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sábado, 29 de agosto de 2026

Emmanuel - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 18 - Compromisso pessoal



Emmanuel - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 18


Compromisso pessoal


“Eu plantei, Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus”. — PAULO. (1 Coríntios, 3:6)


Nada de personalismo dissolvente na lavoura do espírito.

Qual ocorre em qualquer campo terrestre, cultivador algum, na gleba da alma, pode jactar-se de tudo fazer nos domínios da sementeira ou da colheita.

Após o esforço de quem planta, há quem siga o vegetal nascente, quem o auxilie, quem o corrija, quem o proteja.

Pensando, porém, no impositivo da descentralização, no serviço espiritual, muitos companheiros fogem à iniciativa nas construções de ordem moral que nos competem. 

Muitos deles, convidados a compromissos edificantes, nesse ou naquele setor de trabalho, afirmam-se inaptos para a tarefa, como se nunca devêssemos iniciar o aprendizado do aprimoramento íntimo, enquanto que outros asseveram, quase sempre com ironia, que não nasceram para líderes. 

Os que assim procedem costumam relegar para Deus comezinhas obrigações no que tange à elevação, progresso, acrisolamento ou melhoria, mas as leis do Criador não isentam a criatura do dever de colaborar na edificação do bem e da verdade, em favor de si mesma.

Vejamos a palavra do Apóstolo Paulo, quando já conhecia os problemas do autoaperfeiçoamento, em nos referindo à evangelização: “Eu plantei Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus”.

A necessidade do devotamento individual à causa da verdade transparece, clara, de semelhante conceituação.

Sabemos que a essência de toda atividade, numa lavra agrícola, procede, originariamente, da Providência Divina. De Deus vêm a semente, o solo, o clima, a seiva e a orientação para o desenvolvimento da árvore, como também dimanam de Deus a inteligência, a saúde, a coragem e o discernimento do cultivador, mas somos obrigados a reconhecer que alguém deve plantar.


Emmanuel









(Paris, França, 23, agosto, 1965.)

terça-feira, 24 de março de 2026

Emmanuel - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 12 - Supercultura e calamidades morais



Emmanuel - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 12


Supercultura e calamidades morais


“Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado para quem será?” — JESUS. (Lucas, 12:20).


Não basta ajuntar valores materiais para a garantia da felicidade.

A supercultura consegue atualmente na Terra feitos prodigiosos, em todos os reinos da Natureza física, desde o controle das forças atômicas às realizações da astronáutica. 

No entanto, entre os povos mais adiantados do planeta, avançam duas calamidades morais do materialismo, corrompendo-lhes as forças: o suicídio e a loucura, ou, mais propriamente, a angústia e a obsessão.

É que o homem não se aprovisiona de reservas espirituais à custa de máquinas. 

Para suportar os atritos necessários à evolução e aos conflitos resultantes da luta regenerativa, precisa alimentar-se com recursos da alma e apoiar-se neles.

Nesse sentido, vale recordar o sensato comentário de Allan Kardec, no item 14, do Capítulo V, de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, sob a epígrafe “O Suicídio e a Loucura”:

“A calma e a resignação hauridas na maneira de considerar a vida terrestre e da confiança no futuro dão ao Espírito uma serenidade, que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio. Com efeito, é certo que a maioria dos casos de loucura se devem à comoção produzida pelas vicissitudes que o homem não tem a coragem de suportar. Ora, se encarando as coisas deste mundo da maneira por que o Espiritismo faz que ele as considere, o homem recebe com indiferença, mesmo com alegria, os reveses e as decepções que o houveram desesperado noutras circunstâncias, evidente se torna que essa força, que o coloca acima dos acontecimentos, lhe preserva de abalos a razão, os quais, se não fora isso, o conturbariam.”

Espíritas, amigos! Atendamos à caridade que suprime a penúria do corpo, mas não menosprezemos o socorro às necessidades da alma!

Divulguemos a luz da Doutrina Espírita! Auxiliemos o próximo a discernir e pensar!


Emmanuel






(Paris, França, 19, agosto, 1965.)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Emmanuel - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 28 - Na seara do auxílio



Emmanuel - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 28


Na seara do auxílio

 
“Suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra o outro; assim como o Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” — Paulo. (Colossenses, 3:13)


Desnecessário salientar o brilho do cérebro na cúpula da Humanidade.

As nações vanguardeiras do progresso material efetuam prodígios nos setores de pesquisa e definição do Plano terrestre.

A universidade é um celeiro de luz para a inteligência. O laboratório é uma nascente de respostas seguras para milenárias indagações. Entretanto, na esfera do espírito, sobram discórdias e desesperos, desgosto e desilusão…

Todos nos referimos, inquietos, às calamidades da guerra, à proliferação do vício, aos estragos do ódio ou às deturpações da cultura, conscientes dos prejuízos e desastres que nos impõem ao caminho comum.

Assinalamos, aqui e além, lutas ideológicas, conflitos raciais, insânia e egoísmo…

Que fazemos nós, na condição de aprendizes do Cristo, para o reequilíbrio do mundo?

Achamo-nos convencidos de que a violência não extingue a violência.

Além disso, não ignoramos que Jesus nos chamou, a fim de compreendermos e auxiliarmos, construirmos e reconstruirmos para o bem de todos.

Pensemos nisso.

Não alegues isolamento ou pequenez para desistir do esforço edificante que nos compete.

Uma fonte humilde garante o oásis na terra seca, e apenas uma lâmpada acesa vence a força das trevas.

A harmonia do todo vem da fidelidade e do serviço de cada um.

Trabalhemos unidos pela edificação da Terra Melhor.

Comecemos ou recomecemos a nossa tarefa, baseando a própria ação no aviso de Paulo: Suportando-nos uns aos outros e perdoando-nos mutuamente.


Emmanuel






(Nova Iorque, NI., EUA., 4, julho, 1965.)

quinta-feira, 4 de setembro de 2025

Emmanuel - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 14 - A porta da palavra



Emmanuel - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 14


A porta da palavra

 
“Orando também juntamente por nós para que Deus nos abra a porta da palavra…” Paulo. (Colossenses, 4.3.)

A atualidade terrestre dispõe dos mais avançados processos de comunicação entre os homens.

Num só dia, aviões sobrevoam nações diversas.

O rádio e a televisão alteram o antigo poder do espaço.

Quantos milhões de criaturas, porém, se reconhecem profundamente isoladas dentro de si, ainda mesmo quando parte integrante da multidão?

Quantos seres humanos varam largos trechos da existência, expedindo apelos ao socorro espiritual de outros seres humanos, sem qualquer resposta que lhes asserene o campo emotivo?

O que mais singulariza o problema é que nem sempre vale a presença material de alguém para o auxílio de que outro alguém se reconhece necessitado. Quem sofre prefere a solidão à companhia daqueles que lhes agravam o sofrimento.

Todos nós carecemos de alívio na hora da angústia ou de apoio em momentos difíceis, e, para isso, contamos receber daqueles que nos rodeiam a frase compreensiva e conveniente. 

Entanto, nesse sentido, não bastará que os nossos benfeitores nos manejem corretamente o idioma ou nos identifiquem o grau de cultura. 

É imperioso nos conheçam os sentimentos e problemas, os ideais e realizações.

Meditemos, pois, na importância do verbo e roguemos a Deus nos inspire, a fim de encontrarmos a porta adequada à palavra certa e sermos úteis aos outros, tanto quanto esperamos que os outros sejam úteis a nós.












(Nova Iorque, NI., EUA., 4, julho, 1965.)

domingo, 25 de maio de 2025

André Luiz - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 15 - A alma também



André Luiz - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 15


A alma também


Casas de saúde espalham-se em todas as direções com o objetivo de sanar as moléstias do corpo e não faltam enfermos que lhes ocupem as dependências.

Entretanto, as doenças da alma, não menos complexas, escapam aos exames habituais de laboratório e, por isso, ficam em nós, requisitando a medicação, aplicável apenas por nós mesmos.

Estimamos a imunização na patologia do corpo.

Será ela menos importante nos achaques do espírito?

Surpreendemos determinada verruga e recorremos, de imediato, à cirurgia plástica, frustrando calamidades orgânicas de extensão imprevisível.

Reconhecendo uma tendência menos feliz em nós próprios, é preciso ponderar igualmente que o capricho de hoje, não extirpado, será hábito vicioso amanhã e talvez criminalidade em futuro breve.

Esmeramo-nos por livrar-nos da neurastenia capaz de esgotar-nos as forças. Tratemos também de nossa feição temperamental para que a impulsividade não nos induza à ira fulminatória.

Tonificamos o coração, corrigindo a pressão arterial ou ampliando os recursos das coronárias a fim de melhorar o padrão de longevidade. Apuremos, de igual modo, o sentimento para que emoções desregradas não nos precipitem nos desvãos passionais em que se aniquilam tantas vidas preciosas.

Requintamo-nos, como é justo, em assistência dentária na proteção indispensável. Empenhemo-nos de semelhante maneira, na triagem do verbo, para que a nossa palavra não se faça azorrague de sombra.

Defendemos o aparelho ocular contra a catarata e o glaucoma. Purifiquemos igualmente o modo de ver.

Preservamos o engenho auditivo contra a surdez. No mesmo passo, eduquemos o ouvido para que aprendamos a escutar ajudando.

A Doutrina Espírita é instituto de redenção do ser para a vida triunfante. 

A morte não existe. Somos criaturas eternas. Se o corpo, em verdade, não prescinde de remédio, a alma também.


André Luiz









(Nova Iorque, NI., EUA., 14, julho, 1965.)

terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Bezerra de Menezes - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 9 - Bússola da alma



Bezerra de Menezes - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 9


Bússola da alma


Surge a prece na existência terrestre como chave de luz inspirativa descerrando as trilhas que parecem impedidas aos nossos olhos.

Ensina sempre no silêncio da alma e, quando não resolve os problemas ou não afasta o sofrimento, ilumina a mente e fortalece a resignação.

Contato com o Infinito, toda oração sincera significa mensagem com endereço exato, e se, por vezes, flutua entre riso e pranto, termina sempre por elevar-se aos páramos superiores onde já não existem temporariamente nem alegria nem dor, apenas paz da alma.

Oração é diálogo. Quem ora jamais monologa. 

Até a petição menos feliz tem a resposta que lhe cabe, procedente das sombras.

Atende aos compromissos na hora certa. A pontualidade é o fiel moral na balança do tempo.

Dá e receberás.

Auxilia e alguém te auxiliará.

Existe a caridade como receita ideal para todos os males.

A imparcialidade de julgamento há de começar em nós, com a benevolência para com os outros e severidade para nós mesmos.

Quais são os pontos de contato de sua vida com a verdade?

Que relação existe entre você e o mundo espiritual?

Expressa a exemplificação o conjunto dos reflexos de nossos atos.

Toda opinião retrata o opinador.

Constitui a vida uma longa viagem em demanda aos portos da felicidade perfeita.

A prece é a bússola que nos coloca sob a direção do Senhor, cujas mãos devem pousar no leme da embarcação do destino.

Ora sempre e o barco dos teus dias nunca se transviará sob as nuvens das trevas.


Bezerra de Menezes








(Londres, Inglaterra, 10, Agosto, 1965.)

terça-feira, 17 de maio de 2022

Bezerra de Menezes - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 9 - Bússola da alma



Bezerra de Menezes - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 9


Bússola da alma


Surge a prece na existência terrestre como chave de luz inspirativa descerrando as trilhas que parecem impedidas aos nossos olhos.

Ensina sempre no silêncio da alma e, quando não resolve os problemas ou não afasta o sofrimento, ilumina a mente e fortalece a resignação.

Contato com o Infinito, toda oração sincera significa mensagem com endereço exato, e se, por vezes, flutua entre riso e pranto, termina sempre por elevar-se aos páramos superiores onde já não existem temporariamente nem alegria nem dor, apenas paz da alma.

Oração é diálogo. Quem ora jamais monologa. 

Até a petição menos feliz tem a resposta que lhe cabe, procedente das sombras.

Atende aos compromissos na hora certa. A pontualidade é o fiel moral na balança do tempo.

Dá e receberás.

Auxilia e alguém te auxiliará.

Existe a caridade como receita ideal para todos os males.

A imparcialidade de julgamento há de começar em nós, com a benevolência para com os outros e severidade para nós mesmos.

Quais são os pontos de contato de sua vida com a verdade?

Que relação existe entre você e o mundo espiritual?

Expressa a exemplificação o conjunto dos reflexos de nossos atos.

Toda opinião retrata o opinador.

Constitui a vida uma longa viagem em demanda aos portos da felicidade perfeita.

A prece é a bússola que nos coloca sob a direção do Senhor, cujas mãos devem pousar no leme da embarcação do destino.

Ora sempre e o barco dos teus dias nunca se transviará sob as nuvens das trevas.


Bezerra de Menezes








(Londres, Inglaterra, 10, Agosto, 1965.)

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Emmanuel - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 26 - Fé e cultura



Emmanuel - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 26


Fé e cultura


“Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões.” — Paulo. (Romanos, 14:1.)


Indubitavelmente, nem sempre a fé acompanha a expansão da cultura, tanto quanto nem sempre a cultura consegue altear-se ao nível da fé.

Um cérebro vigoroso pode elevar-se a prodígios de cálculo ou destacar-se nos mais entranhados campos da emoção, portas a dentro dos valores artísticos, sem entender bagatela de resistência moral diante da tentação ou do sofrimento. De análogo modo, um coração fervoroso é suscetível das mais nobres demonstrações de heroísmo perante a dor ou da mais alta reação contra o mal, patenteando manifesta incapacidade para aceitar os imperativos da perquirição ou os requisitos do progresso.

A ciência investiga.

A religião crê.

Se não é justo que a ciência imponha diretrizes à religião, incompatíveis com as suas necessidades do sentimento, não é razoável que a religião obrigue a ciência à adoção de normas, inconciliáveis com as suas exigências do raciocínio.

Equilíbrio ser-nos-á o clima de entendimento, em todos os assuntos que se relacionem à fé e à cultura, ou estaremos sempre ameaçados pelo deserto da descrença ou pelo charco do fanatismo.

Auxiliemo-nos mutuamente.

Na sementeira da fé, aprendamos a ouvir com serenidade para falar com acerto.

Diz o Apóstolo Paulo: “acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões.” É que para chegar à cultura, filha do trabalho e da verdade, o homem é naturalmente compelido a indagar, examinar, experimentar e teorizar, mas, para atingir a fé viva, filha da compreensão e do amor, é forçoso servir.

E servir é fazer luz.


Emmanuel





Paris, França, 23, Agosto, 1965.
(Psicografado por Francisco C. Xavier.)

Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano

domingo, 28 de junho de 2020

Emmanuel - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 26 - Fé e cultura



Emmanuel - Livro Entre Irmãos de Outras Terras - Espíritos Diversos - Chico Xavier / Waldo Vieira - Cap. 26


Fé e cultura


“Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões.” — Paulo. (Romanos, 14:1.)


Indubitavelmente, nem sempre a fé acompanha a expansão da cultura, tanto quanto nem sempre a cultura consegue altear-se ao nível da fé.

Um cérebro vigoroso pode elevar-se a prodígios de cálculo ou destacar-se nos mais entranhados campos da emoção, portas a dentro dos valores artísticos, sem entender bagatela de resistência moral diante da tentação ou do sofrimento. De análogo modo, um coração fervoroso é suscetível das mais nobres demonstrações de heroísmo perante a dor ou da mais alta reação contra o mal, patenteando manifesta incapacidade para aceitar os imperativos da perquirição ou os requisitos do progresso.

A ciência investiga.

A religião crê.

Se não é justo que a ciência imponha diretrizes à religião, incompatíveis com as suas necessidades do sentimento, não é razoável que a religião obrigue a ciência à adoção de normas, inconciliáveis com as suas exigências do raciocínio.

Equilíbrio ser-nos-á o clima de entendimento, em todos os assuntos que se relacionem à fé e à cultura, ou estaremos sempre ameaçados pelo deserto da descrença ou pelo charco do fanatismo.

Auxiliemo-nos mutuamente.

Na sementeira da fé, aprendamos a ouvir com serenidade para falar com acerto.

Diz o Apóstolo Paulo: “acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões.” É que para chegar à cultura, filha do trabalho e da verdade, o homem é naturalmente compelido a indagar, examinar, experimentar e teorizar, mas, para atingir a fé viva, filha da compreensão e do amor, é forçoso servir.

E servir é fazer luz.


Emmanuel





(Paris, França, 23, Agosto, 1965.)
(Psicografado por Francisco C. Xavier.)

Fonte: Bíblia do Caminho † Testamento Xavieriano