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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Bezerra de Menezes - Psicofonia - Divaldo P. Franco - Diante das aflições




Bezerra de Menezes - Psicofonia - Divaldo P. Franco


Diante das aflições


Através  da  fé  raciocinada,  vinculando-nos ao  psiquismo  de  Jesus,  lograremos  a  Paz  que  dulcifica  a alma e que enternece o coração.

Espíritas,  o  Senhor  que  vos  convocou  à  sua  seara espera  que  tenhais  a  confiança  absoluta  no  amor  de Deus.

Chorai,  quando  necessário,  porque  o  Mestre,  não poucas vezes, também foi dominado pelas lágrimas.

Bendizei, no entanto, o resgate que vos atormenta, a fim de fruirdes a paz que vos está reservada.

Breve  é  o  tempo  físico  logo  depois  que  passa,  e  se pensardes  nas  alegrias  que  vos  estão  reservadas,  a dor diminui de intensidade e o fardo das aflições diminui também seu peso.

Fostes convocados para construir o reino de Deus.

As  aflições  que  vos  aturdem  fazem  parte  do  burilamento necessário para a edificação da glória solar. Amai,  porque  no  amor  estão  as  soluções  para  os mais intrincados problemas.

Através  do  exercício  do  amor,  seja  de  que  faceta  se revista, encontrareis a harmonia do júbilo, do júbilo da esperança, e a esperança da paz.

Vossos   amigos   espirituais,   os   Espíritos   Espíritas, estão convosco, e vos amparam.

Não temais, porque a vida materializando o programa Divino não vos oferecerá aflições que não possam ser regularizadas.

Ide  animados,  de  retorno  a  vossos  lares,  certos  de que estais sob o divino amparo.

Abençoe-nos o Pai e conforte-nos Jesus.

São  os  votos  do  servidor  humílimo  e  paternal  de sempre,


Bezerra

Muita Paz, meus amigos



VÍDEO:

4o Congresso Espírita do Estado do Rio de Janeiro

Mensagem do Dr. Bezerra de Menezes através da psicofonia de Divaldo Pereira Franco.

Data: 11/10/2015






TV CEERJ
Realização: Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2015.


quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Joanna de Ângelis - Revista Presença Espírita - Divaldo P. Franco - A Grande Transição




Joanna de Ângelis - Revista Presença Espírita - Divaldo P. Franco 


A Grande Transição


Opera-se, na Terra, neste largo período, a grande transição anunciada pelas Escrituras e confirmada pelo Espiritismo.

O planeta sofrido experimenta convulsões especiais, tanto na sua estrutura física e atmosférica, ajustando as suas diversas camadas tectônicas, quanto na sua constituição moral.

Isto porque, os espíritos que o habitam, ainda caminhando em faixas de inferioridade, estão sendo substituídos por outros mais elevados que o impulsionarão pelas trilhas do progresso moral, dando lugar a uma era nova de paz e de felicidade.

Os espíritos renitentes na perversidade, nos desmandos, na sensualidade e vileza, estão sendo recambiados lentamente para mundos inferiores onde enfrentarão as consequências dos seus atos ignóbeis, assim renovando-se e predispondo-se ao retorno planetário, quando recuperados e decididos ao cumprimento das leis de amor.

Por outro lado, aqueles que permaneceram nas regiões inferiores estão sendo trazidos à reencarnação, de modo a desfrutarem da oportunidade de trabalho e de aprendizado, modificando os hábitos infelizes a que se têm submetido, podendo avançar sob a governança de Deus.

Caso se oponham às exigências da evolução, também sofrerão um tipo de expurgo temporário para regiões primárias entre as raças atrasadas, tendo o ensejo de serem úteis e de sofrer os efeitos danosos da sua rebeldia.

Concomitantemente, espíritos nobres que conseguiram superar os impedimentos que os retinham na retaguarda, estarão chegando, a fim de promoverem o bem e alargarem os horizontes da felicidade humana, trabalhando infatigavelmente na reconstrução da sociedade, então fiel aos desígnios divinos.

Da mesma forma, missionários do amor e da caridade, procedentes de outras Esferas estarão revestindo-se da indumentária carnal para tornar essa fase de luta iluminativa mais amena, proporcionando condições dignificantes que estimulem ao avanço e à felicidade.

Não serão apenas os cataclismos físicos que sacudirão o planeta, como resultado da lei de destruição, geradora desses fenômenos, como ocorre com o outono que derruba a folhagem das árvores, a fim de que possam enfrentar a invernia rigorosa, renascendo exuberantes com a chegada da primavera, mas também os de natureza moral, social e humana que assinalarão os dias tormentosos, que já se vivem.

Os combates apresentam-se individuais e coletivos, ameaçando de destruição a vida com hecatombes inimagináveis.

A loucura, decorrente do materialismo dos indivíduos, atira-os no abismos da violência e da insensatez, ampliando o campo do desespero que se alarga em todas as direções. 

Esfacelam-se os lares, desorganizam-se os relacionamentos afetivos, desestruturam-se as instituições, as oficinas de trabalho convertem-se em áreas de competição desleal, as ruas do mundo transformam-se em campos de lutas perversas, levando de roldão os sentimentos de solidariedade e de respeito, de amor e de caridade.

A turbulência vence a paz, o conflito domina o amor, a luta desigual substitui a fraternidade.

Mas essas ocorrências são apenas o começo da grande transição.

A fatalidade da existência humana é a conquista do amor que proporciona plenitude. Há, em toda a parte, uma destinação inevitável, que expressa a ordem universal e a presença de uma Consciência Cósmica atuante.

A rebeldia que predomina no comportamento humano elegeu a violência como instrumento para conseguir o prazer que lhe não chega de maneira espontânea, gerando lamentáveis consequências, que se avolumam em desaires contínuos.

É inevitável a colheita da sementeira por aqueles que a fez, tornando-se rico de grãos abençoados ou de espículos venenosos.

Como as leis da vida não podem ser derrogadas, toda objeção que lhes faz converte-se em aflição, impedindo a conquista do bem-estar.

Da mesma forma, como o progresso é inevitável, o que não seja conquistado através do dever, sê-lo-á pelos impositivos estruturais de que o mesmo se constitui.

A melhor maneira, portanto, de compartilhar conscientemente da grande transição é através da consciência de responsabilidade pessoal, realizando as mudanças íntimas que se tornem próprias para a harmonia do conjunto.

Nenhuma conquista exterior será lograda se não proceder das paisagens íntimas, nas quais estão instalados os hábitos. Esses, de natureza perniciosa, devem ser substituídos por aqueles que são saudáveis, portanto, propiciatórios de bem-estar e de harmonia emocional.

Na mente está a chave para que seja operada a grande mudança. Quando se tem domínio sobre ela, os pensamentos podem ser canalizados em sentido edificante, dando lugar a palavras corretas e a atos dignos.

O indivíduo, que se renova moralmente, contribui de forma segura para as alterações que se vêm operando no planeta.

Não é necessário que o turbilhão dos sofrimentos gerais o sensibilize, a fim de que possa contribuir eficazmente com os espíritos que operam em favor da grande transição.

Dispondo das ferramentas morais do enobrecimento, torna-se cooperador eficiente, em razão de trabalhar junto ao seu próximo pela mudança de convicção em torno dos objetivos existenciais, ao tempo em que se transforma num exemplo de alegria e de felicidade para
todos.

O bem fascina todos aqueles que o observam e atrai quantos se encontram distantes da sua ação, o mesmo ocorrendo com a alegria e a saúde.

São eles que proporcionam o maior contágio de que se tem notícia e não as manifestações aberrantes e afligentes que parecem arrastar as multidões. Como escasseiam os exemplos de júbilo, multiplicam-se os de desespero, logo ultrapassados pelos programas de sensibilização emocional para a plenitude.

A grande transição prossegue, e porque se faz necessária, a única alternativa é examinar-lhe a maneira de como se apresenta e cooperar para que as sombras que se adensam no mundo sejam diminuídas pelo Sol da imortalidade.

Nenhum receio deve ser cultivado, porque, mesmo que ocorra a morte, esse fenômeno natural é veículo da vida que se manifestará em outra dimensão.

A vida sempre responde conforme as indagações morais que lhe são dirigidas.

As aguardadas mudanças que se vêm operando trazem uma ainda não valorizada contribuição, que é a erradicação do sofrimento das paisagens espirituais da Terra.

Enquanto viceje o mal, no mundo, o ser humano tornar-se-lhe vítima preferida, em face do egoísmo em que se estorcega, apenas por eleição espiritual.

A dor momentânea que o fere, convida-o por outro lado, à observância das necessidades de seguir a correnteza do amor no rumo do oceano da paz.

Logo passado o período de aflição, chegará o da harmonia.

Até lá, que todos os investimentos sejam de bondade e de ternura, de abnegação e de irrestrita confiança em Deus.


Joanna de Ângelis



Mensagem psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, no dia 30 de Julho de 2006, no Rio de Janeiro, RJ. Publicada na revista ‘Presença Espírita’, Setembro/Outubro 2006, Nº 256, páginas 28 e 29



ÁUDIO:

Mensagem de Joanna de Ângelis: A Grande Transição
Mensagens Espirituais




VÍDEO:

Transição Planetária
Obras Sociais Joanna de Angelis

Divaldo Franco







segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Bezerra de Menezes - Mensagem psicofônica - Divaldo P. Franco - Os dias graves do Senhor




Bezerra de Menezes - Mensagem psicofônica - Divaldo P. Franco


Os dias graves do Senhor


Estes são os dias, os dias graves do Senhor!

É necessário que as criaturas humanas abramo-nos ao Evangelho restaurado e nos permitamos ser instrumentos do Condutor de Vidas, para que possamos aplainar os caminhos que a Sua Misericórdia vem percorrer.

Espíritas!

Assumistes um compromisso antes do berço. Firmastes no Além um documento de responsabilidade para proclamar o Reino de Deus na Terra, no momento das grandes aflições.

Pedistes o testemunho e o sofrimento para respaldarem a qualidade da vossa tarefa.

Não recalcitreis, pois, ante o espinho do testemunho.

Permanecei solidários para que não experimenteis solidão.

Cantai um hino de louvor e de bem-aventuranças, para que as vossas não sejam as lágrimas do remorso, ao contrário, sejam as da gratidão.

Não postergueis o momento da renovação interior.

Se colheis, por enquanto, os cardos e se sorveis a taça da amargura que preparastes antes, semeai paz, alegria e amor para a colheita do futuro.

O Espiritismo é Jesus voltando de braços abertos e trazendo no Seu séquito os corações afetuosos que vos anteciparam na viagem de volta ao Grande Lar, e que, numa canção de júbilo, agradecem a Deus a honra de participarem da Era Nova do Espírito imortal.

Tornai-vos sábios na simplicidade, na cordura, na gentileza e ricos na compaixão.

O amor cobre a multidão dos pecados e a compaixão coroa o amor de ternura.

Começando por agora, aqui, o trabalho de lapidação do caráter para melhor, conseguireis, como estamos tentando conseguir, a palma da vitória.

Nada que vos atemorize. Que mal podem fazer aqueles que caluniam, que mentem, que perseguem, se tudo quanto fizerem perde o seu sentido no túmulo?

Jornaleiros da Imortalidade, avançai cantando Jesus para os ouvidos moucos do mundo, e apresentando-O para os que se ocultaram nas furnas da loucura, das sensações e do despautério.

Hoje é o momento sublime de construir e, em breve, o momento de ser feliz.

Muita paz, meus filhos. Com todo carinho, o servidor humílimo e paternal de sempre,


Bezerra de Menezes



Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, ao final da Conferência pública, realizada no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, na noite de 26 de agosto de 2010.