terça-feira, 12 de maio de 2026

Bezerra de Menezes - Livro Bezerra, Chico e você - Chico Xavier - Cap. 42 - Na sublimidade do verbo amar (Presença da Lei)



Bezerra de Menezes - Livro Bezerra, Chico e você - Chico Xavier - Cap. 42


Na sublimidade do verbo amar 
(Presença da Lei)


Os textos evangélicos nos confirmam sempre os imperativos inolvidáveis que fulguram por ápices do caminho de ascensão para a Vida Imperecível:

“amai” ("Ao qual vós amais, posto que o não vistes; no qual vós credes, posto que o não vedes ainda agora; mas crendo, exultais com uma alegria inefável e cheia de glória." - Pedro, 1:8)

“amar sempre” ("Aquele que não ama, não conhece a Deus; porque Deus é caridade." - João, 4:8)

“amemos” ("Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque a caridade vem de Deus. E todo o que ama, é nascido de Deus e conhece a Deus. - João, 4:7)

“ama o próximo como a ti mesmo” ("Não procures vingar-te, nem te lembrarás da injúria de teus concidadãos. Amarás a teu amigo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor." - Levítico, 19:18)

“que amemos incessantemente” ("Fazendo puras as vossas almas na obediência da caridade, no amor da irmandade, com sincero coração amai-vos intensamente uns aos outros." - Pedro, 1:22)

“o amor nos cobre a multidão das faltas”… ("E antes de todas as coisas, tende entre vós mesmos mutuamente uma constante caridade, porque a caridade cobre a multidão dos pecados." - Pedro, 4:8)

E ensinando-nos o verbo sublime, a plataforma do Cristo é inconfundível.

Entretanto, quase sempre, somos aqueles filhos de Deus na Terra buscando “ser amados” e, comprazendo-nos nisso, as dificuldades se nos ampliam constantemente.

Falamos a vós outros, de modo geral; conhecendo embora os anseios pessoais multiformes que nos caracterizam.

Se possível, seríamos, com a maior satisfação, aquele mensageiro das boas novas, de ordem particular, para cada um dos corações amigos que se congregam conosco para os mesmos objetivos.

Ainda assim, queridos amigos, urge considerar que a mensagem do Evangelho nos serve a todos.

Cada qual de nós pode retirar dela as derivações construtivas de que necessitamos para a edificação íntima a que nos cabe atender.

Amemos e penetraremos os pórticos das realizações que demandamos na caminhada espiritual.


Bezerra








(De mensagem recebida em 18.11.1972.)

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