
A paz é também alimento da alma, e, se desejamos tranquilidade para nós, não nos esqueçamos do entendimento e da harmonia que devemos aos demais.
Quando pedirmos a tolerância do Pai Celeste em nosso favor, lembremo-nos também de ajudar aos outros com a nossa tolerância.
Auxiliemos sempre.
Se o Senhor pode suportar-nos e perdoar-nos, concedendo-nos constantemente novas e abençoadas oportunidades de retificação, aprendamos, igualmente, a espalhar a compreensão e o amor, em benefício dos que nos cercam.
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