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domingo, 13 de fevereiro de 2022

Meimei - Livro Janela para a Vida - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 13 - Paz e vida




Meimei - Livro Janela para a Vida - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 13


Paz e vida


Todos estamos concordes, quanto ao imperativo de se colaborar na sustentação da paz.

A paz, no entanto, é uma construção quase sempre mais difícil que qualquer outra que se levante sobre estruturas materiais.

O próprio Jesus quando prometeu aos companheiros: “a minha paz vos dou”, não fez semelhante afirmativa senão depois do extremo sacrifício.

Se nos propomos a contribuir na preservação da harmonia, em nosso grupo doméstico ou social, aprendamos a compreender os outros, a fim de auxiliá-los, sempre que preciso, a se ajustarem ao esquema de equilíbrio, sobre o qual as leis da vida se executam.

Tantas vezes aspiramos a alcançar a paz, exigindo-a de pessoas que, em muitas ocasiões, jazem às portas do desespero, aguardando algum gesto de simpatia, capaz de aliviá-las na tensão que as aflige.

Se queres serenidade nas criaturas queridas, procura envolvê-las em tua própria serenidade, porquanto a paz é um sentimento que se transmite, de coração para coração.

Às vezes, é indispensável renunciar à alegria própria, a fim de que se veja a alegria brilhar na face daqueles que nos compartilham a existência. Para isso, é necessário operar no câmbio da compreensão, pelo qual entregamos a outrem aquilo que careçamos receber.

Nesse sentido, frequentemente, aqueles que te pareçam ferir, em verdade, muito te amam, entretanto, provisoriamente se inclinam para estradas e tarefas que se relacionam com eles e não contigo.

Se podes entender essa realidade, estás em condições de produzir a paz.

E chegados a esse ponto de nossas experiências, penetraremos esta profunda lição da vida que resumimos aqui em poucas palavras: “a paz que se dá é a paz que se tem”.


Meimei







Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano

sábado, 7 de novembro de 2020

Meimei - Livro Janela para a Vida - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 13 - Paz e vida




Meimei - Livro Janela para a Vida - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 13


Paz e vida


Todos estamos concordes, quanto ao imperativo de se colaborar na sustentação da paz.

A paz, no entanto, é uma construção quase sempre mais difícil que qualquer outra que se levante sobre estruturas materiais.

O próprio Jesus quando prometeu aos companheiros: “a minha paz vos dou”, não fez semelhante afirmativa senão depois do extremo sacrifício.

Se nos propomos a contribuir na preservação da harmonia, em nosso grupo doméstico ou social, aprendamos a compreender os outros, a fim de auxiliá-los, sempre que preciso, a se ajustarem ao esquema de equilíbrio, sobre o qual as leis da vida se executam.

Tantas vezes aspiramos a alcançar a paz, exigindo-a de pessoas que, em muitas ocasiões, jazem às portas do desespero, aguardando algum gesto de simpatia, capaz de aliviá-las na tensão que as aflige.

Se queres serenidade nas criaturas queridas, procura envolvê-las em tua própria serenidade, porquanto a paz é um sentimento que se transmite, de coração para coração.

Às vezes, é indispensável renunciar à alegria própria, a fim de que se veja a alegria brilhar na face daqueles que nos compartilham a existência. Para isso, é necessário operar no câmbio da compreensão, pelo qual entregamos a outrem aquilo que careçamos receber.

Nesse sentido, frequentemente, aqueles que te pareçam ferir, em verdade, muito te amam, entretanto, provisoriamente se inclinam para estradas e tarefas que se relacionam com eles e não contigo.

Se podes entender essa realidade, estás em condições de produzir a paz.

E chegados a esse ponto de nossas experiências, penetraremos esta profunda lição da vida que resumimos aqui em poucas palavras: “a paz que se dá é a paz que se tem”.


Meimei







sábado, 29 de agosto de 2020

Meimei - Livro Janela para a Vida - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 13 - Paz e vida



Meimei - Livro Janela para a Vida - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 13


Paz e vida


Todos estamos concordes, quanto ao imperativo de se colaborar na sustentação da paz.

A paz, no entanto, é uma construção quase sempre mais difícil que qualquer outra que se levante sobre estruturas materiais.

O próprio Jesus quando prometeu aos companheiros: “a minha paz vos dou”, não fez semelhante afirmativa senão depois do extremo sacrifício.

Se nos propomos a contribuir na preservação da harmonia, em nosso grupo doméstico ou social, aprendamos a compreender os outros, a fim de auxiliá-los, sempre que preciso, a se ajustarem ao esquema de equilíbrio, sobre o qual as leis da vida se executam.

Tantas vezes aspiramos a alcançar a paz, exigindo-a de pessoas que, em muitas ocasiões, jazem às portas do desespero, aguardando algum gesto de simpatia, capaz de aliviá-las na tensão que as aflige.

Se queres serenidade nas criaturas queridas, procura envolvê-las em tua própria serenidade, porquanto a paz é um sentimento que se transmite, de coração para coração.

Às vezes, é indispensável renunciar à alegria própria, a fim de que se veja a alegria brilhar na face daqueles que nos compartilham a existência. Para isso, é necessário operar no câmbio da compreensão, pelo qual entregamos a outrem aquilo que careçamos receber.

Nesse sentido, frequentemente, aqueles que te pareçam ferir, em verdade, muito te amam, entretanto, provisoriamente se inclinam para estradas e tarefas que se relacionam com eles e não contigo.

Se podes entender essa realidade, estás em condições de produzir a paz.

E chegados a esse ponto de nossas experiências, penetraremos esta profunda lição da vida que resumimos aqui em poucas palavras: “a paz que se dá é a paz que se tem”.


Meimei







Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Emmanuel - Livro Deus Conosco / Iluminuras - Chico Xavier - 135 - Luz, paz e vida



Emmanuel - Livro Deus Conosco / Iluminuras - Chico Xavier - 135


Luz, paz e vida


No aniversário de Maria Joviano
10/01/1945

Meus amigos, que as forças do bem nos iluminem as sendas a percorrer. Associamo-nos aos votos de felicidade e paz pela passagem do aniversário de nossa irmã aqui presente. Faltam relativamente poucos minutos para o nascer do dia. Sejam, pois, nossas saudações as primeiras que, com as aleluias de um sino da vida, toquem a alegria dos corações pela santa alegria familiar. Deus vos conceda, minha amiga, luz, paz e vida como sempre, luz para iluminar os que permanecem convosco, paz para aliviar-lhe todas as lutas e vida para a vossa edificação cada vez mais alta para a vida eterna. Cumprimentamos a todos os nossos amigos presentes, destacando o nosso prezado General, a quem desejamos boas realizações nos serviços do repouso em curso. Que o Pai nos abençoe, são os votos sinceros do irmão e servo humilde,


Emmanuel






[1] Nota da Organizadora: em referindo-se ao aniversário de Maria Joviano, em 11 de janeiro.

Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Emmanuel - Livro Iluminuras/Deus Conosco - Chico Xavier - Luz, Paz e Vida



Emmanuel - Livro Deus Conosco — Chico Xavier, pág. 135 



No aniversário de Maria Joviano
(Luz, Paz e Vida)



Meus amigos, que as forças do bem nos iluminem as sendas a percorrer. Associamo-nos aos votos de felicidade e paz pela passagem do aniversário de nossa irmã aqui presente. 

Faltam relativamente poucos minutos para o nascer do dia. Sejam, pois, nossas saudações as primeiras que, com as aleluias de um sino da vida, toquem a alegria dos corações pela santa alegria familiar. 

Deus vos conceda, minha amiga, luz, paz e vida como sempre, luz para iluminar os que permanecem convosco, paz para aliviar-lhe todas as lutas e vida para a vossa edificação cada vez mais alta para a vida eterna. 

Cumprimentamos a todos os nossos amigos presentes, destacando o nosso prezado General, a quem desejamos boas realizações nos serviços do repouso em curso. Que o Pai nos abençoe, são os votos sinceros do irmão e servo humilde,



Emmanuel


Mensagem de 10/01/1945
[1] Nota: em referindo-se ao aniversário de Maria Joviano, em 11 de janeiro.