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quarta-feira, 17 de março de 2021

Chico Xavier - Livro O Evangelho de Chico Xavier - Carlos A. Baccelli - Pág. 40/41 - Sei o que devo ser e ainda não sou




Chico Xavier - Livro O Evangelho de Chico Xavier - Carlos A. Baccelli - Pág. 40/41


Sei o que devo ser e ainda não sou


…Não vejo puro “Astralismo” no Espiritismo, de vez que nós todos, os espíritas-cristãos, nos reconhecemos com trabalho incessante, neste mundo mesmo, atentos como devemos estar ao serviço de sustentação de nossos grupos domésticos, qual acontece a quaisquer pessoas que prezem conscientemente as suas obrigações próprias, e as tarefas muitas vezes, pesadas e sacrificiais, de apoio e manutenção das instituições assistenciais diversas que nos vinculam à melhoria de nossa vida comunitária (…) em face de minha pequenez, reconheço que, para mim, em nossos tempos, “devo estar suficientemente maduro para construir a mim mesmo”, conforme as instruções de Jesus, ante as perspectivas do Terceiro Milênio, considerando-se que, mesmo na condição de Espírito desencarnado, precisarei enfrentar semelhantes perspectivas. 

No entanto confesso que ainda estou lutando — e muito — a fim de colocar as construções de minha vida íntima ao nível dos conhecimentos que os Benfeitores Espirituais, por imensa bondade, me ofertaram, através dos livros e das mensagens que escrevem por minhas mãos.

Sinto-me em luta comigo mesmo, luta esta que defino com estas palavras: Sei o que devo ser e ainda não sou, mas rendo graças a Deus por estar trabalhando, embora lentamente, por dentro de mim próprio, para chegar, um dia, a ser o que devo.

Creio que, quando cada um de nós estiver cumprindo os deveres que nos competem, perante Deus e diante da vida à frente dos outros e ante a nossa própria consciência, alcançaremos a paz duradoura.


Chico Xavier







Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Chico Xavier - Livro O Evangelho de Chico Xavier - Carlos A. Baccelli - Pág. 40/41 - Sei o que devo ser e ainda não sou



Chico Xavier - Livro O Evangelho de Chico Xavier - Carlos A. Baccelli - Pág. 40/41


Sei o que devo ser e ainda não sou


…Não vejo puro “Astralismo” no Espiritismo, de vez que nós todos, os espíritas-cristãos, nos reconhecemos com trabalho incessante, neste mundo mesmo, atentos como devemos estar ao serviço de sustentação de nossos grupos domésticos, qual acontece a quaisquer pessoas que prezem conscientemente as suas obrigações próprias, e as tarefas muitas vezes, pesadas e sacrificiais, de apoio e manutenção das instituições assistenciais diversas que nos vinculam à melhoria de nossa vida comunitária (…) em face de minha pequenez, reconheço que, para mim, em nossos tempos, “devo estar suficientemente maduro para construir a mim mesmo”, conforme as instruções de Jesus, ante as perspectivas do Terceiro Milênio, considerando-se que, mesmo na condição de Espírito desencarnado, precisarei enfrentar semelhantes perspectivas. 

No entanto confesso que ainda estou lutando — e muito — a fim de colocar as construções de minha vida íntima ao nível dos conhecimentos que os Benfeitores Espirituais, por imensa bondade, me ofertaram, através dos livros e das mensagens que escrevem por minhas mãos.

Sinto-me em luta comigo mesmo, luta esta que defino com estas palavras: Sei o que devo ser e ainda não sou, mas rendo graças a Deus por estar trabalhando, embora lentamente, por dentro de mim próprio, para chegar, um dia, a ser o que devo.

Creio que, quando cada um de nós estiver cumprindo os deveres que nos competem, perante Deus e diante da vida à frente dos outros e ante a nossa própria consciência, alcançaremos a paz duradoura.


Chico Xavier










Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Emmanuel - Livro Trevo de Ideias - Chico Xavier - Cap. 7, Pág. 40/41 - Na trilha da paz




Emmanuel - Livro Trevo de Ideias - Chico Xavier - Cap. 7, Pág. 39


Na trilha da paz



A arte mais sublime da vida é o amor, capaz de plasmar em nossa consciência a paz imperturbável, desde que atendamos a família, a parentes, amigos, à humanidade e, enfim, a Deus, nosso Pai.

A verdadeira trilha da paz, através dos nossos passos, está na importância do sentimento, do pensamento, da palavra, do gesto, da conduta, para que a paz atinja a maior extensão do reino da harmonia e de amor entre as criaturas.

Para dissipar as intolerâncias, intemperanças, vaidades e outros sentimentos egoísticos, cada um de nós tem de colocar as armas fraternais na nossa atitude, tanto no lar como no trabalho, para que haja concórdia no ambiente pois, assim, outras virtudes aparecem por força do Amor.

As intolerâncias pessoais somente levam à discórdia, à depreciação de sentimentos, ao desequilíbrio, o que leva a perder a essência do bom senso, da verdadeira alegria e da paz no coração.

Indispensável abrir o coração à bondade, o cérebro à compreensão, a existência ao trabalho, o passo ao bem, o verbo à fraternidade! Então, sejamos fraternos para com todos, no dia a dia, sem preconceitos, e os nossos sentimentos serão fecundados na bênção da paz!

Fácil dizer que somos imperfeitos diante da evolução espiritual; no entanto, todos nós sofremos e temos a fonte viva do amor, lá no fundo, como seiva tão natural para o burilamento íntimo, que nos dá forças para superar as vicissitudes da vida e compreender e auxiliar, no que for possível, o nosso próximo. Então, deixemos fora da trilha da paz o orgulho que cega o raciocínio e desequilibra o sentimento, desalentando a nossa conduta.

Com amor, cativamos a paz imperturbável na consciência, desde que atendamos com respeito os corações que nos cercam.

E não nos esqueçamos do sorriso nos lábios, porque abre o caminho para o entusiasmo de viver, plasmando, com fé e gratidão, a bondade de Deus!



Emmanuel



Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano