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sábado, 24 de maio de 2025

Emmanuel - Livro Viajor - Chico Xavier - Cap. 5 - Iluminemos o coração



Emmanuel - Livro Viajor - Chico Xavier - Cap. 5


Iluminemos o coração


Guardemos o coração na luz do bem, para que nossa alma diariamente, possa banhar-se nas águas vivas da grande compreensão.

Somente assim nossos olhos aprenderão a ver ignorância onde presumimos encontrar a delinquência e apenas desse modo, nossos ouvidos registrarão a dor e o infortúnio, onde costumamos assinalar a intemperança e a revolta.

Não basta observar as telas do mundo, na conceituação habitual da experiência terrestre, porque o raciocínio, quase sempre, mora na faixa estreita do cálculo que se atrela ao egoísmo para entregar-se ao jogo pernicioso das vantagens imediatas e nem vale criticar com a inteligência, porquanto, muitas vezes, a apreciação que nos é própria resulta de enganosa exigência do nosso modo de ser.

É preciso mergulhar o sentimento nas desventuras e necessidades alheias com a elevação do amor que não apenas situa o defeito, mas acima de tudo busca extirpá-lo em silêncio, à força de espontânea bondade e justa cooperação.

Busquemos preservar o templo íntimo contra todas as formas de condenação e de crueldade, procurando, em toda parte, a nossa quota de serviço na exaltação do bem que esposamos e, socorrendo as vítimas do mal sem nos prendermos à sombra, aprenderemos com Jesus a retirar a cegueira dos cegos, a enfermidade dos enfermos, a obsessão dos obsessos, a tristeza dos tristes, a fraqueza dos fracos, a desesperação dos desesperados e a derrota dos que se sentem vencidos, restituindo os nossos companheiros à sanidade espiritual e conservando toda a nossa existência erguida ao amor que tudo aprimora, de vez que é do coração que partem as fontes da vida. 


Emmanuel












quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Emmanuel - Livro Viajor - Chico Xavier - Cap. 5 - Iluminemos o coração



Emmanuel - Livro Viajor - Chico Xavier - Cap. 5


Iluminemos o coração


Guardemos o coração na luz do bem, para que nossa alma diariamente, possa banhar-se nas águas vivas da grande compreensão.

Somente assim nossos olhos aprenderão a ver ignorância onde presumimos encontrar a delinquência e apenas desse modo, nossos ouvidos registrarão a dor e o infortúnio, onde costumamos assinalar a intemperança e a revolta.

Não basta observar as telas do mundo, na conceituação habitual da experiência terrestre, porque o raciocínio, quase sempre, mora na faixa estreita do cálculo que se atrela ao egoísmo para entregar-se ao jogo pernicioso das vantagens imediatas e nem vale criticar com a inteligência, porquanto, muitas vezes, a apreciação que nos é própria resulta de enganosa exigência do nosso modo de ser.

É preciso mergulhar o sentimento nas desventuras e necessidades alheias com a elevação do amor que não apenas situa o defeito, mas acima de tudo busca extirpá-lo em silêncio, à força de espontânea bondade e justa cooperação.

Busquemos preservar o templo íntimo contra todas as formas de condenação e de crueldade, procurando, em toda parte, a nossa quota de serviço na exaltação do bem que esposamos e, socorrendo as vítimas do mal sem nos prendermos à sombra, aprenderemos com Jesus a retirar a cegueira dos cegos, a enfermidade dos enfermos, a obsessão dos obsessos, a tristeza dos tristes, a fraqueza dos fracos, a desesperação dos desesperados e a derrota dos que se sentem vencidos, restituindo os nossos companheiros à sanidade espiritual e conservando toda a nossa existência erguida ao amor que tudo aprimora, de vez que é do coração que partem as fontes da vida. 


Emmanuel











quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Meimei - Livro Sentinelas da Alma - Chico Xavier - Cap. 11 - Iluminemos o coração




Meimei - Livro Sentinelas da Alma - Chico Xavier - Cap. 11


Iluminemos o coração


Iluminemos o coração, com a lâmpada acesa do amor, cada vez que a nossa palavra se dirija aos irmãos desencarnados, ainda presos à turvação de consciência.

Lembremo-nos de que nos achamos, à frente de enfermos, requisitando-nos compreensão e carinho.

Quem se atreveria, em nome da bondade, a cercar um náufrago desditoso com o manto opressivo da curiosidade descaridosa, ao invés de oferecer-lhe pronto socorro? Não lhe bastaria o tormento da inquietação nas ondas escuras da morte?

Quem se dispõe ao amparo dos Espíritos amargurados, em desânimo e desespero, precisará erguer a própria alma à sublimidade do amor mais puro, a fim de socorrer com proveito.

Muitas vezes, as objurgatórias e as reprimendas dos grandes juízes não conseguem, junto dos irmãos transviados, um centímetro da renovação edificante, suscetível de ser alcançada pelo estímulo carinhoso de uma simples frase paternal.

Todos nós possuímos desafetos do passado.

A Terra ainda não é a residência das almas quitadas com a Lei.

Todos somos devedores ou doentes em reajuste.

Por isso mesmo, em nos comunicando com os adversários ou companheiros do pretérito ou do presente, mergulhemos a alma na fonte cristalina da boa vontade com Jesus, para que as nossas palavras não soem debalde.

Só o amor atravessa as paredes compactas do cárcere em que a ignorância se aguilhoa à penúria de espírito, conduzindo aos antros sombrios de nossos débitos a santificante claridade da libertação.


Meimei






quinta-feira, 7 de maio de 2020

Meimei - Livro Sentinelas da Alma - Chico Xavier - Cap. 11 - Iluminemos o coração




Meimei - Livro Sentinelas da Alma - Chico Xavier - Cap. 11



Iluminemos o coração



Iluminemos o coração, com a lâmpada acesa do amor, cada vez que a nossa palavra se dirija aos irmãos desencarnados, ainda presos à turvação de consciência.

Lembremo-nos de que nos achamos, à frente de enfermos, requisitando-nos compreensão e carinho.

Quem se atreveria, em nome da bondade, a cercar um náufrago desditoso com o manto opressivo da curiosidade descaridosa, ao invés de oferecer-lhe pronto socorro? Não lhe bastaria o tormento da inquietação nas ondas escuras da morte?

Quem se dispõe ao amparo dos Espíritos amargurados, em desânimo e desespero, precisará erguer a própria alma à sublimidade do amor mais puro, a fim de socorrer com proveito.

Muitas vezes, as objurgatórias e as reprimendas dos grandes juízes não conseguem, junto dos irmãos transviados, um centímetro da renovação edificante, suscetível de ser alcançada pelo estímulo carinhoso de uma simples frase paternal.

Todos nós possuímos desafetos do passado.

A Terra ainda não é a residência das almas quitadas com a Lei.

Todos somos devedores ou doentes em reajuste.

Por isso mesmo, em nos comunicando com os adversários ou companheiros do pretérito ou do presente, mergulhemos a alma na fonte cristalina da boa vontade com Jesus, para que as nossas palavras não soem debalde.

Só o amor atravessa as paredes compactas do cárcere em que a ignorância se aguilhoa à penúria de espírito, conduzindo aos antros sombrios de nossos débitos a santificante claridade da libertação.



Meimei







Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano