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quarta-feira, 25 de março de 2026

Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 7 - Posse da vida



Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 7


Posse da vida


“Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna.” — PAULO (1 Timóteo, 6:12)


A recomendação de Paulo de Tarso a Timóteo é eminentemente expressiva. Examinemos, por exemplo, a primeira sentença: “Milita a boa milícia da fé”; será aproveitar os ensejos de luta, de trabalho, de obstáculos, a fim de provar a disposição sincera no serviço do Senhor.

Fé não se exterioriza sem ocasiões adequadas e o aprendiz que se furte aos combates ásperos perde toda oportunidade de testemunho.  

Realizada, porém, a devida edificação, o discípulo estará preparado a receber a Luz Divina, de conformidade com a segunda sentença: “Toma posse da vida eterna”; é o apelo Supremo.

O rio da eternidade passa ao lado dos Espíritos humanos, oferecendo-lhes o tesouro imperecível.

As criaturas, porém, na sua generalidade, permanecem interessadas no jogo da ambição egoística da esfera transitória ou distraídas na ilusão. Muitas fazem o simulacro de preocupação espiritual, à custa de devocionários convencionais, esperando favores do Céu que nada fizeram por merecer ou aguardando paraísos de ociosidade, após a morte do corpo.

Continuam ignorando, às vezes, voluntariamente, que é o próprio Espírito quem ergue o santuário e o habita.

Cada qual povoa o mundo que construiu em si mesmo. Deus cria as Grandezas Universais e oferece-as aos homens e cada filho, sem falsa compreensão, deve entrar na posse dos Bens Eternos.


Emmanuel











Santo Agostinho - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 5 - Ao encontro do Mestre



Santo Agostinho - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 5


Ao encontro do Mestre


Meu caro Atila,

A senda do discípulo do Senhor está aberta.

Na retaguarda, é o pretérito de sombras.

À esquerda, surge o território incendiado das paixões.

À direita, aparece o gelado desfiladeiro da indiferença.

Nossa única porta de ação construtiva é a da frente.

Através dela é preciso marchar, amealhando amor e sabedoria ao preço de renunciação e serviço constantes.

Não te atemorizem, pois, os golpes da sombra.

Refletir a luz do Cristo, em nós, na antiga arena da luta humana, é o nosso objetivo essencial.

Dilatemos, acima de tudo, a nossa capacidade receptiva, assimilando as forças superconscientes que fluem de cima para a regeneração do conteúdo de nossa individualidade.

Comunhão integral com Jesus é a nossa meta.

Para alcançá-la, tudo o que não seja Amor, em suas manifestações, deve ser esquecido.

Não te detenhas. Avança, por dentro do próprio coração, entendendo a excelsitude do sacrifício.

Na estrada que trilhamos, milhares de companheiros amontoam recursos de ouro e pedra para a aquisição de dor e arrependimento. Outros continuam povoando os celeiros do tempo, com os monstros da insensatez.

Que a voz do Mestre vibre total na acústica de nossa alma, a fim de que os desvarios da ilusão não nos aniquilem a sagrada oportunidade de escalar o monte redentor. Ofereçamos a claridade da prece a todos os que desçam provisoriamente no escuro castelo das horas perdidas.

E adiantemo-nos, não no carro da evidência pessoal, mas no laborioso esforço da purificação, convictos de que em nosso reajustamento com Jesus permanece o soerguimento do mundo.

Quando a alma abriga, enfim, o Divino Hóspede, profunda transformação se opera no sistema espiritual de cada um.

Os olhos jazem incapacitados para a descoberta do mal.

Os ouvidos permanecem atentos às mensagens de sabedoria.

Os pensamentos se concentram invariavelmente no bem.

A palavra tece harmonia e felicidade em todos os recantos.

As mãos agem, incessantemente, sob a inspiração de ordem superior.

O coração, sobretudo, irradia bênçãos de compreensão e fraternidade, onde quer que se encontre, por estrela consciente a resplandecer nas teias da carne, e o império do Amor se estabelece no destino, consolidando a obra de sublimação eterna.

Sigamos, pois, pelo calvário da ressurreição sem desfalecer.

Na ordem material da Terra, vemos constantemente o homem a esperar pelo mundo, quando em verdade, o mundo vive esperando pelo homem, observando ainda que a alma aguarda Jesus, ao passo que o Senhor, de braços compassivos, aguarda a nossa alma, cheio de magnanimidade e esperança.

Movimentemo-nos, pois, à procura do Mestre e o Mestre virá, tolerante e sublime, ao nosso encontro.


Agostinho
(Santo Agostinho)







*Aurélio Agostinho, (em latim: Aurelius Augustinus), Agostinho de Hipona, ou Santo Agostinho, (Tagaste, 13 de novembro de 354 – Hipona, 28 de agosto de 430), foi um bispo, escritor, teólogo, filósofo, padre e Doutor da Igreja Católica, após sua trajetória, continua a atuar na espiritualidade, orientando a evolução humana. Sua influência é marcante no Espiritismo, manifestando-se em diversas instruções dos espíritos, inclusive em O Livro dos Médiuns. Ele é o autor de mensagens marcantes, como a que trata da "necessidade de orar" e as reflexões sobre a "nova era" no capítulo I de O Evangelho Segundo o Espiritismo.





quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 13 - Sensações além-túmulo



Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 13


Sensações além-túmulo


Não olvides que a morte do corpo denso reintegrar-te-á no patrimônio de emoções que amealhaste a benefício ou em desfavor de ti mesmo.

Agora que te confias à multiplicidade de ideias e sonhos, anseios e impressões, no campo da própria alma, a dividir-se através dos sentidos que te compõem o mundo sensorial, és qual fonte de vida a espraiar-se no solo da experiência; entretanto, amanhã, serás a síntese de ti próprio, na justa aferição dos valores que a Providência te conferiu.

Se o Bem te preside a jornada, de certo, sob o Amparo da Lei, receberás do Senhor novos mandatos de serviço em consonância com os teus ideais, porque no culto do dever retamente cumprido, todas as criaturas ascendem verticalmente a novos quadros evolutivos.

Mas, se encarceras o espírito nos enganos da sombra, não esperes que a ausência da teia física se te faça, mais tarde, equilíbrio e libertação, de vez que a Lei, ciosa de seus princípios, guardar-te-á nos resultados de tuas próprias ações, compelindo-te a restaurar os fios do destino, associando-os aos propósitos do Pai Excelso.

É por isso que as sensações além-túmulo representam o retrato positivo das imagens que criamos no laboratório da existência física, determinando, segundo a lição do Mestre, que o fruto de nossos desejos esteja à nossa espera, onde guardarmos o coração.

Não te esqueças de que a alegria do Céu e os tormentos do inferno começam, invariavelmente, em nós próprios, plasmando em derredor de nós mesmos o flagelo das paixões destruidoras que houvermos abraçado no convívio deliberado da sombra, ou no Brilho do Bem, a que tivermos empenhado as nossas melhores forças, no sacrifício incessante pela Vitória da Luz.


Emmanuel








quarta-feira, 3 de setembro de 2025

Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 4 - Sobriedade







“Não durmamos pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrios.” — Paulo (1 Tessalonicenses, 5.6)

Em todos os setores das atividades terrestres, mesmo nos círculos externos do esforço religioso, há muita gente dormindo nos braços das ilusões.

Aqui é o egoísmo mascarado de bondade irreal, ali é a preocupação sectária sob as aparências de fé.

O discípulo sincero, todavia, aprende a receber os apelos do Evangelho, de modo a não dormir, como os demais.

É preciso estar pronto ao serviço e vigiar, fielmente. Entretanto, na vigilância ainda encontram os aprendizes certos perigos mais fortes.

São os que condizem com a ausência da sobriedade.

Quase sempre, quando se encontra essa palavra, a criatura reflete imediatamente nos desregramentos do corpo. Mas, o cristão não deve olvidar o caráter nefasto das intemperanças da alma.

Muitos aprendizes de boa vontade tornam-se irascíveis, inquietos e, por vezes, cruéis, acreditando servir à causa do Cristo

Vigilância não quer dizer olho alerta para indicar o mal, mas posição de concurso sincero com Jesus a fim de substituir o mal pelo bem, em silêncio, onde quer que se encontre.

Sem a sobriedade, a realização dessa  tarefa se torna impossível. É indispensável não desperdiçar emoções ou distrair energias em problemas desnecessários.

Sejamos, pois, vigilantes, dando a cada um aquilo que lhe pertence.


Emmanuel











quinta-feira, 10 de julho de 2025

Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 19 - Submissão



Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 19


Submissão


Louvemos a Deus em nossa canção cotidiana, aprendendo a agradecer-lhe as dádivas incessantes e a expor-lhe, em silêncio, as nossas necessidades fundamentais, entretanto, não nos esqueçamos da submissão incondicional aos Seus Desígnios para que um dia venhamos a senhorear a Herança Divina que o Seu Infinito Amor nos reserva.

Ante o pão simples que te nutre os dias terrestres, recorda a obediência dos elementos da natureza para que teu corpo não desfaleça aos assaltos da inanição.

A semente do trigo, decerto, teria desejado permanecer na quietação do celeiro, mas a lei do progresso, compeliu-a a sofrer solidão e morte, na cova obscura, desenfaixando-lhe os princípios de vida oculta para convertê-los no embrião promissor.

O grelo tenro teria aspirado o sossego inalterável do ninho em que distendia as folhas primeiras, contudo, a lei do progresso obrigou-o a desenvolver-se a crescer, até produzir o fruto sadio.

Certamente, o fruto novo teria anhelado a continuação da calma no depósito em que jazia indolente, mas a lei do progresso, esmigalhou-lhe, transformando-o em farinha.

E, sem dúvida, a farinha estimaria a inércia, entretanto, a mesma lei inexorável, submeteu-a à influência do fogo para metamorfoseá-la no pão que te reconforta.

Não especifiques caprichos e exigências, diante do Eterno Pai.

Jesus Cristo, o Governador da Terra, passou entre os homens como o servidor que obedece, desde a Manjedoura, que O acolhia dentro do mundo que O expulsava, até à cruz de flagelação e martírio que não mereceu.

Aprendamos a aceitar as dores expiatórias que nós mesmos criamos pelos desregramentos do passado que revive no presente e, a respeitar, acima de tudo, na lei do sacrifício próprio, com serviço incessante no bem de todos, a melhor maneira de nascer, viver, morrer e renascer de novo na Terra, até alcançarmos, vitoriosos, o Divino Horizonte de nossa Eterna Ressurreição.


Emmanuel










terça-feira, 29 de outubro de 2024

Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 2 - Ordem e luz



Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 2


Ordem e luz


“A fim de alistar-se com Maria, sua mulher, que estava grávida”. — Lucas 2.5


Há muitas pessoas que, como os judeus antigos, se fazem rigorosas quanto ao conceito de ocasião na prática do bem ou no desenvolvimento do trabalho.

Os fariseus condenavam o Cristo por curar nos dias de sábado, ao mesmo passo que, modernamente, muitos aprendizes levam a extremismo suas concepções no capítulo do descanso dominical ou da aplicação das suas possibilidades de serviço, nos diversos setores das atividades quotidianas.

Naturalmente que ninguém deverá viver fora da ordem e nada se conseguirá sem metodização, porém, no centro de toda atividade coordenativa não deve existir condição convencional para o exercício do bem, porque esta é a luz que resplandecerá em todas as situações, ao lado de todos os deveres.

Nesse sentido, o Evangelho nos oferece uma lição salutar. José e Maria dirigindo-se a Belém obedecem à ordenação política de César, mas Jesus vindo ao seu encontro, nas palhas da Manjedoura, fora do ambiente doméstico, mostra que a Claridade Divina pode bafejar os trabalhos da criatura em qualquer parte.

O casal de Nazaré não apresenta desculpas a fim de evitar a obrigação devida à ordem, Jesus não apresenta condições especializadas para se oferecer às criaturas.

Daí inferimos que não se deve viver sem ordem em parte alguma, observando-se, porém, que esta nunca poderá excluir o bem, porque, antes de tudo, quando respeitada, é o justo caminho, por onde a Luz se manifesta.


Emmanuel












terça-feira, 29 de novembro de 2022

Santo Agostinho - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 5 - Ao encontro do Mestre



Santo Agostinho - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 5


Ao encontro do Mestre


Meu caro Atila,

A senda do discípulo do Senhor está aberta.

Na retaguarda, é o pretérito de sombras.

À esquerda, surge o território incendiado das paixões.

À direita, aparece o gelado desfiladeiro da indiferença.

Nossa única porta de ação construtiva é a da frente.

Através dela é preciso marchar, amealhando amor e sabedoria ao preço de renunciação e serviço constantes.

Não te atemorizem, pois, os golpes da sombra.

Refletir a luz do Cristo, em nós, na antiga arena da luta humana, é o nosso objetivo essencial.

Dilatemos, acima de tudo, a nossa capacidade receptiva, assimilando as forças superconscientes que fluem de cima para a regeneração do conteúdo de nossa individualidade.

Comunhão integral com Jesus é a nossa meta.

Para alcançá-la, tudo o que não seja Amor, em suas manifestações, deve ser esquecido.

Não te detenhas. Avança, por dentro do próprio coração, entendendo a excelsitude do sacrifício.

Na estrada que trilhamos, milhares de companheiros amontoam recursos de ouro e pedra para a aquisição de dor e arrependimento. Outros continuam povoando os celeiros do tempo, com os monstros da insensatez.

Que a voz do Mestre vibre total na acústica de nossa alma, a fim de que os desvarios da ilusão não nos aniquilem a sagrada oportunidade de escalar o monte redentor. Ofereçamos a claridade da prece a todos os que desçam provisoriamente no escuro castelo das horas perdidas.

E adiantemo-nos, não no carro da evidência pessoal, mas no laborioso esforço da purificação, convictos de que em nosso reajustamento com Jesus permanece o soerguimento do mundo.

Quando a alma abriga, enfim, o Divino Hóspede, profunda transformação se opera no sistema espiritual de cada um.

Os olhos jazem incapacitados para a descoberta do mal.

Os ouvidos permanecem atentos às mensagens de sabedoria.

Os pensamentos se concentram invariavelmente no bem.

A palavra tece harmonia e felicidade em todos os recantos.

As mãos agem, incessantemente, sob a inspiração de ordem superior.

O coração, sobretudo, irradia bênçãos de compreensão e fraternidade, onde quer que se encontre, por estrela consciente a resplandecer nas teias da carne, e o império do Amor se estabelece no destino, consolidando a obra de sublimação eterna.

Sigamos, pois, pelo calvário da ressurreição sem desfalecer.

Na ordem material da Terra, vemos constantemente o homem a esperar pelo mundo, quando em verdade, o mundo vive esperando pelo homem, observando ainda que a alma aguarda Jesus, ao passo que o Senhor, de braços compassivos, aguarda a nossa alma, cheio de magnanimidade e esperança.

Movimentemo-nos, pois, à procura do Mestre e o Mestre virá, tolerante e sublime, ao nosso encontro.


Santo Agostinho












sábado, 12 de dezembro de 2020

Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 14 - Seja feita a divina vontade




Emmanuel - Livro Sentinelas da Luz - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 14


Seja feita a divina vontade


Não aflijas o próprio coração, pedindo ao Céu aquilo que realmente não constitui nossa necessidade essencial.

Recorda, em tuas orações, que a Vontade Divina endereça-nos, cada dia, concessões que representam a provisão de recursos imprescindíveis ao nosso enriquecimento real.

Observa, na sucessividade das horas, as bênçãos do Todo Misericordioso.

Aparecem, quase todas, em forma de trabalho nos pequenos sacrifícios que o mundo nos reclama.

Aqui, é a família exigindo compreensão.

Ali, é uma obrigação social que devemos cumprir.

Além, é o imposto do reconhecimento que não nos cabe sonegar.

Mais além, é o companheiro de caminho que nos pede auxílio e entendimento.

Guarda a boa vontade no coração e o serviço nas atitudes, à frente da Humanidade e da Natureza, e perceberás que não é preciso bater às Portas do Céu com demasiadas súplicas ou com excessivas aflições.

Repara os nossos irmãos menos felizes que procuram a fortuna amoedada ou que buscaram os títulos da autoridade terrestre.

Quase todos avançam atormentados, ao calor de braseiros invisíveis, suspirando pela paz que temporariamente perderam, em recebendo compromissos prematuros.

É possível que sejas convocado à luta da direção ou à mordomia do ouro; é provável que amanhã sejas conduzido aos mais altos postos, na orientação do povo ou no esclarecimento das almas…

Se isso, porém, está nos Desígnios do Senhor, não precisas inquietar-te através de requisições e rogativas sem qualquer razão de ser.

Não intentes a aquisição de bens ou responsabilidades para os quais ainda não te habilitaste.

A árvore, sem angústia, cresce para a colheita e a fonte, sem violência, desliza no espaço e no tempo, acabando por encontrar a serenidade do grande oceano.

Cumpre o dever de hoje, com segurança e tranquilidade, sê, antes de tudo, correto e irrepreensível para com os outros e para contigo mesmo, e o Plano da Eterna Sabedoria te alçará gradativamente a serviços sempre mais expressivos e sempre mais importantes, porque na confiança de tua fidelidade ao Bem, estarás repetindo com o Amor de Jesus: “Seja feita, Senhor, a Tua Vontade, assim na Terra como nos Céus”.  


Emmanuel