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terça-feira, 15 de abril de 2025

Emmanuel - Livro Paz e Libertação - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 18 - Meditação



Emmanuel - Livro Paz e Libertação - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 18


Meditação


“Vinde a mim todos os que andais aflitos, e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” — (Mateus, 11.28)


Quando, nas horas de íntimo desgosto, o desalento te invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos, busca-me:

“Eu sou aquele que sabe sufocar-te o pranto e estancar-te as lágrimas.”

Quando te julgares incompreendido dos que te circundam e vires que em torno há indiferença, acerca-te de mim:

“Eu sou a luz, sob cujos raios te aclaram a pureza de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos!”

Quando se te extinguir o ânimo para arrostares as vicissitudes da vida e te achares na iminência de desfalecer, chama-me:

“Eu sou a força capaz de remover-te as pedras do caminho e sobrepor-te às adversidades do mundo!”

Quando inclementemente te açoitarem os vendavais da sorte e seja não souberes onde reclinar a cabeça, corre para junto de mim:

“Eu sou o refúgio em cujo seio encontrarás guarida para teu corpo e tranquilidade para teu Espírito!…”

Quando te faltar a calma, nos momentos de maior aflição e te considerares incapaz de conservar a serenidade de espírito, invoca-me:

“Eu sou a paciência que te faz vencer os transes mais dolorosos e triunfar nas situações mais difíceis.”

Quando te debateres nos paroxismos da dor e tiveres a alma ulcerada pelos abrolhos, grita por mim:

“Eu sou o bálsamo que cicatriza as chagas e te minora os padecimentos!”

Quando o mundo te iludir com suas promessas falazes e perceberes que ninguém pode inspirar-te confiança, vem a mim:

“Eu sou a sinceridade que sabe corresponder à franqueza de tuas atitudes e à excelsitude de teus ideais!”

Quando a tristeza e a melancolia te povoarem o coração e tudo te causar aborrecimento, chama por mim:

“Eu sou a alegria que insufla um alento novo e te faz conhecer os encantos do teu mundo interior!”

Quando, um a um, te fenecerem os ideais mais belos e te sentires no auge do desespero, apela por mim:

“Eu sou a esperança que te robustece a fé e te acalenta os sonhos!”

Quando a impiedade recusar-se a relevar-te as faltas e experimentares a dureza do coração humano, procura-me:

“Eu sou o perdão que te levanta o ânimo e promove a reabilitação do teu Espírito!”

Quando duvidares de tudo, até de tuas próprias convicções, e o ceticismo te avassalar a alma, recorre-te a mim:

“Eu sou a crença que te inunda de luz e entendimento e te habilita para a conquista da felicidade!”

Quando já não provares a sublimidade de uma afeição terna e sincera e te desiludires do sentimento do teu semelhante, aproxima-te de mim:

“Eu sou a renúncia que te ensina a olvidar a ingratidão dos homens e a esquecer a incompreensão do mundo!”

E quando, enfim, quiseres saber quem sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que canta, à flor que desabrocha e à estrela que cintila, ao moço que espera e ao velho que recorda.

“Chamo-me AMOR, o remédio para todos os males que te atormentam o espírito! Eu sou JESUS!”


Emmanuel











quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Joanna de Ângelis - Livro Momentos de Meditação - Divaldo P. Franco - Cap. 1 - Recorre à meditação



Joanna de Ângelis - Livro Momentos de Meditação - Divaldo P. Franco - Cap. 1


Recorre à meditação


O homem que busca a realização pessoal, inevitavelmente é impelido à interiorização.

Seu pensamento deve manter firmeza no ideal que o fascina, e a fé de que logrará o êxito impulsiona-o a não intimidar-se diante dos impedimentos que o assaltam na execução do programa ao qual se propõe.

A meditação torna-se-lhe o meio eficaz para disciplinar a vontade, exercitando a paciência com que vencerá cada dia as tendências inferiores nas quais se agrilhoa.

Meditar é uma necessidade imperiosa que se impõe antes de qualquer realização.

Com esta atitude acalma-se a emoção e aclara-se o discernimento, harmonizando-se os sentimentos.

Não se torna indispensável que haja uma alienação, em fuga dos compromissos que lhe cumpre atender, face às responsabilidades humanas e sociais. Mas, que reserve alguns espaços mentais e de tempo, a fim de lograr o cometimento.

Começa o teu treinamento, meditando diariamente num pensamento do Cristo, fixando-o pela repetição e aplicando-o na conduta através da ação.

Aumenta, a pouco e pouco, o tempo que lhe dediques, treinando o inquieto corcel mental e aquietando o corpo desacostumado.

Sensações e continuados comichões que surgem, atende-os com calma, a mente ligada à ideia central, até conseguires superá-los.

A meditação deve ser atenta, mas não tensa, rígida.

Concentra-te, assentado comodamente, não, porém, o suficiente para amolentar-te e conduzir-te ao sono.

Envida esforços para vencer os desejos inferiores e as más inclinações.

Escolhe um lugar asseado, agradável, se possível, que se te faça habitual, enriquecendo-lhe a psicosfera com a qualidade superior dos teus anelos.

Reserva-te uma hora calma, em que estejas repousado.

Invade o desconhecido país da tua mente, a princípio reflexionando sem censurar, nem julgar, qual observador equilibrado diante de acontecimentos que não pode evitar.

Respira, calmamente, sentindo o ar que te abençoa a vida.

Procura a companhia de pessoas moralmente sadias e sábias, que te harmonizem.

Dias haverá mais difíceis para o exercício. O treinamento, entretanto, se responsabilizará pelos resultados eficazes.

Não lutes contra os pensamentos. Conquista-os com paciência.

Tão natural se te tornará a realização que, diante de qualquer desafio ou problema, serás conduzido à ideia predominante em ti, portanto, a de tranquilidade, de discernimento.

Gandhi jejuava em paz, por vários dias, sem sofrer distúrbios mentais, porque se habituara à meditação, à qual se entregava nessas oportunidades.

E Jesus, durante os quarenta dias de jejum, manteve-se em ligação com o Pai, prenunciando o testemunho no Getsémani, quando entregue, em meditação profunda, na qual orava, deixou-se arrastar pelas mãos da injustiça, para o grande testemunho que viera oferecer à Humanidade.


Joanna de Ângelis 













segunda-feira, 27 de maio de 2024

Bezerra de Menezes - Livro Paz e Libertação - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 5 - Nos serviços de cura



Bezerra de Menezes - Livro Paz e Libertação - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 5


Nos serviços de cura


Não basta rogar ajuda para si.

É indispensável o auxílio aos outros.

Não vale a revelação de humildade na indefinida repetição dos pedidos de socorro.

É preciso não reincidirmos nas faltas.

Não há grande mérito em solicitarmos perdão diariamente.

É necessário desculparmos com sinceridade as ofensas alheias.

Não há segurança definitiva para nós se apenas fazemos luz na residência dos vizinhos.

É imprescindível acendê-la no próprio coração.

Não nos sintamos garantidos pela certeza de ensinarmos o bem a outrem.

É imperioso cultivá-lo por nossa vez.

Não é serviço completo a ministração da verdade construtiva ao próximo.

Preparemos o coração para ouvi-la de outros lábios, com referência às nossas próprias necessidades, sem irritação e sem revolta.

Não é integral a medicação para as vísceras enfermas.

É indispensável que não haja ódio e desespero no coração.

Não adianta o auxílio do Plano Superior, quando o homem não se preocupa em retê-lo.

Antes de tudo, é preciso purificar o vaso humano para que se não perca a essência divina.

Não basta suplicar a intercessão dos bons.

Convençamo-nos de que a nossa renovação para o bem, com Jesus, é sagrado impositivo da vida.

Não basta restaurar simplesmente o corpo físico.

É inadiável o dever de buscarmos a cura espiritual para a vida eterna.


Bezerra de Menezes 













segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Emmanuel - Livro Paz e Libertação - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 18 - Meditação




Emmanuel - Livro Paz e Libertação - Espíritos Diversos / Chico Xavier - Cap. 18


Meditação


“Vinde a mim todos os que andais aflitos, e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” — (Mateus, 11.28)


Quando, nas horas de íntimo desgosto, o desalento te invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos, busca-me:

“Eu sou aquele que sabe sufocar-te o pranto e estancar-te as lágrimas.”

Quando te julgares incompreendido dos que te circundam e vires que em torno há indiferença, acerca-te de mim:

“Eu sou a luz, sob cujos raios te aclaram a pureza de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos!”

Quando se te extinguir o ânimo para arrostares as vicissitudes da vida e te achares na iminência de desfalecer, chama-me:

“Eu sou a força capaz de remover-te as pedras do caminho e sobrepor-te às adversidades do mundo!”

Quando inclementemente te açoitarem os vendavais da sorte e seja não souberes onde reclinar a cabeça, corre para junto de mim:

“Eu sou o refúgio em cujo seio encontrarás guarida para teu corpo e tranquilidade para teu Espírito!…”

Quando te faltar a calma, nos momentos de maior aflição e te considerares incapaz de conservar a serenidade de espírito, invoca-me:

“Eu sou a paciência que te faz vencer os transes mais dolorosos e triunfar nas situações mais difíceis.”

Quando te debateres nos paroxismos da dor e tiveres a alma ulcerada pelos abrolhos, grita por mim:

“Eu sou o bálsamo que cicatriza as chagas e te minora os padecimentos!”

Quando o mundo te iludir com suas promessas falazes e perceberes que ninguém pode inspirar-te confiança, vem a mim:

“Eu sou a sinceridade que sabe corresponder à franqueza de tuas atitudes e à excelsitude de teus ideais!”

Quando a tristeza e a melancolia te povoarem o coração e tudo te causar aborrecimento, chama por mim:

“Eu sou a alegria que insufla um alento novo e te faz conhecer os encantos do teu mundo interior!”

Quando, um a um, te fenecerem os ideais mais belos e te sentires no auge do desespero, apela por mim:

“Eu sou a esperança que te robustece a fé e te acalenta os sonhos!”

Quando a impiedade recusar-se a relevar-te as faltas e experimentares a dureza do coração humano, procura-me:

“Eu sou o perdão que te levanta o ânimo e promove a reabilitação do teu Espírito!”

Quando duvidares de tudo, até de tuas próprias convicções, e o ceticismo te avassalar a alma, recorre-te a mim:

“Eu sou a crença que te inunda de luz e entendimento e te habilita para a conquista da felicidade!”

Quando já não provares a sublimidade de uma afeição terna e sincera e te desiludires do sentimento do teu semelhante, aproxima-te de mim:

“Eu sou a renúncia que te ensina a olvidar a ingratidão dos homens e a esquecer a incompreensão do mundo!”

E quando, enfim, quiseres saber quem sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que canta, à flor que desabrocha e à estrela que cintila, ao moço que espera e ao velho que recorda.

“Chamo-me AMOR, o remédio para todos os males que te atormentam o espírito! Eu sou JESUS!”


Emmanuel