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quinta-feira, 30 de outubro de 2025

Bezerra de Menezes - Livro Queda e Ascensão da Casa dos Benefícios - Chico Xavier - 2ª Parte - Preceitos à iluminação do Espírito - Cap. 19 - Amor fraternal



Bezerra de Menezes - Livro Queda e Ascensão da Casa dos Benefícios - Chico Xavier - 2ª Parte - Preceitos à iluminação do Espírito - Cap. 19


Amor fraternal


Que nossas fraquezas se transformem nas energias reconstrutoras que a atualidade reclama; que a boa vontade se transubstancie em acentuado valor dentro de nossos círculos, e que a fé persista em nós, ardente e viva, no imo do ser, convencidos, quanto devemos estar de nossa desvalia humana, na condição de encarnados e desencarnados, mas não menos convictos de que a obra é a concretização da Divina Vontade e o objetivo, as aspirações de nosso sentimento, das operações de nosso raciocínio e, sobretudo, do labor de nossas mãos. (1)

Com a permissão do Senhor, muita luz tem sido acesa nas sombras, muito pão espiritual tem sido derramado em favor dos famintos, e muita água viva tem sido arrojada à garganta seca de inúmeros viajores da existência que se transviaram, além do túmulo. (2 )

Uma revisão mesmo ligeira nos caminhos percorridos faz muito bem à alma e, por esta razão, é um consolo para nós a certeza de que persistimos, estrada afora, buscando o melhor que somos capazes de encontrar para reter conosco aquilo de melhor que já somos habilitados a fazer. (3)

Estamos juntos, à maneira de um grupo fraterno em viagem. A árvore do amor oferece-nos descanso nas fontes da esperança e paz que se lhe desabrocham nas raízes. Somos felizes porque confiamos no Cristo, Nosso Senhor e Mestre e, também, felizes porque o privilégio do trabalho nos felicita as mãos e os corações.

A serenidade e a prudência nunca perdem nas questões delicadas, nas quais muitas vezes nos achamos envolvidos, em decorrência dos objetivos de nosso próprio trabalho. (4)


Bezerra de Menezes








(1) De mensagem recebida em 28.10.1949
(2) De mensagem recebida em 18.08.1953
(3) De mensagem recebida em 24.01.1974
(4) De mensagem recebida em 1981



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Emmanuel - Livro Pão Nosso - Chico Xavier - Cap. 141 - Amor fraternal



Emmanuel - Livro Pão Nosso - Chico Xavier - Cap. 141


Amor fraternal


“Permaneça o amor fraternal.” — Paulo. (HEBREUS, 13.1)


As afeições familiares, os laços consanguíneos, as simpatias naturais podem ser manifestações muito santas da alma, quando a criatura as eleva no altar do sentimento superior, contudo, é razoável que o espírito não venha a cair sob o peso das inclinações próprias.

O equilíbrio é a posição ideal.

Por demasia de cuidado, inúmeros pais prejudicam os filhos.

Por excesso de preocupações, muitos cônjuges descem às cavernas do desespero, defrontados pelos insaciáveis monstros do ciúme que lhes aniquilam a felicidade.

Em razão da invigilância, belas amizades terminam em abismo de sombra.

O apelo evangélico, por isto mesmo, reveste-se de imensa importância.

A fraternidade pura é o mais sublime dos sistemas de relações entre as almas.

O homem que se sente filho de Deus e sincero irmão das criaturas não é vítima dos fantasmas do despeito, da inveja, da ambição, da desconfiança.

Os que se amam fraternalmente alegram-se com o júbilo dos companheiros; sentem-se felizes com a ventura que lhes visita os semelhantes.

As afeições violentas, comumente conhecidas na Terra, passam vulcânicas e inúteis.

Na teia das reencarnações, os títulos afetivos modificam-se constantemente.  

É que o amor fraternal, sublime e puro, representando o objetivo supremo do esforço de compreensão, é a luz imperecível que sobreviverá no caminho eterno.


Emmanuel