Mostrando postagens com marcador Momentos de Felicidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Momentos de Felicidade. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de julho de 2021

Joanna de Ângelis - Livro Momentos de Felicidade - Divaldo P. Franco - Cap. 18 - Emoções Perturbadoras




Joanna de Ângelis - Livro Momentos de Felicidade - Divaldo P. Franco - Cap. 18


Emoções Perturbadoras


O homem que se candidata a uma existência feliz, tem a obrigação de vigiar as suas emoções perturbadoras, a fim de evitar-se desarmonias perfeitamente dispensáveis, na economia do seu processo de evolução.

As emoções perturbadoras decorrem do excesso de autoestima, do apego aos bens materiais e às pessoas, e do orgulho, entre outros fatores negativos.

O excesso de consideração que o indivíduo se concede, leva-o à irritação, ao ciúme, à agressividade, toda vez que os acontecimentos se dão diferentes do que ele espera e supõe merecer.

O apego responde-lhe pela instabilidade emocional, trabalhando-lhe a ganância, a soberba e a ilusão da posse, que concede a falsa impressão de situar-se acima do seu próximo.

O orgulho intoxica-o, levando-o à pressuposição de credenciado pela vida a ocupar uma situação privilegiada e ser alguém especial, merecedor de homenagens e honrarias, em detrimento dos demais.

Qualquer ocorrência que se apresente contraditória a esses engodos gerados pelo ego insano, e as emoções perturbadoras se lhe instalam, proporcionando desequilíbrios de largo porte, exceto se ele se resolve por digerir a situação e mudar de paisagem mental.

Superar tais emoções que têm raízes no seu passado espiritual, eis o grande desafio.

Assim, cumpre que ele envide todos os esforços para o autodescobrimento e a aplicação das energias em combater a inferioridade que predomina em a sua natureza.

"Não há nada a que o homem não se acostume com o tempo", afirma um velho brocardo popular.

A liberação das emoções perturbadoras é resultado dos hábitos insalubres de entregar-se-lhe sem resistência.

Tão comum se faz ao indivíduo a liberação dos instintos perniciosos geradores deles, que este se não dá conta do desequilíbrio em que vive.

Adaptando-se ao autocontrole, eliminará, a pouco e pouco, a explosão dessas emoções perturbadoras.

Mediante pequeno código de conduta, torna-se fácil a assimilação de outros hábitos que são saudáveis e felicitam:

considera a própria fragilidade que te não faz diferente das demais pessoas;

observa o esforço do teu próximo e valoriza-o;

treina a paciência ante as ocorrências desagradáveis;

reflexiona quanto à transitoriedade da posse;

medita sobre a necessidade de ser solidário;

propõe-te a adaptação ao dever, por mais desagradável se te apresente;

aprende a repartir, mesmo quando a escassez caracterizar as tuas horas...

Um treinamento íntimo criará novos condicionamentos, que te ajudarão na formação de uma conduta ditosa e tranquila.

Foram as emoções perturbadoras que levaram Pedro, temeroso, a negar o Amigo, e Judas, o ambicioso, a vendê-lo aos inimigos da Verdade.

O controle delas, sob a luz da humildade e da fé, proporcionou à Humanidade o estoicismo de Estevão, a dedicação até o sacrifício de Paulo - que as venceram - e toda a saga de amor e grandeza do homem abnegado de todos os tempos.


Joanna de Ângelis








sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Joanna de Ângelis - Livro Momentos de Felicidade - Divaldo P. Franco - Cap. 19 - Domínio da Ira



Joanna de Ângelis - Livro Momentos de Felicidade - Divaldo P. Franco - Cap. 19


Domínio da Ira


Tão comuns se te fazem a irritabilidade e o reproche, que estás perdendo o equilíbrio, o discernimento sobre o limite das tuas forças.

Habituas-te à reprimenda e à contrariedade de tal forma, que perdes o controle da emoção, deixando de lado os requisitos da urbanidade e do respeito ao próximo.

Frequentemente deixas-te arrastar pela insidiosa violência, que se te vai instalando no comportamento, passando de um estado de paz ao de guerra, por motivo de somenos importância.

Sem te dares conta, perdes o contato do amor e passas a ser temido, por extensão detestado.

A irascibilidade gera doenças graves, responsáveis por distonias físicas e mentais de largo alcance.

Da ira ao ódio o passo é breve, momentâneo, e o recuo, difícil.

Tem tento, e faze uma revisão dos teus atos, tornando-te mais comedido e pacificado.

Ouve quem te fala, sem ideia preconcebida.

Desarma a emoção, a fim de agires com imparcialidade.

A ideia preconceituosa abre espaço mental à irascibilidade.

É necessário combater com ações mentais contínuas, as reações que te assomam, entorpecendo-te a lucidez e fazendo-te um tresvariado.

A reflexão e o reconhecimento dos próprios erros são recursos valiosos para combater a irritação sistemática.

Tem a coragem de reconhecer que erras, que te comprometes, não te voltando contra os outros como efeito normal do teu insucesso.

A ira cega, enlouquece.

Provocando uma vasoconstrição violenta no sistema circulatório, leva à apoplexia, ao enfarto, à morte.

Um momento de irritação, e fica destruída uma excelente obra.

O trabalho de um período demorado reduz-se a cinzas, qual ocorre com a faísca que atinge material de fácil combustão.

A ira separa os indivíduos e fomenta lutas desditosas.

Estanca o passo e retrocede na viagem do desequilíbrio.

Recorre à oração.

Evita as pessoas maledicentes, queixosas, venenosas. Elas se te fazem estímulo constante à irritabilidade, ao armamento emocional contra os outros.

A tua vida é preciosa, e deves colocar todas as tuas forças a serviço do amor.

Desde que és forte, investe na bondade, na paciência e no perdão, que são degraus de ascensão.

Para baixo é fácil, sem esforço, o processo de queda.

A sublimação e a subida espiritual são o desafio para os teus valores morais.

Aplica-os com sabedoria e fruirás de paz, aureolado pela simpatia que envolve e felicita a todos.

Ademais, a ira é porta de acesso à obsessão, à interferência perniciosa dos espíritos maus, enquanto o amor, a doçura e o perdão são liames de ligação com Deus, plenificando o homem.


Joanna de Ângelis






Fonte: Momentos de Felicidade-pdf

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Joanna de Ângelis - Livro Momentos de Felicidade - Divaldo P. Franco - Cap. 7 - Equipamento da Oração



Joanna de Ângelis - Livro Momentos de Felicidade - Divaldo P. Franco - Cap. 7


Equipamento da Oração


Quando os problemas se avolumarem, ameaçando-te a paz, ou a dor moral procurar amesquinhar-te, conduzindo-te quase ao desespero, ou os teus sofrimentos físicos atingirem o ápice, ou os infortúnios e o destrambelho da tua emoção chegarem a extremos quase insuportáveis, antes de sucumbires na alucinação, ou no desalento, ou na rebeldia, levanta o pensamento a Deus, mediante os fios invisíveis da oração, e pede-Lhe socorro.

A prece é a solução final para os momentos que precedem o paroxismo, a perplexidade, o descalabro da loucura, oferecendo, de imediato, resposta às solicitações.

De início, interrompe o tropel das desgraças; depois, proporciona claridade mental para entendê-las, e, por fim, acalma, conforta e propõe os métodos para contornar e resolver, quaisquer que sejam as dificuldades.

Certamente, não impede o sofrimento, porque este tem a sua razão de ser, tornando-se necessária advertência, ou convite à reflexão; porém, propicia recursos para enfrentar a situação amarga.

A prece é a mais eficaz terapia que se conhece, por ser útil nos mais variados processos de aflição, brindando lucidez e refrigério.

Quando alguém ora, desloca-se mental e emocionalmente da coarctação que o sofrimento lhe impõe, permitindo-se alcançar as regiões felizes, onde haure energias portadoras de forças que regularizam os distúrbios afligentes.

O processo da oração ocorre mediante a sintonia das aspirações humanas com as concessões divinas.

Penetrando a onda mental nas fontes generosas do Poder, aí se aufere a vitalidade e a inspiração para o prosseguimento da luta.

Sem a oração, faz-se difícil a marcha e quase impossível o êxito, na empresa da reencarnação.

A oração é fenômeno moral, emocional e espiritual, que deve suceder de forma consciente.

Não poucas vezes, no entanto, dá-se inconscientemente.

Sem fórmulas estabelecidas, é o grito de fé da alma necessitada buscando apoio em Deus.

São as atitudes dignas, inspiradas no bem e no dever.

É a comunhão mental, programada com o Doador Celeste.

Tão habitual se pode tornar que, ao invés dos momentos de súplica, ela se transforma em uma constante vinculação com Deus, por meio dos pensamentos superiores que retratam as nobres aspirações do ser.

Orar é um ato que se deve converter em hábito.

A princípio, pode parecer difícil, em razão da mente desligar-se do propósito que deve sustentar; depois, por aparente falta de estímulo e fixação.

Como qualquer outra atividade, especialmente na área mental, exige freqüência, intensidade, interesse. Só então se converte em clima de harmonia interior e de sintonia constante.

Soluciona os teus problemas com a inspiração da prece.

Refugia-te da dor nas paisagens da oração.

Seja qual for o desafio aflitivo que se te apresente, na oração encontrarás os equipamentos hábeis para te consolares e te concederes paz.

Orando, galgarás o monte da própria redenção, apoiado por Deus e por Ele conduzido, porque, através da prece Lhe falarás e, por meio da inspiração e da resistência que te advirão, Ele te responderá.


Joanna de Ângelis







Fonte: Momentos de Felicidade -pdf

terça-feira, 28 de julho de 2020

Joanna de Ângelis - Livro Momentos de Felicidade - Divaldo P. Franco - Cap. 7 - Equipamento da Oração



Joanna de Ângelis - Livro Momentos de Felicidade - Divaldo P. Franco - Cap. 7


Equipamento da Oração


Quando os problemas se avolumarem, ameaçando-te a paz, ou a dor moral procurar amesquinhar-te, conduzindo-te quase ao desespero, ou os teus sofrimentos físicos atingirem o ápice, ou os infortúnios e o destrambelho da tua emoção chegarem a extremos quase insuportáveis, antes de sucumbires na alucinação, ou no desalento, ou na rebeldia, levanta o pensamento a Deus, mediante os fios invisíveis da oração, e pede-Lhe socorro.

A prece é a solução final para os momentos que precedem o paroxismo, a perplexidade, o descalabro da loucura, oferecendo, de imediato, resposta às solicitações.

De início, interrompe o tropel das desgraças; depois, proporciona claridade mental para entendê-las, e, por fim, acalma, conforta e propõe os métodos para contornar e resolver, quaisquer que sejam as dificuldades.

Certamente, não impede o sofrimento, porque este tem a sua razão de ser, tornando-se necessária advertência, ou convite à reflexão; porém, propicia recursos para enfrentar a situação amarga.

A prece é a mais eficaz terapia que se conhece, por ser útil nos mais variados processos de aflição, brindando lucidez e refrigério.

Quando alguém ora, desloca-se mental e emocionalmente da coarctação que o sofrimento lhe impõe, permitindo-se alcançar as regiões felizes, onde haure energias portadoras de forças que regularizam os distúrbios afligentes.

O processo da oração ocorre mediante a sintonia das aspirações humanas com as concessões divinas.

Penetrando a onda mental nas fontes generosas do Poder, aí se aufere a vitalidade e a inspiração para o prosseguimento da luta.

Sem a oração, faz-se difícil a marcha e quase impossível o êxito, na empresa da reencarnação.

A oração é fenômeno moral, emocional e espiritual, que deve suceder de forma consciente.

Não poucas vezes, no entanto, dá-se inconscientemente.

Sem fórmulas estabelecidas, é o grito de fé da alma necessitada buscando apoio em Deus.

São as atitudes dignas, inspiradas no bem e no dever.

É a comunhão mental, programada com o Doador Celeste.

Tão habitual se pode tornar que, ao invés dos momentos de súplica, ela se transforma em uma constante vinculação com Deus, por meio dos pensamentos superiores que retratam as nobres aspirações do ser.

Orar é um ato que se deve converter em hábito.

A princípio, pode parecer difícil, em razão da mente desligar-se do propósito que deve sustentar; depois, por aparente falta de estímulo e fixação.

Como qualquer outra atividade, especialmente na área mental, exige freqüência, intensidade, interesse. Só então se converte em clima de harmonia interior e de sintonia constante.

Soluciona os teus problemas com a inspiração da prece.

Refugia-te da dor nas paisagens da oração.

Seja qual for o desafio aflitivo que se te apresente, na oração encontrarás os equipamentos hábeis para te consolares e te concederes paz.

Orando, galgarás o monte da própria redenção, apoiado por Deus e por Ele conduzido, porque, através da prece Lhe falarás e, por meio da inspiração e da resistência que te advirão, Ele te responderá.


Joanna de Ângelis







Fonte: Momentos de Felicidade -pdf

segunda-feira, 20 de julho de 2020

Joanna de Ângelis - Livro Momentos de Felicidade - Divaldo P. Franco - Cap. 5 - Pensamento e Vida



Joanna de Ângelis - Livro Momentos de Felicidade - Divaldo P. Franco - Cap. 5


Pensamento e Vida


O homem pode ser considerado o pensamento que exterioriza, fomenta e nutre.

Conforme a sua paisagem mental, a existência física será plasmada, face ao vigor da energia direcionada.

O pensamento é a manifestação do anseio espiritual do ser, não uma elaboração cerebral do corpo.

Sendo o Espírito o agente da vida, nos intrincados painéis da sua mente se originam as idéias, que se manifestam através dos impulsos cerebrais, cujos sensores captam a onda pensante e a transformam, dando-lhe a expressão e forma que revestem o conteúdo e que se faz portadora.

O homem de bem, pensando corretamente como conseqüência da sua realidade interior, progride, adicionando forças à própria estrutura.

A criatura de constituição moral frágil, por efeito das suas construções mentais infelizes, envolve-se nas teias dos pensamentos perturbadores e passa a estados tumultuados, doentios.

Como resultado, conclui-se que o Espírito e não o corpo, é fraco ou forte, conforme o conteúdo dos pensamentos que elabora e a que se entrega.

O pensamento é força.

Por isso, atua de acordo com a direção, a intensidade e o significado próprios.

A duração dele decorre da motivação que o constitui, estabelecendo a constância, a permanência e o direcionamento do que possui como emanação da aspiração íntima.

O pensamento são os fenômenos cognitivos que procedem do ser real.

Pensa no amor; e te sentirás afável.

Cultiva a ideia do progresso, e terás estímulo para porfiar, logrando êxito nos empreendimentos.

Sustenta a ideia do bem, e descobrirás quão ditoso és como fruto do anelo vitalizado.

Se pensas no medo, ele assoma e te domina. Se dás atenção ao pessimismo, tornas-te incapaz de realizações ditosas.

Se te preocupas com o mal, permanecerás cercado de temores e problemas.

Se agasalhas as idéias enfermiças, perderás a dádiva da saúde.

Tudo pode ser alterado sob a ação do pensamento.

Vibração que sintoniza com ondas equivalentes, o teu pensamento é o gerador das tuas ações, e estas, as modeladoras da tua vida.

Pensamento e vida, pois, são termos da equação existencial do ser humano.

Pensando na necessidade de ascensão, os heróis, os cientistas, os mártires, os educadores e os santos edificaram o mundo melhor, que ainda não alcançou o seu ápice, porque tu e outros ainda não vos convencestes de pensar bem, agindo melhor; para conquistardes a vitória sobre as paixões, a dor e a infelicidade.


Joanna de Ângelis









Fonte: Momentos de Felicidade -pdf